RSS contos eroticos

Conto Erotico Fudendo o enteado com o apoio do pai

Meu nome é Iuri, tenho 24 anos e namoro um coroa de 44. Apesar do tempo elevado de relacionamento, obtamos por morar em casas separadas, cada um na sua. Sempre tivemos um relacionamento fechado mas, a poucas horas atrás, decidimos abrir todas as possibilidades. Celso, meu namorado, é pai de Daniel. O muleque é quieto, fala pouco e tem muitas amizades femininas. Sempre desconfiei dele, mas nunca falei nada. O pai dele também acha, mas fica na dele. Estavamos conversando sobre a abertura do nosso relacionamento a novas possibilidade, para apimentar um pouco nossa relação. Percebi que meu enteado acompanhava o diálogo á distância. E por vezes sorria. Não entendia o sorriso nos lábios dele, e fiquei curioso. Passado alguns minutos, Celso foi tomar banho e eu fui procurar Daniel para conversarmos, como fazemos pouco. Ao chegar no quarto dele, vejo o moleque em um site gay, com a bermuda "arreada" e tocando a punheta mais linda que já vi. Sem querer, fiz barulho ao entrar, e ele percebeu a minha presença. Tentou disfarçar e ficou todo vermelho. A essas horas, meu pau já estava pulsando e babando. Falei pra ele ficar tranquilo pois não iria contar nada a ninguém, dei um beijo na sua testa e sai. Ao chegar na porta, ele disse: - Espera, não precisa ir. Fica aqui comigo. Eu, pensando no que poderia acontecer, fiquei. Sentei na sua cama e comecei a puxar um assunto meio nada a ver. Meu pau, visivelmente duro, convidava o moleque para uma brincadeira. Ele não tirava os olhos do meu sugão (temos o hábito de ficar de cueca/sunga em casa). Não resisti e coloquei pra fora. Ele ficou extasiado. Voei na boca dele com um beijo. Arranquei sua roupa como um leão sedento por carne nova. Estava preocupado com o pai dele, que poderia aparecer a qualquer momento e não gostar da cena, por isso queria ser breve. Ele abocanhou meu pau e eu tive que reconhecer. Boca quente, úmida e gostosa. Sabia chupar melhor que o pai. Fodi aquela boca como se fosse um cu. Ele pedia porra, dizia que queria tomar tudinho... - Dá leitinho, dá... Não resisti e no instante que gozei, vi que meu namorado nos olhava sorrindo e de pau duro. Daniel, com a face cheia de porra, olhou pro pai e disse: - É sua vez. Conto em outra oportunidade o que aconteceu, mesmo por que, pai e filho estão no quarto agora, transando a mais de 1h e eu não poderia atrapalhar esse momento tão particular deles. Tudo está sendo gravado. Posto em qualquer site depois.
Não permitimos pedofilia neste site! Ajude-nos a identificar.