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Conto Erotico Cuidando da cunhada da minha esposa

Minha esposa estava grávida de seis meses, nos relacionamos muito bem principalmente na cama onde fantasiamos varias relações com algumas pessoas conhecidas. Desde que nos conhecemos percebi que ela era bi e antes da gravidez tivemos a oportunidade de viver por três vezes estas experiências com algumas de suas amigas que já estiveram na nossa cama. Em uma noite quente onde eu chupava muito o seu grelão, a minha gata tem seios grandes uma xoxota bem carnuda e com um grelo bem pontudo e altamente sensível a cada toque que eu dou, estávamos naquele sexo gostoso quando ela começou a falar da sua cunhada. - chupaaaaaaaaaa gostosooooooooo, assimmmmmmmmmm como eu queria ter aquela loirinha aqui com a genteeeeeeeeeeeeeeeeee - fala amor quem você quer trazer para nossa cama, falaaa - minha cunhada Paula aquela loirinha mal amada. Ficamos falando o nome dela o tempo todo da nossa transa até que explodimos em um gozo tesudo e gostoso pensando na Paula na nossa cama sendo explorada de todos os lados por nós dois e no final da transa ainda suados começamos a conversar sobre o fato. Minha esposa comentou que a seis meses a sua cunhada não tinha relações com o seu irmão, era um cara envolvido em jogo muito viciado e passava noites em claro jogando cartas e perdendo e ganhando e deixando a mulher a ver navios e muitas das vezes ainda batia nela quando chegava em casa após perder uma grana muito alta. Naquele sábado tínhamos tomado banho e estávamos na cama assistindo o caldeirão do huck quando a Paula bateu no portão pedindo para entrar, era uma tarde bem paulistana com o céu nublado avisando que a qualquer momento cairia muita chuva, fui abrir o portão e beijei o rosto da Paula como sempre faço a percebendo que ela estava chorando, tinha os cabelos molhados e estava com um perfume gostoso do boticário. A Paula é uma loira de feições bem delicadas, seios pequenos, bem magra mais com uma bundinha bem arrebitada que já tinha cobiçado algumas vezes e depois da nossa transa envolvendo e desejando o seu corpo naquele não via a hora de encontrá-la e fazer a fantasia com a minha esposa acontecer. Fechei a porta com a chave, voltei para a cama onde deitei com a minha esposa que já escutava as lamentações da sua cunhada, devido a intimidade que tinha com ela logo a minha esposa tranqüilizou falando que eu sabia de tudo e ela as prantos contava que a muito não tinha relações com o irmão da minha esposa e que muitas das vezes ainda apanhava dele por causa do jogo e mostrando os braços podíamos ver as marcas roxas da semana passada quando ela apanhou dele. Eu estava deitado de barriga para cima e minha esposa estava deitada sobre o meu braço direito e cochichando no meu ouvido minha gata falou a seguinte frase. - vamos deixar a coisa rolar e se der vamos dar um trato nesta loirinha magrinha, quero que ela conheça o que é um homem de verdade. Na hora o meu cacete endureceu feito pedra, era visível a barraca que se formou e logo a minha esposa jogou as suas coxas grossas sobre ele escondendo o cacetão para não espantar as nossa presa. - Paula venha aqui deite aqui Estiquei o braço esquerdo, chamando ela para deitar com a gente, e com o consentimento da minha esposa ela deitou e se aconchegou nos meus braços choramingando. Virei o meu corpo e fiquei alisando os cabelos loira dela e limpando as lagrimas do seu rosto e grudada ao meu corpo minha esposa alisava os braços dela dando muito carinho aquela loirinha mal amada que relaxava cada vez mais com os nossos carinhos. Beijei o seu rosto, lambi as suas lagrimas fazendo ela arregalar os olhos encontrando os meus olhos fixos no dela, e sem entender o que estava para acontecer olhou para os olhos da minha esposa que falou apenas. - confia na gente e relaxa que nós vamos cuidar de você meu amor E pegando a sua mão fez ela segurar o meu cacete duraço e pegando ela pelo pescoço fez ela colar a sua boca na minha que a principio abria tremula e tímida e logo depois recebia a minha língua que invadia a sua boca sugando todo o desejo de ser possuída que estava guardado dentro dela - relaxa Paula, quero que o meu homem cuide de você direitinho e que você esqueça desde meu irmão que não merece a mulher que tem em casa E trepando sobre o meu corpo foi de encontro a boca sedenta da Paula e beijou a sua boca enfiando a sua língua na cunhada que arregalava mais ainda os olhos ainda sem entender nada, e com o desejo falando mais alto, agarrava e apertava o meu cacete com todo o tesão. Joguei a mão para trás e procurei entre o short da minha esposa a sua xoxota que estava toda melecada antevendo tudo que iria acontecer e gemendo gostoso foi beijar o pescoço da Paula enquanto eu grudava mais uma vez na sua boquinha. Fiquei de joelhos na cama e deixei as duas se beijando enquanto tirava a camisa e depois ficando em pé tirei o meu short e junto a minha cueca Box fazendo saltar os meus 21cm de cacete que parecia uma barra de ferro, deixando a loirinha com os olhos mais arregalados enquanto ela beijava o pescoço da minha esposa. Tirei o short da minha gata e logo a seguir a sua blusinha fazendo saltar os peitões gostosos que ela tem. Fui tirando a calça de lycra da Paula fazendo aparecer uma calcinha minúscula preta de rendas nas laterais enquanto a minha esposa abria os botões da sua blusinha e caia matando no seios pequenos dela - hummmmmmmm que loucura cunhada, que boca carnuda gostosa, não me chupa assimmmm que eu fico loucaaaaaaaaa Puxei a sua calcinha de lado e cai de boca naquela xoxotinha bem pequena que ela tinha buscando o grelinho rosado bem pontudo que ela tinha, e como a minha esposa estava muito babada acho que até mais, um liquido branco e pegajoso escorria pelos lábios da sua xoxota descendo pelo seus cuzinho e molhando todo o lençol da nossa cama, e alucinadamente eu caia de boca lambendo e chupando ela toda fazendo ela gemer cada vez mais. - ahhhhhhhhhhhhhhhhh assimmmmmmmmmmm que gostosooooooooooooo a muito tempo ninguém me chupaaaaaaaaaaaaaaaa assimmmmmmm, aiiiiiiiiii noooooo meuuuuuu grelinhoooooooooo nãoooooooooooooo senãoooooooooo eu gozooooooooooooo ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh E tremendo as pernas gozou gostoso na minha boca enquanto beijava a boca da minha esposa fazendo juras de amor para mim e para ela. Fui para a lateral da cama e com o cacete estalando de tão duro fui socando no meio da boca da duas que lambiam e chupavam o meu pau dividindo igualmente e sempre com muito carinho minha esposa pegou o meu cacetão em sua mão e mandou que ela chupasse gostoso antes de sentir ele invadindo as suas entranhas até o fundo. Deixei a loirinha se acabar de chupar o meu caralhão fiz ela deitar de ladinho e ficar beijando a minha esposa que dedilhava o seu grelinho sem parar enquanto ela guiava a mão da Paula para o seu bucetão fazendo ela tocar uma nela também e com a bundinha arrebitada para o meu lado guiei a ponta do meu caralho para a portinha da xoxota da Paula e fui empurrando e arregaçando a loira com gosto - Nossaaaaaaaaaaaaaa ele estaaaaaaaaaaaaaa me partindo ao meiooooooooooooo porraaaaaaaaaaaaaa que gostosooooooooooooooo, nossaaaaaaaaaaaaaa que cacetãoooooooooooooo vai me arrombarrrrrrrrrrrrrrr todaaaaaaaaaaaaaa Deitei de ladinho com a Paula que beijava de dedilhava gostoso a xoxota da sua cunhada enquanto metia a piroca bem devagar fazendo ela sentir as minhas bolas batento na sua bunda a cada estocada que dava no fundo do seu útero e ela louca agarrava a minha esposa pelos cabelos beijando a sua boca loucamente e gemendo gostoso sentindo o seu corpo sendo rasgado ao meio pelo meu caralhão. - Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii porraaaaaaaaaaaaaaaaaaaa, aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii minha bucetinhaaaaaaaaaaaaaaa este cacetãooooooooooo vai me rasgarrrrrrrrrrrrrrrr todaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa puta que pariuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu Minha esposa sendo na cama encostando as costas no espelho da cama enquanto eu colocava a nossa presa de quatro e com a boca bem perto da xoxota carnuda da minha esposa fizemos ela cair de boca pela primeira na buceta de uma outra mulher e ainda sem jeito ela mordia e chupava os lábios carnudos da minha esposa enquanto eu lambia a sua bucetinha por trás e metia gostoso a língua no seu cuzinho fazendo ela se desmanchar toda de tesão. - Hummmmmmmmmmmm aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii que língua gostosaaaaaaaaaa no meu cuzinhoooooooooooooo, hummmmmmmmmmmmmmm Mirei mais uma vez o cacetão na sua buceta e soquei com força na xoxota dela fazendo ela gemer gostoso e totalmente descontrolada caiu de boca na xoxota da minha esposa mordendo e deixando ela louca também a ponto de gozar. - Toma sua putinha loira, é assim que você tem que ser tratada, é assim que você deve apanhar, toma a minha pirocona nesta xoxota apertada E tremendo as coxas como só ela sabe fazer minha esposa jogou a cabeça para trás e gozou gostoso na boca da Paula que bebeu e chupou todo o seu leite e com aquela cena maravilhosa na minha frente meti forte e gostoso na bucetinha da loira fazendo ela gemer e gozar pela segunda vez - Caralhoooooooooooooooooooo tôooooooooooooooooooooo gozandooooooooooo de novoooooooooooooooooooooooo Joguei ela de lado gozando e sentindo vários espasmos, puxei a minha esposa de ladinho deixando as duas se beijando e meti gostoso na sua bucetona carnuda e toda melecada - Toma gostosaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa, por ter me dado este presenteeeeeeeeeeee - Vai meu homem gostosoooooooooooooooo meteeeeeeeeeeeeeeeee na sua mulherzinhaaaaaaaaaaaaaa aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii caralhoooooooooooooooooo comoooo esta gostosooooooooooooo este gozoooooooooooooooo vou te dar a Paula todosssssssssssss ooooooooooooossssssssssssssssssss diassssssssssssssssss mete tesudoooooooooo mete que eu vou gozarrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr de novooooooooooooooooooo ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh tôoooooooooooo gozandoooooooooo As duas se beijavam sem parar e eu inundava a buceta da minha esposa com a minha porra quente e quase sem fôlego e com o cacete ainda gozando e pingando fiquei com o corpo junto a boca delas que chuparam gostoso o meu cacetão todo babado. Juramos um segredo eterno e ficamos nós beijando sem parar, a cada dia e a cada semana ela foi se distanciando cada vez mais do irmão da minha esposa até que cada um seguiu o seu caminho que foi vir morar com gente.



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