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Conto Erotico Entre amigos - Lipe, aos 12, na delegacia do interior

- Entre amigos - Felipe – Lipe, 14, carioca; 1.60; 49kg; moreno clarinho; cabelos castanhos, lisos; olhos castanhos. 2º Conto – Lipe, aos 12, na delegacia do interior Eu vou continuar contando sobre o que aconteceu quando estive numa cidade do interior do Rio Grande do Norte p/ brincar carnaval. Bem, eu tinha 12 anos quando isso aconteceu e era + ou menos como sou hoje, exceto o meu cabelo q era igual ao do Kaká quando ele foi p/ o Real. Mts me consideram lindo e gostosinho (bunda grande e pernas grossas). Após ser pego pelo policial dando o meu cu na pracinha daquela pequena cidade, eu fui levado a uma delegacia tão suja e fétida qto o chão daquele depósito p/ onde o menino havia me guiado. Eu estava exausto, suado e carregado de sêmen em meus cabelos e meu corpo. Meu corpo exalava cheiro de porra de todos aqueles homens. O meu cu estava, ainda, ensopado de tantas gozadas q levei. O policial q me encontrou naquele estado, entregou-me as minhas roupas, exceto a “minha” calcinha e fez observações sobre como o meu cu estava vermelho, inchado e piscando, e indagou-me o meu nome, sobre os meus pais, de onde eu era e como fui parar naquela situação. Evidentemente, eu neguei q gostasse de ser gay e disse q eles haviam me forçado. Nesse instante, eu até forcei e fingi um princípio de choro. Mas os três policiais, em plantão na delegacia, pareciam impiedosos e até esboçaram sorrisos sarcásticos e tímidos perante a minha “desgraça”. Contei p/ ele q vim de outro estado (mentira, pois eu morava no RN), q meu nome era (eu ñ lembro, mas era outro nome), q eu tinha ido p/ lá c/ alguns amigos p/ o carnaval e q eu ñ sabia onde estava hospedado porque ñ conhecia a cidade. Por sua vez, ele me disse q ñ haveria problema p/ encontrar a ksa onde estava repousando, já que era uma cidade pequena e todos se conheciam. Eu até fiquei perplexo c/ a calma dele, pois eu era bem + criança e estava naquela situação totalmente constrangedora. Pedi p/ tomar um banho, mas ele falou q ñ havia água e q eu deveria passar o restante da noite por lá, pois eles ñ poderiam incomodar as pessoas àquela hora. Eu, ingênuo, acreditei. Eles, então, entreolharam-se e disseram p/ eu ficar dentro da única cela q havia naquela delegacia, mesmo entre vários presos, aproximadamente uns 7 homens. Um deles disparou, após bater c/ o cassetete nas grades: Policial: Então, pessoal, chegou um hóspede novo. Cuidem bem dele! E sorriu sarcasticamente. Eu apenas olhei p/ os lados, enquanto entrava naquele local imundo e lotado de homens suados. Eles me olharam e arregalaram os olhos, parecendo ñ acreditar no q viam. Um dos presos me mandou tirar a roupa, porque ñ iria desperdiçar a oportunidade. Eu ñ quis, apesar de meu corpo desejar e meu cuzinho piscar incessantemente. De repente um homem branco, c/ o rosto marcado c/ uma cicatriz, levanta-se, me segura pelos braços, rasga o meu abadá e diz p/ os outros q eu tava todo cheirando a gozo e q meu cabelo estava bem melado. Então, ele virou-me de costas p/ ele e puxou o meu calção c/ mta força, de tal forma q o rasgou parcialmente, pois era um calção fino, daqueles q se usam p/ jogar basquete. Eu fiquei pelado, estava s/ minha calcinha, q havia ficado c/ o policial. Uma euforia tomou conta daquela cela e mtos pediam p/ o brancão me esfolar. E eu já estava totalmente c/ tesão. Alguns viram e gritaram: “O mlk gosta! Mete logo nessa gostosa!” E o brancão, ainda em pé, atendeu ao pedido, enfiando tudo de uma vez e me fazendo gemer bem alto e soltar lágrimas, q àquele momento eram mais de prazer do q tristeza. O brancão meteu sua pica de uns 18cm em mim até suas bolas encostarem na minha bunda e começou a estocar mais e mais, originando um barulho de “ploc”, “ploc”; gemendo quase s/ fôlego no meu ouvido, me chamando de “bichinha gostosa” e retirando altos gritos da minha boca... Eu já estava ali, então aproveitei e comecei a pedir mais. Ele encostou-me na parede e meteu freneticamente e todos uivavam de prazer vendo-me naquela situação. Eis q surgem os policiais e dizem q tb vão participar da “brincadeira”, ordenando q eu vestisse a calcinha q eu usava anteriormente. O brancão, então, aumentou o ritmo das estocadas e gozou violentamente, arfando de prazer. Logo, eles me pegaram no chão, no qual cai após a foda selvagem do brancão, e me vestiram c/ a calcinha. Depois, de joelhos, eu comecei a chupar um policial e um preso, enquanto outro policial tentava me enrabar s/ tirar a calcinha de mim. Conseguiu. Comeu-me por uma meia hora até gozar na minha boca. Eu tive q engoli tudo e ainda dizer q era gostoso, mostrando minha língua p/ mostrar q havia engolido. Lambi os meus lábios e disse q queria mais. Eles piraram e começaram a me “atacar” todos de uma vez. Comeram-me em diversas posições e gozaram dois de uma vez em meu cu. Mas a posição q mais gostei foi quando um cara de uns 18 anos me levantou e me fez cavalgar, c/ ele estando em pé, segurando-me em seu corpo. Eu gemi mto e gozei s/ me tocar, pressionando o meu cu contra o pau dele, q soltou rios de porra lá dentro. Todos gozaram e ao final do dia eu já havia dado p/ quase 40 caras em pouco mais de 5 horas e já estava amanhecendo. Os policiais me deixaram ali e entregaram-me a minha calcinha, mas eu ñ pude vestir porque os presos ñ queriam descansar. Tive q dá mais duas vezes e eles só me deixaram cochilar c/ um pau dentro da minha bunda, acariciando o meu cabelo e às vezes dando tapas no meu bumbum e elogiando o tamanho, a firmeza e a textura dele em contraste c/ o meu corpo. Ao amanhecer completamente, acho q próximo às 9:00h, fui acordado completamente e ainda tive q chupar todos eles, pois tiveram pena de mim, q estava completamente ardido. Sai da delegacia c/ o meu abadá rasgado, uma camisa bem velha por cima (um dos policiais havia-me “presenteado”), minha calcinha e c/ o meu calção rasgado entre uma perna e parte da bunda, deixando a tristeza nos olhos daqueles homens famintos q ainda quiseram me beijar antes de deixar o local. Andei pelas ruas vazias daquela cidade estando totalmente cansado e parecendo literalmente “estuprado”, mas estava feliz. Somente ñ sabia qual estória inventar p/ a família do Lucas e p/ ele.



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