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Conto Erotico Enteada safada

Meu nome é Maurício, tenho 42 anos, moro em Recife, sou casado pela segunda vez e não tenho filhos. Minha esposa tem uma filha, se chama Raquel e tem 17 anos. Sempre convivi bem com Raquel e nunca a tinha visto com outros olhos, sempre a tratando com muito respeito. Raquel tinha um corpo belíssimo, era uma falsa magra, tinha peitos médios, bumbum arrebitado, e coxas bem torneadas. Sua pele era branquinha e tinha os pelos loirinhos. Era um tesão de menina, mas como era filha de minha esposa, nunca deixei que pensamentos eróticos deixassem me dominar. Sou dono de uma rede de lojas de roupas, tanto aqui em Recife, quanto em cidades do interior de Pernambuco, mas como tenho muitos funcionários, acabo ficando a maior parte do tempo resolvendo as coisas de casa mesmo, só passando nas lojas de vez em quando somente para verificar se estava tudo ok. Raquel estava terminando o ensino médio, e por isso só ia à escola e ainda não trabalhava. Minha esposa, era gerente de uma de nossas lojas, então ficava a maior parte do tempo fora de casa. Recebi uma ligação de um funcionário de uma de nossas filiais do interior do estado, disse que estava com um problema no sistema de registro de estoque e a única pessoa que poderia ir resolver o problema era minha esposa. Então ela falou que iria passar uns dias por lá, até que se resolvesse o problema. Com isso, ficamos eu e Raquel em casa, pois ela estava em período pré-vestibular e não poderia ir com a mãe. No fundo, isso me levou a pensamentos nada respeitosos com ela, já que essa era a primeira vez que ficaríamos sozinhos sem a mãe. Raquel ia a escola pela manhã e eu trabalhava em casa. Sempre que ela chegava, ela subia e trocava de roupas e almoçava comigo. Nesse dia em especial, Raquel subiu e demorou a descer. Estava ficando preocupado, porque ela não demorava tanto. Resolvi subir para ver se havia acontecido algo, e para minha surpresa, Raquel estava no banho. Percebi que a porta do banheiro estava entreaberta, e isso me deixou com uma curiosidade fora do normal. Meio que automaticamente fui chegando perto da porta do banheiro. Raquel estava se depilando, e eu pude ver aquela cena maravilhosa. Ela tinha pelos loirinhos na bucetinha, e deixava somente uma fileirinha no meio. Nossa que tesão que fiquei na hora, eu conseguia ver tudinho de onde eu estava e ela nem percebia minha presença. Sai dali e tive que ir ao banheiro bater uma punheta pra ela. Depois que saiu do banho, Raquel desceu pra almoçar com um vestidinho curto, com um decote enorme e a saia meio que rodada. Fiquei meio constrangido pelo o que eu tinha feito há alguns minutos, mas ela nem sonhava o que tinha acontecido. Depois desse dia, não conseguia tirar Raquel da cabeça, sempre que podia, eu batia uma pensando naquela bucetinha loirinha. Reparei que Raquel percebeu que eu a olhava diferente, mas fingiu que não tinha percebido nada, mas a partir daí ela começou a me provocar de verdade. Sempre que podia, colocava roupas mais provocantes e mais curtas. Teve um dia que ela colocou um shorts branco, bem curtinho, que dava pra ver a polpinha da bunda, e um top bem decotado, vi que ela estava sem calcinha, pois dava pra ver nitidamente o racho de sua buceta. A filha da puta provocava cada vez mais. Nesse mesmo dia, a noite, eu estava sentado no sofá assistindo TV, e ela me desce as escadas de camisolinha, daquelas bem curtinhas, semi-transparentes e se deita no sofá ao meu lado. Ela raramente fazia isso, e logo vi que queria algo. A gostosa me pede pra fazer massagem em seus pés, pois disse que o dia foi bem cansativo na escola, pois teve aula de educação física e o professor mandou correr 30 min em volta da quadra. Sabia que aquilo era conversa, que a safada queria que eu olhasse por baixo de sua camisola. Pensei que ia ter a visão de uma calcinha minúscula, mas para meu espanto a safada estava sem calcinha. Aquilo me deixou com tanto tesão que não tive como esconder o tamanho que ia crescendo embaixo de minha samba-canção (costumava dormir somente de samba-canção, sem nada por baixo). Raquel logicamente percebeu o volume e começou a esfregar o outro pé no meu pau. Aquilo me arrepiou até os cabelos, e jamais pensei que ela teria uma atitude dessas. Não me agüentei e comecei a subir a massagem. Primeiro massageando suas pernas, depois coxas, a danada ia gemendo baixinho se contorcendo toda, até que cheguei em sua virilha, ela deu um gemido mais alto e meio que inclinou seu quadril pra cima, como que pedindo para que eu subisse as mãos. E claro que foi o que fiz, comecei massageando seu clitóris, bem lentamente e descendo ate a entrada de sua buceta. A safada estava toda molhadinha e não agüentei, abri bem suas pernas e cai de boca naquela xaninha gostosa. Tinha um cheiro delicioso que aguçava mais meu tesão, comecei lambendo a entrada da xaninha e fui subindo até o clitóris, ia e voltava, e ela gemia gostoso. Aumentei os movimentos com a língua até perceber que ela estava gozando. Senti seu mel em minha boca, o que me deixou mais louco em comer sua buceta. Virei ela de quatro, apoiada no sofá e levantei a camisola até a cintura. Tive a visão mais linda da minha vida. Aquela bundinha redondinha, lisinha, toda arrebitada pra mim. Não agüentei e coloquei a cabeça do meu pau em sua buceta, comecei com movimentos lentos, pois não sabia se a vadia era virgem ou não. A cada movimento meu, ela inclinava mais o corpo como se pedindo para que eu a penetrasse logo, e claro que atendi seu pedido, enfiei com gosto naquela bucetinha, era apertadinha e muito gostosa. Fazia movimentos de vai e vem, no começo lentos, e ia aumentando gradativamente. A vadia gemia que nem uma puta e rebolava gostoso no meu pau. Não ia agüentar aquela posição por muito tempo, era uma das posições em que eu gozava mais rápido, tamanho o tesão que era a visão de sua bundinha com meu pau na buceta. Resolvi virar ela de frente, coloquei seus pés nos meus ombros e soquei bem fundo. Ela gemia e se contorcia de tesão, eu bombava cada vez mais forte e mais fundo. A safada adorava e ficava me provocando com palavras. – Vai safado, come a filhinha da sua mulherzinha, come. Me fode bem gostoso com esse pauzão enorme, enfia tudinho que eu quero gozar no seu pau. Não agüentei a safada me provocando e gozei na sua xaninha. Ela nem se importou que eu tinha gozado e queria mais. Veio de boca no meu pau, limpando ele todinho e chupando cada vez mais gostoso. Não demorou muito e ele estava duro de novo. A vadia se vira de quatro e me manda meter no cuzinho. Não pensei duas vezes e meti de uma vez, já que ela pediu feito uma cachorra. Fiquei preocupado se eu fosse machucá-la, já que a bucetinha era apertadinha, o cuzinho então, seria bem mais. Mas a vadia só deu um gemido de prazer e ficou rebolando de novo. – Mete mais fundo meu gostoso, come meu cuzinho. Duvido que minha mãe dá o cuzinho assim pra você, vai, me come, mete com força, vai. Tá gostoso, safado? Enfia tudo, enfia esse pauzão no meu cuzinho e na minha bucetinha, enfia. Atendi seu pedido de prontidão, enfiava no cuzinho e tirava colocando na bucetinha, ia alternando entre os dois buracos já arregaçados pela minha pica grossa. A vadia se estremecia toda, e percebi que ia gozar. Enfiei de uma vez no cuzinho e coloquei 2 dedos na bucetinha. Ela gozou mais uma vez, melando meus dedos. Tirei da bucetinha e dei pra ela lamber. A vadia lambia com gosto e aquela cena me fez gozar de novo. Gozei no seu cuzinho enchendo ele de porra. Quando tirei o pau de dentro, o gozo escorria pela bucetinha, a vadia passava os dedos e enfiava na boca, lambendo tudinho. Depois disso não agüentei e acabei dormindo com ela no sofá mesmo. No outro dia, sua mãe ia chegar e tivemos que fingir que nada aconteceu. Mas desse dia em diante, sempre que minha esposa sai para trabalhar, fazemos nossas festinhas em casa.



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