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Conto Erotico O enfermeiro depilou a buceta da minha mulher

Este conto relata a primeira vez que senti que gostava de exibir minha esposa, é real, por isso vou trocar alguns detalhes para evitar um constrangimento com algum amigo, pois pode ser fácil de deduzir, mas não vou distorcer o que ocorreu, que para mim foi muito excitante. Eu lembrei porque estava assistindo Dr. Hollywood e um medico falou que admirava uma beleza feminina quando estava de frente a uma mulher nua, mas que era profissional, vou relatar sobre isso que vivemos. Minha esposa estava na faixa dos 30 anos, uma loira verdadeira muito bonita e estava com um belo corpo natural apesar de já ter tido um filho, seus seios nem pareciam que tinham amamentado, salvo que ficaram mais bicudos e mais gostosos e sua buceta mais carnuda. Ela estava em plena forma, nem gorda e nem magra demais, fazia exercícios regularmente, nada muito pesado, e após caminhadas começou a se queixar de uma dor na virilha do lado esquerdo. Resolvemos consultar um médico e depois de exames fomos notificados que seria necessário operar, basicamente o que eles chamam de biopsia. Seria uma operação simples, não deixaria grandes marcas e nem seria necessário uma anestesia geral, mas necessário internação. A operação foi marcada para uns 3 ou 4 meses depois com muito custo e depois de muitos exames. Eu separei o dia para amparar ela, ficando sem compromissos inclusive de pegar meu filho na escola que já ficou na casa da minha sogra. Lembro que não era uma data boa, foi marcado um dia de semana ás 10h00, mas era para chegarmos ás 7h00 e de jejum. Até então estávamos cientes que havia um “preparo”. Para não pensar que é fantasia, abaixo praticamente uma cópia de tudo que foi nos dito que seria o preparo: Jejum , pelo menos 12 horas antes da cirurgia. Um banho na noite da véspera ou na manhã da cirurgia. Exames pré-operatórios Avisar se toma anti-coagulantes ou faz uso de medicamento Somente o que você leu acima, a cirurgia seria na virilha e ela havia depilado toda a parte de baixo da vagina, ou seja, sua buceta estava lisinha deixando a racha e os lábios vaginais exuberantes totalmente de fora, somente numa parte logo acima formava um triangulo de pelos loiros que apontavam para uma rachinha. Eu achava e acho linda a buceta dela, mas que eu saiba, fora eu ou talvez um outro namorado que ela teve, ninguém mais fora os médicos haviam visto ou tocado naquela buceta. Fiquei imaginando a hora que os médicos vissem aquela buceta linda, se não iam ficar de pau duro, se fosse eu, ficaria, e pelo local da operação seria inevitável ver. No dia marcado ela tomou um banho ás 6h00 da manhã, vestiu uma roupa de moletom simples, nada sexy como alguns que estão lendo gostaria que fosse, já tínhamos uma malinha pronta para o pós-operatório e para saída do hospital. Chegamos um pouco antes do previsto, fomos encaminhados para um quarto individual que parecia de um hotel se não fosse a cama hospitalar, do demais tinha um banheiro privativo, um sofá e uma TV na frente, ficamos contentes porque havia quebrado a cara de hospital. Apareceu uma enfermeira sorridente e simpática, conversou conosco e perguntou se ela havia feito o preparo, e logicamente respondemos que sim, ela perguntou se poderia beber água e ela falou que sim, mas que um enfermeiro iria trazer. Esta enfermeira deixou um avental embalado num saco plástico, para ela retirar toda roupa e vestir, aqueles azuis com abertura atrás e umas fitinhas para amarrar e mais um par de sapatos e touca do mesmo material. Após uns quinze minutos chegou um enfermeiro no quarto, bateu na porta, mas nem deu tempo de eu atender, já foi entrando dizendo bom dia. Ele trazia alguns comprimidos e a tão esperada água, parece preconceito mas eu tinha uma imagem um tanto diferente de enfermeiros, achava todos afeminados, não são, ou pelo menos este não era. Vou chamado de Rafael, o qual era um jovem na faixa de vinte e poucos anos, relativamente malhado e bastante extrovertido, ele brincava conosco certamente para acalmar os nervos dela antes da operação, falou detalhes para agente e sobre o medico que a iria operar, parecia que ela estava em boas mãos, então ele disse que ela iria tomar um comprimidinho e ser sedada, não me explicou se a anestesia seria geral ou não, e isso me preocupava um pouco. Conversamos um pouco e notei que ele olhava e tratava minha esposa com carinho demasiado para quem tinha acabado de conhecer, segurava na mão dela e elogiava os olhos dela. Apesar de muito carinho, ele me pareceu legal, gostei de ver como ele tratava ela, parecia que ele realmente estava encantado. Ele saiu e falou que voltaria logo pois já seria a vez dela. Minha esposa foi ficando sonolenta, em pouco tempo escutei barulho dele retornando com uma senhora numa maca acompanhada por uma mulher mais jovem que parecia ser a filha dela, entraram num quarto próximo e logo ele veio buscar minha esposa, ela já bastante grogue, desceu da cama, se apoiou parecendo bêbada e foi fazer xixi sendo amparada por mim e por ele que perguntou se ela queria ajuda, frente a negativa logo ela voltou e em seguida deitou na maca que ele trazia, segurei na mão dela e fomos até o centro cirúrgico, fiquei numa salinha próxima esperando assistindo TV. Ele me informou que estavam fazendo uma cirurgia e ela já seria a próxima, de certa forma fiquei aliviado. Minha alegria durou pouco, não deu cinco minutos e ele saiu com ela na maca e entrando para um quarto próximo que não era o nosso, ela estava lúcida e apenas olhou com cara de indignação para mim, imaginei que a operação anterior a dela, ou seja, a que estavam fazendo devia ter dado algum problema e estavam colocando ela em outra sala para não ver, mas o enfermeiro passou por mim e disse que ela não estava preparada ainda, que iriam colocar outra na frente, eu não entendi nada, e em seguida ele voltou portando nitidamente um aparelho de barbear descartável num saquinho, me chamou de lado no corredor e foi extremamente correto, profissional e cavalheiro. Ele me explicou que ela não estava totalmente depilada, e precisava fazer uma tricotomia, diante meu espanto de ignorância, ele riu um pouco e completou, ela precisava se depilar totalmente e higienizar. Me explicou os motivos informando que por norma para evitar infecção hospitalar eles não iriam operar ela naquela condição pois poderia haver bactérias nos pelos e poderiam migrar para dentro da incisão, para tanto precisava depilar ela, mas estavam com um problema. Todas as enfermeiras estavam no centro cirúrgico, eu poderia autorizar ele a fazer ou aguardar uma sair, o problema de aguardar seria que eles temiam que ela saísse do estado de sonolência e relaxamento do medicamento que ela havia tomado e poderia complicar a operação, e que se fosse complicar, eu teria que adiar para outro dia. Enfim, fiquei numa sinuca, ou o garotão depilava a buceta da minha mulher ou podia me ferrar e sei que seria uma tortura ela ali na cara do gol voltar para trás para termos que marcar tudo novamente, mas não achei justo decidir, resolvemos então falar com ela. Entramos no quarto e explicamos os problemas e ela se prontificou a se depilar sozinha, Rafael informou que não poderia ser pois ela estava nitidamente sedada e poderia se cortar, e que isso ele não poderia deixar, ele sempre falava sorridente e usava brincadeiras que nos fazia rir também, lembro de ele falar que apesar de ela já estar no hospital, somente os médicos tinham autorização de cortar ela, e que se ela se cortasse eles iam ficar com ciúmes e não iriam operar ela. Ela olhando para mim, rindo da situação me perguntou afirmando que ele já tinha visto ela nua lá dentro. Eu apenas abri os braços e fiz cara de quem não tem jeito, ou ia ou rachava, apenas fui até a porta e tranquei. Rafael pediu para ela se levantar e com muita dedicação amparou ela, ajustou a cama para ficar reclinada como que se fosse para ver o que ele iria fazer, pegou uma toalha e ajeitou de forma que ela sentasse em cima, gentilmente a virou de costas e desamarrou o avental dela fazendo a bundinha dela ficar de fora, ele falava gentilmente explicando os motivos pelo qual não podia operar mas tenho certeza que olhava para a bunda dela, a fez sentar sobre a toalha e ela dobrou os joelhos abrindo-os levemente. Ele preparou um creme de barbear sobre a buceta dela e espalhou por toda virilha, falava ininterruptamente e meu pau foi ficando duro, bem como o dele, ela olhava para a buceta, para ele e para mim, até que relaxou o corpo deitando na maca de olhos fechados como quem diz seja o que Deus quiser, mas com um sorrisinho no rosto, abria os olhos somente de vez em quando para olhar para mim com um olhar nitidamente sacana. Rafael raspava a buceta dela limpando o aparelho numa pequena bacia de metal com água. Ele usava luva, uma hora enfiou os dedos na água para tirar o sabão, enxugou com a toalha e fez questão de dar uma arreganhadinha na buceta dela para ver se não tinha pelinho dentro. Pura sacanagem, quando mais ela deixava, mais ele abusava. Pudemos ver que a buceta dela estava completamente molhada e não era de água. Ele trocou a água da bacia por uma limpa, com uma gase molhada limpou toda a buceta dela e eu sorri por ver o serviço bem feito, sua buceta limpinha por outro cara, ela abriu mais as pernas deixando mais arreganhada que já tava, deixando agente ver o meio daquela buceta carnuda, avermelhada e completamente molhada. Quando eu achei que tinha acabado, ele falou que agora só faltava higienizar e já iria acabar. Ai veio a frase que nem eu e nem o Rafael esperávamos, alias eu não esperava nunca escutar isso da boca dela, mas estava sedada e meio grogue. Ela apenas reclamou falando em tom de questionamento soltando um já de decepção e ainda completou afirmando que agora que estava ficando bom, em seguida como uma bêbada que fala bobagem, colocou a mão na boca e riu. Todos rimos, e meu pau parecia que ia explodir. Imagino que do Rafael também. Como um velho amigo que dá uma bronca, ele mandou ela ficar quieta e parar de falar bobagens, o clima era bom, mas ele agora limpava carinhosamente a buceta dela com uma solução embebida em gase, e limpava toda a buceta até levemente enfiando o dedo do meio dentro da buceta dela, que abria cada vez mais a perna como quem consente e quer mais. Finalizou pedindo para ela levantar um pouco o quadril e sem cerimônias limpou também o cuzinho dela e falou, pronto, vamos agora, serviço completo. Por fim, colocou ela na maca e seguimos felizes para a sala de cirurgia. A operação foi rápida e ela retornou de maca pelas mãos da enfermeira com a qual a conduzimos para o quarto. Chegando lá vimos que havia um curativo não muito grande, e ela estava bem. Após aproximadamente uma hora Rafael apareceu, entrou no quarto e trancou a porta, parecia visita de medico, como agente já esperava pediu para ver o curativo, examinou novamente atentamente retirando a gase que cobria e fazendo novamente, absolutamente sem necessidade. Já estávamos íntimos, ele falou que iria sair do turno em pouco tempo e que ela teria alta ainda no mesmo dia. Quando foi a hora do almoço aproximadamente ele voltou ao quarto, agora já vestido de cidadão comum, era um rapaz de bom gosto, não muito playboy e nada excêntrico, apenas bem vestido mas dava para ver que era um rapaz de classe media baixa. Se despediu desejando melhoras, e falou para mim que se precisasse de alguma coisa que ele atendia a domicilio também e que faria um preço especial para agente se precisasse, me entregou um papel com o nome e um numero de telefone celular, guardei. Beijou minha esposa no rosto e falou que deseja a mais rápida recuperação e que ela iria precisar vir retirar os pontos em uma semana, se viesse na parte da manhã, talvez ele poderia fazer se fosse na parte da manhã, ou seja, deu a deixa e foi embora. Minha esposa se recuperava muito bem, mas eu estava seriamente tentado a chamar o Rafael para uma visita particular, queria ver ele examinando a buceta da minha esposa novamente, fiquei quase obcecado por isso, mas não falei nada para minha esposa e achei que seria um risco trazer um desconhecido para dentro da nossa casa somente para satisfazer uma tara maluca que havia se apoderado de mim. Brinquei algumas vezes com minha esposa, e na verdade brincamos com este ocorrido até hoje, vi que ela ficava envergonhada no começo mas depois começou a levar na sacanagem mesmo. Enfim chegou o sexto dia e era hora de ir retirar os pontos, no dia seguinte, para evitar que outro ou outra fosse remover os pontos, ligamos para o numero que ele me deu, perguntei se ele se lembrava da minha esposa e vi a alegria dela em afirmar que sim, ele por fim confirmou que estaria no dia seguinte e assim fomos, mas quando chegamos ele estava auxiliando numa cirurgia, perguntei para minha esposa se queria mesmo esperar ele, ela me disse que sim, pois ficaria mais a vontade, se viesse outro seria dois constrangimentos. Após deixarmos recado com nome e tudo, ele veio e nos conduziu para um quarto, creio eu que sem autorização, pois fomos direto. Entramos no quarto meio sem jeito, conversamos um pouco sobre futilidades, até que ele pediu para ver como estava o curativo, minha esposa tirou a calça e surpreendeu até a mim, usando uma calcinha nova minúscula, ela fez toda questão de dobrar a calça ficando de costas para nós para vermos sua bunda com aquele fio dental enterrado, ainda de costas para nós tirou a calcinha, sem que houvesse necessidade para isso, pois o curativo era fora da área. Sentou-se com a perna levemente aberta na maca e perguntou se ia doer. Fechou os olhos e esperou o Rafael retirar os pontos. Logicamente ele não perdeu a oportunidade, higienizou toda a buceta e cú dela novamente e sem muito constrangimento chegou a enfiar o dedo quase completamente na buceta dela, pelo menos até sumir a segunda dobra do dedo do meio, ficou um pouco e ela retirou a mão dele puxando-o pelo pulso como quem diz, está sendo muito ousado, eu não quero isso. Ele obedeceu, ambos com um sorriso no rosto, como ele não acabava nunca mais, ela mesmo perguntou se já não estaria bom, ele entendeu o recado, nos vestimos e fomos embora. Transamos como louco a noite.