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Conto Erotico Dois pais e duas filhas...

Eu Fernando, 45 anos, casado, pai de Hilda (16 anos), comerciante proprietário junto com o sócio Carlos (50 anos) de uma concessionária de Motos; descobrimos que tínhamos algo em comum. Carlos também tinha uma filha de 17 anos (Jane); muito amiga de Hilda, que era um tesão: morena clara; peitudinha; bundinha arrebitada e coxas grossas. Carlos que sempre foi muito alegre passou a andar meio aéreo e até displicente dentro da concessionária. Sai com ele da firma e o convidei pra tomarmos umas cervejas num barzinho que costumávamos a freqüentar. Com muito jeitinho fui levando Carlos na conversa e com muito custo ele confessou que andava tendo uma tara quase incontrolável pela sua filha e que constantemente andava tirando umas casquinhas fingindo estar só fazendo carinhos de pai passando a mão nas suas coxas e até na sua bundinha, ficando de pau tão duro que tinha que se masturbar no banheiro. Aquela confissão me fez até sentir um pouco aliviado por saber que não era só eu a sentir desejos carnais pela própria filha... Hilda também era uma menina que me deixava muitas vezes de pau duro com sua mania de sentar no meu colo e ficar me abraçando e me beijando quando queria me pedir alguma coisa... Achava até que ela percebia minha excitação. Muito solidário com Carlos, expliquei pra ele que aquilo devia ser uma coisa normal já que eu também tinha certos pensamentos com minha filha; e ele: - O pior é que sei que ela anda transando com aquele bostinha do seu namorado; já vi até camisinhas dentro da sua bolsa. Logo me bateu uma puta dúvida; Hilda também andava de namorico com um moleque e eles viviam saindo sempre juntos com Jane e seu namorado. Passados vários dias, sozinho em casa, tive que sair do banho pela insistência de alguém que tocava a campanhia... Muito puto, passei a toalha pela cintura e ao ver pelo olho mágico que era a Jane; preocupado, resolvi abrir a porta daquele jeito mesmo. - Oi Jane... Houve algum problema? Ela me olhando meio que surpresa (acho que por causa da toalha): - Não tio (tratamento apenas carinhoso)... É que eu precisava conversar com a Hilda! Notei seus olhos vermelhos; com certeza tinha chorado, e segurando-a pelo braço pra que ela entrasse... Tranquei a porta: - Se eu puder te ajudar; porque você está chorando? Jane desandou a chorar e carinhosamente fui levando-a pra sentar no sofá. Abracei-a e fazendo carinhos em suas costas. - A Hilda não está, mas eu posso te ouvir... Pode desabafar comigo que eu não vou falar nada pro seu pai; prometo! Jane encostou seu rosto no meu peito e soluçando: - Que bom tio; acho que eu posso confiar em você...! Jane disse que descobriu que seu namorado estava saindo com uma outra garota. Tentei explicar que era normal entre jovens e que eles poderiam ainda voltar a namorar e coisa e tal... Jane muito nervosa. - Ela mesma me falou que eles estão até transando...! - Ué Jane... Isso também é normal na idade de vocês; bonita como você é facilmente pode arrumar um outro namorado. Acho que ela se tocou: - Mas... Mas tio... Não vai pensar que eu transava com ele também; heim? - Qual é o problema se você transava com ele ou não? Pra mim é muito normal...! Ela ainda com lágrimas nos olhos me olhou sorrindo e eu aproveitando sorrindo também: - Pode falar pra mim que você transava com ele; eu acho até que a Hilda já anda fazendo sexo; não é? Ela arregalou os olhos e inocentemente: - Nossa... Como você sabe que a Hilda também já faz sexo? Praticamente veio a certeza de que minha filha já não era mais virgem, e me controlando pra ser o mais natural possível. - Até seu pai já sabe que você faz sexo! - É mesmo tio?... Como ele sabe? - Isso eu não sei Jane... Ele só comentou comigo que você e seu namorado andavam transando. - É... Mas agora que eu descobri que ele anda até transando com a Regina; não quero mais saber dele...! Meu pau duro estava levantando a toalha a ponto de quase sair pra fora e eu sabendo que ela tinha percebido e continuava recostada em meu corpo... Resolvi arriscar: - Tenho certeza que você vai encontrar um homem muito melhor até pra fazer sexo; você vai ver! - Será tio? Tomara... Assim eu esqueço aquele filho-da-puta...! Segurei seu queijo e percebendo que ela continuava a sorrir: - Por exemplo; se eu beijar sua boca você vai ficar com raiva de mim? - Com raiva não tio... Mas você quer me beijar; é? Beijei e ela foi correspondendo numa volúpia tão grande que até sua língua penetrou na minha boca... Aproveitei abri a toalha e ela após o beijou viu: - Noooossa tio... Nunca vi um tão grande assim...! Não achava que meus 18 cms era grande; mas ela me oferecendo seus lábios novamente pra beijar fiz com que ela segurasse meu pau e: - Quer dar pro titio; quer? - Tenho medo tio; e se chegar alguém? Expliquei que minha mulher e Hilda estavam na casa de meus pais e que eu só iria apanhá-los de carro a noite: - Podemos ir lá pro quarto e ficarmos a vontade se você quiser! - A vontade tio? Hihihihihihi... Ficar pelada na sua frente? Ali mesmo na sala fui abrindo sua blusa e suspendendo o sutiã alisando seus lindos peitinhos. - Eu já estou pelado; só falta você...! Já no quarto ela deitada de costas foi deixando ir tirando sua calça comprida... Quando tirei sua calcinha e vi aquela bucetinha miúda e fechadinha até duvidei que ela já não era mais virgem. - Você vai usar camisinha; não vai tio? Ela própria me cedeu uma de suas camisinhas que tinha em sua bolsa e subindo na cama e começando a enfiar na sua bucetinha apertada, Jane: - Ai! Ai! Aaaiiiii! Enfia tudo tio... Noooossa; como é graaaande... Mas tá muito gostoso tio; vaiiiiiii! Vaiiii tio! meeeete! Soquei, soquei cada vez mais forte e a danadinha sorria toda satisfeita me puxando pelo pescoço pra que eu a beijasse na boca... Jane começou a vibrar todo seu corpo indicando que estava tendo um orgasmo e eu acabei gozando gostoso dentro daquela pequena bucetinha. Ficamos deitados na cama e resolvi aproveitar pra voltar no assunto da Hilda também já estar transando... Jane tentando se esquivar das minhas perguntas. - Se eu já sei que ela transa, qual o problema de você me contar o que ela fala sobre isso? Jane aos poucos foi soltando tudo: até que Hilda dizia que tinha vontade de transar com alguém que tivesse um pau maior... O garoto de 15 anos tinha um piruzinho muito pequeno. Lembrando da conversa entre eu e Carlos, resolvi sondar Jane pra ver até onde a gente podia ir: - Gostaria que Hilda também pudesse ter alguém assim como eu pra transar com ela...! - Caramba tio; você está pensando em fazer sexo com ela? - Não é isso; poderia ser um homem assim como seu pai, por exemplo... Eu continuaria transando com você e ela com seu pai; que tal? - Puta merda tio; isso é a coisa mais maluca que já ouvi! Mas pela cara que ela fazia, sabia que ela estava pensando na possibilidade. - Maluca por quê? - Uhé... Acho que meu pai não teria coragem de fazer uma coisa dessas com uma garota como a Hilda...! Fiquei com receio de que ela pudesse transformar aquela nossa conversa numa tragédia; resolvi despistar. - Estava só brincando pra ver qual seria sua reação...! Foi quando Jane deu uma risada: - Sabe que seria até interessante se eu pudesse ver o pai transando com uma garota fogosa como a Hilda? Pelo que Jane falava, Hilda parecia; apesar da idade, uma grande safadinha. Resolvi pesquisar mais um pouco. - Você teria coragem de transar com seu próprio pai, Jane? Ela me olhou séria: - Porque está me perguntando isso, tio? Tínhamos chegado num ponto que tive que arriscar. - Porque eu as vezes penso sim em fazer sexo com Hilda; isso se ela topasse é claro! Jane ficou pensativa por vários segundos. - Se você quiser, eu posso perguntar pra ela; pode? - Mas você não me respondeu sobre você e seu pai...! Jane subindo sobre meu corpo e esfregando sua bucetinha no meu cacete: - Se a Hilda topar; eu também topo dar pro meu pai...! Combinamos de ela primeiro sondar com a Hilda com bastante jeitinho e de darmos um jeito de irmos nós quatro para um sítio que o Carlos tinha. - Mas tio; e o pai? Será que ele vai topar? - Isso você deixa comigo; tudo bem? Dois dias depois, Jane ligou pro meu celular e toda alegre contou que Hilda tipo topado ir pro sítio do jeito que tínhamos combinado. - Mas você falou pra ela sobre fazer sexo comigo? - Falei sim tio; você precisava ver como ela ficou excitada... Hehehehehe! Jane contou que tinha conversado apenas falando sobre a possibilidade de acorrer sexo entre Hilda e eu, e ela com o próprio pai. Naquele mesmo dia, levei Carlos pro barzinho e sem mencionar sobre eu e Jane, falei sobre meu pedido de Hilda falar com Jane sobre sexo no sítio; e que ela tinha topado... Carlos ficou sem saber o que falar; ele gaguejava até trêmulo: - É mesmo? Mas como foi que você conseguiu? - Uhé... Sabendo que as duas são muito amigas; não foi muito difícil...! - Mas você vai comer sua filha também? - Ainda não sei Carlos; mas é o que eu também desejo! Resumindo, fomos no sábado a tarde e as duas no banco de trás do meu carro ficaram o tempo todo soltando risinhos nervosos... Chegamos ainda com o sol a pino e como o combinado foi de Carlos dispensar o caseiro, sugeri de irmos pra piscina pra quebrar um pouco do gelo entre a gente. As duas beldades apareceram; parecia ser de propósito, em minúsculos biquínis que quase nada cobriam... Vendo a bunda da minha filha que escondia a tira do biquíni no rego, me aproximei e abraçando-a por trás: - Você está lindíssima filha...! Hilda que sabia das minhas intenções, chegou até a rebolar esfregando a bunda no meu pau: - Mentiroso; está falando isso só pra me agradar! Nisso, meu pau já estava duríssimo e não querendo perder tempo, passei a mão num dos peitos de Hilda que se esfregando mais em mim. - Cuidado pai; assim você vai acabar deixando meu peito aparecendo...! - Tem problema se o papai ver seus peitinhos? - Na frente deles pai? Vendo que Carlos e Jane ainda estavam meio que jururu dentro da piscina, tive a idéia de botar fogo de vez naquele sítio: - Porque você não fica peladinha e convence a Jane pra ficar também? - Mas o Carlos vai me ver pelada também? - O que é que tem? Ele deve estar mais interessado em ver a Jane sem roupas! Eu já tinha descido a parte de cima do biquíni de Hilda e estava apalpando seus peitinhos. - Nossa pai; desse jeito eu vou é querer ficar sozinha com você...! - Depois a gente fica; mas antes eu quero que você convença Jane a provocar o Carlos que está muito acanhado! - Isso é fácil pai... Vamos entrar também na água; vamos! Hilda com os peitos de fora pulou na piscina e eu fui atrás... Vi quando Hilda ajudou a Jane a mostrar os peitos e em seguida as duas a tirarem a parte de baixo... Hilda vindo pra pular no meu pescoço. - Pronto pai... Oh Carlos; vai lá abraçar sua filha; vai? Eu procurando passar a mão na sua bucetinha e Hilda sem nenhuma vergonha. - Fica pelado também pai... Vamos liberar geral; hahahahaha!!! Tirei minha sunga e fui sentar na escada puxando Hilda pro meu colo... Eu passando a mão na sua bucetinha, chupando seus peitinhos e vendo que Carlos sem perder tempo, já estava fudendo a filha ali mesmo dentro da água... Foi Hilda quem fez a observação: - Noooosssa... Nem camisinha eles colocaram? Jane: - Ai pai... Aaaiiiii! Mete tudo na minha bucetinha pai... Mete... Oooohhhh que delícia... Carlos segurando as pernas da filha e socando: - Oh filha... Como eu desejava esse momento; eu te amo demais filha... Huummmm! Hummmm!... Eu ajeitando pra que Hilda sentasse no meu pau. - Vem filha; não tem perigo, é só não gozar dentro; ok? Ela segurando meu pau e ajeitando a bucetinha em cima pra começar a descer. - Promete que tira antes? Promete? - Prometo... Prometo sim! Vai filha... Engole toda minha pica, vai... - Tá difícil de entrar pai... O seu é muito grande...! Segurando sua cintura, forcei seu corpo pra baixo e sua bucetinha começou a deslizar no meu pau. - Tá indo pai... Tá indo... Uuuuiiii... Uuuuiiiii... Ooooh como isso é booooommmmm... Ajudando com minhas mãos, fui fazendo com que ela cavalgasse na minha piroca até ela começar a gritar. - Para pai... para... Tá vindo... Tá vindo paaaiiiiiii... Hilda sentou de vez no meu pau e jogando o corpo pra trás ficou toda relaxada... Foi minha vez. - Sai filha... Sai... Sai que o papai vai gozar... Depois rimos muito e vimos que Jane também estava toda satisfeita com seu pai que até se beijavam na boca como dois amantes. Hilda segurando meu rosto e dando um beijinho de leve nos meus lábios: - Vamos deitar um pouco pai; você me deixou de pernas bambas... Hehehehe! Fomos pra um dos quartos e Hilda deitando com a cabeça sobre meu peito deixando eu ficar apalpando sua bundinha. - Nunca pensei que fosse tão bom fazer sexo com você, pai! - Também adorei filha; só tenho ciúmes em saber que você transa com aquele seu namoradinho! - Hummmm... Depois de hoje, acho que nunca mais vou querer aquela coisinha pequenininha; o seu é muito mais gostoso... Hehehehehe! - Sua safadinha; agora então papai vai querer você sempre... Ok? Ela simplesmente beijando minha boca descaradamente. - Sempre paizinho...! Deixei qualquer pudor de lado e beijei muito a boquinha da minha filha e não demorou pra eu ir pro meio das suas pernas e chupar a bucetinha mais gostosa que podia existir... Hilda gemeu e se debateu na cama gozando muito na minha boca... Dei mais uma fodida caprichada fazendo ela ter um novo orgasmo antes de tirar e gozar sobre sua barriga. Ao chegarmos na sala, tivemos que ficar parados no corredor vendo Carlos pegando a filha de quatro e mandando ver o pau na bundinha de Jane que rebolava toda satisfeita. - Ooooh pai... Mete com mais força; vai... Vai... Iiiiisssooo pai... Mais... Mais... Estávamos nos preparando pra irmos embora quando Hilda entrou no quarto e me abraçando. - A Jane e o Carlos estão de novo lá na sala transando pai...! - Você também quer de novo; não é? - Quero sim... Eu sei que lá em casa vai ser mais difícil; tenho que aproveitar né! Tirei meu pau pra fora e Jane fazendo carinho pra que ele ficasse duro. - No dia que você quiser botar na minha bundinha; é só pedir... Tá? - Oh filha... Você é demais; vem cá vem... Ajuda o papai ficar durinho pra te comer...! Sentei na cama e Hilda sem largar do meu pau que estava começando a reagir abaixou e deu um beijo na cabeça. - Beija mais filha... Isso... Passa a língua; passa!... Chupa o papai um pouquinho; chupa! Hilda com os olhinhos brilhando conseguiu envolver a cabeça do meu pau e chupou fazendo pressão que em poucos segundos ele ficou duríssimo... Tirei-lhe a calcinha e meti na sua bucetinha; pegando-a por trás, olhando pra sua bundinha que em breve eu ia também comer. Passei a comer Hilda dentro da minha casa quando tínhamos oportunidade, dentro do meu escritório na firma e também no sítio quando íamos junto com Carlos e Jane... Uns três meses depois, resolvemos que podíamos trocar de filhas numa boa, e passamos a ir pro sítio onde fazíamos a maior sacanagem com as duas; que também adoravam.

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