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Conto Erotico Bolinada a noite pelo primo safado

Este é o segundo conto que escrevo. No primeiro, contei a experiência que tive com Bianca, minha única experiência com uma garota até hoje. Nesse conto vou contar algo que aconteceu. Para quem não leu meu primeiro conto, me chamo Aline, sou loira de pele bem clarinha, cabelos lisos pouco acima da metade das costas, tenho 1,67m e 57kg. Não tenho um corpo perfeito, sem falhas como muitos q vejo aqui no site, mas ele tbm não é de se jogar fora. Meus seios são médios pra grandes, não tenho barriga e tenho um bumbum de tamanho médio, porém empinado. Tenho 25 anos, mas os fatos que vou contar aqui aconteceram quando tinha 19. Em todo final de ano minha família tinha o costume de viajar à casa dos meus avós. Eles moram em uma cidade no interior de São Paulo e sempre reuniam, além de mim e meus pais, um casal de tios e seus dois filhos: Felipe, o mais velho, tinha 22 anos à época. Era moreno claro, olhos verdes, devia ter mais ou menos 1,80m e não era nem magro nem gordo. Seu irmão mais novo, Renato, não tem importância nessa história, por isso vou me abster de descrevê-lo. Como a casa não era muito grande, eu era forçada a dividir um quarto com meus pais, enquanto Felipe e Renato dormiam no chão do quarto dos pais deles. Minha relação com eles sempre foi boa, porém mesmo morando na mesma cidade, só nos viámos na época do Natal. Mesmo assim, durante os poucos dias que passávamos juntos conversávamos bastante, talvez para compensar o que não falamos ao longo do ano. Nesse ano notei que Felipe estava diferente. Mais quieto e reservado, passava a maior parte do tempo conversando com meus pais e bebendo. Mesmo assim, por vezes notava os seus olhares em direção ao meu corpo, principalmente em uma tarde que fomos todos à cachoeira que tem na cidade. Na vespera de Natal Felipe, seu irmão Renato, além de meu pai começaram a beber cerveja no início da tarde e assim continuaram por todo dia. Ocasionalmente eu aparecia no quintal, bebia um gole ou outro do copo do meu pai e conversava um pouco com eles. A noite deitei, mas não consiguia dormir. Não que estivesse sem sono. Pelo contrário. Mas por conta dos roncos do meu pai, certamente agravados por conta da bebedeira que durou o dia inteiro. Decidi então pegar o meu lençol e fui na ponta do pé até a sala, onde me deitei no sofá. Além do lençol, vestia uma camisolinha branca, de tecido fino, sem sutian e com calcinha branca também. Não demorei para pegar no sono. Algum tempo depois, acordo sentindo minha pela arrepiada. Percebo q o lençol não mais me cobria e, principalmente, que uma mão aspera alisava a parte interna da minha coxa. Uma voz sussurou o meu nome e percebi que se tratava do Felipe. O que faço, perguntei a mim mesma em pensamento. Num misto de excitação e de receio, decidi ficar em silêncio. A mão então subiu pela minha coxa, por dentro da minha camisolinha e começou a alisar o meu bumbum. Que atrevido, pensava comigo. Tocar-me assim enquanto durmo. Senti seus toques por algum tempo na minha bunda e depois ele me tocou a xaninha, por sobre a calcinha. Segurei-me para não soltar um gemido, afinal, não podia entregar que estava acordada, mas senti que estava meladinha. Ele me tocou por alguns minutos e se levantou, caminhando até o banheiro, onde ficou por um tempo (imagino que se masturbando). No dia seguinte decidi dormir novamente na sala, para ver se Felipe repetiria sua ousadia. Dito e feito, em plena noite de Natal ele repetiu suas ações do dia anterior, tocou-me o bumbum e xaninha e foi-se ao banheiro. Dia 26 era minha última noite na casa dos meus avós. Depois, voltaria para minha casa e provavelmente só veria Felipe no Natal do ano seguinte. Passei o dia inteiro pensando no que fazer, se deveria revelar a Felipe que sabia o que ele vinha fazendo, se deveria ficar quieta e apenas deixar ele me tocar, ou se deveria me entregar a ele. A verdade é que de madrugada eu ainda não tinha uma resposta para a minha pergunta, mas uma idéia louca me passou pela cabeça e decidi esperá-lo sem calcinha, apenas de camisolinha. Mais uma vez ele se aproximou, certificou-se que eu estava dormindo e começou a me alisar. Imagino que ele ficou surpreso ao tocar a minha bunda e não sentir nenhuma calcinha, pois ele não parava de tocá-la. Então ele tocou a minha xaninha, que estava muito melada. Me mantive em silêncio o tempo todo, mas acho que ele sabia que eu estava acordada e sabia de tudo o que ele fizera nos dias anteriores. Era a única explicação para eu estar sem calcinha, melada daquele jeito. Mesmo assim, não falou nada. Apenas começou a me masturbar enquanto com a outra mão acariciava ele mesmo. Não esboçava reação, apenas abria um pouco mais as pernas. Acho que ele encarou isso como um convite, pois logo senti a cabecinha do seu pinto roçando contra a minha xaninha e me penetrando. Que delicia sentir aquele pinto. Gemia baixinho e rebolava discretamente, enquanto ele me comia assim, deitado em cima de mim. Ele foi aumentando o ritimo e, no final, gozou dentro de mim. Depois, levantou-se como se nada tivesse acontecido e voltou ao seu quarto, sem falar uma palavra sequer. Desde então, nos encontramos mais algumas vezes e nunca mais rolou nada e nem nunca falamos sobre isso.
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