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Conto Erotico Gostosa e insegura.

Em Janeiro tive uma discussão com os dois filhos do meu padrasto, eu não suportava a ideia de ser insultado e de não receber o mesmo tratamento que eles, tratavam o Lucas e o Felipe como reis, então decidi ir morar com meu pai, e minha madrasta, eu tenho 19 anos. Viajei pra Brasília e fui muito bem recebido por minha madrasta, meu pai estava no interior e Adriana havia certamente optado por não visitar a roça, mesmo assim resolví ficar por alí mesmo, havia pizza e muitos filmes no apartamento e a Adriana quase não ficava em casa eu poderia fazer o que quisesse quando quisesse, ela levava algumas amigas e cochichavam muito, eu não gostava dela e deixava bem claro que não era a dona do apartamento, com o passar dos dias ela começou a ter reciprocidade comigo, quebrando um pouco o clima tenso. ela, assim como minha mãe tinha medo do enteado dominar a casa e por isso me tratava bem, me lembrou minha mãe e como ela trata o Lucas e o Felipe, talvez elas tenham um pouco de razão. Adriana tem vinte e poucos anos é gorducha e se pareçe com a Drew Barrymore gosta de andar de camisola e um dia vi ela pelada, mas ela nem sabe disso, ela tem as tetas lindas o capo de fusca é lisinho o corpo dela tem formato pêra, é muito gostoza. Meu pai ia chegar na segunda e eu sabia que a Adriana ia forçar a barra, e ele ia me mandar de volta pra Goiânia, então eu decidi comer ela no sábado pra chantagear depois, fiquei um pouco inseguro do meu pau nem fazer cosquinha naquele bucetão mas fazer o quê, né? No sábado, eu continuei pensando se valeria apena mesmo fazer isso, mas não havia outra forma de não voltar pra casa senão comer Adriana pra chantagear e continuar aqui, o DF é fodástico então comprei um KY e uns bagulho. Era quase meia-noite fui pro quarto dela, abri a porta bem devagar e pulei na cama, ela nem se mexeu passei KY nos dois dedos da mão e fui escorregando a calçinha dela e passando o dedo bem fundo Adriana gemia bem baixinho eu fui acelerando o movimeto entrei debaixo do cobertor metí o pau sem dó, ela abriu o olho e riu bem baixinho depois tampou a cara com o cobertor, um bom sinal ela estava envergonhada mas quase gozando de prazer, enfiei a cabeça dentro da camisola e mamei igual um bezerro a coberta caiu ela já mordia o lábio fui descendo metendo a lingua e o dedão na buceta, ela segurava minha cabeça não queria que eu parasse de chupar sua buceta, depois de uns 15 min ela me empurrou pra fora da cama, eu apaguei a luz do abajur e fui dormir no meu quarto, pensativo, quase com medo. Na manhã seguinte Adriana Havia sumido e todas as suas coisas também, não havia nada, nenhuma carta, foto ou roupa sua no armário. Eu limpei a bagunça e voltei a dormir.
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