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Conto Erotico Dona Vera

Era noite e, chegando no condomínio, encontrei D. Vera, uma senhora de uns 60 anos, aflita,o marido dera para beber e sumiu. Fui com ela procurar, mas, também passei a reparar que era uma mulher, mesmo com aquela idade, tinha uma corpo delicioso. Vestia um vestido estampado que deixa marcada aquela bunda média, coxas morenas, e seios volumosos , mas proporcionais. Não demorou e encontramos o Olavo, sentado junto a um poste,totalmente bebado, sem força para levantar sozinho. Ajudei, levei ele até o apartamento deles. Chegando no apartamento D. Vera pediu para coloca lo no quarto de empregada, daquele jeito mesmo, estava furiosa. Voltando a sala agradeceu mil vezes e me ofereceu um café, fomos para cozinha, lá sem querer, mas querendo, passei esfregando meu pau naquele rabo, ela estava na pia. Pude sentir ela suspirar e sorrir assim meio safada. Conversamos, ela se abriu , disse que fazia dois anos que o marido se entregara a bebida e desde então estava abandonada, completamente. Me aproximei e abracei a, e disse no seu ouvido que queria cuidar dela e dei um leve beijo em seu pescoço, ela se arrepiou e chorou. Pedi desculpas , mas ela disse que não era preciso, na verdade nem sabia que podia ainda desperta esse tipo de atenção de alguém. Beijei a na boca, e fui correspondido, e pedi para irmos para o quarto, ela não exitou e fomos nos agarando até lá. Nus passei a beijar e lamber aquela mulher cheinha, mas muito gostosa, seios lindos, não tivera filhos, coxas firmes e uma xoxota bem cuidada, rechunchuda. Agarrou meu pau como se fosse arrancar, sedenta, sentada na cama, enfiou na boca, lambeu, chupou , engasgou, disse que adorava mamar, ficou assim até quase gozar. Sua xoxota minava um liquico viscoso, cheirava a desejo, cai de boca, deliciosa, fechadinha, num rosa claro, um grelinho bem feito, e, quando passa a língua, ela se erguia, se contorcia, e suspirava. Foi assim até ela gozar, sempre falando baixinho..vai..vai...lambe....ui....ai.....ai meu Deus!!! Logo estava louca de tesão, pegou meu pau, me puxou sobre ela, a cama desarrumada, encaixou meu pinto, como disse, naquela bucetinha e foi movimentando o quadril, arfava, gemia, chorava. Comecei a meter, primeiro de leve, mas ela pediu com voz forte, me come, caralho, me fode porra, to doida , to cheia de tesão , vai filho da puta, come essa velha safada. Bombava no mesmo ritmo dela, vi ela ficar rubra, tremer, quase uma convulsão e gozar , com as narinas abertas, como um femea de cio sem controle, gritava, que era puta, dizia que queria meu pau todo dentro dela, e gozava, gozava, encharcando a cama, chegou a urinar. Acompanhando ela, anunciei que ia gozar, ela me prendeu com as pernas, e gozei, minha porra dentro dela fez ela se contorcer mais, fechar os olhos e puxar o ar ,como se faltasse. Caimos os dois cansados e suados. Meia hora depois, ela começou a brincar com meu pau, sorrindo disse que adorou e que faria tudo que quisesse. Então , com cara de tarado, falei quero seu cu, ela se assustou, mas não fugiu. Ela falou que uma única vez dera atrás, no inicio do casamento, mas que depois só fazia papai e mamãe. Prometi cuidado, ela então buscou um oleo, para facilitar e foi passando no meu pau e depois naquele cuzinho rosa, de pregas juntinhas, que piscava a cada carinho que fazia com a língua. Ela ficou de bruço na quina da cama e com uma das mãos passou a alisar seu grelo. Tentei meter, mas não entrava, ela então, pegou meu pau e conduziu a entrada do anus e num movimento de quadril fez entrar a cabeça. No mesmo momento , ato de reflexo, repuxou, mas era tarde, forcei sobre ela e entrou tudo e ela berrou de dor. Ficamos assim, com meu pau no cu dela, até que fo acostumando e se masturbando e ficando taradinha forçando aquela anca contra o meu corpo. Comecei a comer aquele rabo delicioso, ela excitada, pedi me chama de puta, vai mete com força, faz o meu marido de corno, vai , fode o meu rabo , quero que você seja dono dele. Metemos a noite toda, comei muitas vezes aquela xoxota apertada e aquele rabo , ao ponto dela sentar e cavalgar como um piranha experiente. Pela manhã , já tomando café, o bebado corno apareceu na cozinha e ela disse que eu era uma amigo e que a partir daquele dia ia estar sempre em casa. Ele só concordou com a cabeça sentou bebeu o café e foi ver tv. Ela me deu um beijo na boca segurando o meu pau sobre a roupa e disse te espero, quero tirar o atraso, vem hoje a noite para a gente meter até esfolar esse pau gostoso e meu cu fica sangrando.
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