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Conto Erotico Filomena

Filomena Estava intrigada com o filho. gostava de saber o que trabalho ele tinha em casa da vizinha. fazia uma ideia do que se passava mas gostavea de o saber da boca dele. Por isso perguntou-lhe. Nada. Respondeu ele Não me mintas. Mas, mãe... Tens andado a fazer coisas com ela não é? Mãe... eu....começou meio acanhado. Deixa, já és um homem só lemento que não tenhas vindo Ter comigo. Consigo? Gritou ele para a mâe. Sim, comigo, rapaz. Quem mais sabe sobre tu do que eu? Os olhos dele abriram-se de espanto via a mãe agora de uma maneira nova. usava um vestido escuro que lhe realçava as formas do corpo franzino tinha umas pernas perfeitas uns seios cheios e gostosos. O rapaz esfregou os olhos ela sempre foi reservada ha sua frente em tudo o que disesse respeito ao sexo.   Eu... sim...estive a fazer coisas com ela. Balbuciou ele. Queres dizer: estiveste a foder com ela?   As palavras produziram nele o efeito de uma pancada forte. Nunca as ouvira da boca da mãe.   Sim confessou ele foi isso.     Podias Ter escolhido melhor filho a mulher é um caco, uma putéfia da primeira apanha não lhe escapa um rapazinho cá na rua. Faz ela bem. Dá o cu e a cona a qualquer pichota tesa que lhe apareça. Pena tenho eu de não fazer o mesmo filho. Filomena agarrou a mão do filho e pressionou-a de encontro ao sexo     Mãe....   Nunca pensaste em foder comigo, joãozinho? As palavras começaram a fazer efeito nele. Uma sensação quente e voluptuosa percorreru-lhe o corpo. Excitando-lhe o órgão sexual que começou a inchar e a endurecer. Ela levantou-se dirigindo-se para ele encostando o rabo. O contacto daquelas nádegas fortes junto ha cara do rapaz, apressaram a erecção. Filomena abaixou-se apalpou o órgão sexual dele! João, estás com tesão?   É! Confirmou ele.   Bem vejo filho... a mãe está a ver...olha como tu estás! Ainda bem rapaz!   Ela correu o fecho das calças do filho.devagar, tirou para fora aquela jovem haste. Os seus dedos delicados acariciaram todo o membro e a sua cabeça.   Puxou a pêle toda para trás arreganhando a glante toda mirando-a assim dura e inchada.   Relamente já estás um homem.   Ele olhou para ela. Na luz suave a face da mãe era bela. Abraçou-a e beijou-a devagar. Ela correspondeu e acariciou-o entre as pernas.   Quero estar contigo filho... quero estar contigo...anda vem...quero estar contigo!   Murmurou ela baixinho chagando-se mais a ele. Tirou o vestido, voltou-se, pôs-se de joelhos, encostando os ombros ha cadeira. Joãozinho começou a explora-la entre as pernas, a acariciar-lhe as nádegas. Com um dedo experimentou-lhe o sexo já humido. O rapaz impeliu o corpo para a frente pondo o pénis na direcção dela. Vamos devagar filho. disse ela sentindo aquele jovem membro roçar.   Ele chegou-se mais para ela, roçando-a sempre, agarrando-lhe as mamas não eram tão grandes como as da vizinha, mas eram macias e quentes. Ela pressiou-lhe mais as mãos que agora lhe massajavam o peito, numa agradável sensação que lhe percorria todo o corpo.     Ho! Isto é tão bom filho! agora vamos ao mais importante filho! vamos mete o teu caralho em mim mete! A mão dela pegou o membro do filho guiando a cabeça entumescida para o meio das bordas da cona profanando-as suavemente.     Mete filho...assim vá mete toda.... enfia não tenhas receio a minha cona é igual ha das outras mulheres! Vai tudo para dentro! Espeta! Isso!   Os seus corpos estremeceram ela tinha as pernas o mais estendidas possivel. Queria dar tudo ao filho. o membro deste vibrava no seu interior. Deixou-o ficar ali enquanto as coxas se contríam e descontraíam. De repente o joãozinho não foi capaz de se conter por mais tempo. Sabia que a ejaculação estava prestes. Intensificou os moviementos de vaivém bombeando com a maior velocidade possivel.   Estou...estou-me a vir mãe....já não posso mais!   Exclamou ele. Deita tudo cá para dentro filho! gritou ela. Deita a tua esporra dentro da minha cona! vai! O esguicho saido do membro inundou-a por completo. Ela rebolou-se degozo. O rapaz agitava a cabeça de um lado para o outro, doido com a paixão que o dominava. filomena estava prestes atingir o orgasmo. Procurava agora tê-lo, ao mesmo tempo que o filho, o qual matinha a pichota enfiada na vagina dela. Ela masturbou-o com o corpo. Ele não a enchia completamente, mas ela gostava de o sentir assim mesmo. O rapaz deixou-se ficar assim, preparando-se para outra ejaculação. Ambos se moviam sem parar. Ela teve uma conracção dos musculos abdominais violenta.   Ho! Estou-me a vir tambem! Estou-me a vir filho! ajuda-me com o teu caralho! Vai fode! Fode a mãe com força isso! Assim! Sim. Mãe fode...fode...fode...fode!     Os fluidos da vagina cheia de espasmos. Correram pela haste dura do rapaz que gemeu de gozo perante nova sensação. Ela pressionou os lábios vulvares à volta do membro. O seu sexo envolvia-o por completo embebendo-o no delicioso envólucro quente e humido. Foi sacudida por um movimento subito semelhante a uma descarga eléctica. Ondas de prazer percorriam-na, deixando-a em completo êxtase.   Oh! Sim! Sim filho! outra vez! Estou-me a vir outra vez fode! Anda fode não pares!   A mulher sacudia vigorosamente o corpo contra o filho. a vulva abria-se e fechava sugando-lhe a haste. Ele gostava de sentir os fluidos em vagas sucessivas. O pénis movia-se ferozmente dentro dela. Os seus fluidos misturavam-se molhando-o escorrendo até aos testiculos, no quarto só se ouviam os gemidos produzidos por ambos. Ela deitou a cabeça para trás prevendo outra esporradela. Empurrou a cona com força sobre o membro engolindo-o por inteiro sentindo os jactos nas profundezas da vulva. Finalmente deixou o corpo cair calmamente sobre o dele. O peito deste descançava, após os muitos orgasmos dela. O rapaz permaneceu imóvel debaixo dela. Sentia o peso dos seios fazendo pressão sobre ele, assim como os pêlos púbicos fazendo-lhe coçegas. Filomena ergueu-se com um longo suspiro, admirando o filho postrado com o membro semi erecto coberto de esporra e fluidos da sua vagina. sentiu-se poderosa dona do rapaz agora tinha-o só para si podia foder com ele sempre que tivesse vontade.   Levanta-te e veste-te tenho de telefonar a vizinha, a megera vai Ter uma surpresa.   Exclamou.       Fim da 1ª parte