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Conto Erotico A SORRIDENTE SANDRA

A SORRIDENTE SANDRA Minha estatura alta e um porte físico corpulento me atraíram para uma profissão onde tais qualidades são valorizadas. Foi assim que, meio por acaso, fora trabalhar de segurança. Atualmente trabalho na portaria de uma universidade onde já foi, por várias vezes, cantado por alunas e funcionárias daquela instituição. Porém, minha ética profissional, até aquele momento, falava mais alto. Termino o expediente por volta das 20:00hs e vou de ônibus até minha casa que passa um pouco distante do meu bairro, onde tenho que caminhar por uns 30 minutos. Numa dessa caminhadas para casa, ao terminar meu expediente, observei à minha frente, sentada num banquinho na calçada do outro lado da rua, uma loira com as coxas mais grossas que pude ver naquela noite. Falo assim pois o fluxo de mulheres bonitas e atraentes em meu trabalho é enorme. Eu caminhava cada vez mais próximo dela e resolvi atravessar a rua para passar assim bem junto daquela moça. Notei que não estava sozinha, haviam três crianças brincando de bicicleta na rua e a loira estava vigiando ambas. Estava a uns dez metros daquela espetacular fêmea, quando ela notou minha aproximação, percebendo que a encarava como um predador, então entrou no jogo e passou a me fitar fixamente. Aquela gostosa estava com uma camiseta regata branca, um shortinho jeans e com os cabelos encaracolados grandes e soltos. Sabendo que um homem estava a observá-la, começou a ajeitar os cabelos e passar as mãos sobre as pernas - não sei se tal ato era incômodo ou sedução - porém não tirara os olhos de mim. Passei ao seu lado e, para deixa a impressão de cordialidade desejei uma ''Boa Noite!''; ela abriu um belo sorriso e respondeu: - Boa noite, lindo! Aquela era realmente uma oportunidade para eu buscar uma aproximação, porém tremi; e se ela estivesse só sendo cordial comigo, uma mulher tão bonita como aquela deveria ser casada. Continuei caminhado agora deixando-a para trás e resolvi voltar minha cabeça para ver aquelas coxas pela ultima vez. Ao olhar para trás notei que estava acendendo um cigarro, ainda me visando. Certamente ela seria homenageada por mim com uma gostosa masturbação, antes de ir dormir. Na noite seguinte, pensei naquela loira por várias vezes e saí do trabalho, à noite, torcendo para vê-la novamente. A lua estava cheia, sua rua vazia e ela estava lá agora com duas crianças a brincar de bicicleta. Aquela era minha chance de buscar, pelo menos, seu nome. Me aproximei daquelas coxas suculentas e vi que esta com um cigarro aceso. Mesmo eu não sendo um fumante disse: - Olá moça, boa noite. Eu não encontrei nenhum lugar aberto para comprar cigarros, você poderia dar um dos seus? Ela sorriu surpresa com minha investida e colocou as mãos no joelho para dar um impulso e se levantar daquele banco dizendo: - Vou buscar em casa, espera só um pouquinho. - Entrando assim pelo portão e desaparecendo. Ao levantar e virar-se de costas fiquei admirado em ver que ela não só tinha um par de coxas torneadas, mas também um traseiro maravilhoso!!! Meu coração estava a mil batidas por minutos e meu pau estava se destacando por baixo de minha calça e, disfarçadamente, o ajeitei. Ela retornou sorridente com cigarro, telefone e um isqueiro. Acendi aquele bastão branco fingido dar tragadas como um fumante inveterado; olhei para as crianças que estavam andando em círculos com suas bicicletas no meio da rua e perguntei. - São suas filhas? - São, essas bênçãos tem que descarregar as energias para poderem dormir, senão bagunçam a casa todo e eu não tenho tempo de arrumá-la - pela informação que dera era sinal que queria puxar assunto, então perguntou - você tá vindo do trabalho né? Ficamos conversando por algum tempo e descobri que ela chamava-se Sandra, era recém separada, morava ali a poucos dias de aluguel, trabalhava numa indústria alimentícia e, aproveitava aquele pouco tempo que tinha para ficar com suas filhas, que passavam o dia com a nova madrasta. Então, para mudar de assunto, confessei: - Que saber de uma verdade? Eu não sou fumante, te pedi cigarros para falar com você. Ao passar por aqui, ontem a noite, não sei o que aconteceu pois pensei o dia todo em você e resolvi tomar coragem hoje. - Se quer falar comigo mais vezes anota o número do meu telefone então - ela dizia isto passado a mão novamente pelos cabelos cacheados que expelia um aroma agradável de xampu. Despedi-me dizendo que iria ligar assim que chegasse em casa. Corri para tomar banho e engolir algo, pois estava com muita fome, então peguei o telefone sem fio da sala e fui para meu quarto. Iniciamos uma conversa mais quente - pois eram apenas as nossas vozes, sem olho no olho. Elogiei seus dotes e que tinha observado seu cabelo cheiroso, além do seu sorriso. Ela então disse-me que também gostava do cheiro daquele creme de pentear e completou: - Minha bunda é a parte mais sensível do meu corpo, adoro ganhar beijinhos nela, e outras coisas mais! Faz sete meses que não mostro ela para ninguém, você tá afim de vê-la? Aquilo me deixou cheio do tesão, então disse: - Caralho Sandra! Você me deixou com o cacete todo intumescido, mal tá cabendo na cueca. Tô colocando ele para fora agora. - Toca uma punheta para mim, aperta bem a mão para imaginar que é meu cuzinho. Eu já estou fazendo o mesmo aqui a algum tempo. Bati uma gostosa punheta ouvindo ela gemer do outro lado da linha, então passei a falar: - Hummm, tá muito gostoso, minha safada! Esfrega este grelinho, enquanto toma no cuzinho! Ela passou a respirar ofegante e eu já punhetava com muita velocidade, quando sussurrando me disse: - Ai, ai, ai! Tô GOZAAAANDO... SEU FILHO DA PUTA!!!. Ela parou de falar e eu ouvia agora apenas uma respiração ofegante de cansaço na linha. Concentrei-me então no meu pau e gozei dando esguichadas que atravessaram literalmente todo o quarto. Perdi a consciência por alguns segundos quando ela perguntou. - Foi bom né? Passa aqui amanhã a noite que será melhor ainda. Agora tenho que descansar pois daqui a pouco vou trabalhar - e completou - beijo no pau e sonhe comigo! Na noite seguinte sai do trabalho e parti cheio de expectativas para casa de Sandra. Dentro do ônibus ela me ligou, querendo saber se não iria encontrá-la. Falei que já estava a caminho, porém tinha fome pois estava um bom tempo sem alimentar-me. Ela, animada, disse que me esperaria então para o jantar e que o prato principal já estava quente; despedindo-se em seguida. Já próximo ao seu portão não a vi, como de costume, sentada na calçada e retornei a ligação: - Sandra, já estou no seu portão, abre para mim. - Abro gostoso! vou abrir tudo para você. - e veio ao meu encontro, cheia de dengo, e completou - Já chegou do trabalho mozinho, mamãe fez comidinha para você. Entrei no quintal e notei que haviam lá, além da casa dela, mais três outras alugadas. Seu espaço era pequeno e bem simples; havia apenas um quarto grande (com uma cama de casal, guada-roupa, uma cômoda com uma TV em cima mais duas bicicletas pequenas), cozinha e banheiro. Ela estava sozinha, então resolvi perguntar pelas suas filhas. - Estão com o pai. Disse que faria hora extra e não poderia buscá-las naquela noite. - então ela foi até o quarto e trouxe uma toalha - Pega, toma um banho gostoso para se refrescar enquanto coloco a nossa comida, completou. O jantar foi regado com vinho e uma conversa sobre nossas profissões, foi quando entrou no assunto de flertes e cantada no trabalho que apimentou nosso diálogo. Ela então levantou e posicionou na minha frente, pude então contemplar seu corpo mais de perto e tocar naquela carne alva. Sandra estava com uma camisetinha regata vermelha e uma saia jeans e quando fui alisar seu bundão por baixo do tecido observei que não usava calcinha. Realmente era sua bunda a parte mais sensível de seu corpo pois quando a acariciei ela fechou seus olhos e delirou, como se estivesse lhe tocando intimamente. Ela então sentou no meu colo e ficamos alí nos beijando e curtindo por alguns minutos, como dois adolescentes namorando. Ela sentia meu pau rígido e esfregava seu rabo grande sobre ele enquanto mamava suas pequenas tetas com todo carinho de um filho, aquilo era ótimo uma vez que seus seios cabiam todo em minha boca. - Venha gostoso, vamos para cama que agora é minha vez de mamar no teu cacete - disse ela me arrancando daquela cadeira e jogando-me sobre a cama, como se eu fosse um pajem a servi-la, libertou meu pau que já latejava de tão duro exclamou ‘‘nossa que grande meu bebê, dá ele pra mim dá’’ - Eu só empresto, depois me devolve. - Não! - ela respondeu enfiando-o todo na boca fudendo como se fosse a própria buceta dela que estava alí, ficou assim me deixando a ver estrelas de tanto tesão, e de repente parou, e me olhando nos olhos completou - Ele não é meu? - Ele sempre foi teu, nasceu na medida certa para te completar. Ele é todo teu - disse isso como que implorando para continuar, ela riu vitoriosa e o colocou novamente na boquinha. Aquela era a maior chupada que levei em minha vida, sua boca realmente parecia uma buceta aveludada e criava um vácuo delirante em meu caralho. Não aguentando mais aquelas investidas anunciei meu orgasmo, ela deu dois gemidos de ‘‘Hum, hum’’ e intensificou os movimentos, agora massageando meus testículos com muito carinho. Em instantes explodi numa gozada que deixou todos meus músculos tensos e passei a tremer convulsivamente; ela parou , sem tira-lo da boca , esfregando sua língua sobre a cabeça e observando meus atos. Gozei tudo em sua boca que lotou com meu leitinho, ela sugou ainda mais e depois engoliu tudo ‘‘algo que até então só havia visto em filmes eróticos’’ e concluiu: - Nossa, você sofre tanto quando goza, parece que vai morrer! Venha ver como minha bucetona tá toda melada, tá escorrendo até pelo meu cuzinho. Cai de boca em sua buceta encharcada, lambendo com a pontinha da língua sobre seu clitóris e enfiando um dedinho em sua xana. Coloquei mais um dedo, três, quatro e ela gemendo cada vez mais alto; quando notei já estava fazendo um ‘‘fisting’’ com a mão enfiada toda em sua buceta grande. Ela segurava meu pulso e forçava ainda mais minha mão para dentro de si e dizia: - Fode gostoso, é assim que gosto, me arromba toda que tá gostoso! Minhas lambidas intensas em seu grelo não duraram muito e ela, dando urros como uma vaca a mugir, fechou as pernas, prendendo minha mão em sua gruta e gozou soltando palavrões: - Caralho, tô gozaaando! Filho de uma égua! Seu puto!!! Sandra realmente desmaiou com aquele orgasmo intenso que me deixou de pau duro novamente. Aproveitei que estava esticada e me posicionei sobre seu corpo, encaixando-me entre suas pernas. Fiquei metendo bem de vagar, quando ela abriu os olhos e passou a gemer baixinho apertando minha bunda. Aquela gostosa afastou suas pernas ao máximo, erguendo sua cabeça para me olhar metendo em sua xana. Aquela buceta realmente era bem úmida e larga e ela sabia disso, ela sempre sorrindo disse: - Quer ouvir minha bucetatona falar? Preste atenção. Rapidamente se posicionou de quatro, com os seios encostados na cama e seu bundão todo empinado. Conforme minhas investidas, sua vagina começou a produzir um barulho como se estivesse peidando; aquele som era bem alto e cômico para nós dois, então perguntei sobre o que sua xoxota estava falando? - Tá pedindo que você me foda com força - e passou a pedir que enfiassem mais forte e rápido, aumentando a intensidade do som de que vinha de seu canal vaginal; ela delirava com vários gemidos e palavrões que se misturavam, saindo tudo daquela boca vadia - hummmm, não seja viado, me fode com força. Isto, assim seu puto... hummmm, assim tá gostoso! Sandra curtia com volúpia aquela foda quando, para atrapalhar nossa noite, seu telefone tocou sobre o criado-mudo. Ela identificou a chamada, que era de seu ex-marido, e resolveu atender no viva-voz. Para que minha gata se concentrasse na chamada parei de come-la, porem minha atitude a fez olhar para trás com olhar de repreensão e moveu os lábios falando em silencio: - Me fode, não para caralho! Como um bom menino resolvi não contrariá-la e voltei a meter naquela buceta, batendo minha barriga em seu rabo grande. Seu ex queria trazer suas filhas de volta pois não estava conseguindo controlá-las e naquele momento as duas estavam de castigo vendo TV; Sandra perguntou por que elas estavam de castigo e o carinha respondeu que momento antes as meninas estava pulando sobre a cama da madrasta, rasgando assim uma de suas colcha bordada e completou: ''Nos espere pois estou levando elas''. - Rafael, você não pode fazer isto comigo hoje; eu tô com um caralho maior que o teu socado em minha vagina - respondeu insanamente Sandra. - Porra Sandra eu estou falando sério, para de brincadeira. A Márcia (sua nova mulher) não esta dando conta. - Faça então o seguinte, tira agora as duas do castigo e deixe-as brincar a vontade; quando as duas descarregarem toda sua energia vão dormir como duas pedras. Mas não tragam elas, que já é tarde, tchau! Desligando o telefone. Sandra olhou para mim e pediu que colocasse em seu traseiro, saindo de baixo o posicionando na posição de frango assado. Eu realmente estava tendo a visão do paraíso - quando morrer e for para o céu, aquela visão da rabuda de Sandra em frango assado estará me recepcionando lá. Posicionei minha cabeça em sua xana para poder lubrificar seu rabinho com minha saliva, foi quando ela fez uma pressão na barriga e aquela racha voltou a peidar. - Ela está com ciumes - disse sempre sorrindo. Após deixar bem molhadinha e enfiar um, dois e três dedos para lacear; posicionei a cabeça do pau na entrada e ela ajudou colocando suas mãos nas nádegas para abrir seu rabo. Enfiei bem de vagar porém tudo de uma vez. Ela serrou os olhos e daí não abriu mais. Em instantes estava metendo com todo vigor que um macho sedento tem por uma fêmea devassa. Em poucos minutos, dando pirocadas naquele cu que fervia meu caralho de tão quente que estava, ela gozou tocando uma siririca. Eu em seguida, ouvindo seu urros, ejaculei enchendo todo seu túnel negro com leitinho. A gozada foi tão intensa que quando tirei o pau metade da porra fugiu e escorreu para sua bunda. Fomos tomar banho, um lavando o outro e voltamos a deitarmos, já cansados para dormir; quando o telefone tornou a tocar novamente. Era seu ex agradecendo pela dica e falando que tinha tudo dado certo, então questionou sobre aquela história sobre estar com um pinto na buceta, foi quando ela confirmou: - Era verdade, você não ouvia o barulho da minha bucetinha falando ao fundo? Aquele som não dá para esconder ou imitar. Agora ele está deitadinho do meu lado pois vou fazê-lo dormir, boa noite com sua mulher! Sandra me acordou ainda de madrugada para ir embora pois tinha que trabalhar dizendo que me ligaria pela tarde. Foi à noite, quando eu já estava terminando meu horário de trabalho, que ela ligou. Disse que seu ''ex'' estava em sua casa para conversar, ele estava muito nervoso e agitado e pediu para eu não passar por sua rua esta noite. Fiz como me pediu naquele dia. No dia seguinte e em toda semana não a procurei. No Sábado e Domingo não tive notícia dela apesar de tentar varias vezes ligar em seu telefone móvel. Foi então na Segunda que tive a convicção do que estava acontecendo; havia uma placa de ''Aluga-se uma Casa'' no muro onde ela morava. Realmente a sorridente Sandra tinha voltado para seu ex-marido. feraadestrada@gmail.com
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