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Conto Erotico Porque os amigos do pai querem me comer

nao sei o que tenho que so atraio homem safado. isso desde o florescer da adolescencia. nunca fui exibida, dada ou oferecida. aos garotos mais bonitos sequer lançava olhares. meus olhos nao buscavam olhos masculinos. nao por falta de interesse, mas como se um sexto sentido me dissesse que nao me aproximasse daquilo que eu nao poderia controlar. lembro de, com 12 anos de idade, assistir a um filme antigo na TV onde um daqueles atores lindos de Hollywood beijava uma daquelas loiras americanas de fartos peitos e um calor enorme subir por entre minhas pernas. lembro da sensacao de que daquilo nao poderia resistir em vida. e assim preferi me manter o mais escondida possivel. longe dos olhares masculinos.

por alguma razao inexplicavel o contrario nao acontecia. aonde fosse ou passasse aqueles olhares e sorrisos maliciosos me acompanhavam. se o meu sexto sentido me dizia para manter distancia do sexo oposto, parecia que o sexto sentido daqueles homens gritava aos seus ouvidos "atacar". percebia os olhares de todos aqueles homens safados, muitos mais velhos, deslisando por minhas pernas e por varias vezes, enquanto conversando em grupo com amigos dos meus pais, os percebia vidrados nos meu labios e nos meus seios. me perguntava porque aquela fixacao. seria por minha altura? sempre fui um pouco mais alta que minhas amigas mas nao seria essa a razao. nao usava roupas provocativas ou mesmo maquiagem. minhas amigas, muitas ja bem avancadinhas nos prazeres que os meninos ofereciam, ate me chamavam de certinha e careta. mais tarde descobriria que o que elas sentiam era inveja. aos 16 anos, cedendo a pressao das minhas amigas que nao eram mais virgens, resolvi esse problema com o gatinho da escola que me paquerava. como a maioria dos relatos, o meu tambem fez coro: "doeu mas tou livre disso". ainda transamos mais duas ou tres vezes ate ele me deixar e contar pro colegio inteiro que me comeu. muitos garotos me paqueravam na escola desde os 12 anos mas o que mais me intrigava era o olhar que vinha dos homens adultos. cansei de passar pela rua, voltando da escola, e ouvir cantada de pedreiro, porteiro, ate do vendedor de cachorro quente na frente da escola. "gostosa", eles gritavam sempre com sorriso no rosto, isentos de vergonha. alguns eram mais ousados e comentavam em voz alta: "ai se eu agarro nessa cinturinha ... ainda pego uma bundinha dessas ... olha os peitinhos". nao vestia nada alem da farda da escola que se resumia a jeans e camiseta branca. me sentia extremamente agredida mas la no fundo uma sensacao de prazer me tomava ... uma sensacao de poder, talvez. nao sabia explicar. nao conseguia ver a razao de chamar tamanha atencao sendo tao quietinha. aos 16 anos ja tinha 1,70m e realmente parecia ser mais velha. sabia que tinha pernas longas e seios ja bem desenvolvidos, mas a maioria das minhas amigas tambem tinham. nao seria essa a razao. alguns amigos dos meus pais se aproveitavam de rapidas ausencias dos dois para cochichar entre eles enquanto olhavam pra mim com sorrisinhos suspeitos. sempre que um podia, se aproximava de mim. sempre com conversa fiada, dizendo que eu era uma menina linda, que meus pais tiveram sorte e tal. nao gostava muito de alguns deles. nos churrascos a beira da piscina na nossa casa de praia sempre haviam muitos deles. parecia que iam sabendo que eu, e as vezes algumas amigas, estariamos la de biquini pro deleite deles. eles sempre bebiam muito e comecavam a conversar sobre sacanagem entre eles, na minha frente. meus pais nao ligavam e me pareciam ate excitados quando esse tipo de conversa comecava. esse era um dos poucos momentos que os via se beijando e se agarrando. certa vez, em meio as conversas picantes, vi a mao do meu pai por baixo do vestido da minha mae. por algumas vezes os vi subindo para o quarto, me deixando a merce dos predadores, voltando uma hora depois com um sorriso no rosto enquanto todos os amigos davam risinhos e faziam comentarios publicos do tipo "esses dois nao dormem em servico". e mais gargalhadas. certa vez em uma dessas "fugidas" dos meus pais, ouvi de tres dos amigos deles, fragmentos da conversa que tinham em tom baixo e com sorrisinhos nos rostos: "e safada ... e putinha toda ... pode crer ... olha essa bundinha ... delicia". apesar dos olhares maliciosos dos tres pro meu lado, nao acreditava que poderiam estar falando de mim daquela forma. nao fazia nada, ficava na minha o tempo todo, ate tentando me esconder. nao dava bola pra ninguem. continuaram: "e so chegar junto que pega ... va por mim". um dos amigos mais proximos dos meus pais era o roberto. casado com minha tia, irma da minha mae. o tipo mais despresivel possivel. beberrao, safado, galinha. sabia das historias das diversas traicoes dele e as vezes pegava mamae conversando com titia sobre o assunto. de todos os homens que me secavam o roberto era sem duvida o mais avido. nao podia me ver de biquini na piscina que ja entrava pra "me fazer companhia". quando eu tinha 12 anos se aproximava pra brincar. aos 14 suas intencoes ja eram obvias. quando bebia se aproximava de mim e deixava a mao passar no meu bumbum ou nos meus seios "sem querer". tudo sem que minha tia percebesse. quando podia, me pegava quando eu passava por perto e me puxava pro colo dele dizendo pros meus pais: "vi essa princesinha quando era criancinha" e me dava beijos no rosto. eu sentia que deveria manter distancia dele, mas aqueles olhos azuis e bracos fortes despertavam em mim sensacoes inexplicaveis. sempre que tinha contato com ele, o beijo do filme de Hollywood vinha a tona e me esquentava por entre as pernas. finalmente foi aos 16 anos, pouco depois de ter tido minha primeira vez com meu paquera da escola que meus pais resolveram organisar um churrasquinho para receber o tio roberto e minha tia. tudo comecou como sempre. musiquinha, cervejinha, piscina e as conversas iam ficando mais picantes ... la pro fim da tarde minha mae, meu pai e minha tia resolvem sair para uma feirinha de domingo que tem perto da praia, pra tomar sorvete e fazer compras. o roberto, com o jeitao machao dele, disse que nao vai a feirinhas, que e coisa de mulherzinha e resolveu ficar. este seria o dia que eu descobriria a razao dos olhares masculinos. nao demorou 10 minutos do momento que meus pais deixaram a nossa casa para o roberto entrar na piscina e se aproximar de mim. chegou perto e perguntou: "como e que esta a minha lolita?". eu nem sabia o que era lolita mas so com o olhar dele e a proximidade de seu corpo, meus mamilos endureceram imediatamente de tal forma que nao tive como esconder minha excitacao por baixo do biquini. ele olhou sem vergonha alguma para eles e disse: "voce sabe porque eles cresceram?". fiquei absolutamente sem voz. nao acreditava na ousadia daquele safado. como poderia falar comigo daquele jeito? nunca tinha dado espaco pra ele! eu, toda errada, disse "deve ser o frio" e me virei de costas, tentando me afastar. o roberto encostou em mim por traz e pude sentir no meu bumbum aquela coisa dura. tentei me afastar mas ele me agarrou, me puxando ainda mais forte contra o seu penis e subindo a mao direita pro meu peito enquanto beijava meu pescoco. "seus peitinhos estao durinhos assim porque dentro da sua cabecinha voce so tem um pensamento e eu sei exatamente qual e. voce nunca me enganou com esse jeitinho quietinho de ser. desde o seu aniversario de 12 anos que eu vejo escrito nessa carinha safada o que voce quer e o que voce pensa. entao deixa dessa frescura que voce vem demonstrando todos esses anos que eu vou te dar o que voce merece". e continou: "o que voce pensa que e, menina? uma criancinha? voce nao se enxerga no espelho?". enquanto dizia aquelas palavras, agressivamente rocava seu penis no meu bumbum e massageava meus seios ainda mais durinhos. sem soltar um seio, buscava os cantos mais secretos com a outra mao sem me dar espaco para reacao. "olha pra essa sua boca, garota! esses labios foram feitos pra um proposito apenas. voce sabe o que os homens pensam quando olham pra eles? sabe qual a cena que passa na cabeca deles? voce deve imaginar, sim. voce pensa que eu nunca vi os outros amigos dos seus pais te secando? o que voce acha que eles conversam entre eles quando seu pai se afasta? ta escrito na sua cara que voce e uma ninfetinha e nasceu pra dar prazer a homem macho feito eu, ta me ouvindo?". a essa altura eu me sentia completamente confusa. parte de mim nao aceitava aquela absurda falta de respeito comigo, tamanha ousadia. como ele podia me abordar daquela forma, se encostar em mim e pegar nos meios seios como se eu fosse a puta dele. mas do outro lado, vinha la de dentro uma vontade imensa de abrir minhas pernas e pedir para aquele cavalo me invadir, sem titubear. ainda lutava dizendo "me solta, pode chegar alguem e ver". mas o roberto parecia determinado a terminar o servico que tinha comecado. aquela altura ele ja tinha colocado a mao por dentro do meu biquini dizendo o quanto quente eu era e que tinha que ser muito bem comida. ele me puxou pra parte rasa da piscina com agua pouco abaixo da cintura e disse: "agora vou te mostrar como voce deve usar esses labios carnudos". entao saiu de traz de mim e sentou na borda da piscina, me fazendo ficar de joelhos e tirando o penis pra fora do calcao. nao podia acreditar naquela cena. ha nao mais de 20 minutos atras aquele homem estava com a esposa e meus pais conversando, rindo e bebendo na beira da piscina e agora estava com um penis na mao pronto pra me fazer chupa-lo. nao consegui acreditar que estava deixando aquilo acontecer comigo. seu penis era muito diferente do unico que tinha visto ate entao. o do roberto era grosso, cheio de veias e com uma cabeca grande e toda exposta. me assustei quando vi mas ele me agarrou por traz do pescoco guiando meus labios grossos para o encaixe perfeito. nao queria mais resistir e sim me entregar. na minha inexperiencia chupava aquele membro ainda timida e o sentia pulsando na boca. o roberto gemia feito um animal dizendo: "aaai ... eu sabia que essa tua boca tinha sido feita pra chupar rola. olha pra isso, que coisa linda". continuou: "apostei com os amigos do seu pai que voce gostava de chupar rola e com uma boca dessas deveria fazer muito bem. mas confesso que estou surpreso ... boquinha de veludo". estava muito confusa e nao acreditava que ele me dizia aquelas coisas. brigava comigo mesmo pra tentar achar aquilo um absurdo mas as palavras deles me deixavam ainda mais excitada. a piscina da minha casa de praia ficava no jardim, nos fundos e nao tinhamos muros dividindo com as casas visinhas, apenas uma cerca viva com alguns espacos entre a folhagem onde alguem poderia nos ver certamente. vozes vindas dos quintais vizinhos me assustavam e me excitavam ao mesmo tempo. enquanto chupava o roberto, imaginava se algum dos vizinhos me visse. em ambas as casas havia quem me paquerasse. na casa da direita os dois filhos homens, 27 e 29 anos, e na casa da esquerda o proprio dono, 45 anos. o que iriam imaginar vendo aquela menina de 16 anos que mal olhava nos olhos deles no dia a dia, mas que alimentava suas fantasias, ali de joelhos na beira da piscina, chupando o penis daquele homem. o roberto entao me agarrou pelos cabelos tirando minha boca do seu penis, olhou nos meus olhos e perguntou: "voce ja deu essa bocetinha?". timidamente disse "sim". ele abriu um sorriso e disse: "eu sabia, tinha certeza que ja tinham te comido. uma ninfetinha como voce nao podia ficar fora de atividade por muito tempo. foram os coleguinhas da escola? vou te mostrar que eles sao apenas moleques e vou lhe dar o que voce merece". entao se levantou e me puxou pela mao para fora da piscina em direcao as cadeiras de sol. eu me sentia a propria puta mas aquilo ja nao me incomodava tanto. estava tao excitada que sentia o calor descendo pelas pernas e pedia, com os olhos, que fosse penetrada. o roberto me sentou em uma das cadeiras de sol e ainda de pe puxou minha cabeca novamente contra o seu penis. enquanto me fazia chupa-lo, arrancou a parte de cima do meu biquini e apaupou meus seios e mamilos durissimos que apontavam para o ceu. no meu ouvido disse: "eu vou comer voce agora como voce merece ser comida. voce sabe como?". perguntava mas nao me deixava a boca livre pra responder. "voce lembra no ultimo churrasco que tivemos aqui na sua casa, quando estavamos eu, o antonio e o rui conversando naquela mesa enquanto seu pai foi buscar bebidas? eu sei que vc notou que falavamos de voce. vi seus mamilos endurecerem". eu apenas balancava a cabeca. "nos conversavamos sobre a melhor posicao pra comer uma ninfetinha feito voce. os dois diziam que papai e mamae era mais apropriado pra idade mas eu defendia que uma ninfetinha safada tem que ser comida de quatro. voce tem uma carinha de cadela e como tal tem que ser comida feito uma". ondas de prazer me vinham dos pes a cabeca enquanto ouvia aquelas palavras sujas daquele macho e comecava imaginando o que viria pela frente. me sentia uma vadia e como ele mesmo disse, uma cadela. o roberto entao tirou o pau da minha boca, me levantou pelos ombros, me virou de costas com violencia, me colocou de quatro na cadeira de sol e com uma mao agarrou meus cabelos enquanto abaixava meu biquini com a outra. "ai ... olha pra isso ... lindo ... sabia que ainda te comia desse jeito. olha pra essa bunda, esses quadris ... voce merece ser muito bem comida, garota". ele puxava meus cabelos para traz e murmurava meias palavras enquanto se arrumava: "agora voce vai ver ... sua cadela ... quem manda ser gostosa ... merece isso ... vai tomar vara". estava de quatro com o rosto de frente para a serca viva do quintal e podia ver por entre as folhagens o dono da casa do lado agoando a grama da casa dele. qualquer barulho maior e chamaria a atencao. o roberto entao enfiou um dedo na minha boceta e disse: "nossa ... o que e isso menina? voce esta toda relaxada. tu e uma safada, mesmo. com uma bundinha dessas, nao podia ser diferente. voce ja esta prontinha pra levar rola, nao e?". ele entao posicionou seu penis na entrada da minha vargina, puxou meu cabelo pra traz e com a outra mao segurou meu peito direito comecando a socar com forca. nao se fez de cavalheiro e nem demonstrou nenhum cuidado comigo. me comia feito uma verdadeira cadela se preocupando apenas com seu proprio prazer. nao tive como deixar de gemer de dor nas primeiras bombadas ja que o roberto sequer teve paciencia pra colocar devagar. ele repetia: "que buceta e essa? ela e maior do que a da sua tia. meu pau cabe inteirinho nela", enquanto bombava com forca e apertava um dos meus seios. o roberto era uma maquina de sexo. ele parecia ler meus pensamentos e me tratava do jeito que mais me excitava e que nem eu sabia que gostaria. as vezes puxava meu cabelo com forca ou apertava meus seios enquanto me dava tapas na bunda. ele socava na minha buceta fazendo estalos cada vez mais altos que pareciam musica pros meus ouvidos. aquele som por si so me levaria ao orgasmo. dizia: "garota, voce nasceu pra trepar. esse seu corpinho e uma maquina. ja comi varias putinhas assim feito voce. voce transpira sexo por todo canto". nao acreditava que aquilo estava acontecendo. nao acreditava naquelas palavras. quando olhava pra traz e via aquele garanhao me socando parecia estar vendo um filme onde eu nao fazia parte do elenco. pensei como fui parar naquela situacao. o que deveria ter feito para nao estar sendo comida pelo meu tio? deveria ter me afastado ainda na piscina ou talvez ter ido pra feirinha com meus pais? tarde de mais. ele ja me comia como seu eu fizesse aquilo ha tempos. me invadiu sem pedir permissao e mostrando quem e que mandava ali. quando notei que o orgasmo nao estava longe, algo me chamou a atencao atraves da cerca viva do quintal. o vizinho estava la de pe, com a mangueira numa mao e o pau na outra, me olhando ser comida de quatro. meu corpo estava totalmente preparado para o orgasmo e a presenca do vizinho nao me comoveu a parar. senti uma estranha vontade de olhar nos olhos do vizinho enquanto gozava e comecei ali a ter o primeiro e verdadeiro orgasmo da minha vida entre gemidos ja nao tao timidos. o roberto gozou logo em seguida, totalmente despreocupado que alguem o ouvisse ou visse. ele entao me soltou na cadeira de sol e foi pegar uma cerveja, rindo e dizendo: "safada". vesti o meu biquini sentindo o esperma escorrer pelas pernas e sem olhar para o vizinho subi para o meu quarto envergonhada. passei uma hora tentando digerir o que havia acontecido, tentando entender porque havia adorado aquela experiencia ainda que tudo me mostrava que o que fiz nao parecia ser algo de mocas corretas. o roberto se fez presente mais algumas vezes antes de se mudar para o exterior com a familia. o vizinho ... bem esse nao me deixaria em paz ate conseguir o que tanto desejava ...

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