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Conto Erotico A cachorrinha do papai...

No conto anterior, eu contei para voces como me tornei a cachorrinha do meu padrasto, o único pai que conheci, e que me criou desde bebezinha, pois bem, eu havia aprendido certinho a minha nova tarefa, e quanto mais o tempo passava, mais papai estava satisfeito por se aliviar no meu cuzinho. Confesso que no começo pensei que não iria aguentar, depois da primeira vez na sua suite e no meu quarto, ele me procurava todos os dias, eu passei até a dormir de camisolinha sem a calcinha, e quando ele entrava no meu quarto de manhãzinha para me acordar e levar pro colégio, eu arrebitava a bundinha, e ele sem dó metia o pau com força, só parava depois que enchia meu cuzinho com sua porra quente, as vezes até tirava um pouco de coco de dentro da minha bundinha. Comecei a sentir umas dores no abdomem, dificuldade para sentar e mesmo fazer coco, de tão machucada eu estava, mas papai foi esperto, e antes que mamãe percebesse o que estava acontecendo, me levou a um médico amigo dele, e pediu umas vitaminas e remédio pra verme, o médico percebeu o quanto eu estava abatida e fatigada ( na verdade de tanto dar o cuzinho pro papai),e me recomendou também uma semana de repouso absoluto. Foi muito bom!!! Meu pai antes de ir trabalhar apenas passava no meu quarto e me dava um beijo; ele prometeu que iria se controlar até que eu ficasse boa de novo. Durante essa semana eu o via andar peladão com o pau grande e duro pela casa, e todas as noites que minha mãe saía, ele ia até meu quarto e enfiava a lingua no meu cuzinho me fazendo contorcer de prazer. Passada essa semana, me recuperei por completo, mais descansada e com menos receios, eu percebi que havia viciado no pau dele enterrado no meu cuzinho! Adorava quando ele me dava tapinha e me chamava de cahorrinha. Nossa intimidade também havia aumentado, ele me ensinou a mama-lo e deixar ele meter até minha garganta, depois ele me colocava de quatro e socava forte, me chamando de cachorrinha e putinha gostosa. Outra coisa boa também estava acontecendo, meus peitinhos estavam crescendo, pareciam dois limõezinhos; papai nem apertava com medo de deformar. Que bobagem!!! Minha mãe continuava a mesma, não conseguia ver nada além do proprio umbigo, e da grana que papai lhe dava. Nesse dia papai passou no colégio e me pegou mais cedo, fomos para casa, e mamãe fez um convite inusitado, acompanha-la em um bingo beneficiente, dizendo que nenhuma de suas amigas iriam, e apesar de ser um evento importante seria muito chato. Claro que eu e papai preferimos ficar! Ela enrolou, enrolou, tomamos banho, e quando ela percebeu que não iriamos mesmo, ela foi se arrumar. Meu pai ja havia me dito que naquela noite ele precisava se aliviar no meu cuzinho, já que pela manhã saimos correndo, e na noite anterior, mamãe tinha feito marcação comigo e nem sequer uma lambidinha ganhei! Assim que a mamãe bateu a porta e ouvimos o barulho do carro saindo da garagem, corremos pro meu quarto, e ele foi logo tirando o pintão e metendo gostoso no meu cuzinho, ele bombava forte, beijava minhas costas, me chamava de cachorrinha, de putinha do papai! Eu ia a loucura, gemia alto, rebolava no pintão do papai e pedia pra ele meter tudo, porém uma fatalidade sem que nos descemos conta aconteceu: Minha mãe ao dobrar a esquina cruzou com meu tio, irmão mais velho do meu pai, e não sei porque ela entregou a chave para que ele guardasse o carro na nossa garagem. Meu tio entrou e nem sequer ouvimos o barulho do carro, ou dele batendo na porta, enquanto isso meu pai me colocava sentadinha em seu colo, e num movimento de subir e descer, enfiava o pau o mais fundo que podia, foi quando vi meu tio na porta do quarto, com o pau de fora batendo uma punheta (como meu pai me explicou que os homens fazem quando não tem um cuzinho como o meu para se aliviar). Meu pai parou bruscamente, me tirou do seu colo, enfiou a lingua na minha boca e sussurou para que eu fosse uma boa cachorrinha, foi quando me pos de quatro na cama novamente, eu eu senti um pau muito mais grosso do que o do meu pai entrando e saindo do meu cuzinho ainda apertadinho.



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