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Conto Erotico Férias com o papai e os amigos - Parte 1

No período de férias decidi fazer uma viagem a Minas Gerais para visitar meu amigo Carlos e sua família, que moravam numa pequena cidade do interior. Levei comigo meu pai que gostaria muito de conhecer as paisagens da região, com rios para pesca e trilhas de caminhada. Um passeio como esse não acontecia a muito tempo e eramos desejosos de vivê-lo. Meu pai é um policial aposentado que depois do divórcio comeceu a fazer da sua vida mais ativa e esportiva. Com seus quase 60 anos, apesar de sua barriga, possui um corpo muito mais joveal que sua idade. Sempre usa roupa esportiva e procura sempre manter-se sempre em atividade. Fisicamente é de estatura mediana e possui um aspecto bastante másculo, coerente com sua patente de tenente. Algo que sempre se orgulhou. Minha relação com ele era bastante respeitosa, porém nunca tivemos um vínculo extremamente próximo. Afetos físicos eram raros, talvez porque eram poucas as vezes que saíamos juntos ou ficavamos a sós. Justamente por isso, fazíamos grandes expectativas para esse passeio. Depois de horas de viagem, chegamos a Minas Gerais na casa do Carlos que nos recebeu com toda a sua família. Apesar da grande acolhida de sua mãe, decidimos permanecer na chacára que possuem na zona rural. Assim sendo, Carlos e seu pai, João, além de dois de seus dois irmãos, Marcos e Guilherme, nos acompanharam até lá. Logo que chegamos, procuramos nos organizar no espaço da casa. Não era algo fácil considerando que haviam apenas colçhões que estendemos pelo único quarto da casa. De fato, era uma casa muito simples, ainda inacabada, em meio a muitas árvores. Meu pai, nesse local, parecia ainda mais entusiasmado. Carlos e seus irmãos decidiram ficar na casa para emprovisar qualquer lanche enquanto meu pai e eu saímos para reconhecer o local em companhia de João, que era sempre muito gentil. Possui um ar tímido e simples, um jeito campestre de ser que fazia dele muito viril. Na ocasião, ele vestia um calça jeans surrada do tempo, botinas e uma camisa clara que muito rapidamente a tirou, deixando a mostra seu peito magro e muito peludo. Meu pai quis imitá-lo e também tirou sua camiseta exibindo seus braços largos e sua barriga que era grande e muito lisa, já que não havia praticamente nenhum pelo. Passou a usar, então, apenas a calça de moleton cinza que sempre levava consigo. No bosque, João decidiu controlar sua hortas e os animais da fazendo e, por isso, separou se de nós seguindo outra direção. Pouco tempo depois, o mesmo aconteceu comigo e com meu pai, uma vez que ele esperava encontrar um rio para pescar, enquanto eu preferia caminhar pela mata. Meia hora depois, decidi retornar ao ponto inicial e rencontrar alguns deles, assim, a poucos passos, escutei alguém que caminhava e resolvi ir de encontro esperando que fosse algum dos conhecidos. Para meu espanto encontrei João que, de costas para mim, mijava em algumas pedras que por alí haviam. Sinceramente, não entendo ao certo porquê, mas era uma cena excitante: observar aquele homem ao mesmo tempo rude e gentil, magro e peludo mijando. Resolvi aproximar-me e observar mais de perto. Foi sem dúvida o melhor momento: percebi que ele balançava com intensidade seu pau esperando que nenhuma gota molhasse sua cueca. Era algo provocante que fez do meu pau latejar dentro da calça. Senti um prazer enorme em ver aquele movimento e imaginava aquele pau chicoteando. De repente, sem que eu quissese, Hélio percebeu minha presença e voltou seu olhar para mim, me fazendo envergonhar. Não sabia que coisa poderia fazer naquele momento, permaneci imóvel. Foram segundos longos; um olhando para o outro sem imaginar o que acontecesse. Pensei em pedir desculpas, mas antes disso, João me perguntou: -- Faz muito tempo que você está aí­. Respondi negativamente e comecei a me aproximar com muita vergonha, tentando de encerrar o desconforto do momento. -- Como vãos os animais do Senhor?, perguntei. Ele, contudo, virou-se de frente para mim e disse que tantos os animais como as plantas iam muito bem com as chuvas. Nesse momento, percebi que ele ainda segura seu pau com uma das mãos e, com muita delicadeza, movimentava o prepúcio para frente e para trás. Era um caralho de tamanho mediano, mas possuía uma cabeça avermelhada muito grande e apetitosa. Não pude me conter e fixei o olhar naquela maravilha. Enquanto isso ele continuava a falar algo sobre as plantações, mais não consegui prestar atenção em nada do que dizia, era hipnotizado por aquele movimento e por aquele caralho que crescia na minha frente. Hélio parecia, como eu, muito nervoso. Era possível ver o suor que descia no seu peitoral peludo e seu rosto tenso. Algo impressionantemente provocante: aquele caralho, a este ponto, esta latejante e pulsava na mão trêmula daquele macho que batia uma punheta como se fosse a primeira vez que experimentava essa sensação. Não me contive e fui me aproximando cada vez mais. O bastante para estender alcançar com as mãos aquela deliciosa vara. Era dura e a cada pulsava que dava na minha mão me deixava mais enlouquecido. Me posicionei ao seu lado e batia para ele uma punheta as vezes muito veloz, as vezes muito lentamente fazendo com que começasse a gemer. Com a outra mão, comecei a alisar suas costas pelulas, até que encontrei sua bundinha que era dura e empinada. Era um macho impressionante! Comecei, então, a colocar minha mão por dentro de sua calça, sentido a pele daquela bunda. Ele, porém, começou a pegar no meu pau que, dentro da minha calça jeans, estava mais do que duro. Sentia um prazer enorme em ver aquele macho me apertando minha vara e suspirando de prazer. Não demorou muito para que eu descesse sua calça até seus pés, deixando visível aquele macho maduro. Hélio tinha uma bunda peluda e muito mais empinada do que pensava. Era deliciosa. Acaricei cada centimentro e senti todo aqueles pelos. Havia uma cor mais clara que o resto do corpo, o que fazia parecer ainda inexplorada. Fato esse que me dava ainda mais tesão. Nós dois dividíamos a mesma emoção, tremíamos de medo e ao mesmo tempo pela adrenalina que nos tomava. Nada falávamos, somente suspirávamos com intensidade. Cada vez que eu fazia isso no ouvido dele, sentia seu tremor e o impulso que seu pau dava na minha mão. Comecei, em seguida, a alisar aquele cuzinho maravilhoso com meu dedo. O suor que molhava seus pelos ajudar o movimento. Inicialmente senti um pouco de resistência, já que contraía a bunda como se não quisesse, mas aos poucos ele foi sedendo e pude enfim e enfiar parte do dedo naquele paraiso. Sentia aquelas pregas apertadas e não aguentava o tesão. Eu esfregava meu pau, ainda sobre a minha calça, na lateral do seu corpo e me segurava para não gozar alí mesmo. De repente fomos interrompidos pelo barulho das folhas no chão. Alguém se aproximava. Olhei para Hélio e não sabia o que fazer. Ficamos imóveis, em silêncio. Mas foi inútil, meu pai apareceu dentre as árvores e me viu com uma das mão no pau de outro macho e, com a outra mão, fudendo o cúzinho dele. Foi algo constrangedor. Não imaginava o que iria acontecer e qual seria a reação de meu pai. Foi ele próprio que interrompeu o silêncio: -- O que é isso, filho? É para isso que você veio para cá? Para se enfiar num mato com um macho? Nessa hora, Joao tentou balbuciar alguma coisa, mas nada conseguiu. Apenas, ergueu a sua cueca e colocou seu pau duro e molhado dentro dela. -- Eu desconfiava já a muito tempo que você gostava disso, mas não esperava de um dia ver um cena assim! Ainda mais com alguém tão mais velho que você... Se você gosta disso, por que não se abriu comigo? Teu pai sou eu e não ele. Então, meu pai se aproximou e me abraçou. Isso não era algo comum. Não podia imaginar se isso era algo para me confortar ou para expressar sua decepção. Isso era algo que me fazia mais mal que se ele me xingasse. De todo modo, abracei-o com força, fazendo inconcientemente encostar meu pau ainda duro no seu corpo, imediatamente tentei recuar mas ele não me deixou, continuou me apertanto. Tudo era silêncio, com excessão do Joao que tentava desculpar-se, repetindo muitas vezes: -- Me desculpe, Paulo, não queríamos que isso acontecesse. Quando meu pai enfim me soltou, tanto eu quanto Joao percebemos que dentro da sua calça de moleton, algo crescia. O volume que já era muito grande, estava aida maior. Era possivel ver toda a extensão daquela vara. Eu fixei os olhos tentando entender o que acontecia e meu pai percebeu meu interesse, ele não sabia o que fazer. Era nítido seu desconforto. Tentou esconder aquele caralho colocando sua grossa mão sobre o moleton. Era impossível. Vendo seu nítido prazer em ter presenciado aquela cena, tomado pelo tesão do momento, aproximei ainda mais de Joao e olhando para meu pai coloquei minha mão sobre a cueca dele. Meu pai desconcertado, permaneceu imóvel, consternado. Joao usava uma cueca cinza, com abertura na frente. Abraçando-o por trás, com uma mão esfregava seu pau que crescia novamente, com a outra, fui abrindo a vão da cueca, fazendo aparecer parte daqueles pelos. Foi então que eu disse: -- Vai, Pai! Experimente também. Estamos vendo o estado do seu pau. Vem brincar com seu filhão. Mostra para mim o que o Senhor sabe fazer! Joao e eu nos aproximamos e coloquei, então, aquela mão enorme de meu pai na abertura da cueca de Hélio que já tremia de tesão. Eu via o pau do meu pai pulsar cada vez mais forte. O suor começou a descer no seu peito pelado. Foi então que ele tirou para fora da cueca o caralho daquele coroa peludo e começou a bater uma punheta. Eu dizia baixinho: -- Vai, Pai! Isso! Não é bom ter uma rola dessa nas mãos! Faz ele pegar a sua também. Quero ver esse cacete todo para fora! Sempre quis admirar essa vara dura. Joao estendeu a mão e a colocou dentro da calça de meu pai. Esse, por sua vez, não aguentou o tesão que sentia e desceu a calça até seus pés, deixando visível todo a rigidez daquele pau dentro da sua cueca cor bege, de um material elástico, que marcava até mesmo a forma do seu saco que era muito grande. Era um prazer incontrolável. Hélio alisava aquela vara com velocidade. Descia, vez ou outra, até o saco que enchia toda a sua mão. Meu pai, para minha total surpresa, me disse: -- E aí, filhão? Você gosta disso, não? Gosta de ver um cacete duro assim, não é­? Tantas vezes te vi me observando, por que você não vem bem pertinho para vê-lo melhor? Eu não pensei nem mesmo por um minuto. Me ajoelhei na frentedo meu pai e fiquei com o rosto a poucos centímetros daquela maravilha. Havia um cheiro inebriante de macho que me fazia enlouquecer. Aos poucos, fui descendo aquela cueca bege, fazendo saltar aquela vara duríssima bem na minha frente. Esse foi, sem dúvidas, o momento mais alucinante que já tive. Admirava cada centímetro daquele pau cabeçudo, juntamente com um saco enorme, caído, que balançava de um lado para outro. Tinha uma aparência estupênda, liso, com poucas veias, grosso e com uma cabeça não circuncidada, porém, que deixava-se mover-se com muita facilidade. Levantei e, com ajuda de Joao, tirei toda a minha roupa. Ajoelhei-me novamente e comecei lambendo aquela cabeça vermelha e ví meu pai contorcer de tesão. Ele me acariciava os cabelos e dizia sussurando: -- Isso mesmo, filhão! Mama seu papai! Chupa essa vara! Lambe essa cabeça! Que boquinha gostosa! Ah! Chupa! Ouvindo isso, imediatamente coloquei todo aquele pinto na boca, o que me provocou ânsia, tamanho era o cacete. Lambia aquela cabeça e, ao mesmo tempo, batia um punheta frenética. Também lambia aquelas bolas enormes, caídas naquele saco gigante! Foram momentos que nunca mais esquecerei. Igualmente excitado, aproxima Joao masturbando sua vara. Ele se colocou ao lado de meu pai, esperando que eu também o chupasse. Obviamente, enquanto segura com uma das mãos o cacete de meu pai, peguei com a outra mão a vara de Joao. Fui lambendo pouco a pouco até colocá-lo todo na boca até sentir seus pelos enfregarem no meu nariz. Havia um cheiro de macho! Enquanto isso, batia uma punheta para papai que, a essa hora, alisava as costas de Joao, apalpando sua bundinha peluda. Era uma cena maravilhosa. Eu chupava os dois paus e os sacos sem parar, até que meu pai se virou para o Joao e o forçou a ficar de costas para ele. Aos poucos começou a forçar seu cacete na bunda na sua. Esse não recusava a investida, ao contrário, empinava o quadril para facilitar a entrada. Então, enquanto eu ainda estava de joelhos, vi meu pai enfiando toda aquela cebeça rosada no cuzinho de Joao que gemia de dor e prazer. Joao curvou-se e apoio-se em uma pedra, em uma posição maravilhosa. Eu via aquela vara enorme sumir naquele cuzinho cheio de pelos. Meu pai segurava aquele quadril magro e puxava com força em sua direção. Seu saco balançava de um lado para outro no movimento frenético da foda. Cada vez os gemidos ficavam mais intensos. -- Enfia esse cacete! Mete, mete! Até que meu pai tirou aquele maravilhoso pau e com poucos movimentos com a mão, gozou toda sua porra naquele cuzinho. Todos aqueles pelos ficaram molhados. Nesse momento, Joao dizia: -- Meu Deus, que porra quente! Abaixei-me e lambi a porra que sobrava no cacete do meu pai, fazendo com que ele tremesse. Que delícia de sabor! Em seguida, meu pai mandou que eu também comesse o Joao e, obviamente, não me exitei. Comecei a esfregar minha vara naquele cú molhado e sentia um prazer enorme em sentir a porra do meu pai naquele monte de pelos. Aos poucos, coloquei a cabeça do meu pau e senti o calor daquele cú. Comecei a socar e sentir aquele buraco contrair com força. O tesão era ainda maior porque meu pai sussurava besteiras e me acariciava como se estivesse orgulho em me ver comendo outro macho. Por fim, meu pai começou a enfiar o dedo no meu cuzinho com muita delicadeza, imitando aquilo que eu tnha feito em Joao e eu delirava de tesão. Até que que não aguentei e também gozei vários jatos de porra na porta daquele cuzinho fazendo escorrer o líquido pelas pernas peludas de Joao. Meu pai era orgulhoso e não cansava de dizer: -- Isso, filhão! Puxou ao pai! Mete porra nesse cuzinho, faz esse homem pirar! Mete! Joao, por fim, ficou de pé e enquanto meu pai metia mais uma vez o dedo no seu cú molhado, eu fazia uma chupeta no seu pau. Era uma vara saborosa, cheirava a macho caipira e isso me excitava. Foi então que enquanto eu batia um punheta para ele e gozou na minha boca, fazendo escorrer porra até o queixo. Foi ele mesmo que limpou enquanto nos beijávamos pela primeira vez. Era bom sentir a língua daquele coroa lamendo a sua própria porra. No meio daquele momento intenso de prazer, não percebemos que estavamos sendo observado. Somente depois um bom tempo, meu pai percebeu que Carlos, Marcos e Guilherme estavam alí e que haviam visto seu pai ser comido. Nos voltamos assustados para eles e ficamos em silêncio, atônitos diante deles. Mas que nós, Joao era visivelmente consternado. Foi quando...
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