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Conto Erotico A Terapia Sexual

Acordei com um enorme desejo de transar e sentir aquela sensação gostosa de perigo. Para minha alegria hoje era dia de consultinha psicológica. Não precisei pensar duas vezes, era o meu dever comer a deliciosa Psicóloga Adriana, uma morena de 27 anos com uma bundona suculenta, seios fartos e um par de pernas incrível. Sempre a respeitei muito e a nossa relação era somente de Psicóloga e paciente. Mas confesso que já me masturbei inúmeras vezes pensando naquela carinha de nerd safada com óculos. Desde que comecei minha terapia, há três anos, tenho uma queda pela linda doutora. Hoje estava tão confiante e corajoso, tinha certeza que iria transar bem gostoso com Adriana. Entrei no consultório já excitado, meu pau estava durão que nem aço. Ela percebeu o volume na calça e para me provocar tirou o seu avental médico. A gostosa estava com uma calça preta fininha colada no corpo e uma blusinha de alcinha lilás. Começamos a consulta e eu já fui falando de sexo, da minha vontade enorme de transar, então logo abri o jogo, contei do desejo que ela me despertava. Arrisquei mesmo, era tudo ou nada. A sorte é que foi tudo e mais um pouco! Ela, com carinha de safada, disse para eu realizar todos os meus desejos, pois isso fazia parte da nossa terapia. Fiquei mais feliz que criança ganhando chocolate e brinquedo. Abaixei a minha calça e cueca e ela começou a chupar o meu pau, cuspindo e fazendo barulhinhos com a boca. Peguei a cadela da Psicóloga pelos cabelos, esfreguei a carinha dela nas minhas bolas, dei uns tapas em seu rabão e a coloquei de quatro em cima da mesa. O tesão me dominava, arranquei a calça da safada que estava sem calcinha e meti a vara bem gostoso em seu cuzinho vermelho. Ela não falou nada, somente gemia com um prazer infinito. Estava tão intensa a nossa transa, era algo sublime. Comecei metendo devagar e fui aumentando o ritmo, meu pau entrava e saia daquele cuzinho apertadinho com muita força. Depois eu deitei na mesa e ela veio por cima de mim, sentando bem gostoso na minha rola e rebolando muito. Nessa manhã fizemos coisas que nem Freud explica! Em cima daquela mesa marrom, a Psicóloga subia e descia sentada no meu pau. Ela se comportava como uma verdadeira putinha descarada. Sua bucetinha estava toda molhadinha e quente, pois a sensação de perigo trazia ainda mais prazer. Mamei demais nos peitões de vaca leiteira da Adriana. Naquela manhã, depois de trepar em diversas posições, eu não podia deixar de cair de boca e passar a língua na bucetinha da doutora, foi quando ela gozou igualmente uma condenada. Eu também gozei depois nas lentes dos óculos dela, foi tão intenso e selvagem. Essa foi minha melhor consulta psicológica, curou várias fobias e vários traumas!
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