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Conto Erotico DONA PRETA

DONA PRETA Imagine uma mulher madura, cerca de 1,70 de altura, cabelos negros como a noite tipo Chanel, pele parda, 40 anos, um corpo delicioso escondido por roupas sóbrias. Casada há mais de vinte anos, mãe de três filhos, dois garotos e uma garota. Seios grandes, sem ser caídos, a genética ajuda; quadril largo, uma bunda de enlouquecer e uma xoxota pequena, com poucos e bem aparados pelos. Essa é Dona preta, uma das melhores experiências que tive. Fui transferido para uma nova repartição, estava ainda me adaptando, nova cidade, novo local de trabalho, novos colegas. Estava pensando na mudança repentina, quando ouvi uma pessoa me interpelar: - posso limpar a sala? Perguntou. Olhei para a direção de onde veio a voz e vi uma servidora parada me olhando. Respondi-lhe que sim e me levantei para sair da sala, deixando-a livre para a rotina. Ela me impediu dizendo, sei que o senhor tem muito que fazer, eu vou limpando e quando chegar na hora de sua mesa, o senhor para e rapidinho eu te libero. Achei interessante a postura daquela mulher, então a olhei novamente e dessa vez busquei enxergar aquilo que da primeira vez meu preconceito havia me impedido de ver. Nesse momento eu vi a mulher, tinha uma feição cansada, de quem luta e muito, as roupas do uniforme cinza, eram largas, escondendo seu corpo completamente, seu cabelo estava amarrado num pequeno rabo de cavalo, seu rosto tinha lábios finos, olhos grandes e vivos e um nariz meio que arrebitado, mas não muito, mas antes de tudo, notava-se que era uma mulher orgulhosa. Trazia na mão esquerda uma grande aliança dourada, demonstrando se tratar de uma mulher casada. Perguntei seu nome e ela me respondeu: - pode me chamar de Dona Preta, todo mundo me chama assim. Tentei me concentrar no trabalho. Foi impossível, quando olhei na direção em que ela estava limpando, percebi o exato momento em que ela se ajoelhou para pegar alguma coisa caída entre um armário e a parede, a calça do uniforme se ajustou, mostrando o contorno de uma bunda espetacular. Meu cacete reagiu imediatamente numa pré-ereção e deu aquele famoso pulinho, que nós homens sabemos claramente o que significa. Essa mulher me serve, me tesa, meu corpo a desejou e reagiu a isso. Fiquei meio sem reação, no momento em que ela se levantou, me flagrou olhando-a e nesse momento ela deu um sorriso, meio sem graça, mas que iluminou toda a sala e de novo meu corpo reagiu. Parei de trabalhar e puxei conversa, precisava desligar um pouco também, ela me deu a ficha completa, era casada, mãe de três filhos, seu marido não trabalhava, estava afastado e ela tinha que manter a família, que estava cansada etc. e tal. Nós conversávamos e ela não parava sua rotina de limpeza e eu estava prestando atenção no que ela dizia, cada caso que contava , eu me deliciava com aquilo e nem percebi o momento em que ela já perto de mim, pediu licença para limpar minha mesa, me levantei como um autômato, sem me dar conta de que meu cacete estava completamente ereto, marcando minha calça de linho, como uma tenda de circo, eu nunca gostei de usar cueca e naquele momento paguei o preço por isso. Evidentemente Dona Preta viu meu estado e como eu fiquei completamente sem graça, por alguns instantes ficamos os dois frente a frente, eu de pau duro e ela sem saber para onde olhava, se para minha ereção, meu rosto ou para qualquer outro lugar bem longe Dalí. Pedi desculpas e saí da sala, me dirigindo ao sanitário, quando retornei à sala, ela já não estava o que foi um alívio, pois qualquer palavra que dissesse seria uma infelicidade com certeza. No dia seguinte, cheguei cedo e percebi que minha sala já havia sido limpa. Imaginei o constrangimento e que ela buscou não passar pelo mesmo ocorrido no dia anterior e pior, fiquei imaginando o que ela pensava de mim. Somente fomos nos ver novamente, no meio da manhã, quando fui até a copa tomar um café, o cheiro havia atravessado até onde eu estava e era delicioso, demonstrando estar recém-coado. Dona Preta me recebeu com um sorriso enigmático. Seu olhar voou em direção a minha virilha e depois para meu rosto, perguntando se gostava de café, pois tinha acabado de passar. Disse que o cheiro havia me atraído. Conversamos alguns minutos banalidades percebi duas coisas; a primeira é que o uniforme que ela usava era diferente do anterior, mais justo e principalmente, que os bicos dos seios da mesma estavam acesos como faróis, demonstrando que estava sem sutiã. Aquilo mexeu com meu tesão. Voltei a minha sala e trabalhei direto até as 18:50 hs, senti o silencio da repartição e pensei que estava sozinho, quando novamente senti o cheio de café recém-coado. Aquele cheiro me lembrava Dona preta ajoelhada e sua bunda redonda e ainda os bicos arrepiados de um par de seios livres. A excitação foi imediata, meu pau estava duro dentro das calças, percebi o momento em que ela chegou na porta e perguntou seu eu queria café, balancei a cabeça afirmativamente, mas não me levantei, não podia. Ficamos naquele impasse, eu sentado sem poder me levantar e ela esperando eu me levantar para ir tomar o maldito café. Sua maturidade lhe mostrou imediatamente o que se passava e dessa vez o sorriso que ela deu, era de cumplicidade. – Acho melhor eu buscar uma xícara, e se virou deixando aquele clima pesado atrás de si. Dona Preta retornou com o café e fez questão de se colocar ao meu lado, de modo que eu tivesse que me virar para receber a xícara de suas mãos e novamente seu olhar se fixou em minha virilha, onde ela viu de novo o tamanho de minha ereção, olhei sem graça para ela e ela disse: ontem achei safadeza sua, mas hoje, como você não levantou para se mostrar, me mostrou que você é respeitador. Eu gosto de homem assim, e se virou para sair. Quase sem voz, lhe pedi, fica mais um pouquinho! Dona preta, absoluta em sua feminilidade e seu poder de conquista, apenas disse, agora não, isso não vai prestar, apesar de há muito tempo não ver um homem se excitar dessa forma comigo, sou uma mulher casada e você é apenas um pouco mais velho que meu filho, saindo da sala. Nem terminei o que estava fazendo, fechei a sala e vi que ela já havia saído, Peguei o carro e ao passar próximo ao ponto de ônibus, vi que Dona preta estava ali sozinha, esperando. Parei e ofereci carona, o que ela aceitou, sentou-se ao meu lado e novamente olhou minha virilha, a excitação estava lá, pungente. Ela então me disse: isso nunca abaixa não. Respondi-lhe: _ apenas de uma maneira. Ela indignada, vociferou: - eu sou casada, você tá louco. Entrei no primeiro motel que encontrei. Ela não queria entrar, disse que precisava ir embora, mas me deixou guiá-la até o quarto. Pela primeira vez abracei aquela mulher e busquei seus lábios, enquanto abria o zíper de minha calça e tirava o cacete prá fora. Dona Preta suspirava e gemia, suas mãos acariciavam minha nuca e minhas costas, peguei sua mão e a guiei em direção ao meu cacete, ela segurou, apertou e me mandou guardar. Olhando em seus olhos lhe disse, então solta. Ela respondeu, não posso. Comecei a tirar sua roupa e constatei o que já sabia, ela não estava usando sutiã e seus seios, eram maravilhosos, grandes e pesados pela maturidade, sem serem caídos. Estavam com os bicos arrepiados, demonstrando toda a excitação que sentia. Tirei toda sua roupa, e a deitei na cama, enquanto minha boca percorria aquele corpo embriagador. Dos seios desci, para o ventre, lambi e mordi seu flanco, seus quadris, enquanto acariciava suas coxas e pernas, a caricia que eu fazia era lenta, tirando sensações daquele corpo gostoso.Dona Preta estava toda arrepiada. Fui surpreendido quando busquei sua xoxota com a boca. Ela fechou as pernas e me puxou para cima dela, colocando meus lábios sobre seu seio. Brinquei de novo por ali e voltei minhas caricias em direção à sua xoxota, eu queria chupar aquela boceta. Novamente ela me impediu, dessa vez, lhe impedi e disse que queria lhe fazer um carinho com a boca na xoxota. Dona Preta então, mais uma vez me surpreendeu, dizendo que não podia, que era errado, que ali não era lugar de colocar a boca. Perguntei se nunca havia recebido um carinho assim. - Ela respondeu que eu era o único homem além de seu marido que a havia tocado e que seu esposo nunca sequer chegara o rosto próximo de sua perereca. Aquela resposta me excitou mais ainda, uma mulher madura, mãe de três filhos e que nunca tivera a xoxota chupada apesar dos anos de casamento. Argumentei que iria fazer o carinho e se ela não gostasse eu pararia, desconfiada, permitiu que eu abrisse suas pernas, minha boca começou a trabalhar, primeiro na região da virilha, enquanto os dedos acariciavam a xoxota sem penetrar, eu lambia os lados, enquanto a ponta dos dedos percorriam aquela fenda superficialmente. A respiração de Dona preta era descompassada, difícil, entre gemidos, grunhidos e soluços. Com a mão espalmada, apoiei sobre seu monte de Venus e comecei a fazer movimentos circulares. Dona Preta foi escancarando as pernas, se abrindo cada vez mais. Nesse momento, minha outra mão, apoiou sua bunda por baixo e então, dei a primeira linguada na fenda de sua xoxota, foi como se ela tivesse recebido um choque elétrico. Dona Preta foi jogando as próprias pernas em direção ao seu rosto, ficando apoiada apenas com as costas na cama, totalmente aberta, percebi que ela gozara e gozara de forma intensa, suas mãos apertavam minha cabeça contra sua boceta como se temendo que eu fugisse e a deixasse naquele estado e naquele local. Não conseguindo parar de gozar me puxou sobre seu corpo Eu me acomodei no meio de suas pernas, ainda de roupas, apenas com o cacete para fora da calça e a penetrei, lenta e profundamente. Começamos nosso bailado, era como uma dança, quando eu ia ela vinha, quando eu recuava ela também. Suas pernas enlaçavam minha cintura, me mantendo preso e pregado em seu interior. Meu cacete pulsava no mais fundo de suas entranhas. Dona Preta começou a gozar de novo e de repente começou a chorar, imediatamente parei minhas estocadas, perguntei se a havia machucado, se estava sendo bruto. Ela apenas me apertou mais ainda no abraço, marcou minhas costas com as unhas e disse continua, eu sou assim e continuou gozando, enquanto meu cacete voltava a martelar cada vez mais rápido e mais fundo. Meu gozo era irrelevante eu queria fazer aquela mulher sentir tudo que lhe fora negado naqueles anos de submissão a um marido egoista e sem imaginação. E tudo que eu não tinha naquele momento era pressa.
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