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Conto Erotico DUAS FODINHAS GOSTOSAS NO MATINHO

Nesta segunda-feira, assim que sai do trabalho, resolvi fazer uma caminhada por um parque muito bonito mas pouco movimentado daqui da minha cidade... Eu sempre soube que ali era encontro pra duas coisas: carinhas usarem drogas, o que por certo gerava o medo das pessoas de frequentar o local por medo de assalto, que não era tão raro assim e de fodas seja de casais héteros ou gays... Cheguei ao parque por volta das seis da tarde. O Sol ainda brilhava e estava sem nenhuma intensão sexual. Mas assim que dei minha primeira volta por uma das calçadas do parque, avistei um carinha, moreno, alto, meio magro, com grandes olhos castanhos, sobrancelhas grossas e uma barba estilo cavanhaque. Ele estava montado em uma bicicleta, trajando uma bermuda surfista vermelha, uma regata preta e um boné branco. Em primeiro momento, pensei se tratar de um viciado e até perigoso e pensei em mudar de calçada, mas segui em frente... Assim que me aproximei do local que ele estava, ele me encarou e deu um sorrisinho de canto de boca, em seguida me acenando com a cabeça. Apenas retribui o cumprimento com a cabeça e segui... Uns 10 metros à frente, não resisti e olhei para trás. O carinha havia descido da bike e vinha andando logo atrás de mim. Suei frio. Pensei comigo: "Ou vai me assaltar ou tá afim de foda!" Desacelerei meu passo. Ele percebeu e mudou de calçada, montou na sua bicicleta e parou mais a minha frente, descendo e sentando no varão da bike, bem numa entrada de uma trilha de terra entre um arvoredo que sairia do outro lado do parque. Passei por ele, ele sorriu como que com a língua passando nos dentes e eu o encarei. Ele percebendo, passou a mão no pau e sorriu, entrando em seguida na trilha...
Não resisti e entrei no caminhozinho também, queria saber qual era a do cara, afinal... Ele estava parado emaixo de uma árvore, montado em sua bike e com uma das mãos segurando o pau... Aproximei-me e logo puxei papo:

Eu:_E ai, beleza?

Ele apenas acenou novamente com a caeça e deu um sorrisinho safado, ainda segurando o pau junto com a sela da bike...

Eu:_E ai, procurando alguma coisa, fera?

Ele:Ahã! Tô afim de uma boca pra dar uma chupada no meu pau e de um cú pra socar dentro...

Carai... O cara foi bem direto. Percebendo meu susto com aquela deliciosa revelação, ele não me deixou pensar direito. Abriu o velcro de sua bermuda e me mostrou o cacete já duro, com a cabecinha saindo pela cueca. Não pensei mesmo. Logo desci minha mão ao seu cacete, que latejava de vontade de fazer besteirinha... Ele num só golpe, baixou sua bermuda junto com sua cueca, deixando aquela benga grossa, relativamente grande, bem retinha e bem durinha, pular pra fora. Agarrou o meu cabelo com certa brutalidade, me empurrando pra baixo e disse:

Ele:_Chupa!

Comecei a lamber seu saco, coberto de pêlos, pendidos, grandes... Lambi, enfiei uma das bolas na boca, depois outra, passei a língua por sua virilha e fui subindo até chegar à cabecinha, que pulsava de tesão...

Ele:_Engole, porra, enfia meu pau todinho na boca!

Assim fiz, passei a engolir o máximo que podia daquela piroca de sabor delicioso... Cheguei a me engasgar diversas vezes, o que parece que o excitou mais, pois ele passou a fuder minha boca como se fode uma buceta arrombada, sem piedade...

Eu estava nervoso com a situação, com medo de surgir outro alguém e me flagrar ali, agachado, de joelhos, mamando no pau do moreno gostoso... Cheguei a confessar esse medo e pedir para irmos pra outro lugar. Ele apenas me disse:

Ele:_Relaxa!

Ele pegou uma camisinha, pôs na minha mão e me pediu, balançando o cacete:

Ele:_ Vai, cara! Cobre minha pica! Embrulha pra presente.

Fiz assim. Cobri o cacetão dele usando minha boca... Logo em seguida, ele me levanta puxando pelos meus cabelos, me põe de costas escorado na árvore, manda eu arrebitar bem a bunda, baixa minha bermuda até os joelhos, dá uma cospidinha nos dedos e lambuza meu cu com sua saliva espessa... Agarra minha cintura com as duas mãos, ordena novamente que eu relaxe e empine bem a bunda... Senti quando ele encostou a cabeça do pau bem na entrada do meu cuzinho, que a essa hora, piscava de desejo... Eu já nem me importava com o local... Ele meio que se enclinou pra trás, segurando em meus ombros dessa vez e passou a socar seu cacete duraço em mim... Fui sentindo a entrada dos primeiros milímetros e apenas bufava e mordia os lábios... Até que, sem que eu esperasse, num golpe, ele soca toda sua piroca em mim... Eu tentei fugir, me esquivando pra frente, mas ele agarrou forte em minha cintura e fez impulso ainda maior pra frente... Nós estávamos bem coladinhos... Então, ele com uma mão agarrava minha cintura e com a outra puxava meus cabelos, passando a socar forte e fundo em movimentos inicialmente lentos... Movimentos que foram aumentando gradativamente... De repente, quando dou por mim, ele já socava forte, rápido e o barulho delicioso do choque do encontro dos nossos corpos, ecoavam longe (Plak, pak,plak)... Eu gemia baixinho pra não chamar a atenção e o cara, embora fogoso e com pegada, não falava nada nem gemia... De repente, ele dá uma socada mais forte e profunda e começa a dar reboladinhas, até que solta um sonoro "Ahhhhhhhhhhhhhhhh"... O cara tinha gozado dentro de mim e eu senti os jatos quentes, mesmo com camisinha... Eu, de nervoso pela situação e pelo local, sequer pensei em gozar, mesmo estando de pau a meia bomba... O cara, que eu não sabia sequer o nome e nem fiquei sabendo depois, foi tirando o cacete de dentro de mim com cuidado pra camisinha sair junto... Ambos estávamos arfantes e suadinhos da foda... Depois, tirou a camisinha, cheia de gala, jogou no chão mesmo, rapidamente vestiu sua bermuda e cueca e fez logo mensão de ir embora... Perguntei-lhe:

Eu:_E ai, posso saber pelo menos o nome do cara que acabou de fuder meu rabo?

Ele: Deixa isso quieto! Eu tava afim de gozar e já gozei. Falou!

Disse isso e se foi, montado em sua bicicletinha... Senti-me usado... E o pior: nem tinha gozado pelo pau... Voltei à caminhada... Já estava escuro... Depois de algumas voltas pela parte escura do parque, resovi entrar por um outro caminho de terra, bem reservado... Logo mais a minha frente, qual não foi minha surpresa: Avistei dois carinhas numa foda bem apaixonada: um loirinho meio afeminado totalmente nú e de quatro sendo enrabado bem lentamente por um moreno forte, cara de peão de obra... Os dois nem se importaram com minha presença e continuaram a fodelança... Alguns passos a frente, havia um carinha magro, rosto jovial, mordendo os beiços... Ao passar por ele, ele fez questão de virar de costas e alisar a bunda, me oferecendo... Parei bem próximo e ele logo tratou de encher a mão... Pensei: "Não gozei, fui usado... O que vou perder se usar esse viadinho pra gozar?"

Ali mesmo, arriei minha bermuda. O carinha, ajoelhou e passou a esfregar minha pica na cara, admirando como uma putinha safada:

Ele:_Nossa! Ela é grossa, tá tão dura...

Eu:_Chupa, que daqui a pouco tu vai sentir esse pau invadindo teu cú...

Ele chupou bastante e eu já estava prestes a gozar, quando pedi para meter nele. Ele imediatamente se levantou, tirou toda a sua roupa, ficando nú e virou a bunda pra mim, arqueando bem uma das pernas, mostrando uma bundinha suculenta, carnuda, depiladinha e um cuzinho piscante rosadinho... Tirei uma camisiha sabor morango do bolso da bermuda e recebi uma crítica do viadinho:

Ele:_Ai, camisinha com sabor deixa cheiro e minha mãe pode sentir quando eu chegar em casa...

Eu:_E ai? Tem outra? Tá afim de liberar esse cú ou não?

Ele:_Tô sim, mas...

Eu:_Então cala a boca, empina essa bunda e toma logo rola no cú! Duvido que tua mãe não saiba que tu libera essa rosca! Tá escrito na tua cara que tu chora por pica!

Ele fez carinha de ofendido, mas tratou de oferecer aquele cú... Encostei meu pau duraço no cú, que foi logo totalmente engolido por aquele cu largo, que pareceu que sugou pica pra dentro... Embora largo, o cara tinha um cu gostosinho, quente, guloso, que massageava meu pau... A bichinha dava gemidinhos bem finos, femininos a cada socada de pica que eu dava nele e parecia não sentir dor alguma, pois rebolava e mordia minha pica com aquele cuzinho... Fiquei cutucando aquela rosquinha por uns 10, 15 minutos...

Eu já estava prestes a gozar a qualquer instante, então, entrei em transe naquele momento e passei a socar mais forte, profundo, de forma descompassada... Até qeu senti que vinha o gozo e comecei a arfar mais forte... Ele pecebendo, tirou imediatamente meu pau de dentro, retirou a camisinha e passou a chupar minha pica... O primeiro jato de porra foi no fundo de sua garganta... O resto serviu para melar todo seu rosto de putiha safada de fime pornô...

Depois de me satisfazer, resolvi agir igual ao primeiro cara que encotrei. Me vesti rapidamente, comprimentei-o e sai, sem sequer me identificar...

Pensei comigo que se eu permanecese por mais tempo naquele parque, ainda veria outras fodas e quem sabe até descolaria outra transa... Mas praquele dia, já estava bom...

DE segunda pra hoje, quarta-feira, ainda não deu tempo de eu retornar ao parque, pois estou absolvido de trabalho e afazeres... Mas posso dizer que a aventura vivida naquela segundona, além de ter me deixado leve pra enfrentar toda a semana com mais disposição, ainda rendeu grandes inspirações pra minha costumeira punheta noturna antes de dormir...

Gostou, curtiu? Então qualifique e comente meu conto! Grandes aventuras pra cada punheteiro safado que leu o conto até aqui! Abraço!
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