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Conto Erotico Violentado por um taxista nordestino em SP

Saudações a todos. Este caso foi o mais louco e incompreendido que já me aconteceu. Pra mim começou como algo indesejado e forçado, mas acabou sendo uma das trepadas que até hoje me faz gozar no lençol quando me lembro. Molho a calça de melado onde quer que eu esteja quando lembro dessa foda. São Paulo é uma das cidades que mais gosto. Vida noturna é boa demais, porém neste dia, estava em Sampa para prestar um concurso público. Então a situação era tensa. Nem tesão eu sentia. Depois de dois dias de provas ferradas, eu tirei o peso das costas de ter tantas provas resolvidas. Pois bem, me saí muito bem, e para estravasar, resolvi sair domingo a noite. Nessa época, não curtia sauna. Andei pela av. paulista, augusta, e depois fui até o paraíso, no final da paulista. Lá pedi um taxi para ir ate um shopping qualquer. Só queria comer. Aqui começa a aventura. O taxista era tudo que eu gosto e me atrai. Mais velho,acho até que mais de 50 anos, brancão, com uma leve barriga de chopp, bigode, e com entradas bem expressivas na testa. Bem Turcão mesmo. Voz grossa e olhos pretos. Quando cheguei no meio do caminho, quis mudar o intinerário. Ele, com toda a educação aceitou. Tinha uma conversa boa e séria.Era culto e bem apessoado. Não falava nada de putaria nem de sacanagens ou palavroes. Assuntos que os taxistas gostam de conversar. Eu olhava para as pernas dele. Eram grossas, e pareciam torneadas. A barriga meio saliente escondia um pouco mas dava pra ver o volume do saco dele.Volumoso até. Sou podolatra.Adoro pés de machos. Fiquei olhndo os pés dele. Pisando nos pedais do carro com um sapato de bico quadrado bem novo e limpo. E o melhor era o perfume dele. Parecia importado. Não sei qual. De repente, o transito parou. Eu que estava aflorando o tesão pelo turcão ursão, Eu sou louco com essa masculinidade.Mas comecei a pensar no valor do taxi. Estava com dinheiro contado. A conversa continuou. Ele sabia coisas que eu havia usado nas minhas provas antes. Matemática, geografia, história. O parrudão era uma enciclopédia humana. Andamos tanto que ele me perguntou onde eu ficaria. Tremia por dentro.Pensei na hora, ME FUDI. Já havia ultrapassado R$50,00 a mais do que eu tinha. Eu disse, me deixe aqui por favor. Meu dinheiro não vai dar. Ele me olhou, e soltou um riso cínico e safado. Saiu sem se programar. Já vai voltar pra casa sem dar umazinha. Em mais de 40 minutos de conversa, ele tinha sido vulgar pela primeira vez com este comentário. Eu respondi: Vou ficar sem nada. E ainda vou te dever. Mas eu te mostro meu hotel e eu pago o restante.Deixo até um pertence meu com vc para garantir que eu volto e te pago. Sem aviso, ele deu uma gargalhada safada e disse: esquenta não, deixa eu te dar uma enrabadinha que fica tudo certo. Depois ele coçou o saco demoradamente. Olhei e vi que tava armadão. Fiquei calado. Achei que era brincadeira. Mas não era. Qdo vi, o turco tava com a mão no zíper. Ele disse: vou te dar o que vc estava procurando. Pedi pra sair do carro. Os vidros estavam trancados. Vi que não tive escolha. O taxista turcão tava de vara erguida já. ele só pois a mão na meia, ameaçando que tinha um canivete ou uma faca, e pediu pra eu abaixar minhas calças. Tentei pedir socorro, mas fiquei com medo de tomar uma facada. Virei o cu pra ele. Na verdade, ele mandou eu virar o cu e ficar calado. Ele nem disse nada. Segurou meu pescoço, cuspiu no rumo do meu cu e meteu o cacetão grosso nele. Eu gritei alto. Doia pra caralho. Eu falava: tira, que ta me arregaçando, seu turco da porra. Tira seu velho filha da puta, ta me rasgando. Turco da porra. Tira essa pica do meu cu que ta me rasgando. Mas não reagia fisicamente. Achava que ele estivesse com um canivete. Ele falava, cala boca que quero embucetar esse cu. Pedi para ele ao menos usar camisinha.Poe camisinha, desgraçado, pelo menos isso velho da porra, eu falava pra ele. Ele disse que só queria me dar uma lição. que não iria me sacanear, e que qdo foze gozar, iria tirar o caralho e esporrar na minha boca. Disse pra eu não me preocupar que ele só mete em cu que ele tem certeza que é de boa qualidade. A dor e o medo foram virando tesão. O tio metia bem demais. O pau não era grande ao extremo mas era grosso demaaaais. E como o estuprador de viado safado igual eu, ele estava fazendo aquilo pela primeira vez. Ele falava que só meteu no me cuzinho por que sabia que eu sou macho, e queria um cu apertado pra fazer de buceta. Ele continuava apertando minha garganta com uma das mãos, gemia e urrava. A barriga dele que não era grande, mas persistia em ser saliente, e o lugar que agente estava, dentro do taxi, fazia com que o caralho dele entrasse só até a metade.Isso reduziu a sensação de desconforto. Meu cu tava seco. Foi quando ele disse que queria me esfolar, pra eu não sair por ai enganando taxistas. Foi quando ele deu uma estocada até o talo. Que cacete duro e grosso. Ele me arregaçou. E se arregaçou tbm. Fudeu meu cu a seco e esfolou o pau dele da cabeça até a base junto. Depois da estuprada, ele nem gozou. Disse que iria me levar e sair pra achar mais um cu apertado pra embucetar. Mas acabei surpreendendo ele. No fim, acabei chamando aquele estuprador velho desgraçado pro meu quarto. Ele não estava armado. Só queria me coagir pra forçar uma metida. E depois de me pegar à força, arregaçar cada prega do meu cu até me esfolar e quase me enforcar, eu fui pro quarto e dei o resto da noite pra ele. De quebra ainda lambi os pezões dele que eram lindos. Adoro pés de macho. O turco me liga até hj. Sempre pedindo desculpas. Ele disse que está me esperando, pra embucetar meu cu de novo. Essa trepada foi a mais louca, e uma das que mais me deu tesão. To escrevendo esse conto com o cu ardendo. O turcão me enrabou há umas duas horas atrás e saiu pra dirigir o taxi dele. Safado, tesudo e mete bem. Vou colocar uma camera escondida naquele taxi pra ver o que rola com os outros viadinhos que entram naquele antro. Mas ele disse que tesão pra pegar e enrabar a força, foi só comigo. Não sei se fui estuprado, ou só tomei uma enrabada mais violenta , inesperada e forçada. Mas gostei.
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