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Conto Erotico Minha amiga me apresentou seu marido bem dotado.

Isso se deu numa conversa entre amigas, não sei ao certo o dia, nem mesmo lembro as palavras e frases exatamente usadas enquanto conversávamos, só lembro que o teor da conversa era putaria pura, afinal, falar sacanagem não é um privilégio só dos homens.... Bom, só sei que foi em 2009 numa reuniãozinha na casa de uma delas... “-Ah, minha filha, eu não contei estória, meti um par de chifres nele, e vou continuar metendo chifre nele sempre quando ele pisar na bola comigo!!” “-Ele sabe? Será que ele desconfia de alguma coisa?” “-Imagina!! Homem é bicho burro... trai e pensa que a gente não desconfia, mas quando a gente trai, eles ficam cegos e nunca descobrem... só se a mulher for uma anta mesmo e der muita mancada!” ‘-Eu nunca traí meu maridinho!!” “-Deixa de ser sínica, mulher, todo mundo aqui sabe quem foi que te cumeu!!” “-Ah, mas ali foi na minha despedida de solteira... não conta como traição não, viu?!” “-Um dia antes do casamento é traição sim, meu amor, os dois já estão amarrados, comprometidos... foi chifre sim que o teu maridinho tomou de ti, tá bom?!” “- Já eu... eu não tenho coragem nem necessidade de trair o meu!” “-Falou a santinha!!” “- Não, gente, peraí!! Todo mundo que trai, na maioria das vezes tem um motivo, seja por desilusão amorosa ou apenas por falta de sexo... enfim... eu juro gente, eu nunca senti necessidade de meter chifre no meu maridinho não, tá bem??!” “-Não gente, eu até entendo o que ela aqui tá querendo falar... afinal, o marido dela é muito bonitão e cheio da grana... eu também não trairia um homem desses nunca!” “-Calma, calma... eu quero dizer é que meu marido nunca me deu motivos,ok?... pois, ele é... completo!!” “-Completo? Como assim mulher? O que é que tu tá escondendo da gente??” “-Ora!! É completo... em todos os sentidos!” “-Uuuuiiii, agora eu fiquei curiosa de vez. Como assim em todos os sentidos? Explica melhor isso, amiga!!” “-Ah, gente!! Usem a imaginação de vocês, ora bolas!” “-Não não não, você começou agora vai terminar, amiga, fala aí pra nós o segredo do teu maridinho, fala?!” “-Ele é bom de cama, gente. Pronto, falei, tá?” “-Ué? Só isso? O meu também me fode gostoso e mesmo assim eu meti chifre nele, meu bem! Fala logo, mulher, o que é que o teu marido tem de tão diferente pra tu nunca ter chifrado ele?” Lembro então que nessa hora, essa minha amiga respondeu a pergunta e a nossa curiosidade fazendo um gesto com as mãos afastadas uma da outra... referindo-se a... tamanho. “-Jura?? Uuuuuuuuiiiii... que delíciaaaa, quantos centímetros, sortuda?” “-20 e tantos... 30 e tantos... sei lá!!” “-Deixa de mentir, mulher! Fala sério?” “-Ah, gente, é sério... eu nunca usei a fita métrica não, gente. Eu só sei que ele me deixa maluca de tesão quando tira a roupa e se exibe pra mim... sem falar que é maravilhoso sentir tudo aquilo dentro de mim... parece até um desses atores de filmes pornôs...rsrsrsrsrrs, nossa, eu deliro, sabia? rsrsrsrsrsrsr!!” “-Ai, amiga, para, para logo com essa conversa que eu já tô ficando com calor na xoxota só de pensar, para, tá?” “-É sério mesmo?” “-Cês querem que eu tire uma foto? Eu tiro e mostro pra vocês!” “-Vem cá, amiga, me diz uma coisa... tu dá o cu pra ele? Como é que tu aguenta?” “-Claro! No começo doía pra caralho, eu chegava a chorar, agora eu tô acostumada!” “-Nossa, eu lembro que eu já trepei com um cara pauzudo uma vez na vida, sabia? Foi uma delícia.... agora deu até saudades... feliz da mulher que casou com ele, viu?!..” “- Eu nunca tive esse privilégio... casei com o primeiro namorado e ele ainda é cotoco. Dá pro gasto, mas... as vezes eu sinto falta de algo a mais me preenchendo a buceta.” “-Eu já trepei com alguns caras pauzudos... e confesso que nem todos souberam usar o pau que tinham... só serviu mesmo pra me dar água na boca e pronto, pois, na hora da martelada, da foda, a maioria brochou e negou fogo. Sei lá, entortava e acabava amolecendo dentro de mim.” “Aquele teu amigo gay é pauzudo, né, Meghy?” “- Qual deles? Eu tenho vários amigos gays, fofa?” “-O que é pauzudo, mulher, aquele do banheiro lá daquela boate... lembra daquela vez que a gente tava naquela boate e fomos os três pro banheiro, e a mulherada que tava lá dentro tudo se assustou quando viu o troço dele pra fora? Como é mesmo o nome dele?” “-O Thiago?” “-Issoooo, é ele mesmo... aliás, se ele for operar um dia, diz pra ele mandá a linguiça dele pra minha casa, valeu? rsrsrsrsrsrsrs” “-Não, meu bem, aí é que você se engana, pois ele faz um sucesso enorme entre os homens. Aliás, ele tá saindo até com um bofe casado, minha filha.” “-Sim, querida, mas, voltando ao pau do seu maridinho... tu tem alguma foto do pau dele aí no teu celular pra mostrar pra gente?” “-Tenho, mas, tá no outro celular!” “-Merda, então não esquece de me enviar por e-mail quando tu chegar na tua casa, tá bom, amiga?” “-Pra que tu quer a foto do pau do meu marido, sua vadia?” “-Deixa de ser boba, amiga, eu só vou homenagear ele um pouquinho... com o teu consentimento, claro, rsrsrsrsrsrsrrs!” “-Podem tocar siririca a vontade, suas taradas, eu não me importo... afinal, ele é só meu mesmo!” “-Mas... vem cá, amiga.... e se por acaso... uma de nós, que nos conhecemos desde o tempo em que ficávamos com os mesmos carinhas na escola... quisesse tirar um tasco do pau do teu maridinho? Tu ia ficar com raiva? Com ciúmes?” Afinal... pra quem já participou de swing na adolescência liberar o maridão ia ser fichinha, né não?” “-Claro! Porque não? É só abrir o jogo comigo e fazer tudo as claras, marcar uma visita lá em casa e eu deixo ele cumer qualquer uma de vocês aqui, na boa! Só não pode viciar, nem ficar marcando encontro escondido de mim, se não eu mato!!” “-Eu fico na fila!” “-Eu quero uma senha!” “-Eu dispenso, pois sou capaz de viciar!” “-Ok, a Meghy aqui então vai ser a primeira, já que foi ela quem propôs o joguinho primeiro!” “-ÔBAAAAAA!!!” “-Mas, lembre-se, gatinha, não pode viciar, tá bom? E outra coisinha... vai ter que dar o cu também, só pra saber o que eu senti quando eu dei o cu pra ele pela primeira vez.!” “-Isso aí nem precisa mandar, minha filha!rsrsrsrsrsrsrsrsrs!!” O certo é que eu fui na casa dela conforme o combinado... eu tava meio ansiosa e muito excitada com a oportunidade de ver e provar do tal pauzão do marido dessa minha amiga com o consentimento dela. Foi quando ele chegou do trabalho, jogou seu terno no sofá, sua pasta numa mesa, desabotoou sua camisa e tirou sua gravata, tirou seus sapatos e meias, sentando-se esparramado num sofá... enquanto eu e ela, sua esposa, conversávamos ali, de frente pra ele que me encarava sustentando um sorriso sínico, me comendo com seus olhos. Confesso que fiquei meio intimidada, pois, o clima estava ficando quente, afinal, ele já sabia o porque da minha presença ali em sua casa, pois a sua esposa já havia falado pra ele com antecedência quem eu era e o que eu queria... Só que ele me deixou mais ansiosa ainda, pois, falou que primeiro ia tomar uma ducha e jantar... e só depois então ele “conversaria comigo”. Fiquei na espera e de calcinha molhada de tanto que a minha bucetinha latejava de tesão diante tal fetiche sustentado pelas fofocas de sua esposa que deram a ele tal fama de acavalado, despertando a curiosidade minha e das demais amigas... Quase uma hora e meia depois ele veio sentar na sala conosco. Só de calça de pijama... esparramado no sofá e nos encarando, ali, sentadas lado a lado e de frente pra ele em outro sofá. Foi então que a minha amiga, a esposa dele, puxou meu rosto de encontro ao dela e me beijou... bem gostoso... espalhando seus beijos por todo o meu rosto, pescoço, ombros e busto... deixando ele maluco. Em seguida ela desceu sua mão por baixo de minha saia, entre minhas pernas abertas e aconchegou a palma por sobre a minha buceta, ainda com calcinha... toda molhadinha na racha... foi então que senti as pontas de seus dedos procurando meu orifício vaginal... o buraquinho da minha caverninha... a entrada do meu parquinho de diversão... e ele ali, com uma puta cara de tarado, se aquecendo para o que viria depois. Ao sentir os dedos da minha amiga atoladinhos e friccionando a minha xota, eu comecei a gemer e a me contorcer... ofegando e sussurrando deliciosamente... apertei meus peitos por sobre a minha blusa enquanto a boca da minha amiga me sugava o pescoço, quase arrancando minha jugular a chupadas... que sensação maravilhosa... quase esqueci do real propósito de estar ali... a rola do marido dela. Então tirei minha blusa por cima, deixando meus peitos excitados a mostra... ela os mamou com muita força... deitei e ela veio por cima de mim, entre minhas pernas, me mamando e bolinando minha xoxota... eu olhava pra ele toda dengosa, com minha cabeça encostada na almofada... foi então que notei por sobre a virilha dele, um enorme volume na sua calça de pijama... parecia que ele estava com um cacetete escondido por dentro. Tal visão junto as dedadas que a minha amiga me dava na buceta sem parar me fizeram gozar... foi um gozo intenso que me fez contorcer todo o meu corpo entrelaçado ao dela... abracei ela forte, tremendo minhas coxas com o corpo dela colado ao meu, entre minhas pernas arreganhadas... Foi então que tomei alguns segundos de fôlego, sentei no sofá, puxei forte o ar, minha amiga ficou na ponta do sofá, meio deitada e esperando eu ir até onde seu marido... que já estava em ponto de bala... levantei e dei poucos passos até ele, sentado de pernas abertas, com seu pau envergado por dentro da sua calça de pijama... abaixei e me ajoelhei, pus minhas mãos em suas coxas e massageei-as, enquanto ele acariciava meus cabelos e rosto... então coloquei minhas mãos na cintura da sua calça de pijama e fui puxando... devagar... expondo cada centímetro de sua rola aos pouquinhos... até que quando desci de vez a sua calça, o mastro duro saltou pra fora, feito uma catapulta, diante meus olhos abismados... foi então que vi com meus próprios olhos que tudo o que a minha amiga havia nos confessado dias atrás era a mais pura verdade... pois o seu maridinho era muito pauzudo... enorme... e tudo aquilo latejava como se estivesse me cumprimentando... era um belo pau... um monumento a virilidade... um presente a qualquer mulher louca por boquete. E tanto era cumprido como grosso... nossa, com toda a minha vasta experiência na arte da putaria eu confesso que nunca tinha visto um homem branco com uma rola tão avantajada... e que falo tinha na ponta daquele caralho duro... era inchado e quase redondo de tão cheinho... avermelhado, e estava lambuzado por conta do tesão que a transa entre a minha amiga e eu havia propiciado a ele... Então toquei nela... peguei com as duas mãos... deslizando meus dedos e a palma dos testículos ao falo... apreciando... degustando com meus olhos... sentindo a temperatura e a dureza pulsante... ele observava a tudo de cima pra baixo... olhar ouriçado e respiração ofegante... então comecei a masturbá-lo sutilmente, com uma mão só, as vezes trocava de mão... comecei a pressionar... e ele começou a gemer... ergui um pouco mais meu corpo e aproximei meu rosto de encontro aos seus testículos depilados, beijei, chupei as bolas e cheguei a colocar as duas dentro de minha boca... sem largar o pau a cima de minha testa... ele se contorcia de tesão... então fui beijando e lambendo do tronco para cima, percorrendo cada centímetro daquele monumento colossal que homenageava a minha tara por rola... cheguei ao falo, a cabeçona... encaixei meus lábios, afastei a língua colocando-o por sobre e forcei a entrada... socando... quase engasgando com a grossura, contudo minha gula falava mais alto, então engoli até a baixo do falo, e mesmo assim ficaram muitos centímetros de fora, impossíveis de adentrar em minha boca arreganhada e já cheia... mamei aquela pica com uma disposição e empenho dignos de um belo cachê, caso eu fosse cobrar pelo boquete... tava muito gostoso... um momento único, afinal, aquilo não era uma pica comum... era um deleite aos meus olhos e fome sexual... chupei, chupei, chupei, chupei... lambuzei e babei até escorrer nos cantos de minha boca gotas salgadinhas de líquido expelido pelo buraquinho da sua cabeça lubrificada... forcei engolir mais e mais... gorfei... quase vomitei por conta do esforço... ele gemia feito um cachorro no cio... pus então meus lábios apenas na cabeça, por sobre orifício de seu cacete e suguei com violência... ele levantou suas costas do sofá, olhos apertados e cabeça pro teto... fiz então aquela rola imensa explodir um forte jato de porra... encher minhas bochechas de descer garganta a baixo... quentinho salgadinho e grudento... engoli tudinho... Ele gemia e se contorcia a medida em que eu continuava as chupadas na sua rola latejante e lambuzada... em nenhum momento eu larguei a mão daquele cacetão... e para não deixar relaxar eu continuei masturbando... ele tava nas nuvens tamanha a sensação pós gozo que minha boca lhe havia proporcionado. Me levantei depressa e joguei toda a minha roupa no chão, dobrando meus joelhos no sofá por sobre o colo dele, sentando em sua virilha e aconchegando os lábios da minha xana na cabeçona de sua pica ereta por baixo de mim, sentei aos poucos... delicadamente... só pra sentir sutilmente a grossura daquela pica entrando, apartando minhas paredes vaginais a dentro... entrando... entrando... entrando... até não poder entrar mais, afinal, existe um limite... apesar da minha vontade de colocar tudo pra dentro de mim... de tanto tesão que eu sentia... eu me arrepio até hoje quando fecho meus olhos e relembro a sensação que foi sentar naquele pauzão... inesquecível... então, quando me senti confortavelmente acomodada eu dei início as cavalgadas... socando, socando, socado, pra cima e pra baixo... devagar e acelerando aos poucos... até que senti que a minha buceta já estava acostumada com a grossura daquela picona... daí enlouqueci de vez e cavalguei mais rápido, alucinada e sem cansar... querendo mais e mais a cada socada deliciosa da minha buceta gulosa naquela picona gostosa... ele tava adorando e eu gemia feito uma puta depravada, berrando e xingando pra caralho... gozei... gozei deliciosamente com tudo aquilo atolado na minha buceta... entrando e saindo... causando-me arrepios e calafrios de tesão... ofeguei muito... é óbvio que havia dor na minha buceta por causa das dimensões acavaladas daquela picona... mas o prazer de foder em cima daquilo é que foi recompensador... Em seguida ele me surpreendeu, segurando minhas ancas e movimentando sua virilha com força na minha xota já atordoada e encharcada enquanto eu abracei ele pelo pescoço... estocando de baixo pra cima numa rapidez de deixar garotinhos cheios de energia com inveja... eu gritei mais alto ainda, estava descontrolada e já não mais aguentando a surra de rola entrando e saindo feito uma britadeira em mim... gozei de novo... tremendo minhas coxas apartadas pela virilha dele, em cima daquele mastro fincado em minha bucetinha latejante... Respirava alto, gemia alto... cansada, com minhas costas banhadas de suor, meu corpo quente, rosto corado e minhas pernas bambas... olhei pra trás e vi minha amiga igualmente esgotada, deitada no outro sofá, nua, manipulando sutilmente sua buceta, nos encarando com olhos cerrados... percebi ela ofegante e entorpecida por um recente gozo que teve... de certo ficou enlouquecida com o que viu ali em sua frente, entre seu marido pauzudo e eu... Em seguida perguntei se ele queria cumer a minha bunda... e é obvio que ele ficou animado com a possibilidade de me ver de quatro pra ele... então me ajoelhei por sobre o sofá e coloquei meus cotovelos no encosto de mãos... olhando pra ele atrás de mim e chamando ele, dando um sorriso bem safado e rebolando meu rabão branco... as vezes piscando meu cu pra deixar ele maluco... Senti sua mão delicadamente na minha cintura, enquanto a cabeça de sua rola encostava e procurava espaço entre minhas nádegas abertas... a pressão foi aumentando a medida em que ele forçava a entrada... doía pra caralho e ainda não tinha entrado nada... ele pressionava, forçava, cuspia nas minhas pregas... metia, metia, metia... até que entrou a cabeça toda... fechei meus olhos e gritei soltando um baita AAAI, CARAAALHOOOO!!! Ele segurava em minhas ancas e socou até onde pode pra não me arrombar mais ainda... senti minhas nádegas tremerem... até que procurei me acostumar, deitei de ladinho pra ver se doía menos... engano... procurei pensar somente no prazer, imaginar a picona deliciosa dele entrando, me fudendo o cu bem gostoso... e ele tava tão tarado pela minha bundona que demorou a se dar por cansado. A minha amiga tava de pé, próximo a nós, assistindo a penetração bem de pertinho e filmando tudo com uma câmera, para mostrar para nossas outras amigas em seguida... sem tirar sua atenção da minha fome por rola e pelos meus gritos de: COME, COME, COME MEU CU, COME, ISSSOOOOO, ME ARROMBA O CU, VAI, VAI, VAI SAFADO, METE ESSSA PICONA GOSTOSA TODIHA NO MEU CU, METE, METE, METEEEEEEE... TÁ GOSTANDO DE CUMER MEU CU, TÁ? TÁ GOSTOSO MEU CU TÁ, SAFADOOOHH? ENTÃO METE, VAI, METE, METE, AAAAI QUE ENRABADA DELICIOSAAAAHHRR!! Não podia acabar de outra forma, com o meu cu alargado e sangrando pelas bordas... nossa, que dor... vi ali que a minha amiga era uma Heroína por aguentar aquilo tudo no cu durante tanto tempo de casados... fui tomar uma ducha e depois a minha amiga foi me deixar em casa... Na verdade eu fui a única que trepou com ele, pois, as outras, principalmente as casadas, arregaram depois que assistiram ao vídeo da transa e viram o tamanho daquela pica me fudendo... sem falar que elas se assustaram quando eu falei que o pauzudo do marido da nossa amiga havia me deixado com o cu do lado avesso e alargado uns três dias seguidos... Obrigada por lerem este relato e comentem, por favor!! Beijos!!



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