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Conto Erotico COMI A MINHA IRMÃ E MINHA CUNHADA

Esse fato que passo a relatar, a conteceu comigo em 2010, eu namorava com Roberta, que era uma Deusa de cabelos loiros ondulados, seios médios, uma bunda enorme, junto com uma também enorme buceta, porém ela era virgem e não estava a fim de perder a virgindade por agora, ficávamos sempre sarrando, quando eu ia dormir em sua casa. Roberta tem uma irmã chamada Marina, que na época tinha 14 anos, porém com um corpo de mulher (tipo falsa magra) seios maiores que o de Roberta uma bocetinha que quando usava os shortinhos apertados ficava dividida deixando todos os meninos da rua loucos (inclusive eu que não era mais menino, pois já tinha 19 anos), Mari é amiga de minha irmã que se chama Vanessa de somente 15 aninhos, uma morena de seios grandinhos, bundinha bem empinada redondinha,também com uma linda boceta, Poli e Valéria sempre saiam juntas para shows e festas, Roberta como era mais caseira sempre pedia que ficasse-mos com seus pais em casa, eu achava um pouco ruim más como não rolava transa com agente ficava sem reclamar, pois quando não dormia em sua casa eu sempre encontrava logo após sair de lá com uma turma de amigos e amigas e saímos para a noite e sempre rolava umas transas muito loucas. Sempre que dormia na casa dela ficávamos num sarro legal, sempre após o sarro eu dormia nas sala e quando as meninas chegavam da noite eu era quem abria aporta para elas entrarem e voltava a dormir pois elas com a excitação da noite ainda iam comer tomar banho até dormir. Certa noite eu estava sem sono e quando as meninas chegaram em abria porta elas me cumprimentaram e foram para a cozinha como sempre, fiquei na penumbra da sala ouvindo elas conversarem, Mari dizia que um rapaz com quem ela dançou ficou se esfregando nela com o pau duro e ela ficou doidinha, e Vanessa disse que deixou um dos rapazes que dançou com ela pegar em seus seios (as duas são virgens), logo após ouvi Mari fazer um comentário sobre os seios de Vanessa e um silêncio repentino, logo após as duas passaram para o quarto e voltaram nuas para o banheiro, eu ouvi quando Vanessa disse Roberta era uma sortuda, burra, por me ter como namorado, Mari pergunta por que ? Vanessa responde que se fosse minha namorada já tinha perdido a virgindade não só da bocetinha como também do cu. E as duas entraram no banheiro, eu fui até a cozinha onde tinha o basculante do banheiro e fiquei ouvindo as duas no banho. Tentando imagina-las e tocar um punheta por elas. E qual não foi a minha surpresas quando ouvi as duas na maior gemessão, Mari pedindo que Valéria enfiasse a língua com mais força em sua boceta pois ela iria gozar. Vanessa pediu que Mari mamasse em seus seios, e lhe masturba-se pois estava com um fogo que passaria a noite toda sarrando com Mari ou então iria me acordar para perder a virgindade comigo. Mari perguntou se ela era doida a esse ponto de tranza com o irmão, Valéria perguntou se ela duvidava, ai eu voltei correndo para a sala e esperei para ver o que acontecia. Logo após a porta do banheiro se abre e as duas saem dela só de toalha, Vanessa vem em minha direção e se ajoelha junto a mim,Mari fica ajoelhada do outro lado e Vanessa passa a mão sobre minha pica que a essa altura ainda estava dura pois fiquei muito excitado com tudo, Vanessa diz a Mari que acha que eu estou sonhando com sacanagem pois estou de pau duro, Mari diz para ela para pois eu poderia me acordar, que ela a chuparia até ela gozar, Vanessa aceita porém tem de ser ali mesmo. Ela topa e faz junto a mim uma chupação que eu por estar dormindo (fingindo) tenho apenas que ouvir os gemidos. Após muita chupação Vanessa dá um gemido mais forte e elas vão para o quarto. Semanas depois eu tenho que levar Roberta para fazer as provas do Vestibular, seus pais tinham viajado com uma caravana do grupo da paróquia e ficamos nós quatro em casa sozinhos. Tinha ficado acertado o seguinte eu levaria Roberta para fazer as provas e ficaria esperando, enquanto Mari e Vanessa ficariam em casa fazendo comida e arrumando a casa, porém quando cheguei no local da prova disse a Roberta que estava meio ruim da barriga e que voltaria para casa e assim que terminasse a prova ela me liga-se que eu iria busca-la. Voltei de imediato para casa já imaginando o que estaria acontecendo lá. Ao chegar parei o carro junto a casa do vizinho peguei a chave da casa que estava no carro e fui entrando em casa ouvi o Ar-condicionado do quarto das meninas ligado e saiba que as duas estava na maior pegassão, abria porta que quarto e vi as duas no maior 69, com Mari por cima de Vanessa. Passei uns 10 minutos apreciando a cena e tocando uma, foi quando Vanessa para de chupar Mari para pedir para mudar de posição e me vê parado a porta. Ela toma um susto daqueles, e avisa Mari, que sai correndo de cima dela. Elas perguntam como entrei e o que estou fazendo ali e não no local da prova de Roberta. Eu disse que nada disso importava e sim que eu tava ali e vendo tudo o que elas estavam fazendo. Elas pediram que eu não contasse nada para os pais delas e que elas iriam fazer tudo o que eu manda-se. Eu disse que o que eu queria era exatamente o que Vanessa iria querer no dia em que elas vieram me apaupar. Elas ficaram sem entender e eu espliquei tudo. Após terminar disse que estávamos perdendo tempo coloquei novamente o pau duro para fora da bermuda e disse a Vanessa que viesse chupa-lo ela de imediato veio em minha direção e baixou iniciando um belo boquete, Mari ficou olhando a desenvoltura da minha irmã e eu a chamei dizendo que gostaria de mamar nos seus seios ela veio e eu dei um belo beijo nela e passei a mama-los. Ela se contorcia de tesão Vanessa vendo a cena passou a meter a mão na bocetinha de minha cunhada que passou a gemer mais alto. Mandei que Vanessa chupasse minha cunhada pois gostaria de ver ela gozar. Passei a colocar a minha pica na boca de Mari, ela também chupou como se já tivesse chupado várias rolas na vida. Deitei Mari no chão e mandei Vanessa abrir suas perninhas chupei sua bocetinha e mandei que Vanessa sentasse com a boceta bem aberta na boca de Mari. Passei a pincelar a bocetinha de minha cunhada com minha rola e a forçar a entrada. Ela começou a choramingar dizendo meio abafado (pois estava ainda com a boceta de Vanessa na boca) que estava doendo, Vanessa disse que gostaria de ser a primeira a perder a virgindade, pois isso com certeza encorajaria Mari. Passei então a chupar junto com Mari a boceta de Vanessa e a pincelar o meu pau na entrada Mari ficava lambendo a minha rola e a boceta de Vanessa para que tudo ficasse mais lubrificado. Quando comecei a enterrar a cabeça da rola na boceta de Vanessa ela começou a gemer muito alto, mandei que Mari a beijasse e que sentasse na boca de Valéria para abafar o gemidos quando Mari sentou em enfiei de uma só estocada minha rola na boceta dela tirando com toda a força seu cabacinho, ela se contorcia de dor e prazer lágrimas escorriam de seus olhos Mari gemia tanto pois ela dizia que Vanessa nunca tinha chupado-a com tanta voracidade como naquela ora, ela chegou a gozar na boca de Vanessa. Perguntei a Vanessa se queria que eu tirasse de dentro dela minha rola ela num gesto desesperado vez sinal que não e um sinal de que eu continua-se fui metendo socando a rola nela, passei uns 15 minutos só metendo, foi quando pedia que ela senta-se na minha rola para me cavalgar. Deitei no chão e ela veio por cima ainda chorando de prazer. Começou a sentar e a gemer novamente pedia a Mari que abrisse sua Boceta na minha boca. Foi quando Vanessa disse o quanto Roberta era burra de não querer ter uma rola daquelas dentro dela e que se eu estivesse afim ela todas as noites após o meu sarro com Roberta ela viria e transaria comigo, Vanessa pós isso passou a gemer mais alto e disser que iria gozar, ela gozou lambuzando todo o meu pau. Mari disse que já estava bom e mandou Vanessa sair de cima de mim que agora era ela que iria perder a virgindade como eu já estava a ponto de gozar peguei uma camisinha e coloquei pois não queria que nada atrapalha-se tudo. Eu mandei que Vanessa fosse na sala e liga-se o som pois eu gostaria que Mari mesmo tirasse sua virgindade, sentando na minha rola. Enquanto Vanessa ligava o som bem alto eu lambia e tentava enfiar o dedo no cuzinho de minha cunhada, pois eu não estava só querendo a bocetinha delas, Vanessa voltou e eu pedi que ela chupasse meu pau e sentisse seu próprio gosto ela me chupou, eu me deitei no chão e disse a Mari que senta-se na minha rola, Mari foi tentando sentar más toda a vez que a rola começava a forçar ela choramingava e parava, eu chamei Vanessa e falei para ela fazer uma massagem nos ombros de Mari (porém em seu ouvido disse, quando Mari estivesse distraída ela força-se o corpo para baixo para que a rola entrasse toda de uma vez), ela obedeceu e foi fazer a massagem quando Mari menos esperava ela empurro com tanta força Mari para baixo que eu tive a impressão que a camisinha tinha se rompido dentro Mari deu um grito que se não fosse o som muito alto todos os vizinhos teriam ouvido. Ela começou a chorar e Vanessa passou a beija-la e a mamar em seus seios, passou a fazer com que Mari rebola-se em cima de minha rola para se acostumar com a dor e sentir mais prazer. Aos poucos Mari foi se acostumando e foi mostrando a potranca sedenta de sexo que ela é. E foi confirmando o quanto a sua irmã era burra de não ter ainda ter sentido o prazer de ter uma rola dentro de si. Ela cavalgou tanto que a certa altura do campeonato eu disse que queria gozar, e que gostaria de gozar na boca delas para que as duas dividissem meu gozo. Elas ficaram de joelhos a minha frente em quanto eu gozava elas engoliam todo e as gotas que caiam nos seios delas elas passaram a se lamber. Eu disse que agora gostaria de comer o cuzinho delas, que gostaria que elas brincassem com minha rola até ela voltar a ficar dura, para que eu tirasse também o cabacinho co cu delas. Elas ficaram chupando minha rola com tanta vontade de que ela ficasse logo dura que, não demorou muito e lá estava eu pronto para outra, Mari desta vez disse que gostaria de ser a primeira. Então eu a coloquei de quatro e Vanessa e eu começamos a chupar aquele cuzinho lindo, quando eu estou pronto para tirar o selinho daquele cu. Minha namorada liga dizendo que tinha terminado a prova. As duas ficaram putas, adiamos a trepada para outro dia, porém elas fizeram questão deque eu gozasse antes de sair. E chuparam minha rola até que eu gozasse. Fui buscar Roberta e na volta comecei a passar a mão ma sua boceta, ela pediu que parasse pois estava com fome e que tinha sido uma prova de cão. Ao chegarmos em casa disse as duas o que tinha acontecido na volta e elas disseram, que era por isso que nessa matéria ela era sempre reprovada. Nossa trepada por traz ficou para outro dia e essa eu vou contar para vocês logo. Aos leitores que gostaram e que querem entrar em contado comigo, principalmente garotas novas que gostem de sexo nettinho@radiostronda.com



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