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Conto Erotico O grandão me traçou!

Fazia tempo que eu reparava no ruivão que trabalhava próximo a minha mesa. Observava-o de longe, analisando seu belo corpo, pensando como deveria ser por baixo de toda aquela roupa. Aos poucos, comecei a conversar com ele, já que trabalhava junto com um primo meu. Até que comecei a segui-lo no banheiro e a urinar ao seu lado no mictório. Vi aquela grande vara mole, cercada por pelinhos ruivinhos. Aquilo me deixava assanhado, imaginando como seria aquele cacetão duro que nem uma pedra. Ele era um tipo não muito comum. Mais de 1,92 de altura, extremamente forte e com uma bunda bem saliente, empinada, não muito comum para homens. Conclusão: eu sempre ia para a cabine das privadas e me acabava na punheta, ali mesmo no trabalho. Não conseguia segurar, pois meu pau quase estourava dentro da cueca e meu cuzinho virgem piscava sem parar. Até que ele começou a perceber que eu sempre entrava no banheiro logo que ele ia e que sempre ficava observando-o andar, desfilando com aquela bunda maravilhosa, que ficava bem apertada na calça social, fazendo a divisão das nádegas como se fossem dois melões maduros e deliciosos. Assim, ele resolveu me encarar e perguntar qual era a minha. Mandei a real, dizendo que sabia que ele era heterossexual, saía com mulheres, mas queria pelo menos dá-lhe a melhor chupada que já havia recebido em toda a sua vida. Primeiramente o ruivão hesitou, mas logo resolveu ceder a minha boca carnuda e viçosa. O levei numa sala em que a minha área guardava arquivos e comecei a alisar seu mastro por cima da calça. Ele demorou a se entregar, mas aos poucos foi endurecendo e engrossando, cada vez mais. Quando percebi que o grandão estava totalmente trêmulo e arrepiado, tirei seu cinto e fui abaixando o zíper bem devagar, o deixando louco. Por dentro, eu não acreditava que havia finalmente conseguido me envolver com aquele macho. Era a primeira vez que não ficava só nos pensamentos e realmente punha para fora meus desejos mais safados e sacanas. Fui dando beijos em sua jeba por cima da cueca, que era branca e deixava o pau dele ainda mais saliente. Aos poucos fui abaixando a cueca e foram aparecendo os pelinhos ruivos. Eram lindos e me deixaram ainda mais excitado. Eu me arreganhava e meu pau saía da roupa. A cabeça era super rosada e o mastro era totalmente branco, muito grande e grosso. Primeiro suguei as bolas, que por sinal eram bem pesadas. Fui subindo a língua vagarosamente até a cabeça, fazendo esse movimento sobe e desce sucessivamente, até que engoli a cabeça de uma vez só. Fui fazendo com a língua a volta toda na cabeça do pau e, o grandão, praticamente entregue, dava gemidos baixinhos, com os olhos fechados e o corpaço todo estremecido. Foi aí que engoli seu pau inteiro e quase engasguei porque tinha fácil uns 27 centímetros. Aquilo me deixava louco e meu cú dava sinais de que queria ter aquele pau dentro. O pau ruivo latejava muito e batia forte como o coração, dando sinais de que o gozo estava a caminho. Nesse momento o grandão sussurrou baixinho: - Não consigo mais segurar, é agora meu safado! E depois disso ele encheu minha garganta de porra, quente e suculenta. Mamei como uma cria faminta e enchi minha boca, até não caber mais. Ele ficou praticamente desfalecido, em êxtase de tanto prazer. Guardei um pouco do néctar em minha boca e sem que ele percebesse dei-lhe um beijo. Na hora ele recuou, mas continuei firme, o agarrando com força e colocando minha língua dentro da boca dele. Aos poucos ele foi se entregando e passei o gozo restante para a boca dele. Ele engoliu e me disse que nunca podia imaginar que sua porra era tão saborosa. Eu disse: - Quis passar para você, pois achei muito gostosa, se eu pudesse tomava todos os dias... Ele deu uma risadinha safada e disse que precisava voltar ao trabalho, pois já havíamos ficado muito tempo ali e que alguém iria notar nossa ausência. Ele se vestiu e me agradeceu, dizendo que havia sido a melhor chupeta que já havia recebido em sua vida. Depois, conforme os dias foram passando, eu sorria safadamente para ele dentro do escritório e ele apenas se esquivava, para não dar muita pinta. Em casa, eu me punhetava todas as horas relembrando aquele momento. Mas no fundo, eu sabia que não poderia parar por ali e deveria ir mais longe. Era uma sexta-feira e resolvi segui-lo até sua casa, para lhe entregar o que até então eu havia preservado, a minha virgindade. Depois de uma meia hora, bati na porta da casa dele e disse para a empregada que atendeu que eu era amigo dele e íamos estudar. Ela gentilmente disse para eu entrar e esperar em seu quarto. Fiquei esperando, até que ele saiu do banheiro, de calça e camiseta. Ele ficou apavorado e perguntou o que eu fazia ali, como havia chegado. Disse que não aguentava mais de desejo e precisava de muito mais. Fui até a porta e a tranquei. Cheguei peto dele e o empurrei, deixando-o sentado no chão. Abaixei-me, abri sua calça e comecei a mamar seu cacete. Depois de umas chupadas, seu pau estava muito duro e grosso. Levantei-me, tirei minha blusa, abaixei minha calça, tirei minha cueca e disse que agora ele ia ver o que era prazer. Percebi que ele ficou assustado, então pedi para que fechasse os olhos se achasse melhor. Sua benga estava bem lubrificada com minha saliva, então aos poucos fui descendo e fazendo com que aquela vara arrombasse meu cuzinho pela primeira vez. Abria minhas nádegas com a mão e fui tentando relaxar para que meu ânus dilatasse e abrisse mais facilmente, pois o cacete do grandão era muito grosso e para um rabo virgem fica difícil engolir tudo isso. Com calma, fui deslizando naquele cacetão e quando vi, meu rabinho já havia engolido tudo. Então comecei a subir e a descer vagarosamente, me deixando louco de tesão. O ruivão continuava com os olhos fechados, mas mordia os lábios de tanto prazer. Depois de umas 20 estocadas, resolvi parar de cavalgar naquele mastro e me joguei no tapete, encostando o rosto no chão e empinado bastante o rabo. Ele arregalou os dois olhos perguntando o que tinha acontecido para eu parar. Disse que agora era a vez dele de me mostrar que era puto e o quanto ele era capaz de me dar prazer. O ruivão falou: - Meu putinho, você me deu a sua bunda apertadinha pela primeira vez, é claro que vou te comer, não consigo resistir, seu rabo é suculento. Eu quase desmaiei ouvindo aquilo e em seguida ele partiu para cima de mim, enfiando de uma vez aquela vara. Eu urrei de prazer e ele meteu com muita força. Dava estocadas fortes e rápidas. Como meu cú era virgem, estava bem apertado e dava rápidas fechadas constantemente, comprimindo a vara do grandão, dando-lhe ainda mais prazer. Coloquei a mão no meu rabo e percebi que estava sangrando. Isso era normal, já que estava perdendo o cabaço pela primeira vez, então nem me importei. Comecei a apertar a bunda do ruivão e sentia ainda mais tesão. O gostosão perguntava várias vezes se estava me machucando e se queria que eu parasse, mas eu apenas dizia para que me traçasse com todas as suas forças. Ele me levantou, me apoiou na janela, segurou firme na minha cintura e bombeou sem parar. Depois, me jogou no seu sofá, mas dessa vez me comeu de frente, olhando nos meus olhos, bem devagar, de uma forma mais romântica. Foi se aproximando e beijou minha boca, me deixando surpreso pela atitude. Ele me disse que precisava me retribuir de alguma forma e quis me dar um beijo ardente. Trocamos muita saliva e nossas línguas se entrelaçaram de forma frenética. O ruivão também me disse que minha língua era macia e parecia um veludo. Eu senti mais prazer e meu pau quase estourou. Ele me pegou nos braços e me jogou no chão, montando em cima de mim e me traçando com muita vontade, como um tarado. Foi aí que percebi que seu pau estava latejando dentro de mim, mordendo os lábios e piscando os olhos sem parar. Nisso, ele me puxou para seu peitoral e perguntou se eu aceitaria ser seu amante para sempre, pois ele jamais havia sentido tanto prazer em outras relações, tendo a sensação de que tínhamos muita química. Disse que ele era meu grandão e que perto dele me sentia protegido, já que eu era magrinho e com apenas um abraço ele conseguia me envolver. Senti nesse momento que estava escorrendo leite de minha vara, sem que ao menos tocasse nela. Apertei seus fortes e musculosos braços e ele me perguntou o que devia fazer, pois não estava mais aguentando segurar. Implorei para que gozasse dentro e inundasse meu rego com porra quente e saborosa. Colamos corpo com corpo, num esfrega-esfrega, roça-roça extremamente sensual. Em questão de segundos, naquele fogo intenso, meu grandão deu um grito que jamais poderia imaginar que ele fosse capaz de dar. Com certeza deveria estar no ápice do prazer. Senti minha bunda ser preenchida com porra e me senti pleno, realizado. O gostosão caiu em cima de mim praticamente desfalecido, com a respiração acelerada e o coração a mil. Ficamos no chão, grudados por um bom tempo, até cairmos no sono. Quando amanheceu, levantei e percebi que escorria muita porra pelas minhas pernas. O grandão era realmente um arrombador nato. Me vesti e disse que precisava voltar para a casa, pois já tinha ficado muito tempo fora. Antes de sair, ele me agarrou e falou: - Não quero que acabe por aqui, preciso de você, para sempre. E eu respondi: - Meu rabo estará sempre aberto para você, meu grandão. E assim continuamos nossas putarias, cada vez mais fortes e intensas. Cada um seguiu sua vida, casando e tendo filhos, mas sempre nos encontrando e nos amando loucamente, com muita chupada, pau duro, cú arreganhado e porra jorrando.
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