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Conto Erotico Aninha, 08 - A filha de meu irmão Júnior

Aninha 8 – RL283-Ir A filha de meu irmão Júnior Resolvemos ir para Fortaleza no carro do papai. Saímos de casa numa quarta-feira por volta das seis de manhã. Foi uma viagem tranqüila, Nelson dispensou o motorista da firma e foi dirigindo. Eu e mamão nos alternamos no banco da frente até Camossim, uma pequena cidade portuária no estado do Ceará, onde pernoitamos – sugestão do papai que conhecia a cidade. Foi uma noite maravilhosa. Por insistência de dona Anabele, nos registramos no hotel como se fossemos casados – mais uma das loucuras da mamãe. À noite fizemos nossa primeira suruba familiar (depois conto como foi) e retomamos a viagem com o sol já quente. Chegamos em Fortaleza no dia 15 de dezembro por volta das quatro horas da tarde. Dona Anabele fechou questão em relação ao local onde nos hospedaríamos e, para não chafurdar os planos mirabolantes dela, aceitamos ir para o hotel Mar & Sol com a condição passarmos, pelo menos, um final de semana na casa de Ana Letícia, em Fortaleza descobri que ela continuou aprontando. Sexta-feira, 15 de dezembro de 1989 – Por favor, fizemos reservas de duas suítes! – escutei mamãe falando com a morena de sorriso fácil na portaria do hotel – Uma para mim e outra para o casal de pombinhos em lua de mel. Nelson tinha ido buscar as valises de viagem no porta-malas da picape. Olhei para mamãe estranhando o pedido, fui para junto dela tentar captar o que estava maquinando. – Mãe? – toquei em seu ombro. – Ôi minha filha, cadê teu marido bonitão? – falou com a maior naturalidade desse mundo – A mocinha aqui já está providenciando nossos aposentos – segurou minha mão e nos afastamos da recepção – Que foi? – riu – Vocês não querem que eu fique no mesmo apartamento, não é mesmo? Olhei séria para ela achando que estava indo longe demais. Não seria de estranhar encontrarmos amigos nossos aqui no Ceará. – Tu estais maluca mamãe!... – estava indignada. – É o presente de núpcias de teu pai... – beliscou meu braço – Veja só menina? Essa minha filha ainda pensa que pode ficar o tempo todo debaixo de minhas asas – falou para Jandira, a recepcionista enegrecida pelo sol abrasador do Ceará – Quer por força que fiquemos em uma só suíte! Jandira balançou a cabeça com um sorriso angelical estampado no rosto. – A senhora devia se orgulhar, não são muitas as filhas com o pensamento da sua! – entregou o valcher de viagem para que assinássemos – Não se preocupe dona Ana Carolina, tanto a senhora como seu marido irão adorar a suíte marfim de nosso hotel. Assinamos as papeletas e Jandira chamou o boy para carregar nossas bagagens. – Onde o senhor Nelson estacionou o carro? – perguntou enquanto o rapaz metido em uma farda ponteada de galões dourados perfilou-se ao lado – Por favor João, acompanhe as senhoras para as suítes âmbar e marfim. Mamãe seguiu Jandira e fiquei esperando Nelson que demorou um pouco. – Dona Anabele já começou com as coisas dela! – cochichei para Nelson – Fomos registrados como casados... Nelson, apesar de espantado, não perdeu a oportunidade. – Que tu querias amada? – me puxou e tacou um beijo de tirar o fôlego – Vamos entrar no barco. – Como é? Gostaram da novidade! – mamãe parou na porta da suíte nupcial – Parece que vale o que custa! Entrou e inspecionou o ambiente. – Cadê o safado do teu marido? – sentou na cama redonda com colchão de água – Ele ainda não subiu? Descobrir o que se passa pela cabeça fértil de dona Anabele era coisa difícil e estes últimos três dias demonstraram bem isso. A sacanagem em Camossim e a novidade de nos registrar como casal em lua-de-mel atestava bem as doideiras que ainda iríamos viver. Nelson bem que tentou entrar no clima, mas também caiu na real quando deu de cara com um conhecido. – Não sei se foi uma boa idéia essa sua fantasia, dona Anabele! – fechei a porta para ter a conversa que se tornaria a linha d’água da viagem – A senhora ainda vai borrar tudo... Mamãe soltou uma sonora gargalhada. – Nessa suíte não tem bebida? – levantou e atacou a geladeira – Deixa de besteira Carol, que tem vocês ficarem no mesmo quarto! Não vivem na mesma casa há mais de um ano? Era diferente e ela sabia disso, só que com as coisas que aconteceram desde que Nelson voltou da Paraíba, acho que ela pirou de vez. – O Nelsinho deu de cara com o Fransivar no bar do hotel... – aceitei o copo de cerveja que ela serviu – Estão conversando na beira da piscina... – Deixa aquele bundão pra lá! – desligou o ar condicionado e abriu a porta da sacada – Teu irmão não deve ligar pra isso, merda! – saiu para o terraço intimo e eu a segui – Não é o filho do Genaro? Era. E eu tinha paquerado com ele antes de encontrar o Roberto. – Pois é mãe! Esse mundo é pequeno e Fortaleza é o refúgio próximo do maranhense... – debrucei-me na mureta e fiquei observando o movimento da avenida no final da tarde – Tomara que a Jandira não dê com a língua nos dentes... – Deixa que dou um jeito nele! – falou já maquinando o bote no coitado – O que vamos fazer hoje à noite? Conversamos sobre as possibilidades até que “meu marido” entrou. – E aí, mulheres de minha pobre vida! – beijou a testa da mamãe e deu um selinho em minha boca – O que estão tramando? Contei para ele da conversa que tive com mamãe. – Deixa que dou um jeito no Ivar... – mamãe pediu outra cerveja, entrei para buscar – E tu cabra? Agüentas uma noitada no Pirata? – Sei não mãe, tô meio quebrado, melhor seria dar uma descansada hoje – sentou na rede branca estendida na varanda – A Aninha vai com a senhora... Voltei com a cerveja e sentei na rede com ele, mamãe bebeu o copo com avidez. – Sabe crianças! – puxou a cadeira de palhinha para junto da rede – Vamos fazer o seguinte – entornou a bebida e estendeu o copo para que eu servisse – Até a próxima sexta-feira vamos nos separar, eu faço meus programas e vocês se viram, já são grandinhos para decidirem o que querem... Mas só até sexta-feira ouviram?  Era bem típica da mamãe essa atitude, que imaginávamos impensado – ledo engano. – E o que a senhora vai fazer? – Nelson perguntou. – Deixa comigo, gostosão! Vou me divertir... – levantou e tascou um beijo no mano – Se preocupem não! Vão se divertir e treparem à vontade... – farfalhou minha cabeça e saiu cantarolando. Ficamos sentados curtindo o início da noite até que o telefone tocou, levantei e atendi. – Alô! – Não te esquece de tomar o remédio! – ouvi a voz de mamãe – Não vai bobear e engravidar... – Pode deixar mãezinha, não vou esquecer! – deu vontade de rir dela, da preocupação em não gerarmos um neto não desejado – E a senhora? Vai fazer o que? – Deixa comigo... Vou dar um pulo no Pirata depois de papar algumas lagostas na AABB... – Não vá fazer besteira... Lembra do papai, viu? – Não vou trepar com ninguém, sua devassa! – a voz séria parecia verdadeira – Ainda estou de xoxota ardida de ontem à noite... – fez uma pausa dramática – E a bundinha? Ainda tá doendo? Não estava, já me acostumara ser enrabada por Nelson. – Um pouquinho, sua louca! – brinquei – Nada que incomode muito... – Não sei como tu agüentas esse cavalo metendo o rolão no cu... – desligou. Ela sabia, tenho certeza que sabia. O Nelson já a havia feito gemer e encheu sua bunda de porra morna, mas ela não deixou que eu replicasse e fiquei com o telefone mudo no ouvido. – Vou tomar um banho, amor! – falei enquanto tirava a roupa – Queres mais cerveja? – Não! Vou ficar um pouquinho aqui... Depois tomo banho! Entrei no banheiro e me deixei ficar debaixo do chuveiro imaginando o que ela iria aprontar nesses dias – na certa vai rever os amigos, imaginei. Continuei no banheiro até ouvir Nelson entrar. – Vem amor? Toma banho comigo. Ele entrou, eu estava sentada no chão lavando a buceta. – Lavando o cartão de bingo? – brincou – O que tu achas que ela vai fazer? – Deixa pra lá Nelson, ela sabe o que faz. Olhei para cima e vi que ele segurava a rola dura, sorri pra ele e comecei lamber a glande sentindo o sabor gostoso a que havia me acostumado. Abocanhei, coloquei quase todo na boca e comecei punhetar num vai e vem que me encheu de tesão, Nelson cofiava minha cabeça de olhos fechados, respirava forte. – Gostoso... Aí Carol... Vou gozar... Vou!... Não completou. Senti os jatos de porra batendo em minha goela e afastei o rosto, os esguichos estralaram em minha testa, fechei os olhos sentindo a gosma perfumada escorrendo em meu rosto. À noite jantamos no restaurante do hotel e depois fomos dar uma volta no calçadão da praia, ficamos andando abraçados até perto das dez horas quando voltamos para o hotel e nos recolhemos. Nessa noite estávamos tão cansados que não tivemos animo de fazer outra coisa senão dormir. Pela manhã acordamos cedo, fomos os primeiros a entrar no restaurante para o desjejum. Jandira estava arrumando a mesa de frutas. – Bom dia! – cumprimentou alegremente – Sua mãe deixou um bilhete na portaria para a senhora! Olhei para Nelson sem entender o motivo do bilhete. – Ela já saiu? – perguntei. Jandira estranhou a pergunta, parou de fazer os arranjos e nos encarou. – Vocês não sabem? – olhei para Nelson – Dona Anabele já tinha reservado passagem para a excursão Ceará praias, o ônibus saiu há pouco. – Safada! – Nelson abriu um sorriso bonito – Quando essa excursão termina? – Sexta-feira!  Entendi a travessura da mamãe. Ela tinha preparado tudo com antecedência. – Ela também reservou alguns passeios para o casal... – falou e chamou o boy – Por favor, traga as anotações da caixa âmbar! O rapaz apressou-se em atender a ordem e Jandira nos encaminhou para uma mesa onde podia-se ver o mar esverdeado. – Essa é a mesa reservada para a suíte em que estão hospedados – puxou a cadeira para que Carol sentasse – Além da reserva permanente da melhor mesa do salão ainda existem algumas regalias, como passeios na escuna do hotel, carro com motorista além de um personal-guia. – parou e recebeu os papéis que o boy lhe entregou – Que tal a suíte, aprovaram? Dissemos que sim. – Está aqui – entregou para Nelson os prospectos dos passeios reservados – Alguns são coletivos e outros pessoais... Continuou explicando enquanto Nelson olhava pelo janelão a paisagem paradisíaca de Fortaleza. Tomamos café e saímos para o saguão onde já estava o motorista que se apresentou tão logo Jandira nos indicou. Resolvemos ir direto para a casa de Ana Letícia, não avisamos nossa ida, pois queríamos fazer surpresa.