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Conto Erotico A Melhor Transa da Minha Vida

Acabamos de nos mudar para nossa tão sonhada casa nova. Somos casados há 5 anos, não temos filhos e batalhamos para construir uma casa perfeita. Nossa mudança terminou, organizamos tudo em 4 dias (estamos de férias) e agora podemos curtir. Eu amo demais minha mulher. Ela é gostosa ao extremo, tenho uma tara exagerada por sua bunda, sua bucetinha lisinha que ela mantém sempre depilada pra mim. Assim que terminamos um árduo trabalho de mudança, quis curtir um dia de sexo no novo endereço. Sou sexólatra, penso nisso todos os dias, o tempo todo. Começamos pela garagem que fica no nível inferior. É bem grande e como está totalmente nova convida a curtir. Chegando do supermercado, ao descarregar as compras minha mulher reclinou para abrir o porta malas de nosso SUV. Eu nem mais lembrei-me de que havia algo no carro; agarrei-a por trás com força e comecei a beijar seu pescoço. Ela ficou apavorada pois o portão ainda estava aberto e tem outra construção ao lado (estamos em um condomínio fechado, relativamente novo e com alguns imóveis em construção). Aquilo pra mim era ainda mais inspiração pois sou totalmente exibicionista. Joguei as compras no chão da garagem mesmo e coloquei minha gostosa sentada no porta malas gigantesco. Tirei toda sua roupa e comecei a chupar diretamente sua bucetinha. Aquela coisa rosadinha, recém depilada parecia conversar comigo. Minha língua ia e vinha com tanta habilidade que parecia não querer terminar jamais. Resolvi deitar os bancos traseiros pra termos uma "cama" completa. Deitei-a e continuei a lamber sua xaninha, subindo então pelo umbigo (ela adora), passando pelos peitinhos (são pequenos e deliciosos) chegando até sua boca fogosa. Fiquei mais de 20 minutos em pleno prazer naquele corpo maravilhoso. Chupei tanto sua bundinha que chegou a ficar vermelha. Meu cacete parecia uma rocha de tanto tesão naquele local, pela primeira vez (eu adoro novos locais de transa, isso me excita ao extremo). Coloquei a cabecinha, apenas a cabecinha da minha pica em sua boca e pedi que ela chupasse bem devagarinho; antes, virei-me de frente para o portão da garagem pra garantir que alguns operários da construção vizinha batessem uma punhetinha com a visão parcial devido eu estar a meio subsolo (o terreno tem um pequeno desnível) mas possível de se ver pois não temos muros e a garagem é bem larga. Minha mulher chupava com maestria. Eu fiquei um bom tempo de joelhos sendo devorado por aqueles momentos. Depois disso eu coloquei minha mulher de quatro e comecei a penetrar, bem devagarinho sua bucetinha, parcialmente lubrificada. Como eu carrego dentro do carro óleos de massagem, mais que depressa peguei um com sabor de banana com canela, que aquece, e lubrifiquei sua xaninha. Soquei de uma só vez o cacete bem fundo tamanho era o meu tesão. Ela deu um gemido que despertou muitos marmanjos operários; certamente alguns deles pararam de trabalhar para uma masturbação diurna, mas eu não me preocupava com isso, queria apenas curtir aquele momento. Fiquei no vai e vem com aquela bucetinha até minha mulher gemer de prazer. Ela pedia pra eu não parar, gritava loucamente de prazer até chegar a um orgasmo. Eu ainda não estava satisfeito. Queria mais. Tenho certa dificuldade pra ejacular, as vezes demoro muito e ela nem sempre aguenta tanto tempo. Eu queria algo a mais e ela sabia o que era, e, apesar de não gostar muito ela entende minha tesão e liberou seu rabinho pra mim, afinal, era nossa comemoração de nosso novo endereço. Lubrifiquei bem seu cuzinho e coloquei a cabeçorra na portinha do seu rabo. Logo ouvi um grito: "come logo o rabo dela, deixa de enrolo" (era um operário desesperado de tesão). Baixei então o portão da garagem pois queria agradar minha mulher e sei que ela não gosta de se exibir. O que aconteceu depois, dificilmente viverei de novo. Foi tão bom, tão gostoso que eu nem sei como descrever. Eu colocava e tirara do seu cuzinho apenas a cabeça do cacete em movimentos rápidos, mas suaves pela lubrificação. Como o rabo da minha mulher é muito apertado eu sentia um prazer inenarrável. Aquilo estava gostoso demais pra ser verdade. Ela não reclamava de dor como de costume mas também estava gostando e pedia pra eu enfiar tudo. Eu parecia um sado e só colocava a cabeça pois estava bom demais. Nós dois, na garagem de nossa nova residência, transando, sexo anal, de férias, etc. O que mais eu podia querer? Quando achei que aquilo era o máximo que eu podia esperar minha mulher me disse: "Enfia tudo de uma vez que eu não aguento mais e depois lhe dou uma surpresa". Minha curiosidade foi tanta que eu enfiei o pinto até o talo da bunda dela. Ela levou um choque imenso devido a minha força desproporcional porém achou muito prazeroso. Tirei o pau da bunda dela mas ainda não tinha gozado. Ela então me puxou pelo braço e disse que me daria um presente. Subimos as escadas para o primeiro pavimento onde está também o deck, área da piscina. Ela sabe o quanto eu sou exibicionista e me deu o melhor presente da vida: Colocou-me sentado à beira da piscina, entrou na água e iniciou uma chupeta no meu pau, que não amolecia de jeito nenhum, como eu nunca tinha recebido antes, sem se importar se alguém podia ver ou não. Eu não estava acreditando pois ela não gosta de exibicionismo. Acho que era um agradecimento pela casa maravilhosa que eu havia construido especialmente pra ela. As chupadas dela estavam tão boas que se chegasse alguém naquele momento eu nem notaria. Eu gemia como nunca antes; meu tesão era imenso como jamais havia alcançado; eu estava ficando louco quando então chegou o momento de ejacular. Ela não tirou nem um segundo sequer o pau da boca, pelo contrário, quando percebeu me momento enfiou tudo até na garganta e eu joguei todo meu líquido dentro dela. Ela continuou a chupar até que eu pedi pra ela tirar a boca pois eu estava quase desmaiando de tanto prazer. Foi a melhor chupada que qualquer homem jamais teve na vida. Ficamos ali, na mesma posição por mais uns 20 minutos (sei lá, talvez mais, perdi a noção do tempo) descansando de nossa maratona. Depois de guardarmos as compras tudo se reiniciou e eu queria comê-la em todos os espaços possíveis da casa e mais na área externa. Tínhamos tempo pois estávamos de férias ainda por mais uns 10 dias. Volto a contar cada detalhe de cada transa nos demais cantos da casa. Não peço pra ninguém acreditar que este conto é verdadeiro pois eu não acreditaria se fosse leitor mas um dia, se eu puder ou achar uma forma de provar, vou publicar todas as gravações que fiz pois tenho 32 câmeras de segurança instaladas na minha casa e nada escapa a elas. Beijos a todos e tenham uma boa transa
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