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Conto Erotico O Encanto de uma mulher madura

Elisabeth era uma mulher de 58 anos, estatura baixa, dentro do peso, tipo da mulher elétrica, extremamente trabalhadora, com objetivos e ambiciosa. Era casada pela segunda vez. Seu marido, um ex dono de uma sapataria na Capital, era um senhor de pouco mais de 60 anos, com características antagônicas às de Elizabeth, uma vez que era pacato, pensava muito antes de tomar qualquer decisão, mas também muito dedicado ao trabalho. Juntos tinham dois filhos, sendo que Elisabeth tinha mais dois do primeiro casamento. Viviam em harmonia, agora tocando uma loja de mudas e plantas, no interior do Estado, que montaram após a venda da sapataria. Graças à união das características do casal, a loja andava muito bem. Moravam numa chácara, bem próximo à loja. Eu era um vendedor de adubos e, quando assumi a região, passei a visitá-los e acabei fazendo um bom relacionamento com o casal. Eu, casado, 32 anos, alto e pouco acima do peso, fazia questão de fazer sempre um bom relacionamento com meus clientes, visto que isto favorece vencer suas metas e abrindo sempre boas possibilidades para introdução de novos produtos. Sempre que os visitava era atendido por ambos, mas as compras eram realizadas pelo Sr.Saul, marido de Elisabeth. Após alguns meses que realizávamos negócio, numa dessas visitas, fui atendido por Elisabeth, apenas ela, que estava visivelmente abatida. Perguntada se estava com algum problema, relatou-me um problema de doença do Sr.Saul, que estava acamado em casa, mas me colocou a par ser um problema grave, irreversível. Sai muito chateado dali e a partir disso, além das visitas normais, ligava a ela a cada dois ou três dias, preocupado em saber notícias do marido. Num desses telefonemas, a notícia foi das piores. Sr.Saul havia nos deixado. A família, bastante unida, teve uma nítida queda de ânimo para os negócios, o que de certa forma, era normal. Quem passou a segurar de fato toda a estrutura, foi Elisabeth, colocando para fora todas as características de sua forte personalidade e de seu tino comercial. Por minha vez, fazia indicações da loja para conhecidos, fazia com que outros clientes interagissem com Elisabeth para lhe aconselhar sobre colocação de novos produtos, idéias para aumentar o movimento, enfim, integrá-la ao mercado. E dessa forma nossa amizade foi cada vez mais se estreitando, fazendo com que Elisabeth me confiasse informações, pedisse conselhos, acabei virando um confidente daquela mulher vigorosa no trabalho. Em determinada altura ela achou por bem vender a chácara onde morava, a fim de eliminar mais uma das recordações de seu bom convívio com o marido, pois o local a fazia ficar triste em função da ausência. Comprou uma pequena casa num condomínio de padrão regular, pequena, suficiente para ela, pois os filhos moravam cada um por si. Nessa altura já se passara uma ano que estava viúva. Era comum nos falarmos por telefone e numa dessas vezes ela me ligara para pedir um favor. Precisava ir a um cliente de um bairro mais afastado e não tinha a mínima idéia de como ir, assim, me pediu para acompanhá-la, o que foi prontamente atendida. Marcamos para o dia seguinte após o almoço. No dia seguinte, no horário combinado, passei na loja para apanhá-la e irmos resolver seu problema. De fato era longe, gastamos 40 minutos apenas para chegar a uma bonita chácara, de propriedade de seu cliente, que adquirira grande quantidade de mudas. O proprietário nos recebeu e nos dirigiu até um alpendre bastante espaçoso e bem arrumado. Ofereceu-nos um suco, que foi aceito e Elisabeth e ele passaram a tratar de negócios. Educadamente pedi autorização para ir até um canteiro de flores num dos cantos da chácara, a fim de deixá-los à vontade para falar de seus assuntos. Pouco mais de 20 minutos e estávamos já de saída. No retorno Elizabeth não cansava de agradecer minha companhia, brincando comigo disse que se fosse mais velho e não casado certamente daria em cima de mim. Rimos, mas lembrei a ela que meu casamento não era empecilho, visto que o meu ia de mal a pior e quanto à idade, eu teria que me cuidar, pois ela estava com tudo em cima, uma gatinha, digna de uma boa cantada. Voltamos a rir, mas notei que Elisabeth fixou os olhos em mim, gostando de meu comentário. Passara uns dez dias e fui à loja para vender à Elisabeth. Sua filha disse que não estava, pois tinha ido ao médico. Perguntada se havia algum problema, disse que era apenas rotina, pois sua mãe sempre se cuidara, sempre foi ao médico preventivamente. Fiquei de retornar no dia seguinte. Não satisfeito, naquele mesmo dia, mais à tarde, liguei a ela para saber das notícias, e avisar que iria lá no dia seguinte: - Olá mocinha, como vai? – perguntei - Nossa, ganhei meu dia, mocinha é ótimo! – respondeu brincando Nessa altura Elisabeth beirava 60 anos mas de fato não aparentava essa idade, pois mantinha a linha, cuidava-se, sempre produzida, maquiava-se com sutileza, enfim, estava sempre preocupada em oferecer uma boa imagem. - Que foi fazer no médico querida, algum problema? – indaguei - Não,meu amor, rotina mesmo, sabe como é, estou naquela fase que não posso me descuidar. Andava um pouco chateada e achei que pudesse ser uma depressão, mas o médico brigou comigo e me mandou tomar chopp. – respondeu - Ah, muito bem, então ele te cantou? – brinquei - Não, nem pensar, se ainda fosse um homem como você eu certamente pensaria, mas ele não dá. – afirmou Não me fiz de rogado. - Sendo assim, está convidada para o chopp hoje e agora é sob orientação médica, não pode negar. – disse a ela Elisabeth riu e perguntou se estava falando sério. Confirmei o convite e ela, para minha surpresa, aceitou, dizendo que estava na hora de começar a se divertir um pouco mesmo, pois só trabalhava. Combinamos que eu a pegaria na casa dela por volta das 19,30. Mais tarde, chegando o seu condomínio, solicitei liberação para entrar e ir buscá-la. Entrando no carro, Elisabeth estava toda feliz, elétrica como sempre, falante, deixando pouco espaço para mim e, ao mesmo tempo preocupada sobre qual desculpa eu dera em casa para sair. Insisti com ela que isso já não era um problema, tinha liberdade, conquistada depois de alguns anos de um casamento não muito bem sucedido. Apenas morávamos juntos, para seu espanto, como sempre. - Como que uma mulher pode deixar um homem como você solto por aí? - dizia - Talvez eu não seja esse homem que você imagina. – respondi - Duvido meu querido, outros tempos eu ia pagar pra ver. – disse ela Aquilo ficou na minha cabeça, Elisabeth nos últimos tempos manifestava um desejo, e algumas indiretas me chegavam como um raio que atinge uma árvore. Fomos a uma choperia, tipo do local que Elisabeth não freqüentava há muito tempo, segundo ela. Conversamos sobre muitas coisas. Situações profissionais, situações com filhos, confidências familiares, e à medida que o chopp descia, as conversas iam ficando mais íntimas. Até que em determinado momento, talvez pelo efeito do chopp, Elisabeth perguntou: - Meu querido me diz: Aquele dia que fomos na chácara do meu cliente, você me disse uma coisa que não me saiu da cabeça. – afirmou - O que exatamente querida? - Você disse com todas as letras, e eu sou velha, mas não sou caduca, que eu estava com tudo em cima, não disse? – perguntou - Disse, e é verdade, por que duvida? – indaguei - O que você considera tudo em cima? – quis saber Relatei a ela sobre sua postura elegante, sobre seu corpo alinhado, sobre sua educação, sua beleza, sua feminilidade. Disse a ela que mulheres como ela sempre são interessantes e via de regra, se românticas, eram ótimas companhias para qualquer homem, independente de idade. - Você tá me cantando? – perguntou objetiva - Se tiver certeza que isso não estragará nossa amizade, sim, adoraria ter mais intimidade com você. – respondi, certamente encorajado pelo álcool ingerido. - Vamos pedir a conta? – perguntou ela bruscamente. Queria me certificar que não a tinha ofendido, assim, queria saber se a repentina decisão de ir embora seria uma forma de represália pelo que disse. - Meu amor, eu não faço sexo há pelo menos 4 anos, desde a doença de Saul, aí eu levo uma cantada dessa de um homem bonito e jovem como você, e deveria fica brava? – falou espontânea Não respondi. Rachamos a conta, como sempre fazíamos e dirigimo-nos ao estacionamento. Entrando no carro, Elisabeth me perguntou que mais eu ia dizer a ela para deixá-la ainda mais feliz. Nada disse, puxei-a e lhe dei um selinho, e sendo receptiva, dei-lhe um longo beijo na boca, fazendo com que a deixasse completamente relaxada. Elisabeth me olhou com carinho e disse que aquilo fora um presente que há muito não recebia. Sai com o carro em direção à sua casa, propositadamente dei uma volta maior para passar em frente a um motel. Diminuí a velocidade ao me aproximar do lugar e olhei para Elisabeth, que não me deixou perguntar nada, dizendo apenas que depois da cantada que recebeu, não podia negar nada. Entrei no motel. Após baixar a porta da garagem, ofereci ajuda para Elisabeth descer. Estava com a mão fria, trêmula. Ali mesmo dei um beijo na sua testa e em seu rosto, dizendo para ela ficar tranqüila, que não se arrependeria de sua atitude. Entramos, Elisabeth imediatamente procurou o banheiro. Cuidei de colocar uma música adequada, deixar as luzes em tom romântico e separei os roupões. Esperei Elisabeth sair. Assim que saiu, ofereci o roupão a ela, que prontamente aceitou. Disse a ela que iria ao banheiro, gostaria de uma chuveirada, que ela ficasse tranqüila. Quando saí, Elisabeth estava deitada na cama, de roupão, e notei que sua roupa estava arrumada sobre as costas de uma cadeira. Eu estava apenas com o roupão e perguntei a ela se gostaria de tomar uma chuveirada, pois estava uma delicia. Virou-se, ainda trêmula e disse que gostaria sim. Ofereci-me para deixar a água da ducha na temperatura ideal, aceito por ela. Preparei tudo e saí do banheiro, e ela entrou encostando a porta. Respeitei. Escolhi um vinho no frigobar e abri, colocando em taças e aguardei sua saída. Assim que escutei cessar o barulho de água, fui até a mesa que ficava numa espécie de ante sala e coloquei ali a garrafa e as duas taças. Elisabeth saiu e deparou-se comigo na porta, já com a taça na mão oferecendo a ela. - Acha que vai precisar me embebedar? - perguntou sem jeito - Não, apenas acho que a ocasião merece um brinde. – respondi docemente Batemos as taças, tomamos um gole e coloquei a taça de volta à mesa. Com uma das mãos apertei um de seus braços e com a outra fui à sua nuca e a trouxe contra mim para um beijo romântico. Elisabeth correspondeu novamente, agora com mais intensidade, abraçando meu corpo em retribuição. Ficamos assim por alguns minutos, trocando beijos e abraços fraternos. Elisabeth já podia sentir a força de meu pau, ainda que sob o roupão. Era claro que ela jogava seu corpo contra o meu para sentir cada vez mais o cacete roçar nela. Com uma das mãos, sem ela perceber, abri o cordão de meu roupão. Quando Elisabeth percebeu minha rola já estava disponível para sua apreciação. Ela, com uma de suas pequenas mãos, encostou no pinto, ainda tímida, mas querendo conhecer o que eu oferecia a ela. Era vez de desatar o cordão do roupão dela e o fiz, tudo ali, em pé, aos beijos, agora já em seu pescoço e descendo para seus seios, se não firmes, mas ainda com consistência para desejar chupá-los, o que passei a fazer com vontade, para vibração de Elisabeth, que permanecia arrepiada. Fiz com que o roupão dela caísse a seus pés, ela olhava pra mim como querendo negar a olhar meu cacete que a desejava. Deixei cair também meu roupão e peguei as duas mãos de Elisabeth e dirigi-as a meu pau duríssimo. Ela o pegou com vontade, fechando os olhos e emitindo gemidos. Pegava e apertava, cada vez mais, como que implorando a não fugir de seu controle. Abracei o ombro de Elisabeth e a guiei até a cama. Aquele ambiente de musica e pouca luz, deixava-nos entorpecidos. Fiz com que sentasse, fiquei de pé diante dela e com jeitinho pedi que ela chupasse. Ela afagava meu cacete com suas duas mãozinhas, olhou para ele, voltou a olhar para mim, e abrindo a boca sutilmente, levou meu pau até sua boca quente e sedosa. - Chupa a cabeça, lambe em volta dela, assim , gostoso, bem devagar querida. Elisabeth seguia à risca minha orientação e vez por outra passava meu pau em todo seu rosto, ora nos seios, no pescoço, abusava do poder de tê-lo todo para ela naquele momento. - Chupa gostoso meu amor, brinca com ele inteiro. – pedia Elisabeth chupava com cada vez mais força. À medida que o tempo passava ela ganhava mais confiança e se soltava, entendendo que aquele momento era único entre nós, que deveria se dedicar totalmente aos seus desejos. Pedi que parasse um pouco e a empurrei para trás, e passei a chupá-la inteira, de cima a baixo de seu corpinho trêmulo. Isso fez com que Elisabeth se debatesse na cama, gemia como uma gata, agarrava as roupas da cama com força, demonstrando que estava totalmente entregue, alucinada. Quando parei para chupar sua boceta já encharcada, segurou meus cabelos com força e não permitia que eu tirasse minha cabeça, enterrada entre suas pernas. Exerci toda minha força e segurei seus braços, atirei-a para a parte mais alta da cama e caí em cima dela, merecendo dela uma resposta imediata, escancarando suas pernas e pedindo para eu colocar meu pau dentro dela. Apesar de seu longo tempo sem sexo, Elisabeth já estava completamente adaptada àquele momento, exigindo de mim que enterrasse o pau em sua boceta. Sem vacilar, coloquei meu cacete naquela boceta sedenta, quebrando um tabu de alguns anos. Ao enterrar Elisabeth gritou, mas não de dor, de tesão, de emoção, e cravava suas unhas em minhas costas, fazendo força para que eu penetrasse cada milímetro do pau em sua boceta melada. Exigia de mim que gozasse também, pois se continuasse ali morreria de tanto tesão. Ao sentir que meu gozo vinha, estoquei ainda mais forte, certamente pressionando seu útero, que correspondeu com um berro feliz, seguido de um beijo selvagem. Elisabeth chegou a desfalecer. Rapidamente peguei o vinho, fazendo com que cheirasse e recuperasse, deitando ao lado dela com um abraço carinhoso, fazendo com que nossa adrenalina baixasse pausadamente. Passados uns 20 minutos, Elisabeth beijava meu rosto e agradecia, dizendo que provavelmente teria sido a melhor transa da vida dela, que nunca vibrara tanto, que nunca gozara a ponto de desmaiar. Agradecia, beijava, agradecia e não cansava de dizer o quanto ela estava relaxada, satisfeita, feliz e grata por aquela noite maravilhosa. Disse a ela que agora deveria entender porque eu dizia que ela estava com tudo em cima, agora avalizada pelo romantismo que demonstrara, pelo tesão que emanava daquele corpo ainda bem feito. Muitas mulheres de 18, 20, 30 anos gostariam de ter a disposição de sexo que Elisabeth mostrara e me encantara.