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Conto Erotico A tara de um pai pelos filhos (Parte II).

Este conto é uma seqüência do conto anterior (parte I), onde começou a história de Dirceu que tinha uma tara por sua filha (Judith) desde quando ela tinha seus 14 anos e teve que suportar todos aqueles anos até quando ela chegou aos seus 18 anos e foi estudar fora; fazendo faculdade de jornalismo. Dirceu, sem querer pegou o filho (Silvio – 16 anos) no quarto da irmã vestindo uma calcinha, usando brincos e com batom na boca. Mesmo a contra gosto, mas idealizando o filho viadinho como se ele fosse a filha que tantas vezes o tinha deixado de pau duro; começou a comer seu cuzinho pensando nela... Foi gozando no cú do filho que Dirceu tomou a decisão de que precisava comer sua filha de qualquer maneira e acabar com aquela sua mania de ficar só pensando nela enquanto metia no filho. Dirceu continuou comendo o filho viadinho e esperou a oportunidade de ir até o pequeno apartamento onde a filha morava. E apareceu quando a filha ligou dizendo que não poderia ir pra casa durante pelo menos nas três semanas seguintes devido ter que aproveitar os finais de semana pra visitar junto com sua turma uma conceituada editora de jornais. Dirceu que tinha férias acumulada na firma pediu alguns dias dizendo que precisava resolver alguns problemas familiares... Foi lhe concedido 10 dias de suas férias e ele não querendo perder tempo partiu logo no primeiro dia... Era um sábado e ele chegou já a noitinha. Judith ficou contente em poder ter a companhia de seu pai por alguns dias, sem imaginar o que se passava na cabeça daquele homem que ela tanto amava. Dirceu começou a armar já quando arrumava suas roupas no armário: - Caramba Judith... Não é que esqueci de trazer roupas de dormir? E agora? - Hahahahaha... Quer que eu lhe empreste uma camisola? - Pô filha... Isso é sério... Só se eu dormir de cueca; tem problema pra você? - Claro que não né pai! Dirceu esperou sua filha tomar um banho pra tomar o seu... No pequeno banheiro, ele abriu o balaio de roupas sujas e pegou a calcinha que a filha tinha usado naquele dia e começou a cheirar ficando de pau duro... Ele arquitetando um plano de entrar no quarto de Judith e força-la a fazer sexo com ele; mesmo na marra, quando ela bateu na porta: - Paiiii? Esqueci uma revista aí dentro? Dirceu colocou rapidamente a calcinha no balaio e abrindo o chuveiro: - Esqueceu sim filha... Quer entrar pra pega-la? - Não dá pro Sr. me entregar? - Não filha; já estou debaixo do chuveiro... Mas dá pra esticar o braço e abrir a porta! - Então tá pai... Pode abrir? Aquilo pro Dirceu foi o máximo; e ao abrir esperou que a filha o visse totalmente pelado e de pau duro mesmo que por alguns segundos, fechando lentamente a porta do box. Dirceu jamais poderia imaginar de que Judith; talvez mais por curiosidade, tinha gostado de ter visto o próprio pai pelado mesmo que rapidamente. Judith saiu do banheiro com a revista pensando: - “Caramba! Que pinto enorme que ele tem!... Mas, por que ele estava duro?”. Naquele mesmo momento Dirceu se masturbava balbuciando o nome da filha: - “Judith... Judith... Judith... Aaaahhhh Judith”. Dirceu, mesmo não tendo trepado com a filha estava aliviado por ter gozado após ela tê-lo visto pelado. Foi pro quarto e deitou só de cueca voltando a imaginar o momento em que ele teria que agarrar a filha; arrancar a força sua calcinha e meter a pica em sua bucetinha... Judith bateu na porta: - Paiiii? Vem fazer um lanche comigo; vem? - Pode entrar filha... É só vestir uma calça que já vou! Aquelas palavras aguçaram a curiosidade de Judith que rapidamente abriu a porta vendo o pai de cueca se preparando pra vestir a calça: - Pode ficar assim mesmo pai... Não precisa ter o trabalho de se vestir novamente! - É???? Você não se importa? - Claro que não pai... Já que estamos sozinhos não vejo problema nenhum! O próprio Dirceu achou que alguma coisa conspirava pra ele conseguir o que queria com sua filha sem nem imaginar de que ela não era nenhuma santinha como pensava. Dirceu voltou a ficar de pau duro e aí que fez questão de deixar Judith ver o volume enorme que tinha se formado sob sua cueca. Judith percebeu e mesmo tendo que fingir nada ter notado, começou a raciocinar de que só podia ser pelo motivo dele estar vendo-a com aquela camisola um pouco transparente pra poder ficar de pau duro: - “Será que ele está sentindo algum desejo por mim?”... “Será que ele está olhando pra minha bunda agora?”. Judith virou levando a jarra de café pra colocar no copo do seu pai e sentindo certo prazer de saber que seu próprio pai ali só de cueca estava admirando seu corpo, como que distraía encostou a parte de sua camisola; exatamente onde estava sua xoxota, no ombro de seu pai. Dirceu sem imaginar que ela fazia aquilo de propósito, discretamente roçou o ombro sentindo a maciez de sua bucetinha e logo percebeu que seu cacete já não mais cabia dentro da cueca saindo a cabeça e mais alguns centímetros pelas laterais... Judith só não viu por estar aquela parte debaixo da mesa. Durante o tempo em que lanchavam, Dirceu pensava no seu cacete que insistia em continuar muito duro e Judith pensava na sua xoxota que sentia ter ficado molhadinha. Ela levantou pra começar a recolher as vasilhas pra lavar quando seu pai segurou no seu braço e a puxou pro seu colo: - Deixa eu te agradecer por esse delicioso lanche filha! Dirceu pensava em aproveitar aquele momento pra começar a colocar seu plano em ação sabendo que não tinha como ela não sentir seu pau duro debaixo de sua bunda... Judith sem nenhum constrangimento esfregou a bunda no pau duro do pai: - Larga de ser bobo pai... Pra que agradecer por um lanche tão simples? Quando Judith sentiu a mão de seu pai subindo pela sua coxa entrando por baixo da camisola, olhou pro rosto do seu pai que também a olhava talvez pra esperar qual seria a sua reação e sorriu pra ele. Dirceu quase não acreditava que estava conseguindo sem precisar usar a força logo no primeiro dia sozinho com a filha... Foi puxando a calcinha e Judith levantando rapidamente o bumbum de sobre suas coxas: - Preciso lavar a louça antes de dormir pai!... - Deixa que amanhã eu acordo cedo e lavo!... Judith se calou e desenvergonhadamente abriu as pernas e deixou seu pai botar a mão na sua buceta... Sua cabeça não conseguia mais raciocinar direito quando sentiu um dedo ir lá no fundo da sua buceta e ficar girando como num exame ginecológico. - Uuuuuiiiiii... Uuuuiiiii... Para pai... Não faça isso! - Não posso parar filha... A muitos anos que sonho com esse momento! - Não estou entendendo pai... Porque logo comigo que sou sua filha? - Desde quando você tinha seus 14 anos que sinto um desejo enorme de transar com você! - Mas isso não pode acontecer entre um pai e uma filha! Dirceu tirando o pau pra fora e fazendo a filha segurar: - Já não agüento mais filha... Vim pra cá só pra poder meter nessa sua bucetinha! - Nunca soube que você me desejava pai...! - Escondi esse tempo todo, mas hoje eu sei que você também está querendo; não está? - Você está me deixando muito excitada pai; acho que não vou conseguir te impedir! Dirceu levantou da cadeira com ela em seu colo e foi levando-a pra seu quarto onde a colocou delicadamente sobre a cama. - Então vem pai... Vem apagar o fogo da sua filhinha! Dirceu se livrando da cueca, subiu sobre a cama e sobre o corpo da filha que tinha a camisola suspensa lá nos seus peitos e foi desesperado colocando a pica e empurrando pra dentro da buceta da filha. Judith por não estar acostumada com um pau daquele tamanho, arregalou os olhos sentindo aquele grosso tronco arreganhando sua buceta e entrando todo até chegar no saco: - Ohhhh pai... Mete pai... Mete... Me rasga toda... Me faz gozar! - Que delicia de buceta filha... Bem melhor do que eu imaginava... Ela é bastante apertada! - Mais rápido pai... Mais rápido... Tá vindo pai... Tá vindo... Aaaiii... Aaaaiii... Estou goooozannnnnnnndo!!!! Dirceu parecia um cavalo socando o pau na buceta da filha que por alguns segundos ele quase gozou dentro... Nem bem tirou e já foi esporrando sobre os pentelhos da filha. Judith foi se lavar e retornou deitando com a cabeça sobre o peito do pai: - Nossa pai... Nunca tinha feito sexo assim tão gostoso! - E eu achando que minha filhinha ainda era virgem! - Hahahahaha... Como ainda tem pai tão inocente... Comecei a transar com 16 anos! - É mesmo? E quem foi desgraçado que tirou sua virgindade? - Iiiiiiiiih... Pode parar de fazer perguntas pai; isso eu não conto de jeito nenhum! - Porra filha! E eu todos esses anos sofrendo de tanto lhe desejar sexualmente! - Hummm... Mas agora vai ser diferente né pai? Estou sozinha; não quero namorar ninguém pra não atrapalhar meus estudos e estava sentindo falta de sexo já a bastante tempo! - Que bom filha... Você está me pedindo pra transar mais vezes com você? - É pai... Agora que descobri que eu tenho um pai com uma coisa dessa tão gostosa no meio das pernas; não vou ser boba pra deixar escapar de mim... Hehehehehee! Judith falava segurando e balançando a piroca do pai: - Caralho!!! Não sabia que eu tinha uma filha tão safadinha a ponto de desejar o próprio pai dessa maneira! - Aaaah pai... Você também não andava me desejando a tanto tempo? Então? Agora é só a gente aproveitar e fazer tudo o que tevermos vontade; juntos! - Combinado filha... Em segredo, passo a ser o seu homem e você a minha mulher? - É... Mas como você é casado com minha mãe vou ser sua amante; não é mesmo? - E você vai ficar chateada por causa disso? - Eu???? Pelo contrário; deve ser mais excitante ser a amante do que a esposa que tem tantas obrigações domésticas; né? Dirceu foi tirando a camisola da filha putinha e vendo aquele espetáculo de corpo cheio de curvas perfeitas se viu o homem mais sortudo do mundo e caiu de boca nos seios médios, durinhos e pontudos: - Hummm... Nunca tinha desejado uma mulher com tanta intensidade como eu lhe desejo filha! - Sou toda sua pai... Me chupa todinha... Quero esse pau me fodendo bem gostoso! Dirceu aproveitando que o clima estava esquentando, parou de chupar os peitinhos pra procurar a boca carnuda da filha e lhe lascar um beijo de fazer qualquer artista de novela sentir inveja. - Oh pai... Veja como a bucetinha da sua amante está molhadinha! Dirceu beijou o pescoço, passou pelos seios, desceu beijando pela barriga, passou a ponta da língua no umbigo e descendo mais um pouco chegou com a língua na buceta de Judith que sentiu como se um choque elétrico estivesse entrando pela sua buceta atingindo todos seus órgãos internos: - Puta-que-pariu pai... Que delíiiiiiicia... Continua pai... Chupa mais... Mais... Oooohhhh Deuuuusss... Dirceu lambeu; mordiscou o grelo e chupou a racha da filha sentindo o gostinho bom do liquido vaginal até que ela, estremecendo todo o corpo teve um orgasmo gritando inúmeros palavrões como uma puta qualquer... Dirceu enterrando pela segunda vez a piroca na buceta da filha foi se transformando num alucinado metendo com toda a força fazendo Judith voltar a gritar como uma louca prostituta desbocada capaz de deixar o capeta com vergonha: - Isssoooo pai... Enfia esse caralho gostoso até lá no fundo da minha buceta... Vai... Vaiiii... Mostra o quanto você gosta de meter na sua filhinha! Novamente Judith gozou muito e se não é a consciência de Dirceu pra tirar seu pinto e gozar fora; pela Judith, parecia que ela não estava nem aí se seu pai esporasse dentro da sua buceta. No domingo, Judith saiu cedo pra ir a tal editora pra aprender como se produzia um jornal pra estar logo cedo do dia seguinte nas bancas, e, de lá mesmo ligou pro celular do pai: - Paiii???!!!! Está no apartamento? - Estou sim filha! - Então não saia... Espere que daqui a pouco eu chego ai! Dirceu teve a certeza de que tinha encontrado a melhor e a mais puta das amantes; e quando ela chegou já o abraçando, beijando e se despindo louca pra levar umas pirocadas, percebeu que não precisava ter mais nenhum pudor com a filha. Dirceu meteu bastante na buceta de Judith e cheio de pensamentos sacanas, esperou que ela gozasse e tirando: - Vem filha... Mostre que você é uma amante bem boazinha; dá uma chupadinha no papai; dá!!! E a putinha nem esperou o pai falar pela segunda vez pra abocanhar aquela pica dura toda lambuzada com seu liquido vaginal e mamar feito uma cabrita esfomeada e deixar seu pai encher sua boca de porra. Dois dias depois, Dirceu pegando a filha de quatro, e depois de algumas socadas na buceta, tirou e foi pro outro buraco... Dirceu empurrou no cú e assim que entrou a cabeça, Judith começou a rebolar desesperada; mas gostando: - Aaaaiiiii... Aaaaiiii... Puta-que-pariu... Você está rasgando meu cú pai! - Desculpa filha... Vou mais devagar; tá bom? - Não pai... Empurra com força... fode meu cú... fooooode paiiii! Assim, Dirceu passou o restante de sua rápida férias trepando diariamente com sua filha; e quando ainda no caminho de volta pra casa já pensava na bundinha gostosa do seu filho Silvio.