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Conto Erotico Minha mulher deu o cu para o meu chefe

Minha mulher deu o cu para o meu chefe

convidei o meu chefe para jantar em casa, depois da promoção que havia recebido para chefiar a equipe de marketing da empresa, em agradecimento a confiança depositada em mim. esta promoção foi muito demorada, já que tenho 10 anos de casa e modestamente sou muito competente, mas agüentei a situação até hoje, pois na situação atual, não dá para perder uma boquinha, por isso fui levando, talvez porque sou meio passivo. bem ele é um cara boa pinta, alto, musculoso, mulato, esportista, um pouco arrogante, como todo os chefes.
do escritório liguei avisando que estávamos chegando. minha esposa nos recebeu minutos depois, ela estava deliciosa, com um vestidinho de seda preto de alças, tudo bem justinho que deixava a mostra os seios fartos e delineava mais as formas de suas coxas grossas, apesar dela ser nissei. como o jantar ainda demoraria um pouco, sentamos no sofá da sala para conversar, eu e minha esposa em um sofá e meu chefe no outro de frente para nós.
a conversa girou em torno da minha promoção e houve trocas de elogios dele para mim e minhas para a gestão dele, mas dava para notar a atenção maior dos seus olhares para a minha esposa, nas pernas principalmente, que fingi não notar, a final ele é o chefe. levantei para pegar mais uma dose de wisky para ele e quando tive a imagem dela na minha frente percebi que ela estava com as pernas meio abertas, deixando a mostra a suas coxas de mais, deu para perceber que ela estava sem calcinha, achei que era para não marcar o vestido.
de repente começou a chover forte, ele pediu para que eu emprestasse um guarda-chuva, pois não tinha certeza se havia fechado a janela do carro, eu prontamente me ofereci para ir fechar.
a chuva estava muito forte, mas mesmo assim fui até o carro, abri a porta e me tranquei até conseguir ligar o carro e fechar a janela que realmente estava entre aberta. um raio atingiu a rede de energia e tudo ficou escuro, a chuva não dava tréguas, demorei alguns minutos, e quando deu oportunidade, entrei na casa e consegui achar e acender uma vela. voltei para a sala com a vela acesa mão. minha esposa estava massageando a rola preta enorme dele, era uma rola realmente imensa, sendo manuseada por um par de mãos pequeninas de minha esposa, que apenas sorriu para mim maliciosamente.
-onde você estava, amigo? nós estávamos preocupados com a sua demora e a sua puta, resolveu fazer a sala, mas senta aí e aprecie. afinal estamos comemorando a sua promoção e se ela trabalhar direitinho, amanhã mesmo você muda de sala.
eu fiquei atônito, peguei e sentei no sofá, e na penumbra fiquei parado e mudo. ela manejava o imenso cacete preto com maestria como só eu sei, pois ela faz um boquete maravilhoso, mesmo com dificuldade, chupava a cabeça e enfiava boca adentro.
dava para ver os olhos dela arregalarem, virar para cima de tesão, afinal era a primeira vez que ela via uma rola preta, e tão grande, e parecia querer aproveitar cada centímetro. ela envolvia a glande com os lábios e dava algumas chupadas suaves e demoradas, depois ia lambendo todo o corpo do pênis com a língua até chegar na base, quando então sugava cada bola preta do cara. enquanto isso ele apalpava a bunda dela enfiando o dedo na buceta e ela rebolava, mostrando que estava adorando.
- hei cara, a puta depila toda a buceta, mas que safatinha, sinta como ela esta querendo uma rola grande. ele mostrava esfregando os dedos com o suco que emanava da buceta dela.
aquilo me fez sentir um tesão, meu pau cresceu dentro de minha calça. ele urrava de prazer, a rola entrava quase toda, adentrando garganta fazendo-a engasgar, mas não parava de socar, após alguns minutos, minha esposa levantou e mandou-o ficar totalmente pelado. ela retirou lentamente as alcinhas do vestido do ombro e deixou o vestidinho deslizar ficando totalmente nua. eu não acreditava no que via! minha própria mulher havia tomado as rédeas da putaria e mandou que meu chefe deitasse no tapete da sala. ela então ficou de cócoras encima de seu rosto e pediu que ele a chupasse, esfregando lentamente a sua xereca naquela língua apontada para cima como um pequeno caralho vermelho. mesmo com pouca luz, dava para ver a língua grossa entrando e saindo com rapidez da buceta que pingava de tão molhada. o quadril dela rebolava cada vez mais rápido anunciando o que eu não queria acreditar! ela olhou para mim com os olhos bem abertos e gritou:
- amor...não agüento mais! vou gozar...vou gozar...vou gozaaaaaaaaaaaaaarrrrrrrrrrrr!.
- ai, amor...que delícia.... o meu pau já estava querendo rasgar as calças de tão duro, minha esposa estava uma verdadeira vadia.
- vem, cá, está na sua vez de gozar dentro desta xerequinha. os dois levantaram e ela pulando sobre ele, passou os braços em redor do pescoço dele, ele agarrou pelas nádegas com as mãos forçou o corpo dela junto ao dele, enquanto ela com a mão posicionou a rola na entrada da buceta.
- agora me leva até o sofá onde está sentado o meu corninho e fode esta xereca, na cara dele que ele gosta! meu chefe deu uma risada sacana e veio com minha esposa trepada nele e com a piroca ainda na portinha da grutinha. fiquei imóvel, mas não posso negar que minha pica saltou de tesão, ele parou com a bunda da minha esposa quase na minha cara.
- agora me fode, enfia esta rola grossa, me rasga e mostre a este corno, como eu gosto de um pau grosso! as mãos de arreganhavam as nádegas de minha mulher e eu pude ver a xerequinha dela abrir-se lentamente e envolver o tronco e duro com seus lábios. minha esposa gemia enquanto a jeba ia sumindo pelo buraco, nunca achei que minha esposa fosse capaz daquilo, as bolas encostaram-se a seu rabo, e meu chefe começou então a feder com violência. ela estava sendo literalmente arrombada e gritava num misto de dor e prazer a cada arremetida daquela bela rola.
- olha tua puta sendo fodida por este crioulo, seu corno! vou fazê-la gozar na tua cara! minha mulher não agüentou ouvir aquilo, abraçou-se bem forte no corpo daquele macho, começou a contrair a buceta como que querendo mordê-lo e gozou com fúria, como que querendo engolir o pau do negão. o meu chefe puxou o cacete para fora e eu pude ver o estrago realizado, um buraco enorme indicava a pica de jumento que havia arrombado a xereca de minha mulher.
ela não queria saber de descansar, começou a chupar a piroca dura de novo, querendo ganhar fôlego para a última etapa da investida, eu sabia o que ela estava armando.
- vai, meu querido corninho, pega a vaselina para sua puta, vai. eu não acreditei, mas obedeci assim mesmo, fui até o quarto e peguei o tubo de vaselina na cabeceira da nossa cama e já que a coisa estava escancarada, resolvi entrar na brincadeira, peguei o consolo duplo que ela usa para se masturbar e voltei para a sala. ela estava de quatro chupando o caralho preto, rebolando como uma puta querendo pau.
- agora passa no meu rabinho, enquanto eu continuo a lubrificar esse pauzão! eu tirei uma enorme quantidade de creme e passei em todo seu anelzinho. a pedido dela, comecei a enfiar o consolo no seu cuzinho que ela já estava acostumada.
- oh querido, você trouxe o nosso consolo, que delícia. o meu chefe gemia antevendo uma comida de rabo novo, ele me deu um empurrão.
- o seu corno, deixe que eu como e cuido desta puta, fique sentado aí e observe o que eu vou fazer.
ele pegou no consolo e iniciou o vai e vem, cada vez enfiava mais, depois de um tempo ele trocou de posição e postou-se atrás de minha mulher, apontou a pica para o rabinho lubrificado meio aberto. segurou na cintura dela e começou a empurrar o seu corpo de encontro ao dela, forçando a entrada daquele cacetão preto com uma das mãos. mesmo meio aberto elubrificado, a rola entrava com dificuldade, devido sua grossura. ela gemia, meio com dor e ao mesmo tempo querendo tudo dentro, dizia palavras sem nexo. resolvi ajudar, enquanto o meu chefe fazia leves movimentos pra frente e pra trás a fim de atolar totalmente a pica naquele rabo, eu ia passando mais vaselina nas bordas do buraquinho dela e no que restava do pênis, eu senti na mão a grossura daquele pau. acho que ajudou, pois a piroca começou a escorregar mais fácil e os gemidos de prazer de minha mulher aumentaram.
- isso, meu tesão, enfia esse cacetão no meu cu, olha querido seu chefe me enrabando bem gostoso, vou querer essa rola me jantando sempre aqui na nossa casa, na sua frente, corninho. o cu já havia se acostumado à presença do pau e suas nádegas se abriam e fechavam envolvendo o pênis avantajado. as bolas do saco batiam na bunda nas estocadas firmes e vigorosas, ela absorvia tudo. o cara então, pegou e virou a minha esposa, fazendo com que ela girasse entorno do seu pau enfiado no cu dela e colocou na posição frango assado, estocou com força, castigava com a pica que ela nunca tinha levado na vida.
pegou o consolo e.
- bom minha puta, agora vou fazer você sentir-se realmente arrombada, pegou enfiou a ponta mais grossa do consolo na buceta dela.
- ai, assim você me rasga toda, vou ficar dolorida.
- cala a boca e sinta agora o que vou fazer. ele pegou a outra ponta do consolo e começou a forçar a entrar também na buceta, ela gritou pedindo para parar, mas ele não atendeu, o consolo dobrado era um pouco maior que o pau dele e ele sabia que ela agüentaria.
- não vou parar não sua puta, eu sei que você quer duas rolas, aliás, três dentro, pois esta sua buceta está arregaçada e com certeza cabe mais.
à medida que ele começou a enfiar, a buceta era forçada a abrir e receber a outra cabeça do consolo, ela começou a gemer, gemer como eu nunca havia visto, o seu corpo tremia de prazer e esvaiu-se num gozo frenético.
- isto fode, fode mais que eu estou querendo sentir tudo dentro. disse ela lambendo os lábios meio ressecados.
vendo que ela tinha assimilado o consolo dobrado, ficou num tira enfia abrindo mais anda a xoxota, ele então retirou um lado da buceta e disse.
- agora que você gozou, com as duas rolas na buceta, sua puta sem vergonha, eu vou comer o seu cu também com rola dupla.
ele retirou o pau dele e segurando junto com a outra ponta do consolo enfiou as duas cabeças, forçando o anel a esticar todo, até entrar tudo.
eu não acreditava no que estava vendo e minha esposa, apesar da dor tinha um sorriso de satisfação nos lábios, não agüentei mais e saquei meu pau para fora da calça e comecei uma punheta vigorosa, assumindo meu papel de corno manso.
meu chefe começou a acelerar os movimentos com fúria, retirando e enfiando tudo dentro na frente como atrás e no ato final retirou a pirocona do cu dela dizendo que ia gozar. ela em sinal de agradecimento arreganhou as nádegas com as mãos, mostrando os imensos buracos da sua buceta e do seu cu e ofereceu para ele.
- vem meu macho pintudo, jorra toda esta sua porra dentro destes buracos do prazer.
dito e feito a ejaculação veio forte, soltando uma quantidade imensa de porra bem grossa na buceta e dentro do cu dela. o caldo escorria do buraco para a buceta e as coxas. eu também não agüentei, enquanto minha esposa sugava as últimas gotas de porra da pica do chefe, eu enfiei o meu pau naquele cu arrombado e soltei a minha porra misturada com a dele.
- parabéns pelo seu novo cargo,e agradeça a puta da sua esposa, nunca comi um cu tão delicioso. agora toda semana ele vem comer o cu da minha esposa, afinal eu preciso do emprego.
estou preparando uma surpresa para um destes dias, mas isto fica para outra vez.