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Conto Erotico CE1/12 – A Grande Viagem

①②③④⑤⑥⑦⑧⑨⑩⑪⓬⑬⑭⑮ 12 – ERA UMA VEZ... No episódio anterior... ● Margreth pede para André ficar com Larissa enquanto ela participaria de um congresso em Brasília, mas ele fala que tinha medo de que a sobrinha não lhe desse trégua. Suely chega no escritório e tambem pede para que Jussara fique em seu apartamento e terminam transando. André sabe que aqueles dias não seriam fáceis e recorda de um fato acontecido ha mais de um ano quando Miriam e Margareth patrocinaram uma orgia onde também Angélica participou. Larissa chega no escritório e entra no banheiro para fazer xixi e vê Suely arrumando a roupa amassada. No apartamento André já encontra Jussara e Natália. Vão ao show da Xuxa e presenciam meninas se beijando, casalzinhos trocando carícias e, em um camarote, trocas de carícias entre um filho com sua mãe. O show começa, Lasrissa dança em uma cadeira e André se espanta ao ver a calcinha aparecer enterrada na bundinha, Natália tenta disfarçar, mas Jussara está com outros pensamentos e, sem que Larissa consiga impedir, tira a calcinha da amiga, as três estão cheios de outras intenções e... ---------------------------------------------------------------- → 16 de março de 2003, domingo → O celular tocou irritante, André levantou ainda com a imagem de Jussara se esfregando sem pudor. ― Mano? – a voz macia de Margareth – Como foi? ― Tu sabes muito bem que tua menina é uma lobinha em pele de carneiro... – sorriu e olhou as horas no relógio do criado mudo – Que foi? Aconteceu alguma coisa? ― Não... Estava curiosa... – Margareth esticou as pernas, não tinha acompanhado toda a cerimônia de abertura – Cleide ligou... Natália dormiu aí? ― Acho que dormiu... ― Como acho? Ela não foi? ― Veio sim... – tirou a cueca e entrou no banheiro, a imagem refletida no espelho dizia da noite mau dormida – Levei elas no show da Xuxa... Margareth sorriu imaginando que tinha sido coisa de Larissa, André não suportava barulhos e nem amontoado de gente. ― E tu ficou curtindo a rainha dos baixinhos? ― E tinha outro jeito? – bochechou colutório sabor menta – Peguei um camarote... ― Deve ter custado o olho da cara... Só tu mesmo... Cleide pensou que tu ia com elas pra Santeiro... ― Não sou nem doido, velho sim, doido não... E aí, como está? ― Ontem foi a abertura, um saco... Depois ia ter um jantar dançante... ― Comida boa? ― Sei lá! Não fui... Conversaram por bons vinte minutos antes de desligar, tomou banho e foi para a cozinha tomar algum suco. Não passava de oito horas, o apartamento estava milagrosamente arrumado salvo as sandálias espalhadas pela sala. Ligou a cafeteira antes de entrar no quarto gelado, Larissa e Natália dormiam vestidas em pijaminhas de algodão e a doidinha da Jussara nua deitada no tapete felpudo do chão. Em nada parecia com a desvairada cheia de tesão rebolando em sua frente e nem com a garotinha que sempre corria para seus braços quando não passava de um pingo de gente. Ajoelhou e tocou no ombro moreno. ― Levanta, sei que tu está acordada... – quando entrou vira que estava acordada e que fechou os olhos fingindo ainda dormir. ― Que foi? – abriu os olhos sorrindo. Jussara sempre fora uma madrugadora, desde que passara ser sua parceira de acampamento nunca a tinha visto ficar deitada depois das oito. ― Vamos... Passei café novo... – acariciou a barriga e, pela quentura, desconfiou que não tinha dormido nua – Safada... Na cozinha serviu café fumegante para os dois, Jussara continuou em pé olhando para ele e no rosto moreno um sorriso ameno que bem poderia ser pelos pensamentos moleques que brincavam em sua mente. André, sentado, olhava o rosto bonito como se procurando outro traço além dos olhos que traísse e confirmasse o que ela não sabia. ― O que foi aquilo ontem? – perguntou baixinho como se não tivesse falado para ela. ― Só uma brincadeirinha... – recebeu a xícara dele e colocou o avental e foi para a pia – Deu vontade de tocar fogo depois que a gente viu aquilo... Era impressionante como o tempo alterava as formas e, no caso da garota, como a natureza tinha sido perversa em fazer dela cópia fiel da mãe. Até as covinhas em cima da bunda eram idênticas, as pernas roliças, as costas retilíneas com curvas suaves, o pescoço um tanto alongado e os seios, pequenas preciosidades, com mamilos claros. ― Tua afilhada queria mais... – sorriu sem olhar para ele, sabia que ele olhava para ela – Tu sabias que ela morre de ciúmes da tia Cleide? André sabia e fazia desse ciúme uma barreira para o que sabia que ela desejava, e não era por medo ou outro qualquer impedimento, era sim porque também tinha desejos. ― Te lembra da Josefina? – continuou sem olhar para ele – Aquela da academia de balé... Ele sabia quem era a pretinha de nariz arrebitado que, um dia, seria uma bailarina de renome e que agatanhava suspiros de quem a visse vestida no collant cor de rosa que usavam na academia. ― Lembro, o que tem? ― Convidei ela para vir aqui... – virou e viu o monte na cueca zorba – Fiz mau? ― Não... – suspirou – Você sabe que aqui é extensão de sua casa... ― Tu podias nos levar no campestre... – enxugou as mãos no avental que mau cobria o início das pernas, os seios já amadurecidos mostrava a marca – As meninas topam... ― Queria ficar quieto e... Longe de vocês... ― Tu não gosta da gente? ― Você sabe que não é isso... – a garota sabia e fazia tudo para que ele soubesse – Ela também gosta de ti... ― Quem? ― Fina... ― Não me venha com tuas armações... – ela sorriu e sentou em seu colo de frente para ele – Ontem você se excedeu... O celular tocou, não era o seu. Jussara correu e atendeu, voltou a sentar em seu colo rindo. ― Tá tudo beleza mãe... – olhou para ele – É... A gente foi ao show... Não mãe? O tio estava lá... ― Você sabe que André não gosta... Isso foi ideia tua, tenho certeza! ― Foi não mãe, foi Larissa... ― E ele, como foi? – Suely tinha estranhado quando Margareth lhe falou. ― Ficou lá no fundo do camarote bebendo...- sentia o pau duro mexendo sua bunda. ― Ele já acordou? ― Já, tu quer falar com ele? – sorriu e entregou o celular – Tu falou pra tia, né safado! ― Ei menina, como está a capital federal? – olhou sério para a garota que tinha tirado o avental – Margô ligou cedo... ― Ela está aqui no quarto... Quer dizer que o tiozão foi assistir Xuxa? ― Se não fosse ia apanhar... Três contra um é barra! – Jussara colou o ouvido no celular, os seios duros espetados em seu peito. ― E foi só isso? – ouviram a voz de Margareth – Não aconteceu nadinha de nada? ― Tu sabes que não... – tinha quase certeza de que Margareth também escutava – Tua filha quase me mata e... Está ouvindo Margô? Larissa deve estar de xoxota vermelha... ― Tu não é nem doido mano! – Margareth falou – Ela não aguenta teu pau seu sacana... ― E Jussara, também entrou na vara? – Suely falou sorrindo. ― Foi não mãe! – Jussara não se conteve – E tia, preocupa não que ele não comeu ninguém viu? ― Tu tá escutando sua doida! – Suely não se espantou – E o que vão fazer hoje? ― André vai nos levar no campestre... – acariciou a nuca dele e sentiu o pau dar pulinhos – E vocês, o que vão fazer hoje? ― Vamos no Água Mineral – Margareth se adiantou – Minha moleca ainda está dormindo, não está? ― Tu sabes que ela só acorda depois das dez... – André estava quase não aguentando, o pau duro e a xoxota de Jussara – Vou chamar as duas... ― E tu filha, o que está fazendo acordada essa hora? – Suely perguntou por perguntar. ― Ora, ora mãe! – Jussara sorriu – Tú sabe... Tô pelada cavalgando a rola gostosa... Hum! Hum! Ai! – brincou e se esfregou sentindo o pau entre seus grandes lábios – Tô quase gozando... ― Deixa de ser doida menina... André! Não vai maltratar minha menina seu tarado... – sorriu – Fala sério, ela tá mesmo... ― Não... – parou os movimentos da garota que sorriu um sorriso de desejo – Não estou comendo e nem comi ninguém... Mas que ela está pelada em meu colo isso é verdade... ― Filha! – Suely falou – Não esqueça que amanhã você tem ginecologista marcado... André! Leva ela no Medical Center... Dez horas... Jussara saiu do colo e ajoelhou entre suas pernas, André continuou conversando com as duas e não fez nada para impedir que a garota tirasse seu pau e nem que lambesse e engolisse. ― Mano, aproveita e leva também Larissa... ― Vou ligar para Patrícia – Suely cortou – Jussara tem o telefone dela, liga para ela de noitinha confirmando... – calou ao ouvir o gemido que ele deu e olhou para Margareth – Que foi, tá gozando? ― Hum! Ainda não... – prendeu um tufo de cabelos de Jussara nas mãos – Mas se... Hum! Hum! Se ela continuar... Ai! Gozei... ― Gozou como rapaz? – Margareth sabia que ele realmente tinha gozado, Suely pensava que era brincadeira – Cadê Jussara? ― Ah! Porra mana? – respirava agoniado, Jussara continuava chupando e engoliu tudo. ― Deixa de sacanagem André... – Suely sentiu a xoxota melada – Assim quem vai gozar sou eu... Margareth conhecia muito bem o irmão e soube que ele não estava brincando, que realmente aquele gemido não tinha sido representação. ― Jussara! Jussara! – Margareth chamou e teve certeza quando ela não respondeu – Tu é um sacana André! ― Que foi? ― Cadê a Jussara? – Margareth estava séria. ― Foi lavar a boca... ●●●●●●●●●●●●●●●●●●●●●●●● ← 7de julho de 2001, sábado ← Naquele ano Margareth não conseguiu entrar de férias no meio do ano e André também preferiu adiar as suas para o final do ano, apesar de Larissa ter planos para viajarem para a fazenda dos avós de Angélica. ― Poxa mãe? – cruzou os braços e fez cara de amuada – Tia Miriam falou que a gente ia... ― Não deu filha, tenho muita coisa pendente no Cristo Rei e teu tio também não vai poder viajar... ― Pode sim... Ele é dono e pode viajar quando bem entender... ― Não é assim princesinha... – puxou o braço da sobrinha e ela sentou em seu colo – Não é porque sou dono da importadora que posso fazer o que bem entendo. ― O tio Chico pode ficar e tu ia com a gente... ― Não seja assim filha, teu tio faz tudo o que você quer... – calou e levantou para atender o telefone – Miriam está vindo para cá... – falou sorrindo. ― Liquinha também vem? – Larissa pareceu mais animada. ― Claro que vem e vão passar esses dois dias conosco... – a calcinha branca que vestia quase não escondia nada e os seios rijos mostrava que estava excitada. André vestia um comportado calção de banho e bebia uísque com gelo de coco protegido do sol pela sombrinha de fibra que tinha mandado instalar, Larissa estava como a mãe e os pequenos seios não estavam como os de Margareth, mas a vagina sim, melada e a vontade de querer ser mais mulher pirolando na cabecinha sem juízo. Margareth voltou vestida no biquine azul celeste e jogou o biquine amarelo com bolinhas vermelhas para a filha. ― Vista filha, pode ser que Lineu e Helena também venham... Larissa sabia que não deveria ficar daquele jeito na frente de quem não convivia com eles e tirou a calcinha. A vagina já emplumando, mas ainda papuda, dizia de como ficaria tão bonita como a mãe e quando André pegou a calcinha jogada no chão viu a mancha melada no fundilho. Realmente Lineu e Helena, amigos de Miriam, estavam com ela. Lineu não parecia ser do barulho como a esposa, um tanto recatado acompanhava Helena mais pelos seus pedidos que por vontade própria. ― Bebe o que Lineu? – André cumprimentou o casal e sentaram debaixo do guarda-sol – Uísque, cerveja ou caninha da roça? ― Vou de cerveja, mas... – viu que André bebia uísque – Tu estais no uísque... ― É bom não beber amor... – Helena segurou sua mão – Hoje é meu dia... Filha, vai conversar com as meninas – incentivou a menina que sempre se mostrou tímida e encabulada. Cacilda, naquela época, era uma menina que não angariava amizades com facilidade e mesmo sendo bonita nem com os meninos conseguia fazer sucesso. Estudava na mesma sala de Larissa e Angélica e morria de vergonha até em usar os biquines que a mãe teimava em comprar talvez por não ter o mesmo corpo das coleguinhas e se achar magra demais sem se dar em conta que, por isso mesmo, se destacava dentre tantas outras garotas que a fuzilavam cheias de inveja por sua educação requintada e inteligência nata. Larissa e Angélica conversavam baixinho sentadas na parte rasa da piscina. ― Vem pra cá Ilda! – Larissa chamou. ― Porque tu é desse jeito Ilda? – Angélica olhou para a coleguinha – Tu parece que tem medo de gente... ― Né não... Só não gosto dessas pequenas que vivem falando de mim – sentou entre as duas – Mas eu gosto de vocês... ― Também gosto de tu... – Larissa passou o braço pelo ombro da coleguinha – A gente tava conversando sobre a festa do Aroldinho... ― Aquele chato... – Cacilda olhou para o grupo que conversava animado – Ele vive me chamando de palito de furar bolo... ― E tu liga pra coisas dele? – Angélica viu que a garota estava de mutuca ligada no conversa que rolava alegre – Porque tu não foi? ― Gosto dele não, é muito chato! ― Tu tem de se enturmar Ilda... – Larissa levantou – Tu quer tomar refri? ― Tô com sede não, mas... – um risinho de anjo moleque iluminava o rosto – Vocês bebem bebida? ― Tu quer dizer bebida de álcool? – Angélica olhou para Larissa – Vez em quando a gente bebe um tiquinho, tu quer? ― Sei não Liquinha... Tu sabe que titio não gosta de eu beber... ― Eles tão papeando, deixa de ser medrosa Lissa... Larissa não era tão afoita em bebida como Angélica, mas como Cacilda estava lá resolveu arriscar. ― Tá, eu pego... Mas a gente vai pro meu quarto... A animação da conversa não permitiu que vissem Larissa correr com as latas de cerveja. ― Tá bom de parar amor... – Helena parecia preocupada – Tu sabes que dona Candinha não suporta cheiro de bebida... ― Deixa ele garota chata – Miriam deu um chute na perna da amiga – Lineu não é criança e... ― Está bom... – cortou e viu as horas, quase cinco e meia da tarde – Vou ter que sair, mamãe já deve estar agoniada... ― Poxa! Seu estraga prazer! – Margareth levantou – Ainda é cedo e... ― Deixa Margô, conheço muito bem dona Candinha... – Miriam olhou para Helena já meio tocada de álcool – Mas tu poderia ficar, depois ti levo... E... – olhou para a piscina e não viu as três garotas – E Ilda vai adorar... Não foi preciso muito empenho para Lineu aceitar, sabia que a mãe soltaria os cachorros se visse a nora daquele jeito. ― Você é quem sabe amor... – estava em pé e Helena sentada – Não vá beber muito... Cadê minha minhoquinha? Miriam sabia que deveriam estar enfurnadas no quarto fofocando sobre as coisas do colégio e como tinha mesmo que buscar a chave do carro resolveu ver o que estavam aprontando e quando abriu a porta teve vontade de sorrir. ― Você são muito safadas! Larissa ainda tentou esconder a lata de cerveja, mas Angélica deu a ultima golada em sua segunda cerveja antes de levantar. ― Tamos nos divertindo mãe... – milagrosamente levantou sem cambalear. ― Se teu tio vê isso não vai gostar Lissa! ― Só foram duas tia... – chutou as latas para debaixo da cama. Miriam pensou em brigar, mas não era a primeira vez que a filha bebia e nunca foi de impor sua vontade como dona da verdade. ― Seu pai está de saída Cacilda... – a garota tentou levantar sem conseguir – É melhor você não descer e... – pediu para que a filha desse um banho frio na garota – Meninas, vou deixar Lineu e tirar o pessoal daqui... Não quero mais que bebam, viu dona Angélica? Margareth entendeu só de olhar para a amiga, mas Helena ainda tentou regatear e ficar, mas terminou aceitando e, antes de sair Miriam contou para André sobre a situação das meninas. ― Arruma tudo mano e... Conversa com tua sobrinha e quando voltar... ― Deixa disso e fala baixo... – Miriam beliscou o braço da amiga – Vamos demorar um tempinho a mais viu? ― Isso é coisa de tua menina... – Margareth não estava nada satisfeita – Não vai dar uma de tiozão bonzinho André, dá uma corsa nela e ela que me espere... Esperou que saíssem e subiu para o quarto sem saber ainda como agir, em outras ocasiões já tinha sido bastante duro com a sobrinha, mas naquele dia não estava só. Ante de entrar no quarto sentiu fedor de vômito, Cacilda estava colocando o que não havia comido para fora. ― Não tenho culpa não tio! – Larissa olhou apavorada para ele – Foi ela quem pediu! ― Não interessa isso agora dona Larissa – segurou Cacilda e massageou o estômago – Pega pano e desinfetante para limpar essa merda... ― Tu não... Ic! – outra golfada de líquido sem cor – Tô bebinha bebinha tio... – a garota tentou sorrir e vomitou em seu peito. Angélica fez cara de nojo e desceu correndo para ajudar Larissa. André pegou a garota nos braços e entrou no banheiro, Cacilda ora chorava e ora ria abobalhada. ― Tu não vai brigar com a gente né tio? ― Não Ilda, não vou brigar com ninguém, agora você vai tomar um bom banho... – sentou no vaso e desamarrou o laço nas costas e tirou o corpinho. ― Tu tá doido tio... – segurou a peça antes que seus peitinhos aparecessem – Não vou ficar pelada não, seu doido... – riu e tentou se afastar, cambaleou e ele segurou – Tu acha que eu sou feia tio? ― Não filha, você não é feia... Mas agora vai tomar banho antes que tua mãe volte... ― Não fala pra ela não tio... – soluçou e começou chorar, deixou o corpinho cair – Tu gosta de mim tio? André balançou a cabeça e teve vontade de sorrir, afagou seus cabelos melados de vomito e falou que sim, que gostava muito dela e ela suspirou enxugando as lágrimas. ― Tu sabia que o papai morre de ciúmes da mamãe quando tu tá com ela? – apoiou as mãos no seu ombro e deixou que ele tirasse seu biquine – É verdade tio... Tu acha ela bonita não acha... – olhava para ele com um olhar vesgo – Tu já viu ela nua? ― Não Ilda! Porque isso? – levantou e conduziu a garota para o banheiro, abriu o chuveiro – Mas se Helena for como você... – calou, não tinha o direito de falar aquilo. ― Não sou bonita não tio, a mamãe é que é... Olha!... Olha meu peito... – riu – Eu nem tenho peito... Tenho essa merdinha de nada... – deu um tapa nos seios e ele segurou sua mão. ― Quem disse isso? Você tem seios bonitos que ainda vai crescer... – segurou seu queixo e fez ela olhar para ele – Você é uma garota muito bonita viu? ― Tu tá é me enganando tio... Olha! Olha! – puxou o biquinho do peito – Isso é lá peito? ― Pare com isso Cacilda... – segurou as duas mãos – Seus seios são bonitos... Você é bonita e já está uma mocinha gostosinha... ― Tô não tio... Minha bichinha é pinininha, olha pra tu ver... – olhou para a porta do banheiro, Angélica estava parada olhando para eles – Ela é que é gostosa, né não amiga? André estava perdendo a paciência e não conseguia banhá-la direito, Angélica viu sua aperreação e entrou fechando a porta. ― Né não amiga... – sorriu e entrou – Dré tem razão... Tu tem de se achar bonita senão ninguém acha... ― Tu é minha amiga... – cambaleou e abraçou Angélica que olhava para André – Viu tio, ela é minha amiga e também ela é bonita como que... Mostra pra ele Liquinha, mostra pra ele ver que teu peito é bonitão... ― Ele sabe Ilda... Mas o teu também é bonito... ― Tu tá é dizendo só pra me enganar... – deu um solavanco e caiu sentada, as pernas abertas e André respirando agoniado – Pede pra ela tio, pede... Angélica respirou olhando para ele e tirou o corpinho, não havia como negar que aqueles seios não poderiam se comparar aos de Cacilda. ― Viu, viu? – a menina estava encostada na parede de azulejo decorado com anagramas azuis – Isso daqui é só um negócio feio... – tornou puxar os bicos do peito já avermelhados. ― Pare com isso garota... – André sentia as pernas doendo, estava acocorado a muito tempo – As duas são bonitas, cada uma do seu jeito... – segurou as mãos delicadas da menina e massageou os mamilos maltratados e, ainda sem saber como aquela sandice ia terminar, puxou a garota e lhe abraçou – Cada pessoa nasce diferente... O coração da garota batucava acelerado da garota e não se deu em conta que acariciava suas costas e nem que Angélica tinha tirado o biquine, mas escutou a respiração alterada quando beijou e lambeu o biquinho do peito. A ruivinha sorriu e abraçou André pelas costas e acariciou o rosto da menina que suspirava de olhos fechados. Também não se deu em conta do beijo lambido em sua nuca e nem que sua mão acariciava a bundinha rija da garota, mas tremeu quando Angélica meteu a mão em seu calção e tirou o pau duro... ●●●●●●●●●●●●●●●●●●●●●●●● → 16 de março de 2003, domingo → ― A gente podia vir passar um final de semana tio – Larissa estava deitada na cadeira de sol – Vou pedir pra mamãe. Nem André e nem Jussara comentaram com as meninas, mas o clima estava um tanto denso e André tentava se enganar sobre o que Miriam sempre falava. A Josefina daquela manhã de domingo parecia não ser a que costumava ver na academia de balé, estava mais solta e desfilava imponente se destacando de quem a visse. A pele negra, o corpo bem delineado e aquele andar altivo que somente as bailarinas conseguiam manter e o biquine, diferente do maiô collant de bailarina que parecia ter sido inventado para esconder sem esconder, deixava à mostra a magnificência das curvas sinuosas que atraia olhares de desejo. ― Jussara tá lhe chamando... – parou sorrindo tapando o sol escaldante – Ela tá na trilha das pedras... André olhou para ela sem acreditar que pudesse haver corpo tão bem feito como o dela, Larissa falou que iria para o toboágua com Natália e ele levantou aceitando a mão estendida. Estranhamente não havia muitos frequentadores naquele final de semana, apenas as costumeiras famílias já quase todas conhecidas. ― Tu tá estranho André – Jussara levantou quando chegaram – Tá com medo de mim? ― Engano seu... – puxou sua mão e se abraçaram – Medo não, mas... Jussara sorriu ainda sentindo o gosto da gala em sua boca, não falou nada e andaram abraçados os quase trezentos metros da trilha que desembocava na piscina natural da queda d’água. Pararam e sentaram no platô que servia de trampolim para os mais afoitos, Josefina ficou parada em pé maravilhada com a paisagem burlesca do lugar cheio de córregos e plantas, algumas exóticas, que fazia de Campestre uma verdadeira obra de arte multicolorida. ― Não fica grilado comigo viu? – olhou para ele quebrando o silencio – Eu queria fazer e... Mamãe falando aquelas putarias... – olhou para trás e puxou a perna negra – Senta aqui com a gente... André olhou para cima, o pacote no meio das pernas da deusa ébano era considerável e aquela risca lhe dividindo o corpo parecia ter sido traçada por uma mão mágica. ― Tu vai pular? – perguntou para a amiga olhando para André que olhava para ela. ― Só se for nua... – riu com as lembranças dos olhares de André quando a viu nua na cozinha. ― Tu tá doida é? – continuou olhando para ele sabendo muito bem o que dele deveria estar pensando – E se aparecer alguém? Jussara sorriu e levantou, André teve medo de que ela não estivesse brincando e sentiu o corpo pinicar quando ela tirou o biquine e o corpinho, a vagina emplumada com plumas da cor de fogo e a cor entre vermelho escarlate e branco neve da xoxota que já conhecia de outros tempos. ― Vamos... Não vem ninguém pra aqui não... – chutou a calcinha do biquine vermelhou que bateu no rosto de André – Dré também vai, não vai? Mas ele parecia não ter coragem sequer de respirar e quando a bailarina soltou o laço do biquine uma carga explodiu em sua cabeça. Os seios tão perfeitos como o corpo rijo e quando ela tirou a calcinha e se apoiou em sua cabeça descobriu o verdadeiro significado do paraíso... No próximo episódio: ● É vespera do aniversário de André e Silvana, amiga e colaboradora, entrega um presente e chupa o pau do amigo. Em casa André é surpreendido por Natália, Larissa e Angélica que pedem para que ele tire a roupa. No quarto Miriam liga parabenizando e André se recorda das estrepulias que fizeram juntos e de como Angélica deu um flagra quando fodia a mãe, durante a foda Miriam fala que a filha é doida por ele, André recorda da garotinha ruivinha e de como a sobrinha pediu para que ele chupasse sua xoxota. Voltando ao presente André continua conversando com Miriam quando Angélica chupa seu pau e sobe em cima dele pedindo para que ele quebre seu cabacinho...
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