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Conto Erotico Minha Amiga, minha Amante (Parte 2)

Na 1ª parte vocês vocês ficaram sabendo como conheci Denise. Uma colega de trabalho que se tornou amiga. Minha tara por ela aumentou com o passar do tempo e logo estava comendo ela no escritório da empresa onde trabalho. Pena que a transa foi muito rápida, pois acabei gozando logo, e fomos interrompidos pela chegada de minha esposa. Por sorte que ela não desconfiou de nada. No dia seguinte, no trabalho, Denise me esculhambou. Ela ficou muito irada por tê-la deixado na vontade ainda, e pior, com a incumbência de arrumar minha bagunça. - Filho da puta!! Me deixou aqui para arrumar aquela porra toda que tu fez. Tu nem olhou os papéis que tu jogou por cima da tua gala? Ainda bem que não eram importantes. – Disse ela irritadíssima, mas meio num tom de divertimento. Ri muito da situação. Nossas conversas foram, o dia todo, muito picantes e eu estava só esperando o dia acabar para poder comer ela novamente. Mas quando eu falava em chupar sua buceta, ela ficava calada, como quem não quer tocar no assunto. No fim do expediente tomamos o caminho da sala anexa. Novamente ela hesitou um pouco mas acabou cedendo, infelizmente ela não quis oral, nem fazer nem receber. O pior é que não podíamos transar livremente, tirar nossas roupas, pois havia o receio meu e dela de alguém interromper a nossa transa. A bucetinha dela tava muito molhada, igualmente como no dia anterior. Meu pau entrou naquela racha e se alojou perfeitamente. O útero massageava a cabeça do meu pau, era uma sensação magnífica. Dessa vez coloquei a camisinha antes. Beleza, agora tava tranquilo, ia fuder ela um bocado. Só que não foi bem assim. A coisa toda tava muito prazerosa, dessa vez resolvi fuder ela de frente para mim. Rasguei uma segunda meia-calça dela, só que dessa vez a cadela veio sem calcinha. Que tesão!! Segurei a perna esquerda dela no meu ante-braço por baixo do joelho dela; ela é tão baixinha, que mesmo de salto, tive que me abaixar um pouco para enfiar meu cacete nela. Beijava sua boca, e estocava enquanto meu outro braço a apertava e massageava sua bunda. No entanto, tudo foi tão rápido, e de repente eu tava gozando. Foi gostoso demais gozar dentro dela mesmo de camisinha. Mas não durou nem 10 minutos. Claro que ela ficou brava, não tinha gozado ainda. Resultado, não me deixou comê-la mais naquela noite. Mais uma vez quando cheguei em casa, transei com minha esposa, e não tive ejaculação precoce. Eu estava intrigado com aquilo. Denise me fazia gozar muito rápido. Não sei se era o local, a bucetinha dela ou o perigo que corríamos. E eu precisava aproveitar as oportunidades que surgiam. Apesar dela ter transado comigo, percebia que o fazia pelo tesão; quando a razão chegava em certos dias, ela não queria nada comigo. Vinha com a história de que sou casado, não queria ter problemas com minha esposa, e assim vai. Bem a transa se repetiu mais duas vezes no espaço de um mês. Apesar dela demonstrar e me dizer que gozou, acabei gozando rápido demais em todas essas oportunidades. E isso me deixou triste, como acho que a deixou insatisfeita. Até mesmo num dia em que ela me chamou para a sala anexa, em pleno expediente, e me punhetou até que eu gozasse, mas não me chupou. Corremos um risco, mas percebi que ela fez aquilo para ver se na hora de transarmos no fim do dia eu aguentava mais. Infelizmente não deu certo. Me segurei por uns 15 minutos, até deu para variar posições, mas o gozo saiu. A partir daí ela me deu um castigo, passei o mês seguinte todinho sem que ela me deixasse comer sua bucetinha. Dizia, num teor de brincadeira que eu não era de nada, que tinha ejaculação precoce, entre outras coisas. Sentia que, na verdade, era isso que ela tava pensando mesmo de mim. Mas ejaculação precoce não era, já havia me certificado disso com a patroa várias vezes. Culpei a buceta dela dizendo que era gostosa demais, era um elogio mesmo, porém não surtiu efeito e a desculpa maior para não fudermos mais era minha situação de casado. Mesmo assim, continuou tirando onda: me provocava, dizia essas coisas de ejaculação, gozava da minha cara mesmo, embora sempre como se fosse brincadeira. Só que ela não sabia com quem estava mexendo. Toda vez que me lembro dessa situação me vem à cabeça a música dos Rolling Stones: “don’t play with me / cause you play with fire”. E ela estava mesmo brincando com fogo; com o meu fogo. Eu iria fuder ela novamente, e dessa vez, iria ser uma foda daquelas de deixar buceta dormente. Aproveitei um dia em que minha esposa viajou para capital, afim de resolver negócios e levou meus filhos. Assim, não precisava me preocupar em chegar cedo em casa. Era hoje. Pesquisei o motel que levaria Denise, nem que fosse à força. Tinha que ser um dentro da minha estratégia de discrição acima de tudo, para que ninguém conhecido me visse entrando com uma garota. Já estava tudo certo. Denise já nem queria falar mais no assunto, realmente ela tomou a decisão de não ter mais caso comigo. Naquele dia não abri meu plano para ela, deixei que pensasse que estava tudo bem. No fim do dia, lhe ofereci uma carona que aceitou tranquilamente. Coitadinha, não sabia o que esperava. Peguei o caminho da casa dela, o motel era no mesmo caminho. Parei numa farmácia, alegando que era para levar um remédio para minha filha, mas na verdade comprei preservativo. Novamente tomei caminho e quando era para entrar na rua dela, passei direto. Só aí que ela se ligou. - Túlio, o que você está pensando? Para onde você está me levando? – Perguntou ela toda assustada. - Para o prazer total. – Respondi para ela sorrindo. - Mas e sua esposa? Se você não chegar cedo em casa ela vai estranhar. Vai correr esse risco? - Por você eu corro todos os riscos. Mas não se preocupe, foi tudo planejado. Tenho isso em mente desde que você parou de me dar essa sua bucetinha. Hoje vou arrebentar com você. – falei pra ela todo cheio de mim. Ela então começou a me desafiar, dizendo que não ia pra lugar nenhum e que eu não ia fazer nada. Foi quando ela viu meu carro entrando no motel. Ela resistiu um pouco, dizendo para não entrar, que não iria fazer nada, que iria sair correndo, chamaria a polícia, tudo no mundo. Quando estacionei o carro na garagem do quarto do motel, olhei nos olhos dela e disse: - Denise, agente já começou uma coisa muito boa. Não quero nada com você a não ser dar uma boa trepada. Não como aquelas lá do escritório. E eu sei que você também não ficou satisfeita. Pois bem, eu quero te levar às nuvens e te dar o que uma mulher gostosa como você merece. Agora, quero ter toda liberdade para isso. Se você não quiser, entenderei e poderemos sair daqui agora. Mas aí eu pergunto a você, se já estamos aqui e se você já entrou na água, por que não vai querer se molhar? – ela me respondeu com um belo sorriso malicioso e um beijaço me oferecendo aquele lábio inferior para chupar. Levei Denise para o quarto já no maior amasso. Daí propus antes um banho. Essa proposta foi mais para espantar um possível “nojo” de nossos genitais que talvez ela tivesse, só por não ter me chupado ou deixado chupá-la até agora. Ela aceitou, fomos para o banheiro e ela começou a tirar sua roupa. Caraca, eu não tinha visto o corpo dela por inteiro até ali. Deixa tentar descrever ele todinho. Denise, como já contei, tinha 23 anos naquela época, ela é baixinha, com no máximo 1,60cm, e entre 48 e 55kg, de pele branquinha, cabelos longos até abaixo dos ombros e castanho escuro, seus seios eram pequeninos, durinhos e com bicos que mais pareciam 2 botões, suas pernas, apesar de sua baixa estatura e de ser magrinha, eram até bem torneadas, sua bundinha era bem empinada e sua buceta era uma gostosura, com pêlos, mas bem aparadinhos. Bem abaixo da sua barriguinha notei uma pequena cicatriz. Descobri ali porque sua xoxota era tão apertada; Denise era mãe, mas não teve a filha com o parto normal. Enfim, Denise apesar da idade parecia uma menina de 16 anos por ser tão pequena. Ela é uma mulher num corpo de menina muito gostosa. Enfim, tomamos um banho gostoso e relaxante. Passei sabonete por todo o corpo dela. Ela também me ensaboou, e fez questão de me punhetar. Por fim, levei-a para cama. Estávamos ainda molhados, não nos enxugamos direito. Era hora. Deitei-a na cama e com muito tesão, com o pau latejando de duro, olhei para ela e disse: - Denise, agora eu quero que você relaxe. Quero fazer uma coisa em você que não poderá me negar. – Ela sorriu para mim, fechou os olhos, e abriu as pernas. Era o sinal de aprovação. Deitei meu corpo sobre o dela, a cabeça do meu pau tocou a sua chaninha, porém, não enfiei. Dei um beijo suculento nela, com uma bela chupada no seu lindo lábio. Fui descendo as carícias até os seus peitinhos, apertava com a mão, chupava o bico do tamanho de um botão. Depois fiz o mesmo com o outro seio. Ela já estremecia e gemia. Passei por sua barriga, dei uma lambida na sua cicatriz, e cheguei lá, naquela coisa linda. Uma coisa incrível! Nunca tinha visto em nenhuma mulher que já comi uma buceta como a de Denise. A xoxota dela é inchadinha, com poucos pêlos e bem aparada, rosada, parecia a buceta de uma virgem, e bem pequena. O clitóris dela estava teso, e sua racha escorria líquido sem parar. Aquele cheiro me inebriou, fiquei louco. Respirei pertinho dela, e minha respiração na frente de sua vagina a deixou perdida, implorando para que eu passasse a língua. Dei uma breve lambida, ela tremeu; dei outra lambida, outra tremida. Percebi que os pelos de todo seu corpo estavam arrepiados. Na terceira lambida, ela gritou de prazer e pediu para que não a maltratasse. Então comecei a passar a língua sem parar. Enfiava na abertura rosada dela e bebia todo o suco que escorria. Percebi que em certo momento sua respiração ficou mais rápida e forte, e ela tremeu o corpo, acho que gozou naquela hora. Foi aí que resolvi maltratar e dar a chupada especial que sei . Reti a minha boca somente no clitóris de Denise, o envolvi com meus lábios e suguei, fazendo um bico, como quem chupa uma uva. Daí, mantendo os lábios desse jeito, comecei a passar a língua agitando-a com movimentos rápidos e intermitentes, como a língua de uma cobra, fazendo com que a ponta raspasse o botão duro da buceta dela. Como sugava forte, é claro que sorvia qualquer líquido que saísse dali. E como era gostoso! Doce e salgado ao mesmo tempo. Tem condições? Só sei que em pouco tempo, a sucção e minha língua vibrando no pinguelo de Denise, fizeram ela tremer toda, em uma forte convulsão. Ela empurrava minha cabeça, tentando afastar minha boca da sua buceta, só que eu já havia envolvido meus braços em sua cintura. Ela estava presa na minha máquina de tortura. Chupei, lambi, não parava. Foram quase 20 minutos fazendo aquilo. Quando a língua cansava, eu sugava forte, quando descansava, voltava a agitar a língua. E ela tentando me tirar dali, mas ao mesmo tempo que me empurrava a cabeça com suas mãos, puxando forte meus cabelos, também impulsionava sua pélvis, querendo que eu engolisse sua buceta todinha. Eram verdadeiras convulsões. Não sei quantas vezes ela gozou, mas quando eu parei, que olhei para ela, notei que parecia sem fôlego, soluçava e de seus olhos escorriam lágrimas. A xoxota dela de rosada passou para vermelha de tanta sucção que fiz. Ela abriu os olhos, respirou forte e disse rangendo os dentes: - Você quer me matar, filho da puta? Me come agora, estoura essa buceta com seu cacete. – Acatei de imediato sua ordem. Ao que ela terminou de falar, peguei o preservativo e coloquei no meu pau. O caralho tava duro como uma rocha. Ajoelhado em frente ao lindo corpo de Denise que estava de pernas arregaçadas só me esperando, fiquei um pouco decepcionado mas sem deixar transparecer. Isso porque, infelizmente, ela não fez menção de chupar meu pau; também eu não iria insistir, apesar de tudo, eu tava adorando. Só que aí me lembrei, da porra da minha ejaculação precoce quando comia ela. Pelo menos, se isso ocorresse novamente, eu já tinha feito ela ir às nuvens só com a minha boca. Mas minhas preocupações foram desnecessárias, aquela seria uma das maiores e melhores trepadas que já tive. Ela me envolveu então com suas perna, coloquei a cabeça do cacete na entrada da xana e fui enfiando bem devagar, que sensação maravilhosa senti. A vagina dela estava muito molhada e apertadinha, foi incrível. À medida que eu metia nela devagar, ela gemia e suspirava. Acontece, que naquela posição de papai-mamãe, percebi que meu pau não entrou todinho nela. Senti a cabeça atingir o útero. É mesmo pequena essa garota, em todos os sentidos. Lógico que fiquei preocupado. Perguntei se estava machucando. Ela me pegou nuca, puxou minha cabeça e olhou nos meus olhos dizendo de forma voraz: - Pode meter com força. É para explodir essa porra com teu pau. Vai mete, meu gostoso. – Foi o que fiz, comecei a meter forte nela, bombando meu cacete na bucetinha dela. Sentia o tempo todo o útero na cabeça do meu pau, o que me dava mais prazer ainda. Continuei num vai e vem forte. Em certo momento, enquanto metia forte, levantei a cintura dela, no que me permitiu ficar de joelhos na cama, ao mesmo tempo que flexionava ao máximo suas pernas, tentando arregaçar totalmente sua buceta. Depois de fudê-la bastante no papai-mamãe, pedi para que ela me cavalgasse. Que cavalgada! Assim que pedi, de um salto, ela montou em mim. De início ela mexeu gostoso. subia e descia no meu cacete, dava uma rebolada aqui e acolá. Sua xoxota estava tão molhada que seus líquidos escorriam pelo meu pau. Senti que os pentelhos na base do meu pênis estavam totalmente encharcados. Mesmo nessa posição, meu pau não entrava todinho ainda ficava, mais ou menos, um dedo para entrar por completo. Seu útero era uma barreira natural, mas só me dava prazer, e aparentemente, ela também sentia muito prazer também, e sem dor. De repente, ela ficou de cócoras com a buceta ainda engatada no meu caralho; aquela foi a hora em que ela me levou na lua. Começou então a subir e descer num rebolado sem tocar em mim, apenas meu cacete tocava nela. Em alguns momentos seu rebolado se limitava à cabeça do pau. Ficava ali, mexendo, mexendo e, de repente, descia com tudo, com sua chaninha engolindo-o até onde dava. Aquilo me deixou maluco, quase que gozo ali, naquela hora. Só que em pouco tempo, ela arreou sobre meu corpo, com as pernas tremendo toda e com a respiração ofegante. - Filho da puta! Go… goz.. gozei de novo caralho. Me come de quatro agora, quero sentir seu cacete todo em mim. – Disse ela sofregamente. Atendi prontamente. Virei-a de bruços, coloquei um travesseiro abaixo de sua barriga, empinei aquela bundinha gostosa, fui por trás e meti de uma vez. Queria machucar naquele momento, explodí-la, como ela havia pedido antes. Entrei com tudo, só que dessa vez meu pau entrou todo, até o talo mesmo. Caralho, a cachorra sabia que naquela posição ia entrar até o fim. Nessa primeira estocada ela tremeu todinha. Vi os pêlos de suas costas se arrepiar. Com certeza gozou gostoso novamente. Àquela altura, havia perdido as contas de quantas vezes ela chegou ao orgasmo. Eu entrava todinho naquela bucetinha apertada, sentindo a cabeça do pau bater no útero dela. Denise tem uma bunda magnífica. Detalhe, não é bunda de mulher fruta, mas tem carne suficiente e é bem empinadinha. Naquela posição eu olhava para baixo e podia ver um coração de ponta cabeça, assim era o formato da bundinha dela para mim. Tão branca, não tinha uma marca sequer, nem de biquini, sua pele era alva, mas não uma vela, e com todo o agito e gozadas, na verdade, ela tava toda rosada. Continuei bombando gostoso aquela buceta, até que só de olhar para sua bundinha, começou a vir a sensação desde os meus testículos. Nesse momento ela ouviu minha respiração e os movimentos ficarem mais rápidos. - Goza pra mim seu cachorro. Goza gostoso, estoura essa camisinha dentro de mim. – Ela falou. Comecei a gozar tão forte que não consegui me manter naquela posição, deitei sobre seu corpo, tremendo enquanto todo meu ser saía pelo meu pau. Foi uma gozada magnífica. Eu estava exausto, mas satisfeito como ninguém com aquela trepada. Deitamos um pouco, um ao lado do outro. Denise ficou me acariciando, suas unhas roçavam meu saco, de vez em quando ela punhetava e enquanto isso, nos beijávamos e conversávamos. - E aí? Tenho ejaculação precoce? – perguntei – ao que ela respondeu com uma sonora gargalhada. Porém, estava claro que ela queria mais, e todo esse carinho dela com meu pau só tinha um motivo: ela queria ele duro novamente. E não demorou muito meu cacete estava como pedra de novo. Foi então que ela me surpreendeu. - Você agora vai ter o troco pela sacanagem que fez comigo antes. Você quase me matou com essa sua boca de tarado. Agora vai ter o troco… – Assim que disse isso, Denise abocanhou meu pau. Começou a beijá-lo, lambeu a cabeça, roçou seus lábios por ele todo. Depois enfiava ele na boca fazendo sucção e com movimentos na língua que era uma verdadeira masturbação no meu cacete. Ela não chupava melhor que minha esposa, mas tinha uma coisa que sabia fazer com maestria e isso me deixou doido. Ela engolia meu pau todinho, atingindo sua garganta, daí, ela conseguia mantê-lo lá por um tempo muito longo e com movimentos da cabeça de vai e vem, eu sentia como se estivesse dentro de sua buceta. Quando perdia o fôlego ela, liberava meu cacete e respirava, mas em nenhum momento teve ânsia de vômito. Fiquei admirado. Ela fez aquilo algumas vezes, e logo eu já estava a ponto de gozar. Avisei para ela, e para meu deleite, ela enterrou meu pau todinho na boca de novo. Pude sentir os jatos na sua garganta. A cadela lacrimejou, ficou com o rosto todo vermelho. Aquilo me deu espasmos incontroláveis, foi uma gozada inesquecível na garganta dela. Então ela soltou meu cacete e pude ver que ela estava com falta de ar. A preocupação foi apenas momentânea, pois a vadia começou a tossir, havia se engasgado com minha porra. Talvez parte do esperma tenha entrado por sua traquéia. Mesmo assim, ela continuou me punhetando, não soltou meu pau nem quando estava se afogando na minha gala. Com isso, meu caralho não amoleceu. De imediato ela montou sobre ele e começou a cavalgar freneticamente. Me assustei, pois não havia colocado preservativo e meu pau ainda estava melado com meu sêmen. - Sua louca, quer engravidar? – Indaguei. - Me come seu puto. Não liga com isso. Curta minha buceta sem camisinha um pouco. Ela está tão molhadinha para você. Com a porra da camisinha você não iria sentí-la assim, ia? – Realmente, a buceta dela estava muito gostosa, tão molhada, e envolvendo meu pau de uma maneira magnífica. Camisinha só ia atrapalhar mesmo. Continuei comendo ela por mais um tempo com seu corpo cavalgando sobre o meu. Não preciso lembrar que o útero dela era presença constante na cabeça do meu pau. Daí eu quis algo simples mas muito gostoso. Abracei-a e virei, comecei a comer aquela puta na posição papai-mamãe. Nossos corpos ficaram colados, e os beijos que dava naquela boca carnuda eram intermináveis, de tirar o fôlego. Eu bombava meu pau na buceta dela e chupava sua língua, bombava e chupava seu lábio inferior, bombava e ela chupava minha língua. Foi bom demais. Fiquei nessa rotina de beijo e foda por um longo tempo, só por cima dela. Não demorou veio a vontade de gozar novamente. Avisei para ela, e já ia tirar meu pau para gozar na sua barriga. Quando fui levantar ela me deu uma chave de pernas, me puxou para beijar minha boca, e segurou firme minha bunda com suas mãos. Resultado: não tive como sair, nem pude questionar. Aumentei a velocidade das estocadas e percebi que ela já estava gozando. Em nenhum momento ela me soltou, nem meu corpo ou minha boca. Gozei fundo e intensamente naquela bucetinha. Deu para sentir que a esporrada era diretamente na parede do útero dela. Mas pude ficar tranquilo, ela tomaria logo depois uma “pílula do dia seguinte” que levava na bolsa. A vadia sabia o que queria. Depois desse dia, transamos, mais algumas vezes, mas foram aquelas rapidinhas no escritório, finalmente sem ejaculação precoce. Pouco tempo depois fui surpreendido com a transferência dela para a Matriz na Capital. A cadela havia solicitado sem que eu soubesse. Nunca mais transei com aquela gostosa. Depois soube que ela fez isso pois estava se apaixonando, e isso era inaceitável para ela e para mim. Mas confesso, que talvez, se ela tivesse ficado eu provavelmente me apaixonaria por ela também. Transar com Denise foi um momento marcante na minha vida. Nunca esquecerei dela nem de nossa aventura. E daqueles nossos momentos ficaram um segredo, só nosso, de bons amigos e, ainda melhores amantes. Espero que tenham apreciado. Deixem comentários. E as mulheres que quiserem, mandem e-mail para elessar_edain@yahoo.com.br. Em breve postarei mais relatos de minha vida ou até mesmo fantasias eróticas.
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