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Conto Erotico Se aproveiraram de mim

Nasci em 1970, tenho 40 anos e vou contar um pouco do que aconteceu comigo. Sou de origem muito pobre, passei muitas dificuldades no início da minha vida. Meu pai faleceu quando eu tinha 2 anos e minha mãe se casou com outro homem. Vou chamá-lo aqui de Paulo. Nessa época (1978) morávamos na periferia de Goiânia, num barraco de fundo. Paulo trabalhava de pião de obra, mal educado, sem muito estudo. Gostava de andar nu em casa, contra a vontade de minha mãe. Quando me lembro desse período da minha vida, a primeira imagem que me vem é a do Paulo sentado nu, vendo jogo no domingo, com os ovos espalhados no sofá, as pernas abertas e minha mãe brigando com ele. Eu gostava dele, às vezes ele jogava bola comigo, me levava no córrego. Lembro-me que Paulo sempre puxava meu short para baixo, brincando comigo. Eu nem me incomodava mais, era só eu passar perto dele que ele arriava meu short. Naquela época eu só tinha duas cuecas e eram de sair, vivia com as coisas balançando. Minha mãe faleceu em 81 quando eu tinha 11 anos, foi atropelada numa via movimentada de Goiânia e não resistiu aos ferimentos. Pouco tempo antes disso, num domingo, minha mãe tinha saído para a feira e me deixou com Paulo. Ele disse que tinha um presente para mim. Fiquei todo empolgado, nunca ganhava presentes, pois éramos muito pobres. Paulo mandou eu ficar na sala e foi no quarto, voltou sem roupa como de costume e se sentou no chão encostando-se no sofá e colocou sobre a coxa um pequeno embrulho de jornal. Corri para ele, quando ele disse que eu podia pegar. Eu tinha 1,40 cm, 32 kg mais ou menos. Ele segurou meu braço e abaixou meu short dizendo para eu tirar que estava calor. Joguei o short no sofá e desembrulhei o presente. Era um carrinho muito legal. Lembro-me que fiquei brincando de quatro, empurrando o carrinho, enquanto Paulo manuseava seu pau. Eu era muito inocente, na verdade, a maioria da garotada era muito ingênua. Não tinha internet, os pais não conversavam sobre sexo, mas também não tinha muita paranóia. Quando minha mãe morreu fiquei morando com Paulo, que juntou-se com uma auxiliar de enfermagem, chamada Rebeca. Foi quando a coisa melhorou bastante economicamente. Rebeca trabalhava em dois empregos, eu passava a maior parte do dia trancado dentro de casa, assistindo televisão até Paulo chegar. Eu tinha 11 anos não sabia nada sobre o mundo dos adultos, muito mal alfabetizado, reprovava na escola várias vezes, totalmente ignorante. Paulo tinha 1,70 cm, 72 kg, 31 anos, 16 cm de pau e peito cabeludo, branco. Rebeca estava fora fazendo um curso e eu estava só com Paulo. Paulo chegou do trabalho e me mandou tomar banho. O banheiro não tinha porta era dentro do único quarto do barraco, tinha uma cortina de plástico. Paulo me mandou tomar banho com a cortina aberta, queria ver se eu estava tomando banho direito. “Limpa o pinto!” exclamou, deitado na cama onde estava. “Tá com o saquinho crescendo, bebê!” Paulo tirou a roupa e entrou no banheiro comigo, limpando bem a rola para mostrar como era. Era normal vê-lo nu. O pau dele ficou meio armado durante a limpeza. Depois saímos e lanchamos cachorro-quente. Voltamos e fomos dormir. Eu dormia numa espuma no chão da sala. Deitei e dormi. Acordei sentindo meu short e cueca sendo tirados devagarzinho, fiquei quieto, assustado. Só podia ser meu tio. Eu estava dormindo de lado, em posição fetal, e sentia o frio na minha pele a medida de ia ficando sem roupa. Senti um calafrio e tremi. Pela respiração deu para perceber que ele olhava no meu rosto para ver se eu estava acordado. Fiquei nervoso e meu coração disparou. Tirou meu short até o joelho e parou. Senti ele se deitando atrás de mim, mas não encostou. Sua mão pousou sobre minha perna um pouco acima do joelho e foi entrando no meio das minhas pernas até alcançar meu saquinho. Empurrei a mão dele com meu braço, tentando fingir que estava dormindo, mas ele disse pegando novamente. - Deixa o Paulinho pegar no seu saquinho, bebê. Hummm! Tá crescendo. Sentia a respiração dele no meu pescoço. Levou a mão até meu peito e sentiu meu coração batendo. - Me deixa dormir! – disse com a voz de zangado e subindo o short. - Não. Fica assim! - Tô com frio! - Eu vou te esquentar. Paulo tirou meu short e jogou no sofá, fiquei paralisado. Arrancou minha camisa também. Fiquei encolhido com as mãos entre as pernas. Estava com medo. Senti seu peito peludo nas minhas costas nuas e sua mão invadindo minha proteção e alcançando novamente meu saco. Dessa vez ele esfregou com mais força, também meu pintinho, enquanto beijava minha nuca. Puxando-me pelos genitais me fez encostar no seu corpo, sua mão deixou meus ovinhos e veio para minha bunda. - Tô com sono. – disse, tentando me livrar dele. - Fica quietinho. Vou te esquentar. Deixa eu ti sentir, bebê! Gostoso! Fica de conchinha. Assim! - Tira o pinto de mim. - Sente ele quentinho. Paulo tinha colocado o pau dele no meu rego e me apertava ao seu encontro. Depois abriu com uma mão a minha bunda e pincelava meu cú com a outra. - Se você ficar quietinho, amanhã eu compro um caminhão na loja para você. Você fica? - Fico. Seu pinto tá melado, tá me melando. Pára! - É assim mesmo. Relaxa. Respira fundo. Desesperei quando ele forçou a entrada do meu cú pela primeira vez, entendi onde ele queria chegar e tentei sair, me debatendo. - Calma! Assim é pior. Tô só lubrificando. - Não. Deixa eu sair. Não quero ser mulher. - Tô carente, bebê. Relaxa a bundinha que não dói. Vou te dar o caminhão grandão. Deixa eu guardar o carrinho na garagem. Ai, tesão. Ele precisa estacionar na garagem. Deixa entrar a cabecinha. - Ai!!! Não, Paulinho! Não faz isso comigo não, por favor! – choramingando. - Porra! Vou fuder seu cú, garoto. Deixa meu caralho entrar. Abre esse cú. Botei a mão na base do abdômen dele tentando evitar a penetração, mas ele era muito mais forte que eu. Meu cú foi cedendo até entrar a cabeça. Lembro-me da dor e do calor do pau dele dentro de mim. Eu chorava. Empurrava o corpo dele para trás com toda minha força, mas não adiantava. - Parei, parei. Relaxa! Deixa o cú folgado, finge que tá cagando. Isso...Huuumm! Apertadinho, arrochadinho. Gostoso! - Tira... Tá doendo muito... Tá me rasgando... - Vou mexer bem de vagar. Você já vai acostumar. Deixa eu pegar no seu pauzinho. Endurece o pinto, bebê. Não tava sentido nada além de uma grande dor no cú. Eu chorei que solucei. Mas também pensava no caminhão. Depois de uns minutos com a cabeça do caralho no meu ânus infantil e tentando bater para mim, Paulo estocou de uma vez meu cú. - AIII!!! TIRA, TIRA!!! Tá doendo!!! Atora dele invadiu meu cú por completo, quente, pulsante. Batia no meu estomago. Deu vontade de vomitar, eu me tremia todo. - Vai acostumando. Sente gostos. Ele deixou o pau no meu cú até eu parar de chorar. A dor foi diminuindo. Quando perdi as forças ele pode parar de me segurar com força, abraçou-me e ficamos em conchinha um tempão. Sentia os bagos cabeludos dele na minha bunda, suas coxas por trás das minhas e o pau dele pulsando dentro de mim. - Tá doendo? - Tá. Tira. - Só mais um pouco. Se você se comportar, eu vou deixar você escolher o caminhão. - Só mais um pouquinho, né - É. Ele tirava o pau até metade e depois metia tudo de novo. A dor realmente foi passando e ele se divertiu muito comigo. Logo estava deitado com a bunda para cima e ele socando no meu cú. - Você é muito gostoso, moleque. Bundinha gossstosa! Você vai sentir uma agüinha no seu rabo. Afff! AHHHNN! Tô gozando. A porra me invadiu, me lavou. Ele não tioru a rola e continuou comendo meu toba. Escorreu. Senti o saco dele melado com a porra que saia. Ele nos virou sem tirar o pau, fiquei deitado sobre ele com o cacete metido no cú, enquanto ele pegava nos meu ovos e cacete com uma mão e com a outra acariciava meu peito. Depois de muito tempo adormeci, sem me lembrar de ter tirado o pau mole dele do meu cú. Estava cansado e como já era muito tarde, peguei no sono sentindo meu cú latejar. Pela manhã estava coberto com meu cobertor, mas estava nu. Levantei-me e vesti a roupa que ainda estava sobre o sofá. Sentei-me e fiquei em silêncio. O relógio sobre a TV marcava 9:00h. Paulo estava no bainheiro, dava pra ver a perna dele pela fresta da cortina. Ele estava sentado sobre o vaso. - E aí, moleque! Já acordou? Tá com o cú doendo? - Um pouco. E o caminhão? - Eu sabia. Você caga mais grosso que meu pau, dá pra agüentar. - E o caminhão? - Vou comprar essa porra, tá? - Eu quero agora! Paulo saiu do banheiro e parou na minha frente. Pegou na minha cabeça com as duas mãos e esfregou seus órgãos genitais na minha cara, dizendo: - Você quer rola, infeliz? Toma! Cheira seu caminhão. Paulo parou quando comecei a chorar, me empurrando sobre o sofá. O cheiro do pau dele ficou impregnado no meu nariz. Saímos e escolhi o caminhão, era grande e de caçamba. Nem me lembrava da dor da noite passada. Chegamos em casa e Paulo preparou o almoço, era sábado e Rebeca só voltaria domingo. Fiquei brincando na cozinha, enquanto Paulo cozinhava. Almoçamos. Paulo tomou um banho e sentou-se nu sobre o sofá, me chamou e mandou-meeu tirar a roupa, dizendo que estava quente. Não tirei. Estava meio arredio. Paulo dormiu no sofá e eu fiquei sossegado, brincando com o caminhão. Paulo acordou por volta das 5 da tarde. Mandou-me ir tomar banho e eu me molhei com roupa e tudo, estava com medo de ficar pelado. Paulo viu que eu não saia do banho e abriu a cortina, brigou muito comigo por causa daquilo, mas não me bateu. Ele me deu o jantar e ficamos vendo televisão. Ele sentou-se do meu lado e colocou minha mão sobre o pau dele. Tirei rapidinho e me afastei para a outra ponta do sofá. - Quê foi, bebê? Tá com medinho. Deita aqui no colo do Paulinho. Fiquei em silêncio, olhando para a TV. Na hora de dormir, Paulo me chamou para dormir com ele. Já tinha dormido com ele várias vezes, mas não quis arriscar. Dormi no meu lugar, estava com muito sono. À noite acordei com o caralho de Paulo entre minhas coxas, estava completamente pelado e Paulo também, deitados e lado. Ele encaixado em mim. - Não. Vai pra lá! - Deita comigo. Pega no meu pinto. Paulo levou minha mão para trás, fazendo-a encostar-se ao pau dele. Levantei. Não sabia o que fazer. Paulo se levantou e me empurrou no sofá. Fiquei deitado para cima. Ele colocou minhas pernas sobre o sofá e veio por cima de mim, beijando meu pescoço e peito. A barba por fazer espetava minha pele. Murmurou no meu ouvido: - Vou comer seu cú apertadinho de novo. - Não. Levantou uma de minhas pernas e levou a mão ao meu rego. Gelei. Fiquei nervoso e no desespero, disse: - Vou falar pra Rebeca. Paulo se irou. Foi ao quarto e trouxe uma cinta. - Vai falar o quê? No meu ultimo grande ato de resistência, falei com a voz firme: - Vou conta isso pra Rebeca. Paulo veio sobre mim e segurou no meu braço. Joguei-me no chão, lutando para me livrar dele. Ele me deu três lapadas na perna antes de me deitas nas coxas dele. Ele batia com a cinta na minha bunda perguntando se iria falar alguma coisa e eu entre prantos respondia que não. Ele marcou minha bunda, pernas e costas com a surra. Quando parou, manteve-me deitado sobre suas pernas, abriu minha as apartes da minha bunda e cuspiu no meu cú, em seguida forçou a entrada do meu cú com o dedo, mas eu tranquei com força. - Tu que apanhar de novo? - Não. - Então relaxa que dói menos. Paulo alargou meu cú primeiro com um dedo depois com dois, sempre cuspindo. Era nojento. Girava o dedo dentro de mim, enquanto eu soluçava. Depois me mandou ficar de joelhos sobre o sofá, coloquei-me de frente para ele de joelhos. Com violência ele me virou de costas fazendo-me apoiar-me no encosto do sofá. Aquela posição deixava meu cú exposto para as maldades de Paulo. Ele pincelou meu rego com o pau dele, que estava babando, depois passou a tentar meter sem segurar na rola, mas ela sempre escapava para cima ou para baixo, enquanto isso Paulo acariciava minhas coxas e costas. Comecei a me acalmar, não estava sentindo dor, mas voltei a chorar, quando Paulo penetrou a cabeça e segurou-me pela cintura, cravando tudo no meu corpo franzino de 11 anos. Mandou eu mexer para frente e para trás, como não obedeci ele me puxou com tanta força para ele, que estralou. Repetiu a pancada e senti seu ovo batendo em mim. Forçava para não ser arrombado por ele, mas os braços fortes de Paulo sempre me traziam para ele. Comecei esperar que ele gozasse, mas isso não acontecia, o tempo não passava e eu me retorcia com a dor, que às vezes passava, mas que voltava toda vez que ele mudava um pouco o movimento e o anglo da rola. Já estávamos suados, quando ele me virou, me segurou pelos cabelos e me fez ajoelhar em sua frente. - Chupa! - Mas tá sujo! Paulo forçou o caralho na minha boca e a fudeu. Engasgava quando ele, segurando movendo minha cabeça, enfiava na minha garganta. Comecei a acompanhar o movimento, tentando não piorar minha situação, logo estava fazendo sozinho. Um chero de bunda e pau se misturava e a baba escorria da minha boca, grossa, grudenta. Paulo rosnou. Mandou chupar com mais força. E disse: - É pra beber tudo. Não quero ver nada no chão. Minha garganta encheu, engasguei, voltou um pouco que escorreu até meu queixo, molhando meu peito e barriga. Engoli uma, duas vezes, me deu vontade de vomitar, mas Paulo em meio a gemidos, disse que eu iria apanhar se vomitasse. Senti o cacete perder a rigidez e Paulo parou de forçar minha cabeça. Logo que pude corri para o banheiro e cuspi muito na pia, depois tomei um banho. Paulo ficou sentado no sofá, cabeça jogada para trás, pau escorrendo um restinho de porra. Quando voltei, Paulo estava deitado em sua cama. Fui até lá e falei: - Não vou contar nada, tá. - Tá bom bebê, mas eu quero mais. Você quer dá o cú ou chupar? Hesitei. Meu cú estava doendo muito, mas não queria por a boca no cacete dele novamente. - Fala! - Peguei na bunda, olhando para ele. Paulo mandou- me deitar, pensei que poderia dormir, mas logo ouvi os passos dele vindo para mim. Fiquei deitado. Barriga para cima. Cheirou meu pescoço e se ajoelhou, sentando-se depois sobre as pernas. Vez um sinal com a mão e eu bem mais dócil, virei de costas para ele, sentando-me sobre suas coxas que estavam bem juntas. Ele segurou o pau e eu fui sentando, doeu bem menos, meu cú já estava alargado e aquela posição tornava o pau dele menor, entrava menos em mim. Ele não mexeu muito, deixou meu cú apertado pressionar seu pau até gozar. Demorou muito tempo,mas depois que melou meu cú novamente, deitou-se me abraçando e dormimos. Acordamos muito tarde. Paulo estava deitado, quando abri os olhos, pegava no meu saco. - Vem. Puxou-me sobre ele. E disse que gostava de fuder de manhã, mas não ia me machucar. Alojou a rola entre minhas pernas e me mandou cruzá-las, sentia o pau dele ralando no meu saco, masturbou-se entre minhas pernas até gozar e eu o abracei, repousando minha cabeça em seu peito. Quando nos levantamos, fomo à padaria e Paulo comprou-me muitas balinhas. Durante todo domingo, Paulo brincou comigo. Rebeca chegou à tarde. Não disse nada. Para minha surpresa, na segunda, depois que Rebeca dormiu, senti um pau no meu rego, era Paulo, falou bem baixinho: - Não faz barulho. E pressionou o pau melado no meu rabo. Deixei ele fuder em silêncio, não gemi. Ele não chegou a tirar toda minha roupa, apenas baixou meu short e o short dele. Gozou e foi para a cama. Isso durou quase um ano. Sempre que podia, Paulo se aproveitava de mim, me fazendo de putinho.