RSS contos eroticos

Conto Erotico Mãe ciumenta é foda...

Meus pais são separados; e eu após me formar e arrumar um bom emprego fui morar sozinho num pequeno apartamento. Mas sempre que podia; nos finais de semana eu ia visitar minha mãe ou meu pai e sua nova companheira. Uma das coisas que eu sempre gostei desde moleque; foi de mulher. Minha aparência de galã de favela (tipo malandro) me ajuda muito na hora de chegar numa menina. Outra mania era de ficar me comunicando com várias pessoas (principalmente meninas) através de site de bate-papo... Com meus 25 anos; muitas vezes por não ter nada o que fazer a noite eu continuava a utilizar o computador pra passar o tempo e azarar alguns brotinhos. Ao abrir meus e-mail´s recebi um de uma tal de Raquel... Achando que já a conhecia, fui ler e me deparei com palavras estranhas; falando mal da menina que eu estava namorando: Que ela era feia; que vestia mal; que ela era muito idiota e que eu merecia coisa muito melhor... Lendo até achei graça comparando com minha mãe que sempre demonstrou um ciúme exagerado quando eu aparecia com alguma namoradinha... Sempre encontrava algum defeito e fazia questão de me dizer. Mais alguns e-mail´s dessa Raquel acabei convidando-a pra uma sala de bate-papo... Normalmente eu escrevia muitas sacanagens com meninas que eu conhecia pessoalmente; mas pra essa tal de Raquel que só sabia que era do sexo feminino; pois: idade, cor e religião ela me negava a dizer, passei a escrever algumas putarias... Raquel foi dando corda e não demorou pra estarmos praticamente fazendo sexo virtual. Eu dizia que estava chupando sua buceta; ela escrevia que estava chupando meu cacete; eu dizia que queria comer seu cuzinho e ela respondia que estava doida pra dar a bundinha pra mim e ainda com letras garrafais; como se estivesse gritando; escreveu “METE NA MINHA BUCETA... QUERO GOZAR NO SEU PAU”. Cansei de escrever pra combinarmos um encontro, mas ela sempre dava uma desculpa. Certa vez, ela me falou que na realidade era muito amiga de uma menina que tinha transado comigo; e que sabendo de detalhes de como nós transávamos ela passou a desejar muito ir pra cama comigo... Raquel escreveu até que sabia que eu tinha uma pequena mancha (de nascença) na virilha. Mas quando passei a namorar uma outra menina em uma cidade vizinha que praticamente nada tinha a haver com meu circulo de amizade; e dias depois Raquel no bate-papo começou a esculachar a menina comecei a desconfiar... Pois na minha cidade só uma outra pessoa bastante ciumenta é que chegou a conhecer essa minha nova namorada. Cada dia de bate-papo; eu jogava um verde e mesmo ela tentando despistar; resolvi escrever: - “eu já sei quem é você”. Ela pareceu demorar um pouco pra responder: - “Impossível você saber”: - “Seu nome é Norma; morena; 47 anos e é separada”... Não obtive mais respostas. Como no resto da semana eu não achei mais a tal de Raquel na sala de bate-papo; passei a ter quase certeza. No sábado cheguei na casa de minha mãe e ela o tempo todo parecia não querer olhar direto pro meus olhos: - O que está havendo mãe? - Nada!!! Resolvi ter a certeza absoluta: - É por causa da Raquel que você está tentando me evitar? Nitidamente nervosa: - Foi tudo brincadeira Humberto...! Eu a segurei pelos ombros pra que ela olhasse pra mim: - Brincadeira mãe? Eu acho que não... No início acho que foi por ciúmes; mas depois? Ela abaixou a cabeça sem responder; perguntei: - Foi porque você sente falta de sexo? Ela fez cara de aborrecida: - Não admito que você fale assim comigo! Eu a abracei e carinhosamente passando a mão nos seus cabelos: - Pô mãe... A senhora ainda é uma mulher muito bonita; tem mais é que procurar alguém. - Prefiro continuar sozinha... Não quero ser mais desprezada por ninguém...! Como não podia demorar naquele dia, após tomar um café me despedi de minha mãe e ela logo fez cara feia: - Está indo encontrar aquela feiosa; é? Eu que já sabia como era minha mãe; resolvi provocar: - Eu preferia encontrar com a Raquel; mas ela sumiu...! Fiquei feliz por ter conseguido faze-la rir; e ela me dando um tapa de leve no meu braço: - Você não passa de um sem vergonha; isto que você é! Na quarta-feira, estava no computador e vi que a Raquel entrou na sala de bate-papo. Me comuniquei e a primeira coisa que ela escreveu: - “Oi safado”. Resolvi escrever: - “Oi meu amor... Estava com saudades”: “saudade de quê?”: “de nossas conversas”. Quando ela perguntou: “que tipo de conversa?”. Não hesitei: “de sexo”. Ela: “Você gosta de fazer sexo comigo?”. Eu: “adoro”. A partir daí, iniciamos novamente conversas bem picantes como se não fossemos mãe e filho. Foram mais de um mês; quase que diariamente onde eu escrevia que estava metendo em sua buceta e ela escrevia “estou gozando... estou gozando...”. Eu muito safado: “vire a bundinha pra mim”. Ela: “adoro quando você come minha bundinha”. O estranho era que indo visitá-la; não tocávamos no assunto e logo no mesmo dia a noite lá estávamos nos comunicando na maior safadeza. Mas no dia em que resolvi escrever que gostaria de encontrá-la de verdade, ela só escreveu: “acho que você poderia dormir na casa da sua mãe no final de semana”. Dispensei a namorada no sábado e a tardinha cheguei na casa de minha mãe... Ela toda sorridente: - Veio pra dormir? Disse que sim e ela toda alegrezinha foi preparar um lanche pra nós. Conversamos muito sobre várias coisas; menos sobre a Raquel, e estava já curioso pra saber porque que ela sugeriu de eu dormir na casa dela; quando: - Acho que vou tomar um banho e dormir mais cedo! Me segurei pra não pedir pra ir com ela no banho. Ela saiu do banheiro com uma camisola bem curta e sensual e veio até a sala pra me dar um beijo: - Boa noite Humberto... Se precisar de alguma coisa; estarei no meu quarto! Tendo certeza de que aquilo tinha sido a diga, esperei alguns minutos e fui até o quarto de minha mãe... Luz acesa, ela estava deitada meio que de lado sem nenhuma coberta por cima do corpo mostrando suas grossas coxas. Sentei atrás de seu corpo e coloquei a mão sobre sua coxa... Ela nem se mexeu e eu subi a mão encontrando a calcinha. Tinha receio de como ela ia reagir, mas já não tinha mais como esquecer tudo que conversamos pela internet... Puxei a calcinha e ela facilitou. Mais tranqüilo, suspendi sua camisola e admirei seu bundão ainda firme... Carinhosamente fiz com que ela se virasse de frente pra mim. Ela mantinha todo o tempo seus olhos fechados e um sorriso nos lábios... Vendo aquela buceta ali tão de perto, sai da cama pra poder tirar minha calça e voltei subindo sobre seu corpo. Ela se mantinha como se estivesse dormindo e eu botei meu pau duro achando a entrada da sua buceta... Empurrei até a metade e o resto enterrei numa só socada. Dona Norma arregalou os olhos e segurando firme nos meus braços: - Ai meu Deus... Ai meu Deus... Como você teve coragem filho? A buceta da minha mãe, mesmo molhada estava quente e eu começando a socar: - Hummm... Hummm... Se quiser eu paro mãe...! - Não... Não... Não pare... Estou adorando filho... Ooooh como é booommmmm... - Oh mãe... Como a senhora é gostosa!!! - É filho? Tá gostando da mamãe? - Você é demais mãe...! Ela já me olhava sorrindo e gemendo muito: - A mamãe vai gozar filho... Mete... Mete maiiiiiiiisssss... Oooooohhhhhhhh! O incrível foi quando ela me puxando pra deitar sobre ela; me abraçando: - Goza comigo... Goza... Gooooozzzaaaa... Eu despejando minha porra dentro da minha mãe sentindo sua buceta contraindo também tendo seu orgasmo. Depois que eu sai de cima; ela cobrindo o rosto com suas mãos: - Minha Nossa Senhora... Que louuuuucuuuuura!!! Eu tirando suas mãos de cima do seu rosto: - Adorei mãe... Você é maravilhosa! Ela sorriu: - Nossa... Foi bom demais filho; a quanto tempo que eu não fazia essas coisas... Ela me deu um beijo no rosto e levantou indo pro banheiro... Eu me vesti e fui pra sala. Ela voltou e sentou do meu lado recostando o corpo no meu peito... Eu a abracei e fui fazendo carinhos em seu braço. Foi minha mãe quem tocou no assunto das coisas que escrevíamos um pro outro na sala de bate-papo: - Você faz aquelas coisas todas com suas namoradas? - Que coisas mãe? - O que você dizia que fazia com a Raquel... Sabia exatamente sobre o que ela dizia; mas resolvi que tinha que ouvir da sua boca e fui cutucando até ela soltar: - Fazer sexo por trás filho! - Na bundinha; é isso? - É... Você já fez com alguma de suas namoradas? - Não com todas; mas já fiz sim mãe... Mas, o que me deixou mais excitado foi quando ela emendou: - Sexo oral também? - Você quer saber se eu chupo ou se elas me chupam? - Os dois; ué! Eu puxei sua camisola um pouco pra cima vendo que ela continuava sem a calcinha... Botei a mão na sua buceta e fazendo carinho com os dedos: - Chupei quando tinha certeza de que era só comigo que ela fazia sexo! Ela virou o rosto pra me olhar: - Você já é bem experiente em sexo; não é? - Mais ou menos mãe... Por quê? Ela sem demonstrar nenhuma vergonha me falou que só tinha conhecido um homem na vida que foi meu pai; e que durante todos aqueles anos que ficou casada com ele foi só numa posição... Ela já estava com a buceta bem molhada: - Vamos pro quarto? Podemos fazer numa nova posição...! Ela passando a mão sobre minha calça sentindo meu pau duro novamente: - Você teria coragem de passar a língua na sua mãe? Comecei a rir: - Claro mãe... Com você não preciso ter receio de nada...! No quarto, ela ia deitar: - Tire toda sua roupa mãe! - Você vai tirar a sua? Ela ficou me vendo se despir, e só quando estava totalmente pelado é que fui ajudá-la a tirar sua camisola... Realmente minha mãe era uma coroa muito gostosa. Não resisti seus peitões e primeiro mamei bastante antes de ir pro meio das suas pernas... Ao passar a língua, minha mãe quase esmagou minha cabeça com suas grossas coxas: - Uuuuiiiii... Uuuuiiiii... Chupa mais filho... Chupa! - Segurei suas pernas e fui lambendo e mordiscando seu grelo que ela começou a gritar tão alto que parecia estar sendo violentada... Ela gozou muito e eu já me preparava me meter na sua buceta quando ela: - Deixa eu fazer agora em você...! Fiquei deitado e ela segurando meu cacete foi logo colocando-o dentro da boca... O instinto de fêmea fez com que ela rapidamente pegasse o jeito e mamou tão gostoso que jorrei porra até no fundo da sua garganta. Ainda naquela noite fiz sexo novamente com minha mãe e a fiz gozar e também gozei muito dentro da sua buceta. No domingo, depois do café ela foi pra missa e eu fiquei esperando-a. Ela chegou, trocou de roupa e veio pra sala com um saiote tão curto que dava pra ver sua calcinha só nela andar... Eu olhando pras suas grossas coxas: - Porra mãe... Você está parecendo uma menininha inocente com essas pernas de fora... Ela veio toda rebolativa subindo de joelhos sobre o sofá deixando meu corpo entre suas pernas: - Inocente nada... Sou uma menininha bem safadinha que gosta muito de sexo... Ela sentou no meu colo e ficou se esfregando: - Quero que você me possua aqui no chão da sala...! Eu enfiando a mão por baixo do saiote e descendo sua calcinha: - A menininha quer dar a bucetinha; é? Ela fazendo beicinho fingindo ser mesmo uma adolescente: - Se quiser na bundinha eu deixo! Tive a impressão que meu pau duro cresceu mais alguns centímetros do que o normal: - Então fica de joelhos no chão sua safadinha... Fica que vou comer sua bundinha...! Ela sorrindo acabou de tirar a calcinha e se livrando do saiote ficou de joelhos sobre o carpete e com a bunda empinada: - Só toma cuidado que ainda sou virgem... Hihihihihihi! Passei um pouco de saliva e dobrando um pouco meu joelho pra ter a altura coloquei no cuzinho e fui empurrando; ela rebolando: - Aaaaiii... Aaaaiii... Tá entrando... Enfia... Enfia tudo... Sentindo meu pau arregaçando o cuzinho da minha mãe, fui até o fundo e comecei a bombar... Dona Norma se comportou como uma verdadeira putinha que até uivava me pedindo pra meter com mais força... Fui incrível gozar no cuzinho da minha mãe. Quando eu demorava ir em sua casa; muitas vezes era só entrar no computador e na sala de bate-papo pra ela (Raquel) logo escrever pra eu ir transar com ela... Até pra mim era difícil acreditar que era minha mãe que estava escrevendo aquelas coisas: “quero chupar esse seu pau gostoso”: “Vem aqui comer minha bundinha”. E até coisas inacreditáveis; como: “Vou querer que você goze na minha boca... Adoro sua porra”. Não tinha como; era só botar o pé na casa da minha mãe pra ficarmos pelados em poucos segundos e as vezes nem dava tempo pra chegarmos no quarto... Na sala; no corredor e até na cozinha. Hoje é sexta-feira; e mesmo antes de terminar de escrever este conto, já me comuniquei com a Raquel que disse que dessa vez é ela que vem pra dormir na minha casa.

Gostou? Então Compartilhe!

Showformat = 1; Showcategory = 1; Showafiliads = true; Showafiliadsid = 424;