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Conto Erotico Como me tornei a cachorrinha do meu pai

A historia que vou contar é veridica, por mais inverossimel que possa parecer, mas ao contrário dos muitos relatos postados aqui, eu não sou loira, não tenho olhos azuis, nem bumbum e seios empinados... Um corpo escultural. Na verdade sempre fui uma criança franzina, com traços finos, pele clara, e cabelos castanhos claros encaracolados. Não conheci meu pai,sempre tive uma vida confortavel com minha mãe, e meu padrasto, o único pai que conheci. Até o inicio de minha adolecencia tive uma infancia normal, paparicada por todos, eu era a princesinha da casa, meus pais sempre me levavam e buscavam em todos os lugares, meu pai sempre teve muito ciumes de mim e dizia que nenhum gavião iria se aproximar de sua filhinha... Certo dia estavamos na piscina de casa, e sem que eu esperasse, ele lascou um beijo na minha boca, tentei reagir, mas ele segurou em meu queixo e pude sentir sua saliva com gosto de cerveja.Depois desse dia tornou-se comum que ele me surpreendesse com um beijo na boca sempre que mamãe não estivesse por perto, e eu passei então a observar a vida sexual dos dois, percebi que eles mantinham relações sexuais sempre aos domingos depois do almoço, eles se trancavam no quarto e menos de meia hora depois minha mãe saia e ia direto ao banheiro tomar um banho, e meu pai ia pra sala onde ligava a tv e cochilava. Minha mãe era uma morena linda, já havia feito varios trabalhos como modelo, ainda desfilava e sempre era convidada para eventos de moda na nossa cidade, é claro era muito mais jovem que meu pai. Certa noite tomei banho, coloquei meu pijama e fui direto para a sala de tv onde meu pai estava,deitei no pequeno sofá a sua frente,e foi quando vi que ele estava com o roupão e o enorme pinto a mostra, levantei bruscamente e corri pro meu quarto, alguns minutos depois ele foi até meu quarto e perguntou se estava tudo bem... Eu mal conseguia disfarçar o tremor na voz, mas ainda de olhos fechados eu disse que sim. Então ele me deu um beijo na testa todo paternal. Esperei que ele se levantasse, e finalmente abri os olhos; ele estava com o roupão aberto, apenas a luz da lua entrava pela janela e iluminava meu quarto... O pinto era grande, grosso,eu nunca tinha visto o pinto de nenhum homem antes, e sob a luz da lua sentei na cama e mal conseguia compreender o que se passava ali. Ele passou então a acariciar a ponta do pinto, depois a fazer uns movimentos rapidos e bruscos, de repente ele deu um profundo suspiro e com alguma coisa em uma das mãos saiu do meu quarto sem dizer nada. Eu tive uma noite agitada, mas mesmo assim não vi a hora que mamãe chegou. Na manhã seguinte ele foi me levar ao colégio, eu tentei agir o mais natural possível, minha mãe permaneceu em seu quarto dormindo, e eu não tive coragem de ir até lá e lhe dar um beijo. Passei a maior parte do caminho em silêncio, quando de repente meu pai começou a dizer que as coisas estavaam dificeis para ele,que minha mãe estava cada dia mais estranha, e ele tinha necessidades de homem,já não aguentava mais de dores nos ovos, mas que não sairia para rua para procurar uma cachorra para se aliviar porque amava muito a mim e a mamãe. Eu pouco entendia as coisas que ele falava, com meus 10 anos eu era muito mais ingenua do que aparentava ser... Algumas vezes eu olhava séria para ele, outras eu olhava pela janela do carro e me distraia com a paisagem. Nesse dia minha mãe não saiu de casa, fiquei na expectativa que os dois se trancassem no quarto, e minha mãe saisse meia hora depois pra tomar banho,mas meu pai ficou o tempo todo na sala de TV e minha mãe no quarto. Criei coragem e fui até a sala,deitei no sofá na frente de meu pai e novamente vi que ele estava sem cueca, com o pinto duro e grande apontando pra mim. Dessa vez não fugi, um misto de curiosidade, carinho, e uma cosquinha na minha xoxotinha fizeram com que eu ficasse, então ele se levantou, e começou a mexer no pinto com movimentos rapidos e firmes, até sair alguma coisa de dentro daquele pintão, então ele se aproximou estendeu uma das mãos e disse que aquilo ali era porra, meteu a lingua dentro da minha boca procurando minha lingua e saiu... Retornou alguns minutos depois e disse que minha mãe estava pendurada ao telefone, e perguntou se eu não queria ir buscar uma pizza com ele. Corri pro meu quarto para me trocar e em minutos estavamos a caminho da pizzaria; brincando e conversando como se nada tivesse acontecido. Ele foi falando de projetos, viagens que fariamos, e logo num tom sério disse que eu daria uma mulher muito bonita, e muito melhor que minha mãe. Voltamos com a pizza, e e ao menos para comer mamãe saiu do quarto, enquanto comiamos conversamos sobre as provas do colégio, a empresa do papai, e minha mãe disse que havia sido convidada para ser juri em um evento de moda que aconteceria na noite seguinte,nesse momento percebi o desapontamento na cara do papai, mas logo ele passou a me olhar fixamente. Minha mãe retornou ao quarto, e eu fui colocar os pratos dentro da pia,foi quando ele chegou muito perto de mim e eu pude sentir o pinto grosso e grande atras de mim, ele ergueu meu vestidinho e começou a apertar minha bundinha, em seguida colocou a mão dentro da minha calcinha, talvez para se certificar que minha xoxotinha estava molhadinha. Me virou para ele, me deu um beijo na testa e saiu. Fui para a cama na expectativa de ouvir minha mãe saindo do quarto para tomar um banho, mas meu pai deveria estar mais frustrado do que eu, e pensando nisso adormeci. No dia seguinte a mesma rotina e lamentações, eu não esboçava nenhuma opinião, apenas ouvia a tudo. Nessa tarde ele dispensou a van escolar e foi me buscar no colégio,quando estavamos quase chegando em casa, ele me perguntou se eu sabia o que era ky, eu disse que não, então ele fez um retorno com o carro e disse que precisavamos comprar. Eu perguntei o que era, e ele disse que era um gel lubrificante, me dei por satisfeita com a resposta, mas quando ele entrou no carro com a sacolinha, fui logo abrindo para ver do que se tratava, ele disse que se eu quisesse poderia experimentar assim que mamãe saisse para o tal desfile. Eu fiz um sinal de consentimento com a cabeça, mas na verdade não tinha a menor ideia do que iria acontecer. Mal cheguei em casa, tomei um suco e um banho, e minha mãe já apressou-se em se arrumar, em poucos minutos ela estava linda!Confesso que por alguns momentos eu desejava ser ela, receber todos os olhares e atenção... Ela saiu e então fui fazer os deveres do colégio, assim que terminei fui para a sala de TV, mas meu pai estava na suite, pensei no quanto ele deveria estar triste, e resolvi ir até lá para consola-lo. Bati na porta e a voz vindo do banheiro me pedia que entrasse, entrei e logo vi meu pai tomando banho com o pintão muito grande e grosso. Ele pediu que eu me aproximasse, e desligou o chuveiro; vendo ele completamente nu, não pude evitar e minha xoxotinha começou a piscar. Ele abriu a gaveta do pequeno armario, e pegou o ky que haviamos comprado, pediu que eu me virasse e apoiasse as mãos no azulejo que ele iria me ensinar a usar. Ele baixou meu short e calcinha até o joelho, com uma das mãos abria minha bundinha, e com a outra passava o gel no meu cuzinho. Ele ficou massageando por alguns minutos e pediu que que eu relaxasse porque não iria doer nada, que eu sempre fui uma criança ressecada e aquilo até iria me ajudar. Percebi que ele agora lambuzava a cabeçona do pinto com o gel, depois se posicionou me segurando pelos ombros, e sem que eu tivesse tempo para alguma reação, ele meteu a cabeçona do pinto sem dó no meu cuzinho que aridia e queimava ao mesmo tempo. Comecei a chorar, e ele com voz baixa e ofegante disse que chorar seria bem pior, porque ele só queria usar meu cuzinho um pouquinho e eu ainda iria pedir mais! Procurei conter o choro e senti sua mão na minha xoxotinha que apesar sa situação estava molhadinha e piscando. Ele deu mais uma empurrada e dessa vez entrou tudo, eu sentia suas bolas batendo na minha bundinha. Ele fez alguns movimentos de tirar e enterrar o pinto bem fundo, aos poucos eu fui ficando completamente relaxada, apenas sentindo aquele pinto descontrolado, como se quisesse chegar no meu intestino. De repente senti um ardiddo quente no meu cuzinho, foi quando ele inclinou-se e disse no meu ouvido que havia esporrado muito la dentro. Senti uma vontade enorme de fazer coco, ele tirou o pinto, eu saí dali correndo e fui direto ao outro banheiro. Quando olhei para o vaso e vi sua porra misturada com meu coco, novamente comecei a chorar e entrei no banho; meu cuzinho estava muito inchado, passei os dedos na portinha e senti ele todo flacido, como se tivesse sido arrombado para sempre. Terminado de me lavar, saí correndo e voltei ao meu quarto, quando estava quase conseguindo pegar no sono, meu pai entrou e sentou ao lado da minha cama e começou a passar a mão nos meus cabelos... Eu abri os olhos e numa especie de choro misturado com gemido, disse que ele tinha me machucado toda, então seus olhos se encheram de lágrimas, e papai me pediu desculpas, disse que jamais me machucaria, e que pensou que seria gostoso para mim também. Ele pediu para ver, e foi logo acendendo a luz e me colocando de bruço na cama, levantou minha camisolinha, abaixou minha calcinha, e com a maior delicadeza abriu minha bundinha para olhar o cuzinho. Eu estava morrendo de vergonha e escondi o rosto no travasseiro, então papai começou a beijar minha bundinha e passar a lingua quente no meu cuzinho, no começo eu estranhei, depois comecei a empinar a bundinha para facilitar os cuidados. Ele saiu e voltou com o gel, colocou um dedo no meu cuzinho, dois, depois deitou na minha cama e pediu que eu deitasse em cima dele, com a barriga para cima, eu ja sabia o que ia acontecer,procurei me ajeitar e sentir a cabeçona do pinto do papai encontrando o buraco do meu cuzinho ja bem largo e indefeso. Papai ficou parado por um tempo,depois começou a me conduzir como se eu fosse uma boneca, nesse momento um sentimento de satisfação, de ser mulher como mamãe tomou conta de mim e comecei a gemer baixinho, sentindo papai comendo gostoso meu cuzinho. Quando papai estava perto de esporrar dentro da minha bundinha novamente, disse no meu ouvido que agora eu era sua cachorrinha, e ele iria se aliviar no meu cú todas as noites.



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