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Conto Erotico Chuva na estrada de terra

Minhas últimas férias de verão foram passadas em Morungaba, interior de São Paulo. Uma temporada com muito calor, descanso e uma das experiências mais românticas que já tive. Aluguei com minha família um sítio bem afastado da cidade, um lugar bem remoto, sem sinal de celular e com precário sinal de TV. Aproveitei ao máximo as melhores coisas da vida, das leituras às sonecas após o almoço. E fui presenteado ao conhecer a filha do caseiro, Jéssica. Uma morena linda, 22 anos, cabelos logos e pretos, boca carnuda e sorriso encantador. Pouco mais de 1,60 de altura muito bem distribuídos. Seios grandes, sempre destacados por seus vestidos leves e decotados. Uma cinturinha marcada por faixas que ela sempre amarrava para prender o traje, o que acabava deixando evidente sua maravilhosa bunda. Fora isso tudo, Jéssica tinha uma das mais gostosas e verdadeiras risadas. Falar com ela já era uma satisfação imensa. Educada, estudada e inteligente, sobressaía com facilidade ao lado de outros moradores do local. Ela cresceu ali, mas bem cedo foi morar com a vó em Curitiba, e voltou já formada em agronomia. Tinha grandes planos para o futuro. Numa dessas conversas, comentou comigo sobre um de seus hobbies, fotografia. Disse que a região era privilegiada e que tinha o hábito de sair em pedaladas para sempre encontrar paisagens e horários propícios para ótimas poses. Como se tratava de um interesse em comum, sugeri que saíssemos uma tarde daquelas para que eu pudesse conhecer um pouco mais da região. Deixamos acertado um passeio para parte da tarde, pois o dia estava lindo e assim poderíamos pedalar bastante e sem pressa de voltar. Encontrei com Jéssica por volta das 15 h, pois o sol em breve começaria a baixar, porém, esquecemos das chuvas típicas daquela época do ano. Estranhei também a moça aparecer usando um vestido, belíssima, por sinal, mas não combinava muito com aquele esporte. Saímos e ela sugeriu uma estrada que ligava o sítio a uma cidade vizinha, coisa de 20 km. Estava fora de forma, não pedalava há muitos anos, mas não pude negar. E assim saímos. A moça por muitas vezes ficava a minha frente, o que me fazia observá-la com mais atenção. Ema alguns momentos seu vestido era traído pelo vendo e eu chegava a ficar tímido. Ela, aparentemente, nem percebia. Eu aguardava sempre a próxima rajada d evento para tentar ver um pouco mais daquela bunda deliciosa. E numa dessas tentativas fui flagrado. Ela, inocentemente, me perguntou sobre o que estava olhando. Me enrolei ao dizer que achava ter visto uma peça solta em sua bicicleta. Ficou claro que era uma desculpa. Chegamos ao alto de um belo monte da região. Paramos, refrescamo-nos com a agua que levamos e pudemos tirar diversas fotos. Ela me ensinou diversas técnicas e com isso, me aproximava e podia sentir seu delicioso perfume. Comecei a ficar atiçado. O sorriso, o decote, o perfume e toda sua deliciosa presença. Preferi me conter. Ela também me admirava e fazia questão do toque. Pegava em minhas mãos, se apoiava em minha perna, encostava sua cabeça em meu ombro. Mal sabia que aos poucos aquilo tudo me deixava excitado. Voltei a focar nas fotos e de longe pude observar uma pesada nuvem que cruzaria nosso caminho. Avisei Jéssica, que disse ser difícil escapar daquela queda d’água. Sugeri acelerarmos as pedaladas e ela aceitou. Não estava em seus planos molhar sua máquina e o restante do material. Não conseguimos, e ao final de uma das ladeiras daquela estrada de terra sem fim, a corrente da bicicleta dela escapou. Já éramos atingidos por imensas gotas da famosa chuva de verão e rapidamente ficamos molhados. Ela ficou ainda mais linda e muito mais excitante. Ao vir me agradecer por consertar sua bike, senti sua maldade. Um abraço gostoso, molhado, demorado. As bicicletas caíram e continuamos ali, grudados. Ela era só sorriso, irradiava felicidade. Veio ao meu ouvido e disse: - Já tomou banho de chuva? Já ficou abraçado sob tanta água caindo do céu? Não me controlei e cheirei seu pescoço. Ela se contraiu. Então a mordi bem levemente. Ela apenas disse que eu era doido. Mas permitiu que fosse além. Puxou meu rosto com as mãos e, com o sorriso mais gostoso do mundo, soltou: - Isso não estava nos planos, por isso tem tudo para ser o melhor do nosso passeio! E me beijou. Essa parte chega a ser indescritível, pois imagino que tenhamos ficados longos minutos entre beijos e abraços com o melhor sabor que existe. O cheiro da terra nos protegia e eternizava nosso contato. E com o tempo fomos sentido cada vez mais excitação um pelo outro. Minha mão, que a segurava pela cintura começou a alisar aquela bunda maravilhosa. A outra mão abusava dos seios macios da morena. Ela apertava minha bunda com uma mão e me travava num abraço forte. Fui levantar seu vestido e ela não deixou. Tentei mais uma vez, sem êxito. Ela então segurou meu cacete e disse que poderia passar algum carro, que seria melhor pararmos. Voltei a beijá-la e abri minha bermuda, e coloquei sua mão pra dentro. Ela mesma tirou meu caralho pra fora e exclamou: - Loucura boa, loucura gostosa e roliça! Vem pra cá! Puxou-me para fora da estrada. Arrastei as bicicletas e ela ajoelhou-se para chupar meu pau. Era fascinada. Experiente, começou a empunhetá-lo enquanto lambia meu saco. Chupava minhas bolas e preparava cada vez mais minha rola. Sem frescura, subiu lambendo-o por inteiro e logo começou abocanhá-lo. Forçava para que entrasse inteiro. Eu apenas admirava aquela delicia de boca se lambuzando em meu caralho. A chuva batia em seu rosto e ela não se importava. Com os olhos fechados, parecia divertir-se. Então, puxei-a pelo braço e a virei de costas pra mim. Levantei seu vestido, abaixei sua calcinha e ela cuidou de encaixar minha pica naquela boceta maravilhosa. Em pé, prendia-se ao meu pescoço enquanto eu enfiava com vontade em sua xoxota. Eu sabia que se ela ficasse de quatro eu provavelmente não seria capaz de aguentar aquele intenso desejo. Mas ela quis. Sumimos no meio do mato. Minha visão era fantástica. Uma bunda grande, morena, gostosa. Passei minha língua em seu cuzinho, ela gemeu. Desci com a língua até sua xoxota e ela tremeu. Enchi a boca naquela xana para que pudesse enfiar minha língua lá dentro. A menina rebolava, gemia. Fiquei namorando aquele traseiro por mais alguns minutos. Só a chuva nos testemunhava, até que ela insistiu. Coloquei devagar. Apesar de encharcada, minha rola cabeçuda entrou aos poucos. E ela parecia virgem. Urrava forte, alto, mulher. Segurei-a pela cintura e fui entrando aos poucos. A segunda estocada foi mais rápida, a terceira foi mais forte. Depois consegui aliar rapidez e força para que ela gritasse cada vez mais gostoso. Meu saco batia em suas pernas e meu cacete entrava quase que inteiro naquela deliciosa vagina. Ela gozou, eu gozei quase ao mesmo tempo. Despencamos na grama molhada e cheirosa. Olhávamos para o céu e conseguíamos nos ver lá, flutuando, em êxtase. Não queríamos voltar. Não tínhamos força para ir embora por saber que ficar distante seria um desafio muito grande para nossos desejos. E o que nos fez voltar foi a certeza de que passeios de todo tipo ainda poderiam acontecer naquelas maravilhosas gramas molhadas.
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