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Conto Erotico A priminha da minha esposa

Novembro, chuva e calor. Preparativos para fim de ano no ar. Uma notícia inesperada: minha esposa precisará passar por uma cirurgia para retirada de um mioma no útero. Quarenta dias de puro repouso. A cirurgia acontecerá em um semana e precisamos de alguém para ajudar com as coisas mais simples de casa. Uma prima dela se oferece. Vem de outra cidade para passar 2 meses em Goiânia e precisava de um lugar para se hospedar. Vai economizar e nos ajudar.
Nunca troquei palavra alguma com ela, só mesmo alguns "ois" pelo msn. Parece uma garota legal, muito recatada. Vai chegar 2 dias antes da cirurgia e vai ficar em nossa casa até ela se recuperar.
No dia combinado fomos buscá-la na rodoviária.Linda pessoalmente,mais linda do que pelas fotos pequenas do msn. T... era o seu nome. Cabelos lisos, pele morena, um sorriso lindo, meio tímido, exibia aparelho fixo que dava um charme a mais. Estava usando jeans básico e deixava exalar um perfume muito gostoso.
Já era meio tarde, chegamos em casa, pedi uma pizza e logo depois de comer fomos deitar. Ela ficou na suíte do corredor, ao lado do banheiro social. Preferimos deixá-la mais à vontade pois era a primeira vez que vinha nos visitar. Ainda dentro do carro havíamos feito alguns planos para que ela conhecesse a cidade. Eu me encarregara de mostrá-las as belezas de Goiânia, assim que a minha esposa já estivesse um pouco melhor da cirurgia.
Na primeira noite tudo normal. Dormi a noite toda sem perturbações na mente. Acordei bem cedo para ir trabalhar e T já estava na cozinha, de camisola bem comportada, quer dizer, meio comportada porque era visível a marca de sua calcinha. Na minha mente já figurei a cor: cor de rosa, tamanho médio. Suas coxas grossas abrigavam pelinhos louros, uma visão magnífica. Cumprimentos de bom dia foram trocados. Tomamos café juntos, já que minha esposa iria levantar mais tarde e eu precisava ir trabalhar. Conversamos sobre estudos, matemática, física, e etc. Falamos alguma coisa sobre cinema, e "ops, já estou atrasado". Saí com a imagem dos pêlos lourinhos e da "calcinha cor de rosa".
Ao chegar em casa meio dia não havia ninguém. Fui usar o banheiro da suíte onde T... estava dormindo e encontrei no box, pendurada na janelinha do banheiro uma calcinha que ela lavara enquanto tomava banho. Meus pensamentos estavam certos. A calcinha era realmente cor de rosa, linda. Fiquei tentado a olhar mais de perto,mas preferi respeitar. Apenas tomei banho vendo ao longe aquela peça tao íntima e tão sedutora.
Hoje era o dia da cirurgia que seria realizada de noite. T estava em casa e eu fui acompanhar minha esposa. Após ela sair do centro cirúrgico votlei pra casa para dormir. A minha sogra iria acompanhá-la no hospital por 2 dias, antes de votar pra casa. Retornei e ao entrar na sala tudo parecia quieto. Não havia ninguém, pelo menos era o que parecia. Ao passar pelo corredor a surpresa. T estava deitada e a porta estava meio aberta. Sua camisola nao era tão comportada como a da noite anterior, acho que devido ao calor que fazia. Ela estava deitada de bruços e deixava visível suas coxas, e a expectativa de ver aquele bumbum causada uma sensação muito agradável. Fui me virar e ela ouviu o barulho. Flagrou-me enquanto eu a observava e para minha surpresa apenas exibiu um sorriso seguido de um "oi" doce e sincero. Meus pensamentos começavam a me trair. "Como foi a cirurgia?" perguntava ela para começar um assunto. Conversamos mais ou menos uns 10 minutos, eu em pé e ela deitada na cama.
No dia seguinte ela se levantou antes de mim para fazer o café e quando levantei a flagrei de cabelos presos num rabo de cavalo e short jeans curtinho. Ela já começava a causar uma excitação desenfreada com aquelas atitudes "ingênuas" mas ao mesmo tempo sedutoras. O short exibia totalmente suas coxas e era inevitável enxergar novamente os pêlos que pareciam estar mais louros a cada dia. Tive vontade de chegar perto, abraçá-la por trás e dar um beijinho de leve em sua nuca que pela primeira vez era exibida. Em meus pensamentos fiz tudo isso. Na vida real apenas dei um bom dia.
A conversa hoje foi mais intensa. Ela se mostrava cada vez mais desinibida e isso plantava confusões na minha cabeça. Será tudo isso simpatia ou será que ela está querendo algo mais? Ao sair deixei ela à vontade para entrar em meu quarto e usar a internet, entrar no msn e etc. Ela disse que ia fazer isso mesmo porque estava com saudade dos pais e queria conversar com seu irmão pela web.
No dia seguinte ela ficou no hospital até o horário da alta de minha esposa. As trouxe para casa juntas e ao chegar, tudo estava preparado. Ela ia ficar no nosso quarto mesmo e sua prima T iria começar a mostrar os seus dotes de acompanhante. Minha mente já mostrava perversidade ao olhar para a garota. Ela usava um vestido acima do joelho e eu procurava um ângulo ideal para ver a cor de sua calcinha. Estava me sentindo um tarado e ao mesmo tempo um bobo sendo seduzido por uma garota. Ela sentou e finalmente. Um fundinho branco foi exibido. Imaginei mil coisas, viajei naquela calcinha branca. Podia ver os detalhes dela em minha mente. Tudo isso em 5 segundos. "VocÊ sabe jogar cartas?" Ela perguntava. Estava combinado. De noite iríamos jogar buraco.
Eram 8 hora da noite, sexta teira, nada para fazer no sábado e estávamos jantando. A primeira partida de buraco começaria assim que minha esposa pegasse no sono. Que excitante né. Ela concordara com isso, aliás, ela quem sugeriu pois serviria de distração para T e eu. No horário marcado T e eu começamos a embaralhar as cartas. Enquanto eu dava as cartas ela disse:" vou lá trocar de roupa de uma vez porque depois ter terminarmos já vou dormir". Fazia muito calor e eu esperava algo bem curto. Dito e feito. Ela apareceu com um shortinho de dormir bem curtinho e colado no corpo. Uma blusinha bem leve, que cobria do umbigo para cima. A primeira coisa que olhei foram os pelinhos que haviam abaixo do umbigo e acima do short. Acho que não existe homem que não olharia. Isso me fez imaginar como seriam seus pelinhos pubianos. Ela sentou-se mais à vontade, com uma das pernas dobradas e o calcanhar na cadeira. Pelo tampo de vidro da mesa eu continuava tendo aquela visão maravilhosa e excitante. Começamos a jogar e eu não queria tão cedo acabar aquele jogo. Durante as partidas vários assuntos eram desenrolados, até que o clima ficou mais quente quando toquei em assunto de namorado. "Seu namorado deve ter o maior ciúme de você né?" Ela sorriu e disse o que eu já imaginava. "Eu não tenho namorado".
Já eram mais de 23 horas e nós conversávamos e jogávamos. Ela disse: "vou parar de jogar". Eu concordei mas não me levantei. Queria ouvir mais sua doce voz. Mudei de posição na cadeira e do jeito que estava minha perna ficaria esbarrando na dela. Deixei para ver se ela ia tirar. Nâo tirou, sinal que gotou né. Não sei aonde eu estava na cabeça,mas me deu vontade de acariciar as pernas dela com a ponta do dedo do pé. Não exitei muito, resolvi arriscar. Ela abriu um sorriso enquanto dizia algo. Eu entendi tudo. Eu estava muito alterado e queria saber aonde aquilo iria parar. Ela havia dito que nunca tinha namorado e isso me fazia supor que ela era virgem. MEsmo com todo tezão eu era capaz de ter consciência do que eu podia e do que eu não podia. Transar com ela era uma coisa que eu não podia, embora tivesse muita vontade.
Resolvi chegar mais perto dela. Ela esboçou alguma reação para se levantar. Eu a segurei pelo ombro, cheguei bem perto e dei um beijo no queixo. Ela disse um "nossaa", quase que como um sussurro. Subi do queixo para a boca, uma boca doce, macia. Lábios sensíveis e hálito bom. Um beijo perfeito. Ela novamente sussurrou "e se a sua mulher acordar". MAs ela estava impossibilitada de levantar sozinha, e foi isso que eu disse pra T. Continuamos o beijo por mais alguns minutos. Ela se levantou e quis olhar para ver se a porta do quarto estava aberta ou fechada. Voltou pé por pé. Um frio na barriga nos consumia. Em mim isso tinha outro nome: tezão. Segurei ela pela cintura e a encostei na parede. Beijei com mais vontade dessa vez.Deixei transparecer mais excitação, e ela também. Coloquei minha coxa esquerda entre suas pernas e enquanto a beijava. Em minha mente eu queria sentir o úmido de seu íntimo, mas ainda não dava para "atacar".
Ela beijava muito bem. Talvez fosse a situação que tornava aquilo tão bom. A vontade de dar um beijo em sua nuca voltou. Primeiro procurei o pescoço e ela adorou. Com jeitinho, fui procurando virá-la de costas para mim, e sem muito esforço consegui: ela estava de frente para a parede com as duas maos para cima, como se me desse carta branca. Eu encostei por trás dela com força, levantei o seu cabelo e pronto. Realizei o desejo de beijar aquela nuca. Fiz carinhos com a ponta da língua entre a nuca e a orelha. Ela estava muito ofegante. Minhas maos estavam comportadinhas na cintura mas com uma vontade imensa de movê-las dali. A esquerda foi subindo pela barriga e a direita iria descer no momento oportuno. Quando eu estava quase tocando seu seio esquerdo ela diz:"não faz isso". Isso não eram horas de respeitar norma sociais. Segui com a minha mão rumo ao seu destino e toquei aquele seio redondinho. Seu mamilo estava excitado, durinho e isso me enlouquecia. Ela gemeu baixinho quando eu o toquei. Já era o momento da mao direita descer rumo à tarefa mais difícil: tocar sua maior intimidade para fazê-la derreter em prazer.
Apesar de muito excitada ela procurou resistir segurando minha mão sobre o seu umbigo. Eu estava louco atrás dela e ela já estava percebendo alguma coisa tocá-la. Mais uma tentativa de descer a mão e mais uma vez ela segurou. Enquanto tentava sem sucesso tocar a vulva, eu dava pequenas mordidinhas no lóbulo de sua orelha esquerda. O seio esquerdo também era tocado e as mordidas na orelha excitavam cada vez mais o mamilo.
Na terceira tentativa de descer a mão direita nenhum obstáculo foi encontrado. Toquei primeiro o elástico do short com o dedo médio e fiquei fazendo movimentos de vai e vém, bem de leve, da esquerda pra direita e da direita pra esquerda para aumentar ainda mais a provocação. Desci mais minha mão por dentro do short à procura da calcinha (que ainda não sabia a cor). O toque na calcinha não demorou muito para acontecer. Resolvi então tocar a calcinha por fora, e fui descendo mais e mais. Quanto mais descia, mais umidade eu sentia na ponta dos meus dedos. Ela já se encontrava fora de si quando eu dei uma pequena pressionada na calcinha. Ela gemeu mais forte. Fiz um pouco de carinho por fora da calcinha e tirei a mão. Não queria ir tão direto assim ao ponto mais sensível que ela escondia.Ela se virou de frente e eu tirei sua blusa sem objeção alguma. OS seios estavam à mostra, na minha frente com uma tímida marca de biquini. Os mamilos escuros davam um lindo contraste naquela pele morena, e me chamavam para acariciá-los com a ponta da minha língua. Não exitei e fiz a primeira vítima: o mamilo que estava à minha direita. Na verdade os seios pequenos cabiam inteiros em minha boca e isto a deixava cada vez mais fora de si.
Tirei a minha camisa também para ter contato com o corpo quente de T. Abracei-a forte e nos beijamos ardentemente. Desci mais uma vez minha mão direita, agora de frente pra ela, e sem muito trabalho toquei a calcinha dela por fora. Agora era hora de ser mais ousado e coloquei a mão por dentro da calcinha e fui descendo. O primeiro contato foi com os pelinhos que antes eu imaginara.Mas o objetivo principal estava mais embaixo um pouco e foi pra lá que dirigi meus dedos. Tudo ali parecia muito úmido, muito molhado e isso era ótimo. Toquei o clitóris com a ponta do dedo, bem de leve e ela mais uma vez soltou um gemido diferente, dessa vez mais intenso e contínuo. Ela me arranhou de tanto tezão, me agarrou forte nas costas e eu senti o arranhão. Nem liguei, continuei naquele movimento lento em sua parte mais íntima. Desci mais o dedo e tudo estava ensopado. Realmente a minha previsão estava certa: era uma garota virgem e eu sabia que aquilo tinha que acabar por no máximo com bela carícia de língua. Mas antes disso eu queria ver aonde estava tocando e propus a ela: "tira o short?" E ela não dizia nada, só gemia. Estava muito excitada para pensar em dizer não. Não queria fazer nada sem a aprovação dela, então não tirei o short dela por conta própria. Minha mente estava perversa nessa hora e queria sentir o cheiro e o gosto de onde eu tocava, cheiro esse que aumentaria ainda mais o tezão que sentia. Tirei a mão e levei na minha boca na frente dela. O simples fato de ver a deixou louca. Senti o cheiro também, um cheiro maravilhoso de mulher virgem com tezão. Desci a mão novamente e voltei a acariciá-la.
Os gemidos foram interrompidos com ela dizendo: "vamos para o quarto". Claro que fomos né. Ela foi se deitando na cama e tirando o short ao mesmo tempo. Estava usando uma calcinha preta, linda.Deitei por cima dela só de cueca, eu usava uma cueca box também preta. Ela abriu as pernas e enganchou em mim me puxando com toda força para si. Fui descendo pelo corpo dela com a língua. Primeiro fiz longas carícias em seus seios. Desci mais até o umbigo e não resisti muito para descer até a calcinha. Por fora da calcinha fiquei sentindo o cheiro que sua vagina exalava por alguns instantes. Tirei a calcinha e outra visão magnífica: ela era bem peludinha, muito excitante. Ameacei dar uma lambidinha no clitóris mas me veio uma idéia melhor: provocação. Subi e fui até a orelha dela e falei baixinho: "você quer que eu chupe sua bucetinha gostosa?" E ela louca de vontade respondeu:"quero". Mas para surpresa dela eu disse:"então me pede". Ela um pouco tímida deu um sorrisinho e disse: "você é mau né?" Não era questão de ser mau, eu iria chupá-la de qualquer jeito,mas um pouco de vulgaridade é bom. "Eu só vou chupar se vocÊ pedir". Para estimulá-la a dizer voltei a acariciá-la com os dedos. Ela não demorou muito tempo para dizer, baixinho e inibida,mas disse: "quero que você chupe minha buceta, vai". Fingi que não ouvi. "Hein...?" Ela falou mais alto e mais excitada: "Quero que você chupe minha bucetinha, agora".
Sempre fui muito obediente e sem cerimonias comecei a massagear lentamente seu clitóris que se encontrava durinho de tezão. Minha língua descia até a abertura da vagina e tocava com firmeza aquela região tão sensível. Ela segurava forte meu cabelo e gemia muito gostoso. Arrisquei um toque naquela bucetinha tão quentinha enquanto eu chupava o clitóris. Ela quase derreteu. Percebi que ela iria ter um orgasmo e não ia demorar muito. Resolvi provocar de novo. Parei de chupar e subi para beijá-la. Toda mulher fica louca quando beija um homem que acabou de tocar a língua em sua intimidade, com ela não foi diferente. Ela beijou como quem beijava a última boca do mundo. Eu estava todo lambusado com sua buceta e ela beijava e lambia tudinho. Desci novamente e voltei ao meu trabalho. Dessa vez fui aumentao a intensidade dos movimentos no clitóris. Volta e meia eu chupava para dentro da boca aquele montinho volumoso e ela delirava.
Não demorou muito para ela segurar forte meu cabelo como quem fosse arrancar. Eu entendi o que aquilo queria dizer, e aumentei os movimentos com a língua. Ela soltou um gritinhos ofegantes seguido de um gemido longo. "Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii..." Estava tendo um delicioso orgasmo. Eu não queria que aquilo acabasse. Só ver aquela cena já me satisfazia por completo. Voltei a beijá-la para selar aquele momento tão marcante. Ela fez uma carinha de medo misturado com culpa. Beijei ela de novo e falei: "vou deitar antes que ela levante." T ficou no quarto esperando eu levar a sua blusa que estava na cozinha. Fiz isso e fui deitar.
No dia seguinte nos vimos pela manhã como se nada tivesse acontecido. Isso dava a entender que aquela noite iria se repetir muitas e muitas vezes até o fim do ano.




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