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Conto Erotico A cuidadora de casado

Morava em um prédio que tinha muitos idosos e consequentemente muitas enfermeiras e cuidadoras de idosos. Um dia encontrei com uma dessas cuidadoras no hall dos elevadores e puxei conversa. Seu nome era Mariângela e trabalhava no sétimo andar, dois após o meu. Foi uma conversa rápida e de amenidades. Desci no meu andar e ela seguiu até o dela. Mariângela é gordinha, pele morena, cabelos pretos e olhos castanhos escuros. Uma bunda deliciosa e 32 anos, casada pela segunda vez e uma filha. Depois de várias semanas voltei a encontrar com Mariângela, desta vez dentro do elevador. Tinha acabado seu horário e ela estava indo para o ponto de ônibus. Peguntei se podia acompanhá-la e ela concordou. Fomos em direção a um parque que tem aqui na minha cidade onde ela cortaria caminho até a avenida principal. Quando entramos no parque perguntei se ela estava com pressa. Ela disse que não podia demorar. Convidei-a para fazer um lanche em uma barraquinha de pastel. Puro pretexto para ficar mais alguns minutos com ela e saber mais um pouco da sua vida. Enquanto comíamos o pastel, ela contou que morava com a mãe estava casada pela segunda vez (na realidade, se juntou com o atual namorado) e tinha uma filha do primeiro casamento. Perguntei na lata como era o namorado na cama e ela com vergonha disse que ele era "mais ou menos". Que preferia a pegada do primeiro. Mas ele tratava as mulheres da casa muito bem e isso era o que importava no momento. - Sexo gostoso a gente pode conseguir fora de casa. Mas uma pessoa que cuide da gente é mais difícil, respondeu. Não disse nada. Apenas dei um sorriso. Terminado o lanche deixei ela no ponto de ônibus e fui fazer minhas coisas. Trabalho a maior parte do tempo em casa, só indo ao escritório em caso de urgência, tenho horários bem flexíveis. Minha mulher, que também é minha sócia, consegue administrar bem o escritório. Alguns dias depois, encontro Mariângela na portaria e ela disse que ia aproveitar a hora de almoço para pagar uma conta no banco. Perguntei se ela tinha almoçado e ela disse que não. Fiz o convite para que ela almoçasse comigo na volta. - E sua mulher?
- Estou só em casa. Ela só volta à noite. A campainha toca e ao abrir a porta encontro uma sorridente Mariângela. Ela entra e miro na bunda gostosa modelada por uma calça jeans justa. Falo que o almoço (uma lasanha) está no forno e quase pronta. Sabia que ela não poderia demorar e parti para o ataque. - E como anda o sexo gostoso?
- Só sexo, de gostoso nada, responde. Aliso suas coxas e pergunto se ela quer um agora, antes do almoço. Ela me surpreende: - Fode meu cú bem gostoso? Adoro dar ele, mas o meu namorado não sabe fuder um rabo direito. Já fui abrindo o botão da sua calça e ela ajudando a tirar a minha roupa. Os dois nús, corri para pegar uma camisinha e o lubrificante. - Fica de quatro no sofá que vou dar um trato nesse rabo. Ela obediente, ficou de quatro e empinou a bunda. Passei o lubrificante no seu cuzinho, arrancando suspiros da cuidadora safada. Coloquei uma camisinha e fui enfiando devagar. Quando a pica estava toda dentro comecei a entrar e sair forte, segurando-a pelos cabelos. Mariângela empinava ainda mais a bunda e pedia para socar mais, pois estava gostoso. Aproveitei para alisar a sua buceta e enfiar dois dedos. A posição não era das mais confortáveis, mas momentos depois veio uma bela gozada. Ela tremia toda. - Matei a vontade de dar o cuzinho. Falei que queria gozar e pedi para ela abrir a boca. - Você precisa experimentar o molho branco da lasanha, disse rindo. Mariângela abriu a boca e engoliu o meu cacete. Uma delícia de chupada. Entrava macio. Não consegui segurar por muito tempo e gozei muito na sua boca, que ia engolindo satisfeita toda a porra que era jogada em sua boca. Enquanto ela foi se lavar, servi o almoço, pois ela tinha que subir para trabalhar. Repetimos mais três vezes, sempre ela querendo se satisfazer dando o cuzinho primeiro. Era uma verdadeira tarada na arte de agasalhar uma pica no cú. Gemia, rebolava, pedia para bater na bunda e apertar os bicos dos seios bem fortes. E na sequência gozava muito. Nesses quatro encontros fudi sua buceta uma vez apenas. Ela gostava era de cacete no rabo. E adorava gozar assim. - O corno não sabe fuder um cú e eu adoro dar ele, então meu cú é só seu, costumava repetir. E como gosto de deixar um corno feliz, fudia muito o cú da Mariângela. Era seu "cuidador de cú". Me mudei desse prédio e como ele era um pouco longe do prédio em que a Mariângela trabalha, acabamos sem as fodas.
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