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Conto Erotico Um presentinho para o maridão

- Tá concentrada, hein - Fernando me abraçou por trás, me pegando de surpresa. Larguei o lápis e a calculadora para corresponder ao abraço. - Chegou cedo – comentei. Na verdade, bem mais cedo, duas horas antes do habitual. - Ih, por que essa preocupação? Tava fazendo alguma coisa que eu não posso ver? Joguei para ele o caderno de contas da casa que eu estava fechando. - Pelo contrário! Fazendo algo que você pode e deve ver. - Hmmm, não quero preocupação agora – ele disse fazendo cara feia, e eu caí na risada. – Tenho uma notícia boa para você, amor. Fui promovido. Na mesma hora, pulei da cadeira e o abracei feliz. Fernando já estava há alguns anos na fábrica e uma promoção era algo mais do que bem vindo, já que significava um aumento. Orgulhosa do meu homem, dei-lhe um longo beijo na boca. Achei que seria apenas isso, mas as mãos de Fernando desceram da minha cintura e foram parar na minha bunda, onde ele deu um belo tapa. Parti o beijo para poder encará-lo e ver a expressão que eu mais gosto nele, a de menino sapeca que está doido para aprontar. Não estava com muita vontade de transar, mas aquela carinha, aquele olhar e o cheiro de homem que já invadia meu nariz me fizeram mudar de ideia. Desci o zíper da saia, fazendo-a cair no chão – sem ela eu era mais rápida – e saí correndo em direção ao quarto de casal. - Vem junto, se for macho pra isso - intimei. Fernando alcançou-me dois segundos depois, empurrando meu corpo contra a cama e tascando mais um beijo. Percebi que seu pau já estava ficando duro. Minha blusa voou longe e meus seios ficaram à mercê da boca do meu marido, já que eu não estava usando sutiã. Enquanto chupava um, beliscava acariciando o outro. Vez ou outra a barba por fazer roçava nos mamilos úmidos de saliva, sensíveis e descobertos, e a minha vagina se melava toda. Fernando me empurrou mais para cima da cama e se inclinou sobre mim, alternando beijos na boca com chupadas nos bicos. Com a mão livre, desabotoei e baixei suas calças, tateando até chegar ao seu pênis. Já estava duro, e enrijeceu ainda mais ao contato da minha mão. Deslizei a mão para masturbá-lo, e tão logo comecei a fazer isso, Fernando encostou os lábios na minha orelha e sussurrou um pedido que mais parecia ordem: - Vem chupar teu macho, vem. Ele, que estava de quatro sobre mim, caiu deitado de costas na cama. Não atendi prontamente ao seu desejo; deslizei minhas mãos por cada centímetro da sua pele cor de caramelo, fazendo o contorno dos seus músculos e observando seus pelos ficarem arrepiados com a provocação. Fernando chegava a bufar de frustração quando eu roçava os lábios na cabeça do pênis sem me deter ali para chupar. Meu grelo latejava de tesão só por eu ver meu homem louco para que eu lhe desse prazer com a boca. Encharquei suas bolas de saliva, levando a tortura ao máximo, até que seu pau estava mais do que no ponto para ser chupado. Coloquei-me de quatro sobre ele, deixando minha bunda na altura de seu rosto. Fernando me deu várias palmadinhas, pedindo para que eu o engolisse de uma vez. Finalmente cedi e abocanhei seu membro inteiro em um só movimento. Sincronizei os movimentos da língua com um sobe-e-desce da cabeça. Deixei-o literalmente foder minha boca enquanto eu sugava aquele mastro saboroso com vontade. Minha vagina reagia a cada estocada na garganta, ficando mais molhada e com o clitóris inchado, pronta para ser penetrada. Empinei mais a bunda e comecei a rebolar devagar, praticamente esfregando meu sexo na cara de Fernando. Queria que ele me chupasse gostoso assim como eu estava fazendo com ele. Estava louca de desejo e meu macho precisava saciar-me também. Abri mais as coxas e senti dois dedos entrando deliciosamente em mim. Comecei a rebolar mais rápido e a sugar seu pênis com mais força. Tirei aquela coisa enorme um pouco da boca e deixei a cabeça livre, acariciando os testículos e lambendo devagar o corpo do pênis. Os dedos de Fernando continuavam a me penetrar e acariciar o clitóris. Estava gostoso, mas eu queria mais. - Mete a língua em mim, amor. Voltei para a cabeça do seu membro e lambi todo o líquido que já estava por ali, enfiando-o até a garganta outra vez. Fernando estava socando três dedos na minha vagina ao mesmo tempo e lambendo só a pontinha do grelo, me deixando doida. Meus gemidos eram abafados pelo seu pênis atolado na minha boca. A língua de Fernando ficava mais feroz no meu sexo e seus dedos começaram a explorar mais, subindo em direção à minha bunda. Ele acariciava por dentro das polpas, passando perto do meu ânus virgem. Um dos seus dedos foi até a portinha do meu traseiro e forçou a entrada. Protestei. - Aí não, eu já disse. - Ia ser tão gostoso se você deixasse, prometo que faço devagarinho... - Fê, não. Negava com veemência. Confesso que a ideia me atraía e me dava tesão imaginar Fernando me comendo por trás, mas o medo de me machucar era maior, e além disso, e educação evangélica que eu recebera durante toda a vida ainda deixava marcas no meu modo de ver as coisas, principalmente sobre sexo. Continuávamos no nosso 69, eu já muito próxima do orgasmo. Quando ele percebeu que eu estava praticamente gozando, subitamente parou de me chupar e abriu minha bunda com as mãos para lamber delicadamente meu ânus. Senti um arrepio gostoso e uma fisgada de prazer no corpo todo. Não pude disfarçar que gostei tremendamente de ser acariciada ali e ele continuou a movimentar a língua no meu traseiro. Agora, deslizava um dedo pelo anel umedecido com saliva. - Libera pra mim, vai... Dá de presente pro seu maridinho que hoje ele merece. Estava gostando tanto daquele dedo passeando por dentro do meu bumbum que acabei cedendo. A excitação era demais para negar qualquer coisa. Parei de chupá-lo e concentrei-me apenas em meu clitóris. Ele agora era o centro do meu mundo. Ao mesmo tempo em que alisava minha bunda, Fernando chupava meu grelo, e finalmente meus gemidos se tornaram gritos de prazer quando meu corpo todo tremeu em espasmos num gozo sublime. Jurava que ia explodir, e Fernando não parava de me dedar. Fiquei um tempo deliciosamente longo gozando na boca do meu homem, mas ainda assim não estava saciada. Queria mais. Estava quase implorando para que ele me penetrasse. Saí de cima de Fernando e deixei que ele me conduzisse. Assim como eu mais gostava, ele me pôs de quatro e encaixou-se atrás de mim, puxando meu cabelo para que minhas costas ficassem arqueadas e meus quadris mais elevados. Senti seu membro pincelar a entrada da vagina antes de entrar com tudo, preenchendo cada espacinho. Eu gemia como uma gata e ele metia com muita força, quase me esfolando por dentro. Meu corpo todo dançava no mesmo ritmo em que ele estocava até o fundo, e tudo estava se encaminhando para que eu gozasse de novo, até que Fernando parou o vai-e-vem e anunciou: - Fica nessa pose e prepara esse bumbum. Sua voz de macho dominador não me deixaria desobedecer. Continuei de quatro e Fernando voltou a lamber meu ânus. Ele penetrava um dedo na vagina encharcada e depois esse mesmo dedo entrava no meu ânus. Quando um dedo começou a entrar e sair fácil, outro se juntou a ele, até que eu gemi implorando por três dedos. Doía, mas o prazer era grande. Fernando lubrificou abundantemente meu ânus com saliva e se mexeu de novo na cama. Senti que a hora do meu traseiro ser arrombado finalmente chegara. Ele se posicionou exatamente como estávamos antes, com a diferença que eu arreganhei a bunda o máximo que podia, oferecendo totalmente meu ânus para que fosse penetrado. Fernando roçou a cabeça do pênis exatamente no meio da minha bunda, fazendo uma pressão a princípio suave e depois mais forte para conseguir entrar. Fiz um esforço para abrir o traseiro; estava louca para sentir seu mastro me preencher. A cabeça do pênis entrou devagar e eu gemi de dor e prazer ao mesmo tempo. Instintivamente, comecei a rebolar, e o mastro foi entrando até estar por inteiro dentro do meu rabo. Parecia que meu ânus ia estourar assim que ele se mexesse ali dentro, mas mesmo assim eu implorei para que Fernando me fodesse logo. Ao contrário do que pedi, ele se mexia devagar – meu traseiro era virgem, portanto muito apertado. Pouco a pouco, a musculatura do local relaxou e Fernando passou entrar e sair com a mesma facilidade com que o fazia na “porta” da frente. Os urros de prazer que ele soltava formavam uma sinfonia junto aos meus gemidos e guinchos. Se eu soubesse que dar a bunda era tão bom, teria feito isso muito antes. Era o melhor jeito de servir meu homem, e na cama, eu gostava de ser submissa. Nem sei explicar qual foi a sensação de ter gozado com um pau atolado na bunda, quanto mais de sentir seu gozo batendo com força nas paredes do meu rabo. Nunca vi meu maridinho tão feliz e exausto após uma trepada. Antes que ele ferrasse no sono, como sempre fazia depois do sexo, dei-lhe mais alguns beijos demorados. - Parabéns, chefe. Gostou do brinde pela sua promoção? Nós dois rimos, e eu não precisei de resposta: sabia que ele tinha adorado. Foi gloriosamente bom, e só não faço sempre para não perder a graça. Agora, obviamente o sexo anal entrou no nosso repertório de práticas sexuais, junto com outras brincadeirinhas que relatarei mais tarde. Um beijo e fiquem com Deus! (P. S.: se você gostou desse conto, pode ler o outro, "A primeira de muitas vezes", no qual eu relato minha primeira transa com o Fernando. Boa leitura ;p )
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