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Conto Erotico Diários de uma (quase) adolecente

Eu e meu irmão: a primeira vez Sábado, 10 de maio de 1997. Só ontem Cecília me contou do que eles fizeram na piscina do Botafogo, e eu quase não acredito que ela realmente deu o cu pro Paulo (...). Quando ela me mostrou não dava pra notar nadinha de nada, e foi só quando meti o dedo foi que deu pra ver que não era mais tão apertadinho como antes (...). ― Tu não ficou com medo não? – fiquei chocada com as coisas que Cecinha me contou – E se a mamãe te visse? Cecília riu e fez aquela cara safada que fazia toda vez que aprontava alguma. ― Tinha ninguém perto não... Tu tava pro parquinho e até os caras do bar já tinham saído. Olhei pra ela sem acreditar que ela tinha realmente tido coragem de deixar o mano meter as piroca no cu dela. ― E porque tu só me falou hoje? – fiquei chateada, afinal eu nunca ia esconder dela se fosse comigo – Tu ta e mentindo pra mim! Cecília me olhou e vi dentro dos olhos dela que era verdade, mas o Paulo não era dessas coisas. ― Tu quer ver? – Cecília arriou a calcinha e ficou deitada de bruços, arrebitou a bunda e abriu as partes com a mão – Olha! A porta do quarto estava só encostada e fiquei com medo da mamãe ou do papai entrarem. Levantei e corri para fechar. ― Eles saíram sua boba! – Cecília notou a minha preocupação – E o primo ta na casa do César. Mas não era demais ter cuidado. ― Vai! – fiquei de joelhos na cama – Arreganha a bunda pra eu ver... Cecília voltou a ficar na posição e eu olhei pro buraquinho dela, não vi nada de diferente, tava do mesmo jeito de sempre. ― Mete o dedo pra tu ver! – ela arreganhou mais ainda. Meti a mão na boca pra salivar e levei o dedo, quando toquei senti que ela tremeu um pouquinho. Botei o dedo bem no buraquinho e meti, entrou livre e tive certeza de que ela estava falando a verdade. ― Doeu quando ele meteu? – perguntei ainda com o dedo todo atolado na bunda dela. Cecília arrebitou mais ainda e abriu mais com as mãos, ela respirava mais forte. ― Na hora não... – senti o cuzinho dela mordendo meu dedo – Mas quando foi fazer cocô saiu um pouco de sangue e ardeu... ― Tu gostou? Continuei com o dedo todo dentro, as preguinhas pareciam terem vidas outras e apertavam e soltavam. ― Sim... – ela falou sussurrando – É bonzinho meter na bunda... Tirei o dedo e cheirei, tava fedendo cocô, Cecília me olhou e riu da cara que eu fiz. ― E depois tu deu pra ele de novo? ― Dei não... Mas se ele me pedir de novo eu dou... – riu e deitou de pernas abertas – Tu não quer dar pra ele? Fiquei olhando a popotinha inchada dela e me deitei entre suas pernas sentindo aquele cheiro gostoso. ― Dou nada! Ele é meu irmão... – falei depois de pensar um pouquinho. ― E pro Amaral? Lembrei daquele dia que lambi a piroca dele. ― A piroca dele é muito grande... – aproximei o rosto e cheirei – Deve doer muito, ele... Não terminei, Cecília botou a perna em cima de mim e me empurrou. Abri a boca e lambi a prexeta dela... Sábado, 24 de maio de 1997. Amanhã é meu aniversário e o tio Abelardo disse que vai ser lá na casa dele (...). Segunda-feira, 26 de maio de 1997. Foi muito bom mesmo a minha festa, o tio preparou uma discoteca na sala com jogo de luz e tudo (...). Cecinha não desgruda do Paulo o tempo todo e eles dançaram juntinho como ninguém (...), eu fiquei com o Chiquinho... Não falamos mais sobre o clube e Paulinho não pediu de novo. Continuamos nossa vidinha cheia de coisas novas pensando no meu aniversário. Não se completa sete anos todos os anos, é uma idade entre ser criancinha e o começo de tempos novos ainda povoado de sonhos imaginados, de brilhos brilhados e planos de o que se quer ser quando deixar de ser criança. Naquele tempo vivia às voltas com minhas próprias descobertas e gostando, cada vez mais, de tudo o que se ligava ao sexo. É claro que pouco conhecia nesse campo, a não ser das conversas que ouvia ou das revistas que roubávamos na casa do tio Abelardo. Eu e Cecinha adorávamos nos mexer, nos tocar e das coisas que sentíamos a cada nova descoberta e estávamos ficando viciadas nas coisas que aprendíamos juntas. ― Tu vai querer dar de novo pra ele? – perguntei quando finalmente meu irmão saiu um pouco. Cecília riu e deu de ombros. ― Se ele quiser! Rimos as duas e voltamos para a discoteca, a garotada se divertia a valer e os tios nem ligavam pro que a gente fazia entretidos que estavam com o chato gamão de sempre. Dançamos e brincamos até mamãe lembrar das horas e terminar com a folia. ― Ta na hora do bolo filha... Nem lembrava de bolo, só queria mesmo era brincar com a patota. Mas bolo é a palavra mágica que tira a atenção de qualquer moleque e corremos todos para o terraço onde estava o bolo, era perto de oito horas da noite quando assoprei as velinhas e cortei o bolo. ― Agora você vai da a primeira fatia para quem? Mamãe perguntou já sabendo para quem era, mas todos ficaram em silêncio esperando. Não pensei duas vezes, cortei o bolo em duas fatias e dei uma para mamãe e outra pra Cecinha. ― Poxa maninha? – Paulo me puxou prum canto – Quer dizer que tu gosta mais da Cecinha do que de mim? Tentei sorrir. ― Tu sabe que não é nada disso Paulinho... – segurei sua mão e beijei a ponta dos dedos – Tu é meu o tempo todo e ela... Ela é nossa amigona, né mesmo? Mas meu irmão estava chateado e a língua coçava pra falar que eu sabia daquele dia no Botafogo. ― Mas tu podia pelo menos me dado um pedacinho dessa tamanhinho – mostrou com os dedos. Sorrimos e nos abraçamos. ― Do tamanho de tua piroca é? – sussurrei no seu ouvido. Paulo riu também e voltamos para a sala, Cecinha tava dançando com Chiquinho e ficamos os dois abraçados olhando a molecada se divertir. ― Tu ta de namorinho com o Francisco? – Paulo perguntou. Disse que não, que só tinha dançado com ele. ― Tu quer me dar um presente? – falei sem olhar pra ele. As luzes piscando, o som de discoteca soando alto era uma coisa gostosa de se ouvir e as lâmpadas fortes faziam a gente pensar que todos dançavam em câmera lenta. ― Mas eu já ter dei um? – ele respondeu também sem olhar para mim. ― Mas esse tu pode me dar agora... Me sentia estranha tendo aquele pensamento correndo adoidado em minha cabeça, minhas pernas pareciam bambear e minha respiração estava acelerada. ― Então diz o que é... – ele olhou para mim. Não dava pra ver direito seus olhos, a escuridão da sala, as luzes piscando e o som frenético formava um cenário diabólico e os pequenos dançando soltos, ou colados, era como se fossem seguidores de alguma seita de adoradores do tinhoso. ― Vamos lá pro jardim... – segurei sua mão e puxei. Paulo se deixou levar e ficamos encostados, do lado de fora da sala, perto da parede. ― Porque tu me trouxe pra cá? Meu irmão não estava entendendo, nem eu mesma entendia o por que dessa vontade danada. ― Tu comeu o cu de Cecinha, não comeu? – perguntei. Paulo amarelou, piscou nervoso e pude sentir seu corpo estrebuchar. ― E o que é que tem? – ele respondeu com a voz incerta – Ela quis dar... Minha popota parecia arder, sentia que estava toda melada. Olhei para ele e sorri imaginando de como seria se alguém nos pegasse. ― Come a minha também! ― Tu ta doida! – ele respirou fundo – A gente é irmão Sandrinha... Ela é... * * * * * * Paulo não terminou, eu tinha ajoelhado e aberto a braguilha de sua calça, minha mão entrou e pegou a piroca já meio dura. ― Pode aparecer alguém menina! – ele tentou me empurrar – Olha a mamãe... Mas não dava pra ver nada, eu tinha escolhido muito bem onde ficar e dava pra ver todo mundo pela janela aberta, mas eu estava ajoelhada. ― Larga Sandra, larga! Paulo estava agoniado e ficou mais agoniado quando eu botei o bicho na boca e chupei. Ele bambeou, teve de apoiar as mãos no parapeito da janela para não cair e eu não larguei da piroca, nem quando ele teve de se encostar na parede. Sentei, ele abriu as pernas e eu continuei chupando até sentir que estava bem duro. ― Tu quer comer minha bunda? – soltei a piroca e me levantei. Paulo me olhou estranho, era estranho por demais só de pensar naquilo que eu queria, mas eu queria muito mesmo sentir o mesmo que Cecinha tinha sentido. ― Não Sandrinha... Tu é minha irmã... Mas não era uma negação de coisa pensada, ele falou só porque a gente era irmão. ― Tem nada não... Me apoiei no parapeito da janela, já tinha tirado a calcinha melada de uma coisa que saia de dentro de minha popota, abri as pernas e arrebitei a bunda. Paulo ficou me olhando, olhava também o pessoal dançando sem imaginarem o que a gente estava fazendo, na certa pensavam que estávamos conversando. ― Vem mano, come minha bunda, come! Arrebitei mais ainda sentindo uma coisa estranha dentro de mim e quase cai quando senti que ele passava a mão em mim, suspirei e gemi baixinho. ― Tu quer me dar mesmo? – perguntou. Senti o dedo correr no meu rego, meu cuzinho piscava e a popota ardia quente. Não respondi, apenas fechei os olhos e fiquei esperando, e nem tive de esperar muito antes de sentir um negócio duro tocar no meu buraquinho. Suspirei e tentei me arreganhar o máximo para facilitar. ― Tu quer mesmo? Não tinha de responder nada, tinha sido eu quem começara tudo com a imagem de Cecinha falando de como tinha sido gostoso sentir um rolo entrando dentro dela, de como gostou de receber e das coisas que só ela podia falar direito. Paulo ajeitou bem no buraco e forçou, senti um arrepio eriçando meus cabelinhos do corpo e um frio estranho enchendo minha barriga. Voltei a me arrebitar e esperei, ele forçou, a cabeça entrou e uma dor miserável tomou conta de mim. Tive vontade de sair, de correr só pra deixar de doer, mas continuei mesmo sentindo que lágrimas pulavam de meus olhos cerrados. Ele afrouxou um pouco a pressão, a piroca dele não tinha entrado quase nada, só a cabecinha estava entalada na entrada de meu cu. Fiz de tudo para não gemer, mas a vontade de chorar era muito grande e já começava a me arrepender de ter pedido e dado a bunda pra ele, Cecília tinha mentido pra mim, ela tinha dito que não doía nada e que o gosto gostoso de se sentir uma coisa entrando tinha sido muito bom, ela tinha mentido. Doía demais, era como se estivesse me rasgando no meio, como se um porrete estivesse sendo empurrado para dentro de mim, nem dor de dente doía tanto. ― Ai! Paulinho... Ta doendo... Ta doendo... Ai! Mas meus gemidos e lamentos pareceram dar mais vontade de ele continuar, tentei arreganhar mais ainda e ele empurrou com força, começou entrar mais, me rasgava, me dava dor e me fazia sofrer como nunca tinha pensado em sofrer. ― Ai Paulo! Tira mano... Tira... Ai! Ele não tirou, só um pouquinho pra de novo meter e entrou! Entrou tudo e eu não agüentei e comecei chorar baixinho, o som alto e estridente não deixava ninguém ouvir o meu choro, a escuridão não deixava verem meu rosto cheio de dor e lambregado de lágrimas. ― Ai! Mamãezinha... Tira mano, tira! Olhei para trás e o que vi me deu medo. No rosto de meu irmão tinha uma careta cheia de sombras que não era o rosto bonito que sempre vi, as luzes, as sombras e os sons dos gritos, risos e assovios da alegria de todos na sala, os movimentos tremidos pelo efeito estroboscópio eram imagens que se misturaram em minha mente entrelaçados com as dores e o pavor em ver aquele ser satânico atrás de mim, com a piroca enterrada em minha bunda dolorida. ― Tu ta gostando? Nem a voz era a de meu irmão, era rouca e reverberou em minha mente dando certeza de que um diabo tinha entrado em mim. Minha bunda ardia, doía e meu corpo, antes sedento e cheio de tesão esfriou, gelou. ― Ta doendo cara... Tira essa merda de dentro de mim, tira! Ele não tirou, estava como se possuído e continuou metendo e tirando, tirando e metendo, meu corpo balançava a cada estocada, meus peitos, não mais que dois pequenos caroços plantados em mim roçavam no peitoril da janela. Cada estocada era como se pontas de lança rasgassem meu corpo, e foram muitas estocadas, cada vez mais forte, cada vez mais rápido. ― Ta doendo... Ta doendo... Pára... Pára! Mas ele não parou. Continuou se jogando para mim, fazendo aquilo entrar até o fundo e novamente saia sem dar tempo da dor parar para novamente tornar entrar. ― Péra... Péra... Tô acabando... Tô... Ouvi um som gutural saindo daquela boca estranha e escancarada e uma coisa jorrando dentro de mim. Não senti, em momento algum, prazer como Cecília tinha dito ter sentido. Somente senti dor, muitas dores... Este é o episódio 5 do relato Diários de uma (quase) adolecente que você poderá ler, na íntegra, no blog Casa do Amanhã. 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