RSS contos eroticos

Conto Erotico A enteada

A Enteada Meu nome é Luiz, tenho 52 anos e, há 08 anos moro com uma mulher que se chama, Nice. Ela é uma coroa de 44 anos, mas tem ainda tudo no lugar, peitos e bunda firmes, resumindo...muito gostosa e, sexualmente nos damos muito bem. Mas o “problema” é que ela tem uma filha, que quando veio morar conosco tinha 13 anos, e já era bonitinha, dos 15 pra 16, ficou uma ninfeta muito gostosa de chamar a atenção. Logo ganhando confiança passou a andar à vontade dentro de casa, ou seja, de camisola transparente, aparecendo as calcinhas minúsculas e, aos poucos foi despertando em mim um desejo louco. Como eu trabalho em casa, não tenho como escapar da tentação. Hoje ela tem vinte anos, e é uma mulher de parar o transito. Continua desfilando quase nua dentro de casa, me deixando cada vez mais louco de desejo por ela. Além disso, deixa as calcinhas no banheiro... às vezes acredito que de propósito... sinto que ela já percebeu o efeito que causa em mim. Já toquei diversas punhetas em sua intenção, vendo fotos suas, no computador, cheirando suas calcinhas usadas no dia anterior. Nice (a mãe) sai pra trabalhar e nos deixa em casa na maior inocência. Como Aninha acorda mais tarde, eu aproveito pra dar uma “espiada” Pela porta entreaberta do quarto dela, dar pra ver o mulherão que eu tenha tão perto de mim, e não tenho coragem de tocar naquele corpo ali entregue, objeto do meu desejo, e das minhas noites de insônia. Fico ali olhando e um fogo percorre meu corpo, o pau lateja de tesão e, mesmo com o risco dela acordar de repente, ponho o pau pra fora e começo a me acariciar, e sem agüentar mais corro pro banheiro e termino o “serviço”. Assim são quase todos os meus dias e... à noite quando a mãe chega faço amor com ela, pensando em Aninha. Numa dessas noites de insônia, me levanto pra ir ao banheiro e percebo que a luz do quarto dela está acessa... me aproximo e vejo que ela está no computador (net book) com fones nos ouvidos, assistindo um vídeo pornô e se masturbando, estava tão “entretida” que não percebeu a minha presença. Na tela uma menina chupava um pau enorme, enquanto tomava outro no cú. A cena toda me deixou louco, em todos os sentidos: Tomei coragem e cheguei por trás dela. Ela percebeu e se assustou. Coloquei o dedo em seus lábios pedindo silêncio e, afastei o fone do seu ouvido e sussurrei: - “Deixa eu te ajudar”. Ela estava estática. Nada disse... nada fez. Eu entretanto, comecei a beijar seu pescoço e lamber sua orelha. Num sussurro ela pergunta: - E minha mãe? Eu digo que a mãe está dormindo, e continuo a bolina-la. Deito ela de costas na cama e começo a mamar naqueles peitos que pareciam mangas grandes, maduras e suculentas. Beijo sua buceta linda, lambo, mordisco... passo a língua, esfrego meus lábios, meu rosto... naquela vagina, como se quisesse que ela entranhasse em mim. Enquanto eu lhe chupava ela gemia baixinho tampando a boca com o lençol. Botei ela de quatro, e comecei a beijar sua bunda. Abri as nádegas e enfiei a língua no seu cú. Aquele cheiro do suor do seu cú, e o gosto salgado, me deixava cada vez mais louco de tesão. Estava ali a meia hora realizando minha fantasia , reprimida por 07 anos. Meu pau estava duro feito ferro, e eu fui colocando com a maior delicadeza naquela buceta maravilhosa. Senti aquela gruta carnívora devorar meus 18 cm de pau, centímetro por centímetro. Em 03 minutos, senti que ela estava gozando alucinadamente; uma, duas... três vezes no mínimo. Como eu ainda não tinha gozado... coloquei ela na posição “frango-assado” e fui enviando devagarinho no seu cú. No inicio ela mostrou um certo desconforto, mas depois o tesão falou mais alto e, logo meu pau estava todo dentro daquele rabo. Foi uma sensação maravilhosa, aquela bunda carnuda, aquele cú macio engolindo meu cacete até os ovos, em movimentos suaves e deliciosos, e por uns 15 minutos fiquei penetrando aquele rabo, sem acreditar ainda, no que estava acontecendo. Mas, não era sonho. Estava acontecendo de verdade, e tive, que me controlar pra não gritar, quando meu pau começou a latejar e a esporrar dentro do cú dela. Foi um gozo indescritível. Não me lembro de ter gozado assim antes. Tirei meu pau do cú dela, ainda meio duro, levei pra boca dela e, ela abocanhou tudo de uma só vez sem se importar que o pau estava melado e talvez até sujo de merda. Enquanto ela limpava tudo, eu pensava, qual das duas era mais puta: A mãe, ou a filha. No dia sequinte quase não falamos. Um sentimento de culpa e constrangimento pairava dentro de casa. Mas no outro dia, tudo recomeçou, e dessa vez sem o medo da mãe acordar e nos flagrar. Agora transamos quase todos os dias a quase um ano, fazemos de tudo na cama, ela hoje é minha amante. Hoje, eu não boto mais no rabo da mãe, na intenção dela. Hoje, quase todos os dias, eu como o rabo dela.



Gostou? Então Compartilhe!