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Conto Erotico MEU VIZINHO MARAVILHOSO PARTE 2 VERÍDICO

Bem, depois do meu primeiro relato, meu vizinho e eu continuamos o relacionamento, estritamente sexual. Ele me realizava e eu a ele. Quando completou 6 meses, ele teve que viajar a trabalho, antes me telefonou e disse que sentiria muita saudade. Eu não esperava isso e fiquei quase que enlouquecida com a ausência dele; senti uma falta enorme daquelas tardes quando sua boca, sua língua e sua rola me dominavam. Fiquei exasperada por mais de 10 dias, e ele não voltava: e fiquei mais ainda quando ele me ligou dizendo que havia chegado há 2 dias, perguntei por que não me ligou? Existe alguma coisa errada? Ele respondeu que não, mas que pensou em querer coisas novas em nossa relação. Perguntei, posso subir? Aí conversaremos sobre essas coisas novas. Friamente ele respondeu, não, hoje não, amanhã. Tremi na base, já imaginava que ele estava com outra, ou que seriam essas “coisas novas”. Ele já tinha dado dicas sobre o assunto e eu sempre desconversava. Dia seguinte, subi ao apto. dele, porta aberta, entrei e ele me chama no quarto dele, fui e o encontrei deitado num lençol branco, só com uma sunga azul, enfim uma tentação que não resisti: despi-me, deitei e comecei a beijá-lo na boca, pescoço, mordisquei os mamilos, lambi sua barriga, tirei sua sunga e coloquei na boca sua rola que tanto eu sentira falta. Ele me agarrou, virou-me e começou a me morder, e lamber loucamente. Gozei freneticamente, ele deitou-se por cima de mim, eu abri tudo para receber sua rola, e ele me penetrou, dando estocadas que tocavam o mais fundo de mim.... gozamos feito loucos. Depois, ainda deitados, perguntei: que coisas novas você está pensando? Ele falou: pensando não, querendo. Já é tempo e quero fazer anal com você. Falei: fora de questão, eu te adoro, mas com esse diâmetro, nem pensar. Ele falou: não vai nem pensar no assunto? Respondi: não. Nunca fiz e acho que vou continuar assim. Ele disse, tudo bem. Bem, preciso fazer alguns relatórios...Até outra vez. Pensei, bom, terminou, hoje foi a última vez. Nos dias seguintes, tentei não pensar mais no assunto, mas ele sempre voltava para a minha cabeça. Não queria perdê-lo, mas o anal seria um suplício para mim. Mais uma semana sem ele, e numa quarta feira (nosso dia) ele me liga e pede para ir lá. Tomei um banho e subi ansiosa. Pensando bem, talvez ele tenha mudado de idéia. Ainda na sala ele me beijou enfiando sua língua em minha boca, foi tirando minha roupa, pegou-me no colo e levou-me à sua cama. Beijamos-nos, nos chupamos mais, e, tirando sua sunga, abocanhei aquela rola maravilhosa, enquanto ele mordia com força minha xotinha. Em determinado momento, ele com os braços, abriu minha bundinha e começou a beijá-la, lambê-la, até chegar onde ele queria...lambeu meu cuzinho eu tentei resistir, mas como? Ele simplesmente penetrou meu cuzinho com a língua...nunca havia sentido nada igual, fiquei excitada demais, e só conseguia murmurar...”que gostoso, que delícia, assim isso faz assim, enfia sua língua toda”. Aquilo foi uma isca., ele, sem dizer nada, tirou a língua e colocou algo dentro dele, sussurrando:é um lubrificante, vou comer seu cuzinho, e vou fazer com carinho. Silenciosamente, consenti, tinha chegado a hora. Deitei-me, empinei a bundinha, segurei a rola e coloquei na entrada do meu buraquinho. Quando a glande entrou, soltei um grito, pedindo, pára, tira. Ele não fez nada, e deixou lá dizendo, ele vai se acostumar e daqui a pouco não vai mais doer. Foram minutos de agonia, eu suava frio, chorava baixinho e mordia o travesseiro. Ele estava enlouquecido e de uma vez só penetrou tudo, dilatando meu cuzinho com aquele diâmetro descomunal No final já não doía tanto, comecei a rebolar naquela rola e ele gozou loucamente, passando os dedos em meu clitóris e inundando meu cuzinho com seu esperma. Fiquei prostrada, dilacerada, mas no fundo de mim, orgulhosa, pois perdi o medo e proporcionei a ela uma tarde inesquecível. Tatiana.
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