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Conto Erotico Dando consolo ao primo

Oi, meu nome é Paulo, esse é o meu primeiro conto, mas freqüento o site há muito tempo. Tenho 1,75 de altura, um pouco queimado do sol, ombros largos, magro e um pouco definido com coxas grossas. Meus olhos são negros como chocolates e uso o cabelo o cabelo comprido. Sou bissexual e tenho experiências dos dois tipos. Tenho 17 anos. Na época tinha apenas 14, tinha acabado de descobrir minha homossexualidade e também perdido a virgindade. Fui visitar minha tia no Rio de Janeiro no Ano Novo, e alguns outros parentes, a casa era grande, mas dividimos quarto. Por sorte só dividi o quarto com o meu primo José, que na época tinha dezesseis, moreno, surfista, e pegador. Ele era muito legal e criei admiração por ele, na época a namorada havia chifrado ele e terminado com ele. Então resolvi dar “consolo” para ele, mas já pensando em outras coisas. Sempre fui doido por incesto. Na festa depois do ano novo ele bebeu todas pensando nela e me tratou como se fosse ela, cheio de amor por mim.Tirei ele da praia, levei pro quarto, dei banho(rsrs), curei a ressaca e botei pra dormir. No dia seguinte ele nem falou nada comigo, mas a noite chegou em mim perguntando. - Foi você q me tirou da praia? - Foi. – eu disse com vergonha. – E me deu banho? – Cara valeu. – e falou num sotaque carioca. Conversamos a noite toda e dividimos a cama de casal dele, até que ele falou. – Você é muito gato cara, com esse peito. – ele disse pondo a mão no meu ombro e descendo - Você, não que eu tenha algum problema, já se relacionou com outros homens. – Não, porque? - Era mentira minha, mas resolvi ver o q ele ia fazer. – Eu já cara, e to cansado de levar chifre de mulher. Ele me tascou um beijo e puxando meu cabelo, ele era selvagem e eu já conseguia sentir o seu pau duro dentro da cueca e o meu que não parava de pulsar. José tinha minha altura e cabelo moicano, forte e ombros enormes de nadador e um pau grosso, mas de 18 cm. Ele me arranhava todo com as unhas enormes que ele tinha, e eu mordia o pescoço dele. José pegou o meu pau que mede uns 21 cm, porem acho ele fino para o tamanho grande, mas não tão fino. E começou a punheta-lo, enquanto lambia minha orelha direita que tinha um brinco. Eu por minha vez me aproveitava da barriga de tanquinho dele, queria lembrar desse momento único para sempre. Fui indo para os mamilos, para o umbigo até chegar no pau dele, que gemia só de tocar, fizemos um 69 maravilhoso até que disse que ia gozar. Ele falou que queria sentir o gosta de uma porra pela primeira vez, jorrei gozo na boca dele, e ele fez questão de limpar e mesmo assim meu pau não descia, ele nunca saciava. – Quero te comer, gozar no teu cuzinho. Peguei ele pelos cabelos e o beijei, José me pos na posição que queria, quase de quatro em cima da cama e começou a estocar. – AH mentiroso, falou que eu era o primeiro. – Como se você não tivesse mentido pra mim, uma chupeta daquelas e nunca sentiu um gozo! Trocamos de posição varias vezes até ele gozar, lambrecou o lençol todo. Tivemos de parar e trocar estava muito sujo. Puxei ele de jeito e o deitei na cama. – Agora você vai ver como é que se fode alguém! Eu disse e pus ele de quatro, ele não tinha sido fudido ainda, o que me deixou mais excitado e mais apreensivo, logo as pregas se soltarão e pude fazer um vai e em maravilhoso, José gemia enquanto batia uma punheta, não via a hora de alguém vir ver o que era. Pelo menos o quarto dele era o mais distante, fiquei lá mais meia hora até gozar com um gemido alto demais meu e dele. Na mesma hora ouvimos alguém levantar. Corremos limpamos a bagunça e nos cobrimos fingindo dormir. A mãe dele perguntou se estava tudo bem e ele foi abrir a porta. – Foi daqui que veio esse barulho? – a mãe dele era tão bobinha. – Não, também escutei, mas não sei de onde veio. – E o paulo? – Esse daí dorme que nem uma rocha. Será que não foi na rua? – Seu pai foi ver. Volte a dormir que sua cara ta acabada. Ela saiu andando apressado e José riu comigo. – Rocha? Só se for o meu pau. – Amanha terminamos isso! Boa noite que meu cu ta todo doido. Por mais que tentássemos, não conseguíamos dormir, fizemos outro 69 e fomos dormir. No dia seguinte, banhamos juntos e mais boquete, não nos separamos pra nada. Claro que ninguém suspeitou. Uma pena que só tivemos mais duas noites juntos. Espero que tenham gostado. Tudo é real. Depois eu conto como foi perdendo a virgindade e contos heteros.