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Conto Erotico Comida de todas as formas

“Deixa eu ver essa bundinha.” Ao ouvir isso, despi imediatamente a calça jeans, permanecendo apenas com o fio vermelho, que tinha um laço enorme, como aqueles das caixas de presente e coloquei os joelhos na cama onde ele já estava deitado, mantendo-me de costas. “Chega mais perto, eu quero te tocar” Fui engatinhando de costas até sentir as mãos dele na minha pele. Ele me acariciou, alisou, apertou, aposto que desejou dar uns bons tapas ali, mas não podíamos fazer barulho onde estávamos. De repente, me mordeu, bem na área mais sensível onde minhas nádegas se unem, enviando uma onda de dor e prazer pelo meu corpo. Continuou me alisando, alternando mordidinhas leves e mordidas fortes que me faziam respirar mais fundo. Quando afastou meu fio para o lado e colocou o dedo na minha boceta, pode logo perceber o quanto eu já estava molhada, cheia de tesão. Perguntou-me onde eu queria que ele me comesse. “Onde quiser, amor”, respondi. “Quer que eu goze na sua boquinha?” Ah, ele sabe que eu amo o gosto do prazer dele, que eu amo ver o seu rosto contorcido enquanto ele enche os meus lábios e língua com sua porra. “Quero.” “Mas eu acho que não vou gozar na sua boca...” disse, enquanto deslizava os dedos desde a minha bocetinha encharcada até o meu cuzinho, não me deixando com o pensamento coerente o suficiente para lamentar o fato. Então parou, disse que deveríamos beber um chá, pois estava muito frio. (Frio? Eu já não sentia nenhum frio mais...). Enquanto bebíamos o chá, eu ainda com o bumbum a mostra, ele tirou suas próprias calças, deixando-me ver sua ereção. Ajudei-o com a cueca e caí de boca em seu pau. Tomava um gole de chá e dava uma longa chupada no seu pau, engolindo até onde conseguia. Quando acabei o chá, ele segurou meus cabelos escuros e passou a controlar meus movimentos, fodendo minha boca. Eu simplesmente amo, quando faz isso, me deixa toda babada, em cima e em baixo... Quando ele subiu na cama atrás de mim, que já estava de quatro enquanto o chupava, me penetrou de uma vez, sem aviso, arrancando-me um gemido de prazer. Me segurou pelos ombros e a cada estocada parecia ir mais fundo, arrancando cada vez mais gemidos meus. Então me empurrou para frente e me deitou de bruços. Disse que queria comer meu cuzinho. Eu abri as nádegas com a mão para facilitar sua entrada. Ele foi me penetrando vagarosamente, me fazendo ofegar, mas sem me fazer sentir nenhuma dor, apenas a sensação intensa de prazer de ter o cuzinho alargado. Quando entrou inteiro, puxando meus cabelos para colocar meu rosto de lado, de modo que nos vissemos, disse pra me masturbar. Coloquei a mão sob meu corpo e não me aguentando mais de tesão comecei a rebolar sobre a minha mão empinando cada vez mais a bundinha para que ele estocasse mais e mais fundo e então, embalada pela respiração ofegante dele acima de mim, gozei gemendo feito uma louca e logo o senti gozar também. Quando ele me puxou para o peito dele, adormeci imaginando o que ele estaria planejando fazer comigo no nosso quinto aniversário, dali a cinco dias...
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