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Conto Erotico Esculachando a Irmã

Meu nome fictício vai ser Francisco, pra evitar que algo aconteça, eu tenho 17 anos, 1,76 de altura, cabelo castanho, curto e liso. Minha irmã se chama Alice (nome fictício) tem 15 anos, 1,60 mais ou menos, tem peitos muito grandes pra idade, são bem firmes e redondos, e uma bunda empinadinha que dá dó. Tudo começou numa sexta a tarde, nossos pais estavam trabalhando, estavamos eu, ela e a empregada, no nosso apartamento, eu estava deitado na minha cama vendo televisão e eis que Alice bate na minha porta e entra, ela estava usando roupas muito curtas, como de costume, usava uma saia jeans curta e uma blusinha aberta e frouxa, ela trouxe uns livros, sentou na cama e pediu ajuda com o dever de casa, eu achei estranho porque ela nunca pediu ajuda (ela sabe que eu sou mediano) mas enfim, eu abri a janela pra entrar luz e sentei de frente pra ela e ela de frente pra mim, tava foda o dever dela, mas fui ajudando como podia, um tempo depois ela crusou as pernas e sentou que nem criança, como indiozinho, e deu pra ver que ela estava sem calcinha, eu tentei não ficar encarando, mas quando dava eu espiava e via aquela bucetinha depilada, que tesão. O tempo vai passando, eu olhando mais e mais, tentando esconder que meu pau tava ficando duro, mas acho que ela viu, ela olhou pra mim, deu um sorriso meio safado, foi quando a empregada grita la da cozinha falando que interfonaram e pediram pra ela descer, devia ter sido algum muleque retardado que baba em cima dela, só sei que ela me deu um beijo na bochecha, e agradeceu pela ajuda e saiu. Fiquei pensando que merda que ela queria fazer comigo e fiquei na dúvida, ja comi umas 3 garotas que namorei, mas nunca pensei em fazer nada disso com alguém da família, ainda mais a minha irmã, eu só batia algumas punhetas pensando nela mas nunca passou disso. Fiquei encucado o resto da tarde e a noite. De madrugada eu levantei com sede e fui beber água na cozinha, quando eu sai do quarto eu percebi a porta do quarto da minha irmã encostada, eu abri um pouco e vi que não tinha ninguém, fechei a porta, não tinha ninguem no banheiro também, eu fui andando até a cozinha, e nem sinal dela na sala nem na varanda, eu abri a porta da cozinha e ouvi um barulho de televisão vindo do quarto de empregada (a empregada sai as seis da tarde e vai pra casa) eu fechei a porta da cozinha, fui até o quarto de empregada, abria a porta do quartinho e dei de cara com minha irmã de camisola acima dos peitos, com uma mão na xota e outra no peito, eu fiquei de pau duro na hora, ela estava vendo um filme pornô, ela disse: ''Fecha a porta'' eu entrei e obedeci, ela tinha parado de se masturbar e estava olhando pra mim com uma cara de safada, ela perguntou ''Você é safado, hein? De pau duro na minha frente, né seu discarado sem vergonha?'' eu não respondi nada, depois de um tempo ela falou: ''vem cá que eu vou fazer igual no filme''. O filme tava mostrando uma mulher chupando o cara, e foi o que ela fez, abaixou meu pijama e chupou, chupou que nem uma cachorra no cio, de vez enquando ela palavra pra falar ''Goza na boca da sua irmã safada, vai seu puto, goza que sou sua cadelinha'' Eu tinha deixado todo receio de lado e tava curtindo muito, aquela boquinha quente, molhadinha que me chupava e lambia que nem uma louca, eu não resisti e gozei na boca dela, e ela não parou de chupar até a ultima gota, e disse ''Que picona, mete em mim, mete rola na irmãzinha'' depois que eu gozei bateu um peso na consciencia e fui pro meu quarto, tranquei a porta e fui dormir, sem falar nada.

No sábado eu fui num churrasco logo pela manhã de um amigo meu e durante a festinha fiquei pensando no que tinha acontecido, e quanto mais eu pensava, mais tesão ia sentindo e mais arrependido eu ficava por não ter comido minha irmã na noite passada, eu cheguei la pelas seis e fui tomar banho, depois jantei e fui pro meu quarto, la pelas oito e meia nossos pais sairam pra uma ópera deixando eu e a Alice em casa, na hora fui pro quarto dela e disse ''Desculpa ter deixado nossa noite incompleta ontem, se quiser a gente recomeça e vai até o fim''. Ela só levantou da cama e me beijou com todo o tesão do mundo (Estava mechendo no celular dela quando eu entrei). Eu levei ela pra cama, tirei o shortinho dela e dei uma lambida na xota por cima da calcinha, ela gemeu gostoso, depois eu puxei a calcinha pro lado e comecei a xupar e meter dedada, ela estremicia e passava a mão na minha cabeça enquanto gemia, e eu dizia ''Não sabia que você era safada assim, Alice, com quinze anos eu nem tinha comigo alguém'' depois que ela gozou ela disse ''Eu não sou safada como você tá pensando, eu só dei pra seis garotos, mas desde uma vez que eu vi sua piroca na casa da vó e do vô que eu sou louca pra dar pra você'' e eu respondi ''Seis? Sua putinha você ja transou com mais gente que eu, agora você vai dar tudo em dobro pra mim, safada.'' Ela começou outro boquete maravilhoso e depois pediu pra eu meter nela, aquela buceta tava toda vermelha do tanto que chupei, e comecei a comer ela como papai mamãe, botei ela como frango-assado, depois foi uma cavalgada até que ela gozou de novo, eu tava pra gozar, aí eu disse, ''agora vou comer seu cuzinho, Alice'' aí ela disse ''Mas vai devagar que eu to com medo de doer'' Eu só dei um beijo nela e depois meti o dedo naquele cuzinho, ela gemeu, depois dois dedos, depois três, ela tava quase gritando, aí eu peguei um oleo dela, acho que era pra pele e passei no meu pau, fui colocando devagarinho e ela quase que berrando. Meti tudo e fui estocando bem devagar, pra ela se acostumar, depois de uns cinco minutos eu ja estava metendo que nem um animal e ela gritando ''Ahh Chico, come a o cuzinho da sua irmã, aaah, que delicia, hmm, mete, isso, aaaah'' e eu ''Toma Alice, toma essa piroca no rabo, safada'' Aí então eu gozei no cu dela, foi a gozada mais tesuda da minha vida.

Ela me chupou mais um poucou e fomos tomar banho, desde então, quando estamos sozinhos a putaria rola solta, geralmente quando os nossos pais saem ela arrebita a bunda pra mim dá um tapa e sai correndo pro quarto.