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Conto Erotico Clara uma menina linda...

Clara - 1 conto Tinha eu a idade de x anos, quando minha mãe resolveu sair do luto pelo falecimento de meu pai após um longo tempo de solidão. Meu nome é Clara e naquela época eu já tinha um corpinho de menina moça - nada chamativo, apenas uma menina bonita, saudável e educada nos mais rígidos princípios familiares. O primeiro ano de casamento de minha mãe transcorreu normal, foi uma espécie de conhecimento mútuo e geral das pessoas envolvidas. Mamãe era uma mulher de 32 anos, bonita e atraente, com um corpo que não deixava nada a desejar. Meu padrasto tinha 35 anos, moreno claro - simpático e um gato, como as amigas de minha mãe costumavam tecer comentários sobre sua pessoa... Ele me tratava muito bem, sempre gentil e pronto a me ajudar com os deveres escolares. Preciso dizer que mamãe era médica com dois empregos em turnos alternados, assim como meu padrasto era médico em outro hospital. Por esse motivo, nem sempre era possível estarmos os três juntos em todos os lugares e horas. Nossa casa muito confortável tinha dois pavimentos e os quartos ficavam no andar de cima - Uma certa madrugada acordei com sede eu fui a cozinha para beber água - ao passar no corredor percebi a porta do quarto de minha mãe apenas encostada. Parei e olhei por curiosidade, já que uma pequena luminosidade vinha do banheiro dela e iluminava a cama toda. Vi minha mãe fazendo amor com meu padrasto, fiquei um pouco surpresa pelo ato, me encostei no corredor e fiquei observando os dois, para mim era tudo novidade, aquilo que eu via naquele momento fazia parte apenas dos meus momentos íntimos, quando eu me masturbava na solidão do meu quarto. Senti um calafrio e uma coisa gostosa e enquietante começou a percorrer o meu corpo. Meu padrasto deitado e minha mãe chupando o pau dele, enquanto ele chupava a buceta dela, mais tarde vim a saber que o nome disso era 69. Mamãe saiu da posição em que se encontrava e sentou em cima do pau de meu padrasto, fazendo – o sumir buceta a dentro – fiquei molhadinha, eu olhava aquela pau e desejava que fosse eu a estar no lugar de mamãe. A transa deles continuou com beijos, carinhos e gemidos de ambos , após alguns momentos acho que eles gozaram, se abraçaram forte e vi minha mãe espremendo a buceta no pau de meu padrasto, logo ele caiu para o lado da cama, minha mãe tirou debaixo do travesseiro uma toalhinha e colocou entre as coxas, logo os dois pegaram no sono e ficaram dormindo nus – voltei para o meu quarto mesmo sem beber a água, tranquei a porta do meu quarto, tirei o meu pijama e calcinha ficando completamente nua e iniciei uma siririca fantasiando estar transando com meu padrasto. Não bastou muito tempo para que eu sentisse o gozo chegando em meu corpo, meu rosto estava quente, meus pequenos seios estavam duros como pedra um arrepio tomou conta de mim, minha buceta com poucos pelos estava tomada de torpor e gozei como nunca tinha gozado antes gemendo baixinho e pronunciando Paulo... Paulo... Esse é o nome de meu padrasto, peguei no sono e só acordei com minha mãe me chamando dizendo que eu iria perder a hora do colégio se demorasse mais um pouco. Tomei um banho rápido, aprontei-me e fui a copa/cozinha tomar um café, comi pouco e meu padrasto disse para não me preocupar com a hora, pois ele me levaria para o colégio de carona, aceitei... Beijei minha mãe e ela disse-me que não voltaria para casa a noite, pois teria plantão no hospital, resmunguei um hum hum e entrei no carro do meu padrasto. A viagem para o colégio parecia não ter fim, eu olhava de rabo de olho para o Paulo que percebeu o meu olhar e perguntou: - Você parece que ainda esta com sono, não dormiu direito ? Baixei a cabeça e disse-lhe que não estava me sentindo bem disposta, mas que logo passaria quando eu estivesse dentro da sala de aula. Chegamos ao colégio, Paulo me beijou no rosto, desejou-me bom dia e boa aula e disse: - Eu venho te buscar ao meio dia, estou de folga hoje e te convido para ir almoçar comigo no shopping, você topa? Fiz sinal com a cabeça e sumi portão a dentro para o colégio.... A aula transcorreu normal, mas eu não tirava o pensamento do que tinha presenciado a noite – Chegou o fim da aula e Paulo me aguardava no portão do colégio, entrei em seu carro, beijei-o no rosto e fomos almoçar. Quando foi a hora da sobremesa, Paulo me perguntou se eu já estava melhor e eu disse que sim, foi quando ele falou que sabia porque eu estava assim. Assustada perguntei como ele sabia? - Paulo com o maior cinismo na cara me disse: - Vi ontem a noite você nos espiando, imaginei sua excitação e logo após você voltar para o seu quarto eu fui atrás e pude observar pelo buraco da fechadura tudo o que você fez com sua chaninha, foi lindo, morri de tesão. Fiquei assustada com essa afirmação e para meu espanto não se falou mais nisso até a volta para casa – Lá chegando, pude perceber que a empregada havia sido dispensada e que estava-mos só nós dois na casa... Paulo sem mais nem menos me abraçou de frente em um abraço envolvente, senti toda a sua força e seu corpo junto ao meu e algo se destacava entre as minhas coxas – Era o pau de Paulo, duro e quente, eu podia sentir o calor por sobre a minha saia do uniforme escolar. Paulo sem deixar eu reagir beijou minha boca de uma maneira que nem o mais esperto garoto do colégio fazia. Fiquei atônita, senti minha buceta ficar molhada, meus pelos do corpo inteiro se arrepiarem e não tive outra alternativa a não ser em corresponder aquele beijo que me deixava louca de desejos... Paulo me tomou em seus braços fortes e me levou no colo para o seu quarto, lá chegando depositou o meu corpo em cima da cama, minha saia estava toda levantada, minhas pernas estavam a mostra, minha calcinha branca já estava toda molhadinha. Paulo sentou ao meu lado na cama, colocou a mão em minha boca fazendo um sinal para que eu ficasse quieta e disse: - Fique calma, não vou te fazer mal, nem tirar a sua virgindade, podemos brincar um pouquinho sem conseqüências danosas ao seu corpo, ok? Não respondi, apenas me encolhi na cama e ele veio por cima de mim beijando minha boca, abriu minha blusa e deixou a mostra meus pequeninos seios, senti sua boca beijar cada mamilo e depois sugar com uma delicadeza e tesão que cada vez mais me deixava molhada e ansiosa pelo próximo passo. Senti suas mãos percorrem minhas pernas, bunda, coxas e finalmente pararem por sobre minha calcinha, ele acariciou um pouco a minha buceta e depois com muita calma, escorregou a mão para dentro de minha calcinha, senti seus dedos percorrem minha buceta toda molhada, ele levou um dedo a boca e o chupou, fitou-me dentro de meus olhos e sem pronunciar uma palavra começou a tirar minha calcinha, ergui meu corpo para facilitar e de uma só vez ele deixou-me nua da cintura para baixo. Fixou o olhar em meu sexo, inclinou sua cabeça e começou a me chupar de uma forma que eu jamais havia imaginado. Lembrei deles a noite anterior e num passe de mágica eu estava tirando sua calça e deixando a mostra aquele pau duro e cheiroso. Sem pensar em mais nada, comecei timidamente a beija-lo e a colocar em minha boca, aquele pau que eu tanto sonhara a noite passada... Chupava, mordiscava, saboreava e segurava com vontade um pau de um homem, quando finalmente ele quebrou o silencio e disse: - Minha princesa, você é muito bonita e tem um corpinho maravilhoso, estou muito feliz em poder ter você assim em minha cama, pois a um longo tempo eu venho notando você se transformar em menina mulher e eu a desejo muito. Paulo voltou a beijar a minha boca e eu convencida que era desejada por ele puxei-o por cima de meu corpo, nesta altura já estávamos ambos nus e pude sentir seu pau por cima de minha buceta, peguei-o e coloquei na portinha, eu já estava toda melada e foi fácil o pau delo pincelar por minha buceta – Fiquei louca e pedi para ele colocar dentro, eu levantava o meu corpo de encontro ao seu e ele não resistiu e foi colocando a cabecinha dentro de mim, doeu um pouco mas eu heroicamente fui envolvendo seu pau quando senti seu saco batendo em minha bundinha, abracei-o e o envolvi com minhas pernas por sobre sua cintura, Paulo ficou doido e estocava fundo seu pau em minha buceta, eu delirava de prazer, Paulo altenava beijos em meus seios com beijos em minha boca. Senti que o gozo vinha fácil, anunciei que iria gozar, apertei-o de tal forma que minhas unhas cravaram em suas costas, sentia o pau de Paulo invadir-me toda e em um momento especial para mim gozava e chamava seu nome, Paulo, Paulo, Paulo foi quando senti algo quente dentro de mim, um gemido prolongado anunciava o gozo de meu homem / padrasto, sua boca comprimia minha boca em um beijo louco e sem fim, senti seu corpo ficando sem forças e aos poucos El foi me soltando, soltando e o beijei carinhosamente ficando admirando seu belo físico... Paulo, acordando do sonho consumado, pediu-me para guardar segredo, ele nem precisava me pedir isso, claro que eu não iria comentar nada com ninguém, nem com minha melhor amiga do colégio. Paulo levantou, pegou um copo com água e trouxe para mim, deu-me um comprimido dizendo que era uma pílula do dia seguinte e isso evitaria qualquer transtorno, pois ele havia gozado dentro de mim. Fui para meu quarto, tomei banho e dormi a tarde inteira, já era noitinha quando minha mãe ligou me perguntando como foi o meu dia e eu disse que foi maravilhoso, ela nem sonhava porque eu disse isso, perguntou se o Paulo havia me ajudado com os deveres do colégio e eu disse que sim – Enviou um beijo para mim, deu-me boa noite e confirmou que no outro dia as 9 horas já estaria em casa, desejei-lhe bom plantão médico e passei o telefone para o Paulo e assim que ele desligou fomos direto para o meu quarto, onde uma noite de amor e sexo nos esperava sem pressa... Assim foi que perdi minha virgindade com meu padrasto quando eu tinha 12 para13 anos, hoje sou uma moça maior de idade e continuo com o Paulo como amante, pois minha mãe o vinha traindo com um médico chefe de turma do hospital que ela tirava plantão – Paulo se separou de mamãe e eu preferi morar com o Paulo, alegando que não queria interferir no relacionamento dela com o outro médico.... Ainda tenho dúvidas se mamãe guardou realmente o luto por tanto tempo pela morte de meu pai, ou se era apenas uma mulher devassa, escondida em pele de super mãe protetora? Não sei se todos nós somos safados e hipócritas, acontece que vivo muito bem com o Paulo e mamãe com o tal médico. Sei apenas que um dia vou conhecer outro homem e trair o Paulo, pois isso faz parte da hereditariedade sacana que trago em meu DNA ... Clara – Outubro de 2010