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Conto Erotico Cabaço de mulher casada 2

Cabaço de mulher casada 2 Cabaço de mulher casada 2. Estava atordoado na cama, quando uma mão suave tocou meu rosto e me acordou. Custei a acordar, até que vi aquele rostinho bonito. - Acorda amorzinho! Aquela baixinha tinha me detonado e eu só pensava em dormir mais um pouco, começou se aninhar no meu peito como um bichinho. Pensei com meus botões: Acho que ela quer mais! Levantei e fui ao banheiro, e me dei conta que meu pau estava muito vermelho e esfolado. A baixinha realmente era apertadinha, ri sozinho e me enfiei na ducha. Meire entrou sorrindo e começou a se olhar no espelho, cara ela é pequena, mas muito gostosa, reparei na bundinha: Arrebitada e redondinha. Automaticamente comecei a ensaboar meu pau, e não é que falecido reagiu, mesmo esfolado deu sinal de vida. Comecei a elogiar seu corpo e de como ela era apertada, ela respondeu que não era mais menina e na praia atraia os olhares. Concordei, alem de gostosa a sua bucetinha era muito apertada! Sai da ducha e comecei agarrá-la por trás, o espelho refletia a nossa imagem; dois amantes nus, o que ela achou lindo! Eu ainda molhado comecei bolinar aqueles seios pequenos e encoxar aquela bundinha, ela ronronava baixinho, tentei penetrá-la, estava úmida e muito apertada, ela virou-se e disse: - Não falei que tinha pouco uso. Rimos bastante e ela em de confissão me disse: - Nunca ninguém me bateu com o pau na minha cara e gozou. - Gostou! - Adorei, mas me deixa tomar um banho que estou gozada por fora e por dentro. Fiquei no quarto, olhando para o espelho no teto, quando ela me chamou. - Amorzinho, me passa a toalha! Entreguei e notei que seus cabelos estavam molhados, me deu um beijo longo e disse que estava apaixonada. Mostrou-me a bucetinha e disse: - A queridinha esta inchada e ardida, mas estou realizada. Beijou-me novamente e foi para o quarto, começou a passar hidratante pelo corpo, é muito sensual ver uma mulher passar creme pelo corpo. Fiquei de mastro duro na hora e me propus a ajudá-la, comecei pelas costas e logo já estava com as mãos naquela bunda, comecei a apalpá-la com força e disse no seu ouvido: - Quero comer sua bundinha. - Ai, amorzinho dói! - Não vou devagarzinho, ponho só a cabecinha e se doer paro. (essa é velha, mas todas caem). - Mas com duas condições: Me chupa outra vez e se doer você para, já tentei uma vez com meu marido, mas doeu! Cai de boca naquela bucetinha depilada. Chupei, mordisquei o grelinho, ela se contorcia feito cobra, foi quando ouvi um soluço baixinho. - O que foi? - Você não sabe o que ficar anos sem gozar. Beijou-me com lagrimas nos olhos e me pediu: - Fode a queridinha mais uma vez antes da minha bundinha! Deitei na cama e ela veio por cima, montou feito joqueta. Meu pau entrou meio justo e ela gemeu... - Como é duro e grosso! Subia e descia no seu ritmo, começou a dizer iríamos foder toda semana, senti uma poça no meu púbis não é que a vadia estava gozando. Cavalgava feita louca, parei os movimentos e ordenei, deite-se! - Amorzinho eu gozei e você? - Vou gozar agora, vira de ladinho. Ela começou a ladainha: - Vai devagar, seu pau esta muito duro, vai me machucar. Peguei o hidratante e lambuzei aquele rabo, esfreguei bastante e coloquei um dedo naquele cuzinho, ela tentou se esquivar, e eu bem cafajeste disse no seu ouvido: - Você vai gozar de um jeito diferente, confia em mim. Laciei aquele cuzinho, primeiro com um dedo e depois com dois dedos, senti que já podia enfiar minha bica naquele cuzinho rosa. Fui colocando na portinha, ela tentou se esquivar, mas aguarei-a com mais força. Devagarzinho entrou meia pica, ela reclamou: - Ai, amorzinho ta doendo, tira vai... Pedi que relaxa-se, não iria enfiar tudo. Passei minha mão esquerda por cima de seu quadril e comecei a dedilhar seu grelinho. Gemia baixinho e me chamou de tarado. Aquilo era muito bom! Fui me ajeitando e enfiei o resto da pica, ela uivou e começou a falar palavrões: - Filho da puta, você arrombou meu cu seu tarado! - Que caralho gostoso seu estuprador, enfia mais! - Ai, seu puto você tirou o cabaço da minha bunda... Continuei a brincar com seu grelinho, e ela rebolava, muito lentamente, depois ela era que enfiava o cu no meu pau com muita força! Soquei a rola e enfiei até as bolas, indo e voltando junto com ela. A clima era de muito tesão, eu atolado dentro dela e brincando com sua bucetinha. - Amorzinho, cafajeste, filho da puta me rasga! Soquei com mais força ainda, ela teve um espasmo e gozamos juntos. As suas pernas tremiam e seu cuzinho pulsava no meu pau, o cheiro de sexo inundou o quarto. Tirei minha pica devagar e a porra começou a escorrer do seu rabo. Depois de alguns minutos desfalecidos ela me acordou com um beijo na boca e me disse: - Amorzinho, te amo! Nunca gozei assim! - Não falei que você ia gostar... - Gozei pela queridinha e pelo rabo, não sabia que era tão bom! - Você é muito gostosa. Nos beijamos apaixonadamente, e com a calcinha limpou meu pau, sua buceta e o cuzinho. Perguntei o porque e ela me respondeu: - Vou vesti-la na hora de ir embora, ai eu fico com nosso cheiro. Vesti-se com a calcinha lambuzada e fomos embora. Deixe-a no estacionamento do super mercado... Até hoje pelo menos uma vez por mês trepamos muito, ainda esta casada e não dispensa uma foda no cuzinho.