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Conto Erotico Incesto Clássico (Aconteceu um dia...)

Sou engenheiro, 41 anos, casado, e o que vou relatar pode parecer uma anomalia ou uma narração fictícia romanceada e adaptada para estas páginas, mas isto que escrevo não é um conto: é uma confissão! Venho de uma pequena família do interior: meu pai, um irmão, ambos falecidos, e minha mãe. A penúltima vez que estive em minha cidade natal foi no enterro do meu irmão, há dois anos. Fui com minha mulher para tentarmos convencer minha mãe para passar uns dias em nossa casa, na capital, pois que ela já era viúva e morava sozinha, apesar de que esse meu falecido irmão morava nessa mesma cidade, com sua mulher e seus filhos. Mas ela recusou e permaneceu na mesma casa, onde nasci, cresci e passei toda minha vida de solteiro até me formar e conseguir emprego numa grande empresa na capital. Minha mãe, mulher simples do interior, tem a fisionomia exata da mulher bonita. Muito conservada pelo aspecto de sua pele suave e macia e do seu semblante calmo e meigos olhos negros cintilantes, seu porte chama a atenção, porque esses predicados tiram algumas décadas da sua aparência, apesar dos seus 62 anos de vida tranquila naquela pequena cidade. Seu passo é leve e lhe acentua curvas de um corpo atraente, e isso é o que mais sobressai em sua imagem, além da simetria do seu rosto bonito ela tem um jeitinho especial de falar e de sorrir, porque, mesmo em sua simplicidade, ela permanece até hoje com o perfil fascinante, de aspecto sensual e uma boca de contorno simpático, com dentes perfeitos e saudáveis. Em todos os tempos permaneceu tímida e extremamente doméstica, saindo de casa poucas vezes para afazeres familiares. No mês passado viajei para uma cidade próxima à minha cidade natal, onde minha mãe mora até hoje. Resolvi ligar para ela e marcar um almoço em algum restaurante, porque eu queria estar com ela para saber da vida e conversar amenidades passadas, no que ela de imediato me intimou hospedar-me em nossa casa, na velha e querida casa, onde ela ainda morava. A viagem, que fiz de ônibus, demorou 50 minutos, as cidades eram quase coladas e o trajeto de rodoviária para rodoviária foi rápido. Na minha cidade entrei num taxi e rumei para casa, onde ela já me esperava com o almoço pronto. Estava linda dentro de um singelo vestido florido e sapatos marrom, de salto médio. Não usava maquiagem alguma, a não ser um batom, que lhe deixava mais bonito e atraente o rosto risonho e querido. Não era minha intenção pernoitar, mas alguma força maior me fez ficar naquela casa, simples e confortável. Após o almoço e as conversas, deitei-me em meu antigo quarto de solteiro e me coloquei a recordar o passado, ouvindo minha mãe lavar as louças na pia da cozinha. Anoitecia quando acordei de um reconfortante sono. Levantei-me para tomar um banho rápido e vi minha mãe na sala assistindo televisão. Ao sair do chuveiro e colocar meu roupão dirigi-me até a outra poltrona da sala e quando me sentei observei que ela usava apenas um lingerie, muito fino, quase transparente. Também notei que ela havia se banhado um pouco antes de mim, porque senti um delicioso cheiro de sabonete que vinha dos seus cabelos curtos e molhados. Então me aconteceu o inesperado, pois em meio àquele ambiente sossegado, na penumbra da sala iluminada pela luz da televisão, comecei a sentir comichões de excitação carnal por minha própria mãe, que naquele instante eu enxergava como uma mulher atraente e sedutora, bem à minha frente vestida apenas com uma peça transparente de roupa íntima. Tentei desviar meu pensamento daquele absurdo, mas com o passar das conversas e dos risos meu desejo sexual manifestou-se mais forte e intenso a ponto de eu massagear por baixo do roupão meu pau duro, porque eu estava sem a cueca e as pulsações do tesão começavam a melar minhas coxas com a baba que me orvalhava o caralho. Quando me dei por mim notei que fazia isso tranquilamente, sem maldade, enquanto conversava com minha mãe, e raciocinei que com muita certeza ela notara minha excitação por ela. Levantei-me de repente muito envergonhado para ir ao quarto me recompor, no que ela me disse: - O que houve aonde você vai? Respondi que iria arrumar uns papéis de trabalho e que logo voltaria, pois eu não queria que ela voltasse a perceber aquele volume de pinto duro em meu roupão, que estava me causando grande constrangimento. Fiquei uns vinte minutos no quarto para me limpar e me acalmar. Pendurei o roupão e vesti uma calça de pijama com braguilha e como estavámos no verão com muito calor voltei para a sala com o dorso nu e me recostei na mesma poltrona. Ainda acanhado pelo ocorrido permaneci quieto, mas em pouco tempo começamos a conversar de novo coisas de família e outros assuntos corriqueiros. Ela agora estava deitada de lado e sua roupa de dormir havia se enrugado na bunda deixando à mostra uma parte de sua coxa exuberante, a penumbra apenas me mostrava a deliciosa silhueta - em todo esplendor - daquela mulher que era minha mãe. Alguma vez ela se mexeu no sofá proporcionando-me ângulos melhores de suas pernas e numa dessas mudanças de posição pude ver perfeitamente os bicos dos seus seios ferirem a seda que lhe cobria o corpo. A cada movimento dela no sofá eu intencionalmente procurava admirar suas formas, o roliço das suas coxas, seus biquinhos salientes no lingerie, e com isso meu cacete formigava nos aguilhões do sexo e nos estímulos do desejo carnal, o fortíssimo tesão me incitava a perder o juízo quando, justamente neste momento, ela se virou e começamos a conversar. O pau tanto inchou e latejou que a cabeça melada quase apareceu na brecha da abertura da braguilha da calça do pijama. imediatamente coloquei as duas mãos por cima, cruzei as pernas cheio de receio dela notar minha ereção e continuamos a conversa. Em dado momento ela se deitou de barriga para cima e isso me torturou de tesão. A lateral do seu lingerie se colou numa de suas coxas deixando a outra inteiramente descoberta até aparecer o fundo da calcinha. Procurei olhar com discrição para ver se enxergava pelo menos o traço do rasgo da sua boceta, mas nada. A penumbra da sala não me permitia vasculhar as intimidades daquele corpo, mas me autorizava a imaginar as delícias que ele poderia me proporcionar. Tudo aconteceu quando ela se virou para de novo mudar de posição no sofá, e ao fazê-lo mostrou-me o que eu queria ver: ao se virar ela se assentou de frente para mim, e, por pouco tempo, permaneceu com as pernas abertas deixando-me ver o fundo das suas coxas até na calcinha. Imediatamente percebi uma grande rodela molhada ao redor do friso da reentrância do seu rasgo vaginal, que estava bastante curvado para dentro, talvez pela intumescência dos seus lábios vaginais. Nestes poucos instantes a demência do sexo me dominou, porque pensei em comê-la ali mesmo, mas logo em seguida ela se deitou com a cabeça para o outro lado, de maneira que ficava de frente para mim. Flertei longamente com aquele olhar meigo e lindo e senti uma recíproca química de desejo sexual no fundo dos seus olhos negros. O tesão estava deixando-a desassossegada do mesmo jeito que me deixava desorientado e agitado. Completamente descontrolado pela fúria do tesão levei um susto quando meu pau duríssimo e cheio de baba saiu inteiro pela braguilha na frente da minha mãe. Levantei-me depressa e fui direto para o banheiro morrendo de vergonha de novo. Ora, pensei: sou um homem e ela uma mulher, e estamos os dois com muito desejo sexual, por que não fazer? Dessa vez voltei do banheiro disposto a comer minha mãe, que neste instante exalava no ambiente um forte e excitante cheiro de sexo misturado com sabonete. Evidente que ela estava sentindo tesão por mim como eu sentia por ela. Livrei-me da calça de pijama e sentei-me nu, junto dos seus pés. Ela abriu as pernas e me estimulou fuçar-lhe a boceta e comecei a lamber por baixo da calcinha o líquido que gotejava viscoso e doce ensopando-lhe a calcinha e prestes a escorrer-lhe pelas coxas lisas e bem torneadas. Subitamente se posicionou com as pernas abertas e dobradas querendo meter estirada no sofá e puxou-me para cima dela. Preguiçosa de tirar a calcinha me abraçou para si fortemente e gemeu baixinho em meus ouvidos, implorando-me que fodesse sua boceta com vontade. A primeira estocada eu dei por cima da calcinha molhada e foi tão forte que o pau, barrado pela resistência do tecido, resvalou para o lado, espremendo o debrum da pequena peça íntima, enrugando-o até enfiar-se por baixo, achando-lhe a greta inchada e deliciosamente carnuda, por onde penetrou vagaroso, macio e fundo, até me espremer o saco contra a abertura da sua boceta e a borda da calcinha. Tentei enfiar-me todo de volta para dentro dela, e soquei o caralho com força, ela gemeu e empinou o dorso arreganhando a vulva para fora da calcinha, o que facilitou um coito ajustado, profundo, e extraordinariamente delicioso. Passamos um bom tempo trepando alucinadamente, enrolando línguas, lambendo os rostos, e enfiando a língua um no ouvido do outro, até que ela gozou chorando de prazer, entornando gotas oleosas, que escorriam pau abaixo, encharcando-me com o delicioso musgo que a fêmea segrega quando o pinto fricciona corretamente a glândula mucusa dentro da boceta da mulher, massageando-a a ponto de causar-lhe choques de gozo e de prazer, entorpecendo-lhe a mente e relaxando músculos e nervos provocando um prazeroso desfalecimento e uma sensação de bem estar infinito. Beijamo-nos de língua enrolada até ela me morder na boca. Suguei-lhe as bordas dos bicos dos seios, que aumentaram de volume, intumescidos e rubros, e ela mais enlouquecia de tesão quando eu os apertava com desejos e tara de macho. Isso me aumentou o tesão como nunca mulher alguma conseguiu fazê-lo. Mamei aquela mulher como homem nenhum lhe havia mamado antes, porque ela gozou até molhar o sofá. Fomos os dois para sua cama de casal, onde me assentei com o pau duríssimo, e sem mesmo nos limparmos ela livrou-se da calcinha e sentou-se no meu cacete, que estava rígido e envergado, como um vergalhão incandescente. A baba escorria pelo pau abaixo e minha cabeçorra arregaçou-lhe a vagina quando ela abriu as pernas e sentou no caralho em brasa, e mesmo sentada ela o engoliu fundo e o fez com primazia de fêmea no cio, agachou-se e enfiou-se no pau devorando-o devagar, depois me abraçou trepada em mim e meteu com meu pau atolado nela e beijando-me loucamente a boca. Por algum tempo ela se manteve quieta, pressionando a sua vagina toda enfiada no meu cacete, que latejava por dentro dos plissamentos da sua boceta, friccionando suas entranhas e suas glândulas vaginais.. Assim ela permaneceu e pouco a pouco começou a se movimentar nos arquejos do gozo, depois num vai e vem mais sôfrego e ansioso, ela rebolou, gemeu, chorou, gritou e gozou... gozou... gozou. Eu estava tão excitado que mastiguei sua língua na minha, fiz um movimento para cima dela e coloquei-a de costas na cama e sem tirar o pau de dentro furei de novo sua boceta, com ímpeto selvagem, quanto mais forte e fundo eu lhe socava a pica, mais ela se abria e maior ficava o rombo na sua boceta arreganhada, e isso me deu um enorme prazer. Metemos a noite inteira, ora chupando, ora sendo chupado, sem nenhum pudor chupei-lhe e comi seu cuzinho quando ela se virou para mim insinuando uma penetração anal. Neste momento caí em mim que minha mãe era um ser humano, uma fêmea normal, exatamente com a naturalidade da mulher que sente desejos carnais, por tempos reprimidos, mas com o coração abrasado de vontade de gozar. Dormimos poucas horas e antes de amanhecer acordei louco de tesão porque ela estendeu uma de suas coxas por cima do meu pau e começou a roçar nele. Trepei nela direto, eis que ela me punhetou o cacete e sentiu que ele estava duríssimo, latejando de tesão. Ainda desorientado de tanto tesão sentei-me com carinho sobre seus seios e dei minha pica enorme e melada, com aquela cabeçorra que mais parecia um cogumelo para ela cheirar. Esfreguei-lhe o pau na cara a ponto de dar-lhe lambadas nas bochechas. O que fiz enlouqueceu minha mãe que tentava abocanhar o caralho com a língua para chupá-lo, acabei me acalmando e fui dando a ela bem devagar. Entorpecida de tesão ela conseguiu alojar o descomunal pau dentro da boca e mastigou ele com sua língua, lambeu-me o saco que estava teso e de novo me engoliu o caralho. Comecei a fode-la na boca o que lhe causou engasgos, mas ela não desistia de me lamber o cacete e o abocanhou de novo, meti mais dentro da sua boca, enquanto ela arfafa ansiosa na cabeça do pau. Em dado momento ela me olhou apaixonada e eu sem juízo meti tanto naquela deliciosa boca que ela pulava engasgada com o cacete roçando-lhe a garganta. Gozei de espirro, a porra inundou-lhe a boca, desceu-lhe pela garganta e chegou a sair pelo seu nariz. Em seguida nós nos untamos de porra e de sumo de buceta e trepamos num delicioso "papai e mamãe" com beijos na boca, troca de juras de amor, palavras de carinho, enquanto ela me tratava por meu "macho" eu retribuia com "minha fêmea", neste doce idílio percebemos que entre os seres humanos não existe incesto quando o carinho e o desejo carnal são mais fortes que as afinidades familiares. Gozei chorando e despejei dentro dela jatos de espermas grossos que transbordaram pelos lados, entre o pau e a vagina. Ela desfaleceu com a boceta orvalhando gotas de um leite viscoso, muito inchada e vermelha, ainda arrombada pelos violentos golpes de pica e pelos vários jatos de porra que lhe injetei. Logo em seguida adormeci. De manhã, ao me levantar, a casa estava deserta. Tinha a mesa arrumada para o café e um bilhete em cima dela: “querido filho mamãe foi à missa e vai demorar, tenha bom retorno”.