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Conto Erotico Minha cunhada reprimida

Minha cunhada reprimida Acordei surpreso com a campainha aquela hora da manhã. Não faziam nem 20 minutos que voltei a dormir após deixar minha gata no ponto de ônibus; eram cerca de 6h. Achei estranho e pensei logo em assalto. Já morava no prédio há 3 anos e nunca havia recebido um vizinho nessa hora. Verifiquei sorrateiramente o interfone e ele estava com sinal. Na hora pensei que poderia ser uma tentativa de assalto. Aproveitei que a sala estava com as cortinas fechadas e meu vulto não poderia ser detectado no outro lado da porta de entrada. Caminhei na ponta dos pés, meio que ninja, para não denunciar minha presença. Já fazia quase 1 minuto que a campainha havia tocado; teria ela tocado mais vezes ? Não havia como saber.

Fiquei ainda mais surpreso ao observar minha cunhada do outro lado. Fiquei observando-a por um tempo para tentar perceber se havia alguém escondido na escada. Ela por duas vezes levou a mão à campainha mas não a tocou. Se aproximou do olho mágico e tentou ver através dele. O que a minha cunhada poderia querer numa hora daquelas ? Era uma 3a-feira chuvosa e estava congelante (pelo menos para um carioca); queria minhas cobertas. Percebi então que não podia mais deixar a menina na porta com todo esse frio. Abri a porta e perguntei se tudo estava bem. Minha cunhada entrou toda tímida e então fechei a porta.

Quando falei com ela percebi o mole que havia dado. No susto, saí da cama com a minha samba canção e nem percebi que estava com aquela rigidez matinal por vontade de mijar. Beijei-a e no abraço a cutuquei com meu pau. Totalmente sem graça me desculpei e então percebemos que ele estava todo para fora da cueca. Sem outra opção, peguei-o e tentei acomodá-lo na cueca, o que sabia ser impossível (por isso gosto tanto desta cueca... a liberdade é absurda). Pedi licença e fui mijar. Como não havia mais o que esconder, fui ao banheiro de porta aberta mesmo.

- Senta aí cunhadinha... vou me trocar e já volto. - falei do banheiro

Ao entrar na sala, após ter colocado uma bermuda, encontrei a minha cunhada com um sorriso tímido no canto da boca.

- Desculpa pela situação... - disse ainda sem graça

Ela só fez aumentar seu sorriso.

- Mas o que te traz aqui gata ? (sempre a tratei assim)

Ela desandou a falar que estava precisando respirar novos ares, que não estava se sentindo muito bem e outras coisas do tipo. Começou a falar sobre seu relacionamento com o marido, que estava farta dele. Enquanto ela falava divaguei sobre como ela era bonita e bem cuidada; que bobão por não perceber a mulher que tinha.

Minha cunhada é uma mulher muito bonita, bem cuidada, alta, tem cabelos compridos e volumosos (sonho de muitos homens) e é 2 anos mais velha que a irmã. Ela vive sempre arrumada e basta acordar para logo se cobrir de maquiagem. Me peguei ali analisando-a como uma mulher e me surpreendi com este pensamento pois nunca antes a olhara com estes olhos.

Ela estava quase chorando quando senti que devia cumprir meu papel de familiar e consolá-la. Dada a situação confesso que deixei de lado meus pensamentos e começamos então a conversar sobre as coisas boas que ela tinha, a situação em que vivia e coisas do tipo.

Fomos interrompidos pelo meu despertador. Eram exatamente 7:30h e eu precisava ir para o trabalho. Despedi-me dela e lhe disse que tudo ficaria bem, que contasse comigo sempre que precisasse. Ela desculpou-se pela situação e eu retruquei:

- Me desculpe pelo modo como te atendi. Estava com sono, frio e... muita vontade de mijar... você entende né ?

Ela apenas sorriu e me deu um beijo.

No dia seguinte ela me liga no trabalho e agradece por eu não ter falado nada com a sua irmã. Eu disse que não havia o que comentar (como se homem se ligasse nessas coisas) ! Despediu-se me dizendo que eu era seu cunhado favorito. Brinquei comigo mesmo: somos apenas 2 não é mesmo ?

Na 5a acordei novamente com a campainha. Atendi e novamente era ela. Ela estava com um short/bermuda de lycra e um top de malha.

- Vai correr ? Tá parecendo uma menina de academia.

Ela sorriu e me beijou. Novamente meu pau havia cutucado sua barriga.

- E você parece que tem muito xixi pra fazer...

Sem graça fui para o banheiro novamente.

Quando fui do banheiro para o quarto ela pede:

- Não precisa se incomodar. Fique à vontade !

Segui então para a cozinha e perguntei se ela queria um copo de água. Ela foi comigo e bebeu no meu copo. A carinha que ela fez só podia representar uma coisa... ela estava me seduzindo. Ela tirou a garrafa de água da minha mão e tomou a minha frente. Se inclinou um pouco para a frente e encostou sua bunda em mim. Para minha surpresa meu pau já estava enrijecido.

- Ei... acho que agora não é mais xixi...

Fingindo que não entendi me afastei mas ela recuou e continuou mantendo meu pau entre as popas de sua bunda. Virou-se e colou seu corpo no meu ! Pude ver seus peitos rijos e devolvi a brincadeira.

- E você ? Está com muito frio ? - Fixei os olhos em seus seios

Ela respondeu com um beijo sutil em minha boca. Ficamos por alguns momentos nos estudando até que não aguentei mais e peguei forte em seus cabelos e introduzi minha língua em sua boca. Nos beijamos por muito tempo. Só então mudarmos de posição. Encostei-me na pia e a encaixei entre as minhas pernas.

Senti que ela não tinha coragem para tomar mais iniciativas. Ela sempre foi muito tímida. Ela ficava resvalando no meu pau toda hora. Peguei sua mão e a fiz agarrá-lo com força. Ainda nos beijando ela o alisou com muita delicadeza. Eu quase fiz um vai e vêm com o intuito de "comer" sua mão. Enquanto eu fungava em seu pescoço, percebi que ela olhava avidamente para meu pau.

Tirei sua mão dele e o coloquei entre suas pernas. Ela aumentou sua entrega no beijo mas logo em seguida disse, com muito sofrimento:

- Nãooooooooo.

Ela então se virou de costas e me deu sua boca para beijar. Minhas mãos seguraram firmemente seus seios volumosos enquanto ela começou a me masturbar. Sua técnica era muito, mas muito fraca; mas a excitação era muita. Sentindo que ela não iria passar daquilo, desci com uma das mãos e por dentro de seu short, desci pelo ventre, pela parte interna da coxa e após um bom tempo em sua vulva.

A menina rebolava muito ! Por diversas vezes apertou o meu pau com tanta força que me incomodava. Ela virou de frente e colou seu corpo no meu mas continuou com sua mão em meu pau e não soltou a minha mão de seu sexo. Ela praticamente comeu minha mão até gozar com sua língua em minha boca. Beijei-a com vontade enquanto se contorcia em minha mão e corpo. Ela ficou meio que em transe por uns dois minutos. (me disse outro dia que faziam mais de 3 semanas que não gozava)

Quando peguei a sua mão e a coloquei sobre meu pau, olhou para mim com uma cara meio que de arrependimento. Cochichei em seu ouvido...

- Menina... não me mata mais de tesão... preciso que me dê um pouco mais de carinho.

Ela reagiu com um não sem convicção...

Agarrei-a então pelo cabelo e sussurrando disse:

- Você não vai me deixar assim... quero gozar. Toca uma punheta no teu cunhado e torça para eu gozar logo.

Confesso que não consegui ter certeza de que ela estava a vontade com a situação; mas na hora me lixei pra isso.

Agarrei-a de costas e peguei forte em seus peitos. Senti que o gozo se aproximava e intensifiquei meus beijos. Ao perceber ela desencaixou de minha perna e ficou de lado enquanto me masturbava.

Gemendo lhe pedi que fizesse carinho no saco com sua outra mão. Ela atendeu mas não foi muito bem sucedida.

Enquanto ela dedilhava meu saco e me punhetava, olhei para ela com aquele olhar de gozo e dei vários urros. Nossos olhos não se desviaram um segundo sequer ! Ela pareceu curtir muito o momento !
Ela me beijou forte enquanto ainda gozava em toda a sua mão e no chão da cozinha.

Mais uma vez o despertador nos “acordou”.

Me despedi dela com um beijo na boca e dei uma cheirada forte em seu pescoço. Se arrepiou todinha.

Ela saiu sorridente e eu logo disse:

- Menina... assim você vai dar bandeira pro meu lado ! Comporte-se !

Ela voltou, me empurrou para dentro do corredor de casa e me agarrou novamente. Me deu um beijo tão gostoso que fiquei profundamente excitado novamente.

Antes que eu pudesse falar algo mais saiu e bateu a porta.
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