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Conto Erotico Ana Maria, 03 – A casa de praia

A casa de praia Domingo, 21 de junho de 1998. Não sei o que pensei depois de gozar, só sei ter entrado no banheiro e ligado o chuveiro. Minha filha também não falou nada quando entrou e se abraçou comigo e ficamos abraçados sentido a água escorrer em nossos corpos... Demoramos um bocado antes de sairmos, Ana Maria estava impaciente e já arrumada. Continuamos sem falar nada e também nos trocamos e ficamos esperando que Smith ligasse dizendo que estava nos aguardando. É uma casa simples, uma varanda onde três redes sempre estão armadas, uma sala rústica com tapete de palha escovada, copa ampla ligada à cozinha onde ainda permanece o velho fogão a lenha – utilizado vez por outra pela cozinheira gorda e alegre, principalmente o forno para assar bolos o broas. Somente três quartos que mais parecem salões pela dimensão e, um luxo só, em todos banheiro amplo com banheiras imensas – exigência de Smith. Chegamos justo na hora do almoço – e eu estava morrendo de fome. Olga e Claudete nos aguardavam ansiosas. Depois do almoço (bem poderia ser chamado de banquete) Smith me levou para conhecer a propriedade enquanto as garotas – coloque-se aqui também Olga – arrumavam o quarto onde fiquei. Como já havia desconfiado a propriedade era, na verdade, uma chácara repleta de criações. Um pouco afastado, uns cinco minutos de boa caminhada, uma praia deserta, protegida por verdadeiras muralhas de pedras negras, onde uma pequena cabana de palmas de carnaúba continha tudo o que era preciso para churrascos além de uma geladeira horizontal permanentemente ligada repleta de garrafas de cerveja e refrigerantes. Estava realmente admirado com o lugar. – Tu tens um verdadeiro paraíso aqui... – falei quando Smith abriu uma garrafa de cerveja – Se tivesse uma morava nela... Ele sorriu e falou que também pensava assim, mas que Olga e Claudete não aceitariam nunca viverem metidas no mato. Pouco tempo depois apareceram as três vestidas em roupas de banho. – Posso banhar pai? – Silvana sentou em meu colo. Falei que sim e ela correu para onde Claudete estava. Olga olhou a filha, falou alguma coisa e andou em nossa direção. – Sua filha é um amor de criança... – falou tomando uma golada no copo do marido – Aninha a gente já conhecia... Ficamos conversando amenidades enquanto as três brincavam nas marolas fracas. Aos poucos fomos perdendo a inibição, talvez pela bebida – havíamos, por sugestão de Olga, trocado a cerveja por uísque – ou mesmo por nos conhecermos melhores depois de quase duas horas trocando informações sobre nossas vidas, nossos sonhos e anseios e planos para futuro. – Vou dar uns mergulhos – Smith levantou – Topas? Até que cairia bem um banho, mas não estava com roupa de banho e declinei o convite, Smith correu para o mar e mergulhou dando braçada forte em direção a um rochedo que separava a praia particular do mar adentro. – Vocês são muitos ligados... – Olga olhava para as garotas que tentavam navegar nas marolas – Você e Mauro... Falei que sim, que Mauro me ajudou bastante no início de meu casamento quando ainda não passava de um recém formado em administração. – Ele também é meu compadre... – continuei – É padrinho de minha primogênita. – Você tem quantos filhos? – perguntou como se não tivesse prestando atenção. – Duas... Carmem que tem doze, quase treze e essa pirralha tem onze... – Claudete fez doze semana passada... – olhou para mim – A outra também é vivaz como Silvana? Respondi que não, que tinha puxado pra mim. – E porque não trouxe também a outra? – Ainda não estava de férias – respondi dando uma tragada no cigarro – E não imaginava que ia ficar tantos dias. – E sua esposa? – Marinez é o contrário de mim, Silvana puxou à mãe, não fica quieta um segundo sequer – sorri lembrando das diabruras de minha mulher – Mas nem que quisesse daria pra vir, é professora universitária e... Parei para prestar atenção em Silvana que corria serelepe em nossa direção, Ana e Claudete também estavam saindo do mar enquanto Smith continuava deitado de papo pro ar no rochedo. – To com fome mãe! – Claudete falou sentando no colo da mãe – O que tem pra gente comer? Silvana também tentou sentar em meu colo, mas não deixei. Estava de calça jeans e não quis me molhar. Olga sorriu. – Tirem essas roupas molhadas – sugeriu. – Não trouxe roupa pra mudar tia – Silvana lembrou. – E o que é que tem? – Olga olhou para mim sorrindo – Fiquem peladinhas mesmo, não vem ninguém aqui – levantou e ajudou a filha a tirar a parte de cima do biquíni – Não é incomum a gente banhar sem roupa aqui João... Silvana estava em duvida mesmo vendo a amiga nua entrando na cabana pra buscar refrigerantes, Ana Maria deve ter notado a indecisão da prima e tirou também a roupa que entregou para Olga. – Você está com vergonha Silvana? – perguntou – Se você quiser pode vestir a camisa de teu pai... * * * * * * Mas minha filha parecia não se decidir e eu fiquei calado, esperei para ver o que ela iria fazer antes de falar. – Vai filha! – peguei sua mão – Não tem nada demais... Foi o que bastou para ela se decidir e tirar o biquíni. – Abre aqui pai... Ficou de costas para mim e desatei o laço do corpinho. Olga tinha entrado na cabana pra prepara um lanche para as meninas e Silvana sentou em meu colo. – Como é? Está gostando da nova amiguinha? – perguntei. Ela disse que sim, mas que ela tinha umas conversas meio estranhas e falei que tínhamos que respeitar os costumes das pessoas desde que não nos afetasse de maneira violenta. – Pai... – Silvana se virou e sentou de frente para mim – Tu gostou? Olhei para ela sem saber o que responder, aquele episódio tinha ficado escondido n’algum lugar dentro de minha cabeça e não tinha parado ainda pra pensar sobre aquilo. – Tem um gosto esquisito aquilo que saiu de teu piru... – fez cara de nojo – Diz? Tu gostou? Continuei olhando pra ela sem encontrar palavras. – Se tu quiser eu chupo de novo... Parou, Olga estava voltando com salame e queijo que foi devorado com gulodice pelas três esfomeadas. Ficamos conversando até Smith voltar e subirmos para a casa. – Silvana preferiu ficar contigo no quarto – Olga falou – Aninha vai dormir com Claudete... Depois do jantar – outro banquete – ficamos jogando dominó na varanda até quase dez da noite quando levamos as garotas para deitarem, já estavam dormitando nas redes. – João! – Smith chamou – Se sinta em casa... Bem cedo vou ter que correr pro aeroporto e devo voltar na quinta ou na sexta-feira. Agradeci e falei que já me sentia em casa. Nos despedimos e nos recolhemos aos quartos. Silvana não quis deitar na rede, preferiu deitar na cama comigo e não vi nada de errado. Quando entrei ela parecia já estar no terceiro sono, tirei a roupa – durmo de cuecas – e me deitei. – Boa noite filhinha... – falei baixinho e dei uma beijoca em seu rosto. Peguei no sono, o quarto aclimatizado era um pouco frio, mas não ao ponto de incomodar. . Este Relato contém 21 episódios, você leu o 3º