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Conto Erotico Final de semana com a chefe

Mais uma aventura minha para vocês!!!! Meu último conto foi “Minha chefe”. Sou Vinicius, tenho 1,86, 32 anos e na época dessa aventura 26 anos, cabelos liso e castanho, moreno claro, pratico natação e possuo o corpo tipo fitness. Ela, minha chefe, tem nessa época tinha 32 anos, cerca 1,70, seios médios, cintura fina, um quadril perfeito para seu corpo, uma bundinha empinadinha e redondinha. Fiquei de ir para São Paulo fazer um curso, a comando dela, claro. Ela determinou para a sua secretária comprar a passagem para o final da tarde de uma sexta-feira, já que meu curso iria começar na segunda e eu precisaria conhecer o local, me ajustar no hotel... Mas na realidade ela queria mesmo era ser comida por mim o final de semana inteiro. Dito e certo. Fretei um vôo do Rio de Janeiro até Sampa cerca de 40 minutos só lembrando-me da nossa última trepada, muito gostosa por sinal. Mas eu queria mais, queria deixar ela louquinha, pois eu já estava. Assim que desembarquei retirei o palito, afrouxei a gravata, e segurei o palito na minha frente na altura da minha cintura, porque já estava meia bomba pensando naquela putinha. Quando retirei a mala e cheguei na sala de desembarque lá estava ela, a Ana Flávia, minha chefinha safada... super sexy com uma roupa de executiva, com uma saia justa e uma fenda que mostrava a sua coxa torneada, o blazer aberto com uma blusinha justa e muito decotada, deixando seus seios que cabiam na palma da minha um pouco a mostra. Segui cegamente em sua direção, parei rente a ela e esperei sua reação que foi se inclinar em busca do meu corpo contra o dela e foi o que fiz. A puxei contra mim, apertei sua cintura contra meu pau que já estava duríssimo e dei um beijo mais que quente, envolvente e demorado. Não precisamos falar nada naquele momento. Já no carro dela, começamos a conversar um pouco sobre trabalho o curso e de onde iria ficar instalado. Quando chegamos no hotel ela estacionou e não desceu, apenas ordenou, dê entrada, faça uma mala menor que você irá passar o final de semana comigo. Eu apenas consenti e executei sua ordem o mais rápido possível. Desci, e a encontrei no carro, nos beijamos novamente ardentemente, abri suas pernas e fui passando a mão naquelas coxas gostosas, subindo com minhas mãos até sua gruta que por cima da sua calcinha de renda dava para sentir molhadinha. Ela apertava e alisava meu pau duro feito ferro por cima da calça e disse que saudade dele, eu prontamente abri o cinto e a calça e coloquei meu ferro para fora e mandei ela matar essa saudade. Na mesma hora a vadia caiu de boca. Que mamada!!! Chupa igual uma cadela no cio. Olhei para ver se tinha alguém por perto e comecei fuder aquela boquinha quente e toda babada, por uns dez minutos e anunciei que iria gozar, ahhhh, não para cachorra, mama seu pau que você tanto gosta. Chupa!!! ahhhhh e ela chupa, cuspia, batia punheta mais rápido até que gozei na boquinha da piranha. Ela limpou ele todinho. Fomos mais que depressa para seu AP e no caminho vários amassos, beijos, apertos, chupões naquele peitos gostosos. Subimos no elevador de serviço para não correr o risco de ter ninguém, e ficamos igual a dois adolescentes que estava descobrindo o prazer do sexo, no cio. Quando ela abriu a porta e fechou, já fui puxando ela contra mim, beijando-a vorazmente, abrindo e retirando sua roupa, a deixei só com a calcinha vermelha de renda, totalmente enfiada no rabo. Baixei e comecei a beijar aquela xana cheirosa, inclinei ela no sofá e beijei sua bunda, passei a língua buceta da putinha, ela gemia, retirei a calcinha e continuei chupando aquela gruta toda encharcada, passava minha língua na entradinha do seu cu e ela delirava e puxava e apertava minha cabeça contra ela. Ela gritava chupa sua chefe vagabundo, safado chupa que ta gostoso, enfiei minha língua dentro dela, e só ouvia os gemidos ahhhhhh, ai, não para gostoso filho da puta, vou gozar, delícia, então enfiei um dedo no seu cu e continuei chupando aquela bucetinha deliciosa por trás. Senti o melzinho descendo e bebi tudo, levantei, tirei minha roupa ela desceu para meu pau e disse ele é tão grosso e do tamanho que eu gosto (19 cm para esclarecer), engasgou, e eu disse vem levanta que eu quero meter em você. Foi quando ela levantou, encostou sua bunda no meu pau duríssimo e foi me puxando para seu quarto. Eu beijava sua nuca linda, chupa o ombro dela enquanto segurava, apertava e puxava um biquinho durinho do seio dela, passava uma das mãos no seu clitóris e enfiava dois dedos nela. Chegamos e num golpe ela me jogou na sua cama e sentou na minha cintura e minha piroca já conhecia o caminho. Entrou gostoso!!! Ela gritou. Cavalgava, eu apertava, dava tapa na sua bunda gostosa, apertava aqueles seios maravilhosos, virei ela a meu favor a empinei de quatro e comecei fuder sua xereca por trás em um ritmo mais lento, porém forte e a putinha correspondia voltando a bunda pra mim e rebolando. Aumentei a bombada e ela gritava: isso, mete me come toda!!! Ahhhh, aiii, issssssooooo, mete, mete seu puto, mete essa piroca em mim que eu adoro. Tirei meu pau todo e enfiei de vez, a puta gritou ahhhhhhh delícia. Fiz novamente e dizia: toma sua piranha é pica que tu gosta, então toma. Perdi a noção e começamos um ritmos frenético até eu anunciar o gozo ai que ela rebolava mesmo na minha pica e ahhhhhh com um grito de satisfação gozamos juntos. Cai de lado. Quem disse que tinha acabado??? Ohh mulher gostosa e cheia de fôlego. Eu deitado e ela colocou sua buceta na minha boca uma vez, retirou rapidamente, deu um tapinha no meu rosto e disse: mete a língua!!! Na mesma hora obedeci. Meu pau deu sinal de vida na mesma hora. Ela rebolava na minha língua, depois virou e começamos um 69. Lambi seu cuzinho e ela surtou, dei um beijo grego naquele cuzinho vermelhinho que piscava. Eu anunciava meu próximo passo sem precisar falar nada. Ela virou e me perguntou: que comer meu cu, quer? Eu te dou ele. Na cômoda próxima a cama tinha um KY. Ela mesma fez todo trabalho lambuzava meu pau e me olhava com cara de puta safada, dei um tapinha na cara dela, ela ficou mais putinha ainda. Anunciou hora de você meter no cuzinho vem e sentou. Entrou apertadinho e devagar. Ela esperou um pouquinho para se acostumar com a trolha dentro dela e mordia os lábios. Eu a suspendi e comecei me mexer dentro dela, para cima e para baixo, foi quando ela rebolou e fiquei sob seu comando. Ela já metia gostoso, encaixada, rebolava na minha rola de frente pra mim. Aiiiiii delícia de mulher!!! Sentei e a inclinei enquanto ela rebolava na minha pica eu chupava aquele biquinho durinho e rosadinho. Começamos novamente a alucinação e gritos e ela disse goza safado no meu cu, ela já conhecia meu corpo e já estava prestes a explodir. Então mamava igual um louco naquelas tetas e gemíamos juntos. Ela se esfregava dizendo: vou gozar meu amor, sua piranha vai gozar ahhhhh, soltamos um urro de animais saciados gozando. Sorrimos, nos beijamos e deitamos fazendo carícias, pois ainda tínhamos o sábado e o domingo inteiro. Sem falar na semana que estava por vir depois das aulas. Mas essas nossas putarias conto depois.
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