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Conto Erotico Dei de calcinha pro colega de trabalho

Meu nome é Marcelo, sou alto, bonito, cabelos castanhos, corpo em forma. Estou com 38 anos, sou casado e tenho 3 filhos. O que vou contar aconteceu ano passado, em 2011. Apesar de gostar de mulheres, desde criança me dava o maior tesão em vestir as calcinhas da minha mãe, que sempre foi uma mulher muito bonita. Adorava sentir uma calcinha atolada no meu rabo e fantasiar com meus coleguinhas me comendo. Como disse, sempre tive tesão em mulher, mas vez ou outra sempre dei um jeito de dar meu rabinho. Não consigo ficar muito tempo sem sentir uma pica me invadindo. Eu tenho esse desejo insaciável de me entregar e me sentir como uma putinha. Adoro ficar de quatro e empinar bem minha bundinha, me sentindo totalmente entregue e a mercê do meu macho. Depois que me casei, sempre que posso, uso as calcinhas da minha esposa, e, se possível, saio pra o trabalho usando uma tanguinha atolada no meu cuzinho, por baixo da calça. A pouco tempo, por sinal, tive coragem de transar com minha esposa usando uma calcinha pela primeira vez, e pra minha felicidade ela quase morreu de tesão ao perceber que eu estava de calcinha enfiadinha. Mas essa história vou contar em outro conto, ok? Às sextas-feiras no trabalho é o "casual day", ou seja, nas sextas nós vamos trabalhar com roupas informais. E em uma determinada sexta do ano passado eu acordei com muito tesão e resolvi ousar um pouco. Vesti uma calcinha preta de lycra bem atoladinha, uma camiseta polo normal, e coloquei uma calça jeans bem justa que eu tenho. Além de justa o tecido desse jeans tem uma composição um pouco elástica, o que marca bem minha bundinha. Eu costumava usar essa calça mais colada pra sair a noite, mas nunca tinha ido ao trabalho com ela, que fica meio enfiadinha, deixando minha bundinha uma delícia. Como disse, já tinha acordado com tesão, e com aquela calcinha atoladinha e a calça efiadinha, eu estava explodindo a ponto de fazer alguma loucura. Mas ninguém no trabalho desconfia que eu gosto de morder a fronha e eu não queria que ninguém soubesse, mas nesse dia eu queria mesmo que os caras ficassem com tesão em mim. E assim fui trabalhar, com a pica estourando de tão dura por baixo da calcinha, que, apesar de mínima na bunda, tinha a frente grande o suficiente pra acomodar meu pau. No trabalho, pude sentir o alguns olhares discretos, porém admirados, tanto de mulheres quanto de homens. E eu queria que me notassem. Me portava o mais discretamente que eu conseguia naquele momento, sem dar bandeira, mas não perdia a oportunidade de dar uma empinadinha na minha bundinha pra chamar uma atenção. Foi após o almoço, enquanto escovava meus dentes parcialmente debruçado sobre a pia do banheiro, que um dos colegas, que trabalha em uma área vizinha à minha, entrou no banheiro e ao passar por mim fez questão de me dar uma encoxadinha de leve, dando uma esfregadinha com uma das pernas na minha bunda enquanto passava atrás de mim. Putz...Que tesão!! Na hora eu pressionei um pouco minha bundinha contra a perna dele, sem parar de escovar os dentes e fingindo que não estava acontecendo nada. Ele, depois daquela esfregadinha, foi até outra pia para escovar seus dentes, também como se nada tivesse acontecido. O resto da tarde não conseguia mais parar de imaginar como fazer pra dar pro cara. O nome dele é Rogério, tem cerca de 45 anos, mas está em forma. Ele tem um corpo legal e com músculos bem definidos. Bom, como estava sem carro naquele dia, e geralmente não vou trabalhar de carro, normalmente volto de ônibus ou de carona com alguém. Nunca tinha pego carona com o Rogério porque ele não mora perto de casa, mas, naquele dia, fui ver se ele podia me dar uma carona. Prontamente ele aceitou, sem nenhum problema e sem demonstrar qualquer outra inteção, apesar de eu ter certeza de ter visto um brilho diferente nos olhos dele. De volta pra casa, no carro dele, enquanto falávamos de algum assunto qualquer, de vez em quando ele tocava minha perna com sua mão direita. Eu percebia as intenções dele e ele percebia as minhas, mas eu, apesar do tesão incontrolável, não tinha coragem de tomar uma iniciativa mais direta. Até que a iniciativa veio dele: "Você está muito gostoso hoje!", ele me disse, apoiando sua mão sobre minha perna. Eu me limitei a responder com um obrigado. Ele continuou, soltando um sorrisinho maroto e subindo mais a mão até a minha virilha, tocando o meu pau que estava a ponto de rasgar a calcinha, de tão duro. Agora não tinha mais dúvia, eu iria dar pra ele, então finalmente tive coragem de tocá-lo. Com a minha mão esquerda agarrei o pau dele por cima da calça, e ele deu um suspiro. Que maravilha sentir aquele cacetão duro na minha mão. Sem falar mais nada, abri o ziper dele e desatei o cinto. Ele estava com uma cuequinha branca e eu vi aquele volumão implorando pra ser chupado. Ao afastar a cueca dele, quase desmaiei de tesão ao ver aquele cacete duro apontando pra minha boquinha. Cai de boca enquanto ele dirigia. Moramos no interior de SP, a poucos quilômetros da capital, e aqui tem várias estradinhas de terra e áreas bem vazias com quase nenhum tráfego, principalmente a noite. Assim, enquanto eu me deliciava com o pau duro do meu colega, ele dirigia para um desse locais ermos e estacionou naquele local deserto. Quando finalmente ele pode se livrar da direção, ele me puxou já arrancando minha camiseta. Rapidamente voltei a mamar no caralho dele enquanto ele passava a mão na minhas costas nuas. Nossa, que tesão sentir a mão dele na minha pele. Comecei a me sentir uma vadia, uma putinha louquinha pra dar, totalmente submissa, existindo naquele momento somente pra servir ao seu macho. Ele descia a mão pelas minhas costas, agarrou minha bunda e entalou seus dedos no meu rego. Depois enfiou os dedos por baixo da minha calça e sentiu a calcinha enfiada na minha bunda. Aquilo encheu ele de tesão e rapidamente me fez tirar a calça, ficando só de calcinha pra ele. Ele não acreditava no que estava vendo e ao me ver de calcinha ele ficou louco de tesão. Ele queria me fuder e me arregaçar de qualquer jeito. Ele mandou que saissessemos do carro. Ele veio e me agarrou em pé, me pegando como uma verdadeira putinha e me beijando com uma paixão incrível. Enquanto me beijava acariciava minha bunda e enfiava seus dedos no meu cuzinho, afastando a calcinha de lado. Então ele me colocou de bruços sobre o capô do carro. Eu me deitei e senti o calor do motor no meu peito, empinei bem a bundinha, me aprontando pra ser arregaçada, e oferecendo meu cuzinho depiladinho pro meu macho. Ele tirou suas calças e a camisa também, ficando completamente nú, assim como eu, que estava só de calcinha. Eu dei uma lubrificada no meu buraquinho, enfiando o dedinho pra dar uma alargadinha, e me preparei pra levar pica. Com o tesão do meu colega, ele afastou a calcinha de lado e foi logo enfiando o cacete no meu rabinho. Por sorte eu já estou meio arrombadinha e não sinto dor nenhuma, só um prazer imenso de sentir um macho gostoso dentro de mim. É indescritível, só quem já deu gostoso sabe como é a sensação de estar completamente submisso, nas mãos de um homem te segurando pela cintura, morrendo de prazer com o pauzão atolado na sua bunda. Eu mordia os lábios e rebolava naquele cacete maravilhoso. Não demorou e ele me encheu de porra, e eu senti aquela sensação maravilhosa do leite de um homem escorrendo pelas minhas pernas. Eu queria mesmo é que ele tivesse gozado na minha cara, mas isso só aconteceu na segunda vez em que transamos. Neste dia, nos vestimos e fomos embora. Ele me deixou na frente de casa, e antes que eu saisse do carro ele deu um sorrisinho enquanto dava uma pegadinha no meu pau. Eu não tinha gozado ainda, e naquela noite descontei todo o tesão na minha mulher, enquanto ainda vestia a mesma calcinha... Acho que eu nunca tinha visto ela gozar tanto... Beijos e até o próximo conto. Se você quiser me comer também, entre em contato. Email/MSN: marcelo157392@hotmail.com
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