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Conto Erotico Minha Amiga, minha Amante

Essa é a primeira vez que escrevo um conto e disponibilizo para apreciação de outras pessoas. Resolvi dividir em duas partes por ser um bocado extenso. Todavia não considero esse texto um conto, mas sim um relato, um depoimento verídico de um caso que aconteceu comigo algum tempo atrás e tenho certeza que nunca esquecerei. Antes de mais nada, vou falar um pouco de mim. E peço licença aos caros leitores para omitir minha verdadeira identidade. Falarei da minha vida e o que relatarei aqui poderia causar decepções tremendas para pessoas próximas e inclusive para mim mesmo. Bem, sou um homem hétero, de 35 anos, moreno, cabelos e olhos negros, 1,74m, 93kg, casado e com dois filhos. Aqui vou me chamar de Túlio. Como já disse, sou casado, na verdade, não diria casado, mas sim vivo numa união estável com uma mulher 5 anos mais velha que eu. Tenho dois filhos com ela, um casal. Márcia, minha esposa, é uma mulher linda, loira, magrinha mas gostosa. O sexo com ela é incrível, mas, o principal problema dela, é que não consegue acompanhar o meu fogo. Amo-a mais que tudo na vida, todavia sou um tarado, inveterado por sexo, e na medida que ela não é do mesmo jeito, acabo traindo-a. Alguns anos atrás eu trabalhei numa empresa como gerente de um escritório-filial, e tinha como colega de trabalho uma jovem que na época contava com 23 anos, mãe de uma menina, mas posso dizer que, assim como minha esposa, a maternidade não mudou seu corpo, diferente do que acontece com outras mulheres. Seu nome é Denise, pele branca de cabelos negros, tem 1,62m e 44 a 48kg, mas um detalhe que marca nela é sua boca, pequena com o lábio inferior carnudo, gostoso de chupar. Pois bem, Denise veio da Matriz na Capital para trabalhar comigo como assistente, ou seja, eu direcionava o trabalho dela aqui na empresa. No começo, o trabalho fluiu normalmente, Denise cumpria minhas ordens ao mesmo tempo que aprendia e se adaptava ao serviço. Inicialmente não conversávamos nada pessoal, só trabalho e trabalho. Mas com o passar do tempo e a convivência diária, começamos a nos abrir. Passei a conhecê-la melhor, e ela a mim. Soube da sua filhinha, que teve com um namorado, acabaram se juntando, mas o otário começou a dar suas escapulidas e a vacilar. Resultado: separaram-se. Nisso de subordinada, passou a colega, e daí foi rápido para poder considerar amiga. Inclusive minha esposa gostava dela. Só que aí, entra o meu lado tarado. Quanto mais tinha abertura com ela, mais começava a crescer em mim um desejo. Primeiramente, era leve, mas logo cresceu, e ficou maior ainda quando o assunto sexo começou a aparecer em nossas conversas. Mas só tomei coragem para investir nela quando a vi vestida para participar do Carnaval fora de época (micareta) aqui da minha cidade. Aquilo me deixou louco, pois só a via com o traje típico da empresa, muito social, que acabava escondendo seus dotes. Naquele dia, ela usava o típico abadá, mas reformado em um curto bustiê que só cobria seus pequeninos seios deixando a barriga de fora e um shortinho jeans arroxado, que me apresentou o formato da bunda dela, bem pontuda e arrebitada. Não era um bundão, mas proporcionalmente ao seu corpo pequeno e magro, era um verdadeiro tesouro. Ah, ela despertou um animal que vive em mim, e até hoje não sei porquê, pois minha esposa é muito mais gostosa que ela. Era hora, eu iria fazer de tudo para comê-la. Agora, preciso deixar claro aqui uma coisa, amo minha esposa, sou safado, já cometi adultério, mas só a traio quando tenho certeza que não serei descoberto, e com mulheres que eu sei que não vão vir me procurar depois, ou seja, é só a transa e apenas a transa. E só me dá essa vontade de tempos em tempos, como a copa do mundo. Denise era ideal, ela sabia que eu era casado e não estava a procura de relacionamentos sérios, o problema era convencer uma mulher que foi traída, virar a amante de um traidor. Resolvi arriscar e dar em cima. Aquela altura, depois de um ano trabalhando com ela, já tínhamos um pouco de intimidade, com brincadeiras bobas e cantadas sem risco. A chance surgiu com um curso de especialização que teríamos que fazer na matriz da empresa na Capital. Saímos no sábado depois do trabalho e pegamos um ônibus, ela ficou junto de mim, na poltrona da janela e eu do corredor. No caminho, conversa vai, conversa vem, Denise adormeceu. A poltrona tava inclinada e ela ficou de conchinha de costas para mim. Caramba aquela bunda me deu o sinal, parecia que tava me chamando, e o pior, o cofrinho dela, branquinho, apareceu. Puta merda, não aguentei, tomei fôlego e comecei passar a mão, bem de leve, em seu traseiro. Do mesmo jeito que ela estava, permaneceu, mas vi que estava acordada pois, imediatamente, ela falou baixinho para que só eu escutasse: - Não acredito no que você está fazendo. Ficou maluco? - Maluco sim, mas a culpa é sua. – respondi. Ela continuou lá, deitada de conchinha e eu passando a mão na bunda dela, sentindo a maciez de sua carne. O incrível é que não me preocupei com as pessoas, mas mesmo assim tudo foi muito discreto, não tinha como notar. - Pare com isso, agora. – ela disse pausadamente. - Não estou com vontade de parar. – respondi. Então fui mais atrevido, inclinei também minha poltrona, e fiquei de lado também, encoxando-a. Àquela altura meu pau já estava duro e acho que ela sentiu isso. Passei meu braço sobre o corpo dela ficando agarradinho como um casal de namorados, só que minha mão buscou a sua xoxota. Enfiei-a através de sua saia, passando pela sua calcinha, senti seus pêlos e toquei na buceta dela apenas com um dedo. Estava molhadíssima. Para minha surpresa, ela não esboçou nenhuma reação brusca. Tava na minha. Beleza!!! Ela apenas olhou para mim e falou com um sorriso sacana na cara: - Você é louco mesmo. Cadê aquele cara fiel à esposinha? Foi pra onde? - Ele nunca foi embora, continua aqui, só que tá tarado por você. – respondi, ainda pincelando meu dedo no botão da buceta dela. - Só que agora, cachorro, se você não parar, vou ter que pegar no seu pau. – Ora, ela só podia estar brincando, agora que eu não parava mesmo, era mais do que eu queria que ela fizesse ali naquele ônibus. Quando ouvi isso, sorri maliciosamente demonstrando todo meu contentamento, e desabotoei minha calça. - O que você está esperando? Pega logo. – falei pra ela. Ela não perdeu tempo. Se ajeitou na poltrona, ainda deixando meus dedos bulinando sua xotinha, deu uma olhadela pros lados para ver se ninguém estava olhando, e tascou sua mão dentro de minha calça envolvendo meu cacete. Nesse momento, o prazer foi imenso, me tremi todo. Ela ficou alisando, punhetava, passava o polegar na cabeça para sentir o orifício nela. Olhou então para mim, com um olhar e sorriso que eu ainda não tinha visto, de puta, de safada mesmo, e me beijou. Puta merda, era demais, ficamos mais ou menos uns 5 a 10 minutos ali, ela alisando meu cacete, eu pincelando seu clitóris e beijando aquela boquinha, chupando principalmente seu lábío inferior carnudo. Pena que alguém passou para o lavabo do ônibus, o que nos assustou, fazendo com que parássemos imediatamente, tentando disfarçar. Passado o perigo, tentei voltar para os afazeres, mas ela olhou sério pra mim, me deu outro beijo gostoso na boca e disse que não dava certo. Pediu para que eu parasse. Como percebi que ela falou sério, não quis forçar a barra. Acho que não estava querendo chamar atenção, apesar da vontade. Mas pelo menos foi um avanço, e percebi que ela sentia algo por mim também, deixando o sinal aberto para as minhas investidas. O curso transcorreu normalmente. Ficamos juntos nas aulas o tempo todo já que trabalhávamos juntos e era do interesse da empresa, pois desempenharíamos trabalhos voltados para a filial. Todavia, não deu para ser afoito, ir com sede ao pote, afinal o curso era na empresa, em ambiente de trabalho, e assim não dava para arriscar. Depois das aulas, como Denise estava na sua cidade, ficava na casa de sua família, com sua filha e seus pais. Eu fiquei num hotel. Tentei levá-la pra lá diversas vezes, mas a danada se esquivava de mim e desde o ônibus não dei outro beijo nela. O curso terminou e voltei antes para a minha cidade; Denise resolveu ir depois, quis curtir mais a filhinha. Mas antes de ir disse para ela que iríamos continuar o que paramos. Ela desconversou, disse para esquecer. Só que não era tão simples assim. Voltamos ao trabalho normal. Nada de diferente, a amizade e as conversas picantes continuaram, mas quando entrava no nosso assunto, ela mudava de conversa. Porém não deu certo. Eu estava querendo e ela podia disfarçar, mas no fundo eu sabia que ela queria. Assim, no final do expediente, tínhamos que organizar um arquivo com vários documentos. Bem, o escritório da empresa onde trabalhamos funcionava em um edifício comercial. Como tinha atendimento ao público, havia uma sala principal, essa visível com uma porta de vidro para o exterior. A outra sala era anexa, bem menor, onde havia o arquivo e demais objetos úteis ao serviço. Voltando, tínhamos que organizar esse arquivo e fazer uma pequena limpeza. Comecei antes dela a arrumação, Denise ainda estava atendendo um cliente antes que pudésemos fechar o estabelecimento. E eu só pensando em comê-la. Quando finalmente ela fechou o escritório, já se dirigia para a salinha anexa dizendo: - Olhe, não tente nada de que vá se arrepender. Já deixei claro que não quero nada com você. – Ora, sorri por dentro, eu também não queria nada com ela, a não ser fudê-la, e tenho certeza que não iria me arrepender. Menti então, respondi que tudo bem. Mas foi só começarmos a organização, ali sozinhos naquela saleta, e não me contive. Puxei-a forte de encontro a meu corpo e tasquei um beijaço na boca dela, que resistiu um pouco mas se entregou. Comecei a acariciar todo seu corpo, até onde alcancei. Sua bunda durinha, seus pequenos seios. Denise gemia baixo pedindo para que parasse, mas parecia mesmo que ela queria o contrário. Foi então que saquei meu pau pra fora da calça; tava todo molhado, e o cheiro de virilidade chegou até ela. Isso age como um afrodisíaco para algumas mulheres, as mais safadas, e com ela não foi diferente. Imediatamente ela olhou para ele e segurou forte com sua mão; começou a punhetar ao mesmo tempo que me beijava. Achei que ela faria melhor; me chupar talvez. Mas isso não aconteceu. “Será que me enganei com ela? Será que não é tão safada assim?”. Bem já que ela não tomou a iniciativa, resolvi tomar. Bem, meu cacete não é nenhum mastro fenomenal, como alguns desenham os seus em diversos contos que já li. O meu está na média. Entre uns 16 à 18cm dependendo do tesão. Quem é homem deve saber quando seu membro está no seu limite de ereção. Assim, mesmo sabendo que o tamanho dele dá para fazer uma mulher gozar tranquilamente, não recuso de utilizar outros meios de prazer para mulher, até porque, e aí não sei a causa, meu orgasmo fica muito mais intenso se conseguir fazer a mulher gozar antes de mim. Por isso, AMO CHUPAR BUCETA!! Adoro sentir o cheiro, enfiar a língua, massagear e morder o clitóris, beber o suco, enfim, digamos que é um dos meus idiomas, a “cunilinguagem”. Então, se ela não chupava, eu chupava e muito. Já ia me abaixando quando fui interrompido por ela. Puta merda!! Ela também não queria, me segurou forte e não permitiu mesmo. Caralho, fiquei irado com aquilo. Beijei-a então, virei ela de costas para mim. Meu pau melou um pouco sua roupa. Levantei a sua saia, justa e social, que faz parte de seu uniforme, ao mesmo tempo que abria seu blazer e enfiava minha mão na sua camisa em busca de seus peitinhos. Com uma mão só rasguei sua meia-calça bem na área de sua vagina, puxei a calcinha pro lado, passei a mão só para ver o tesão dela e testar se estava bem molhada pro meu pau. Nem precisava, tava babando. Então enfiei com força. Fiz tudo isso, meio que bruscamente, talvez ela tenha percebido que fiquei um pouco com raiva de todo seu recato. Mas a raiva passou quando senti sua buceta, pequena e arrochadinha, envolver meu pau. É indescritível aquela sensação. A buceta dela não era de mulher, era de menina, com poucos pelos e suculenta. Meu pau já era enorme para aquele pequeno espaço. Fiquei então estocando ela por trás, segurando seus seios. - Mete gostoso, seu cachorro, come essa bucetinha! – dizia ela entre seus gemidos. Enquanto eu fazia o vai e vem gostoso, ela empurrava suas ancas para trás, como se quisesse ir o mais fundo possível, e de costas mesmo para mim, me puxava pelo pescoço. Porra, eu tava todinho dentro dela, minhas bolas batiam forte no botão de sua buceta. E eu sabia que já estava machucando ela também, pois podia sentir a cabeça do pau batendo contra seu útero. Sem muito esforço e rapidamente, senti uma estremecimento nela que me pareceu um orgasmo. Aquilo, junto com a cabeça do meu pau sendo massageada pelo seu útero, me trouxe a vontade de gozar. Mas foi muito rápido, não entendi. Ela nem me chupou e eu só enfiei na sua buceta por trás durante pouco tempo, mas mesmo assim veio. Foi aí que dei conta de que não coloquei camisinha. - Caralho! Não coloquei camisinha! – eu disse entre gemidos. Ela percebeu que eu ia gozar e disse de forma voraz cerrando os dentes: - Esque… esquece, goza dentro, ca… cacete! – Mas eu não podia, não podia arriscar uma gravidez indesejada, meu senso de proteção ao meu casamento surgiu naquele momento. Puxei meu pau para fora, todo babado já começando a espirrar porra. - Nãããooo!!! Cuidado com minha roupa seu filho da puta! – Denise disse brava. Gozei gostoso, me virando pro lado. Uma pequena gota ainda pegou na sua saia, mas dava para limpar. Todo o resto, branco e viscoso, se espalhou pelo chão. Ela olhou para mim e perguntou: - Tu tem ejaculação precoce, Túlio? – Não, não tenho mesmo. Realmente não sabia explicar o que aconteceu. Não era uma rapidinha que queríamos. Respondi então: - Não, minha querida, você que é muito gostosa. – e tava mesmo – Mas não se preocupe, agora eu coloco a camisinha e continuamos. Vou fazer você gozar mui…. – Foi aí que ouvimos alguém batendo na porta e me lembrei de outra coisa que havia me esquecido. Minha esposa iria me pegar no trabalho naquele dia, já que ela ficou com o carro para resolver algumas coisas. - É minha esposa!!! - Quê? Sua esposa? Você ficou louco? Como pode ter inventado de me foder sabendo que sua esposa vinha? É mesmo um canalha! – Denise sussurrou com raiva. - Eu me esqueci. Mas também ela só ficou de passar às 19:30 e ainda são 18:30. Pode ser que não seja ela. – Rapidamente, Denise endireitou sua calcinha, limpou e baixou a saia dizendo: - Se ajeita, rápido, e disfarça. Limpa essa tua porra logo que vou ver quem é. – Saiu depois de me dar um breve beijo na boca. Coloquei meu cacete para dentro da calça, e procurei algo para limpar a sujeira no chão. Não tava achando. Foi então que ouvi Denise abrir a porta do escritório e falar: - Oi Márcia! Tudo bem? - Tudo bem, Denise. E você minha querida, como está? – Era minha esposa mesmo. Ainda ouvi os beijos delas se cumprimentando. Enlouqueci. A porra ainda tava no chão. – Cadê meu marido? - Ali dentro. Tá organizando o arquivo. – Ouvi os passos se aproximando. Daí não deu outra, peguei um monte de papel de dentro do armário e soltei tudo por cima da minha gala que tava no chão. Nem liguei se era documento importante ou não. E comecei a encenar que estava arrumando a papelada, organizando sentado ali no chão para esconder minha ereção que ainda não tinha ido embora. - Oi amor! Tá aí? Acabei chegando cedo, querido. Terminei tudo e vim ficar com você e esperar. – Ela se agachou e me deu um selinho na boca. - Tudo bem, meu amor, já terminei aqui. – Me levantei, abracei Márcia e continuei dizendo – O resto Denise termina. – Nesse momento, Denise me olhou furiosa e me mandou uma banana com os braços sem que Márcia percebesse e disfarçou: - É, pode ir. Eu termino aqui. – Nos despedimos e parti com minha esposa. Naquela noite, fiquei pensando na transa com Denise. Será que tenho ejaculação precoce? Se for isso estou fodido. Daí consegui convencer minha esposa para uma trepada. É isso aí, “convencer”. Por isso acabo traindo, apesar dela trepar muito gostoso. Sei que ela adora transar também, isso é visível, todavia ela não tem o mesmo desejo que eu. E antes que vocês, caros leitores, pensem alguma coisa, conheço minha esposa suficientemente para saber, E SEI, que ela não me trai. O único que faz isso sou eu. Mas enfim, ela me deu um boquete muito gostoso, e ela sabe mesmo chupar um pau. Arregacei a buceta dela todinha na minha boca, fodi gostoso; foi demais. E não gozei rápido, foi quase 1 hora de trepada incluindo as preliminares. Definitivamente eu não tinha ejaculação precoce. Essa foi a 1ª parte deste relato. Aguardo comentários, principalmente das mulheres. Caso queiram se corresponder envie e-mail para: elessar_edain@yahoo.com.br. Continuarei postando mais contos e relatos dependendo da receptividade.
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