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Conto Erotico Meu genro, meu pecado - Parte 4

Meu nome é Marta Ribeiro e tenho 55 anos. Sou casada com Paulo, de 60 anos. Tenho dois filhos: Pedro, de 31 anos, e Julia, de 24. Julia é noiva de André, de 25 anos. Há cerca de 4 anos, me envolvi sexualmente com o meu genro André. Meu desabafo sobre o início dessa relação (que é um peso emocional que tenho de carregar) foi contado no relato “Meu genro, meu pecado”, dividido em três partes. Os relatos, que se passam em uma janela de tempo de alguns meses, mostram a evolução de uma simples curiosidade do meu genro para uma explosiva relação de tesão e sexo incontrolável, que acabou dominando nossas vidas. No início, como ficou claro no relato, eu relutei, tentei mesmo me controlar, mas não foi possível. Saber que era desejada por um rapaz bem mais novo, viril e incrivelmente sexual deixou minha guarda baixa e passou a povoar meus sonhos mais eróticos e pecaminosos. Cedi. Transei com o meu genro uma vez. Como um vício, pensei que pudesse resistir outras vezes. É óbvio que não foi possível. Cada investida significava novas transas, cada vez mais escandalosas e sexuais. A frequência passou a ser perigosamente alta. Nos tempos que sucederam os três relatos, fizemos sexo nos mais diversos locais, horários e correndo os mais inconsequentes perigos que um casal entorpecido pelo tesão pode correr. Como amantes, passamos a transar regularmente. A cama que dividia com o meu marido foi testemunha de orgasmos mitológicos, do sexo sem pudores, do pecado. Transávamos com todos acordados, com todos dormindo, com meu marido ao lado, com minha filha ao lado. Não precisávamos de pretexto. Passei a andar permanentemente lubrificada, pronta para receber o latejante pênis de meu genro e aguardar, pacientemente, sua ejaculação quente na minha vagina de senhora. Algumas passagens, é claro são singularmente inesquecíveis. Contarei mais algumas, em complemento aos demais contos, porque novamente fui tomada pela necessidade de desabafar. Após a terceira parte do meu relato, ainda em 2007, tivemos uma pequena pausa no nosso relacionamento, porque, como em algumas ocasiões, tive um insight de que aquilo não poderia ir adiante. Isso durou alguns meses, até que um evento mudou tudo: Meu marido foi convidado para uma palestra no Ceará. Lá ficaria uns 5 dias. Ele disse que ganharia uma passagem extra e eu disse: Paulo, leve a Julia. Ela não conhece lá e acho que será bacana vocês passarem esse tempo juntos. Daqui a pouco ela se casará e não teremos mais tanto tempo com ela. André não criou oposição e lá foram eles para fora. Eu e André, já distanciados sexualmente, formos leva-los no aeroporto. Após nos despedirmos, fomos conversando até o carro: -Filho, acho que esse tempo será legal para eles. Espero que se divirtam. -É...Acho que será bom, sim. Para todos nós. Principalmente para nós. -Como assim, André? -Ah, Marta...Sinto demais a falta de seu corpo, de você me fazer gozar... -Pára, filho...Será que nunca teremos uma vida sadia, normal? Foi legal. Nos divertimos. Mas, isso não pode continuar. Sou sua sogra. Você, em breve, se casará com a minha filha. Sou casada. Te tenho como um filho. -Eu sei...Eu sei...Mas já que fizemos, acho que não há mal em revivermos aquilo tudo novamente. Não precisamos ser namorados. André havia amadurecido bastante. E, sinceramente? Ele tinha um pouco de razão. A traição é como uma tatuagem ou como a virgindade. Uma vez perdida, não há volta. Você pode até tentar encobrir, dissimular, mas ela estará sempre lá. Realmente, esse pensamento havia sido o combustível para tudo o que vivemos: Se fizemos uma vez, podemos fazer um milhão de vezes, porque nossos sentimentos já estão maculados. Nossa honra já se foi. -Marta, podemos fazer o seguinte: Eles não estão viajando? Não estão curtindo? Por que não fazer o mesmo? Sorri, incrédula: -Seu bobo, o que você pretende? -Podemos pegar o carro e ir até a Região dos Lagos. Pegamos uma pousada e passamos uns três dias. Tiraremos o telefone do gancho...Diremos que está com problema e que só podemos falar de celular e pronto. Ele era mesmo muito safado e perspicaz. Havia encontrado uma solução para consumar um desejo que crescia em ambos. Não tenho como negar, fiquei molhada naquele momento. -Ahhh, filho...É errado... -Mas você quer? -É errado, André... No estacionamento escuro, ele me segurou pelo braço, me encostou na pilastra, apertou minhas nadegas com uma das mãos, enquanto me travava pelo ombro. Sua mão entrou por baixo do meu vestido e alisou minha coxa. -Não perguntei se é errado...Perguntei se você quer. -Quero Entramos no carro e voamos para a minha casa. Ele mal abriu a porta de casa e já me segurou pela cintura, puxou meu corpo junto ao dele e me beijou. Foi a primeira vez que nos beijamos. Isso é curioso. Como as prostitutas, encarava o beijo como a última fronteira de honradez. Minha vagina era de André e ele já havia ejaculado nela talvez até mais que Paulo. Mas meus lábios, esses eram de meu marido. Não mais. Nos beijamos freneticamente. Ao mesmo tempo, ele agarrava todo o meu corpo. Fomos, juntos, para o meu quarto. Paramos de nos beijar, nos encaramos e ele se abaixou segurando a barra de meu vestido. Lentamente, foi levantando e, com a ajuda de meus braços erguidos, o tirou completamente. Não estava de sutiã, mas apenas de calcinha. Voltou a me segurar pela cintura e colocou a boca no meu seio. Mamava como se fosse ser alimentado. Estava com fome o meu genro. Eu segurava seu cabelo e acariciava sua cabeça e suas costas, enquanto a forçava contra meu busto que era chupado, mamado, sugado com toda a avidez que aquela explosão de tesão permitia. Soltei uma das mãos apenas para coloca-la dentro de seu short. Aquele pênis era meu novamente. E, não posso negar, eu era dona daquela ferramenta de prazer. Não era minha filha. Aquilo era meu. Eu conhecia cada detalhe. Eu sabia como fazer aquele instrumento jorrar em êxtase. E esse jorro de pecado tinha sempre o destino certo. Massageava seu pênis enquanto tinha o bico de meu seio sugado. Paramos. Nos encaramos e voltamos a nos beijar. Nos abraçamos e eu comprimi meus seios em sua camisa. Incomodada, me afastei e fiz o mesmo movimento que ele fez para tirar meu vestido. Arranquei sua camisa e voltei a abraça-lo. Agora, sim. Podia sentir meu corpo junto ao dele. Deitamos na cama. Ele, carinhosamente, retirou minha calcinha e deu um singelo, mas gostoso, beijo nos meus grandes lábios. Após o beijo, colocou sua língua no meu clitóris e passou a chupá-lo, tal qual o bico de meu seio. Era como um ruminante, mascando meu clitóris, mas sem os dentes, apenas com os lábios. -Aaiii, André...Aaaaiii, meu filho...Que coisa gostosa, André. Chupa...Chupa minha xoxota...Me faz ter prazer...Me faz gozar na sua boca, meu genro safado...Você é louco...Você tá na cama do seu sogro, com a mulher dele, seu maluco...Com a xota da sua sogra na boca...Você é louco... Tive um orgasmo forte. Ele parou, levantou o rosto e o torso. Arriou um pouco seu short. E, com toda a maestria que havia aprendido, me penetrou. Ah, como eu sentia falta daquele pênis. Era duro, quente, desejado, proibido. Ele iniciou o movimento de vai-e-vem. -Isso...Continua, filho...Aaiii...Que gostoso...Goza...Me enche de gozo...Goza dentro de mim...Por favor...Não deixa escorrer uma gota...Goza... Ele não aguentou muito tempo. Ejaculou forte, como sempre. Isso é uma coisa engraçada. André sempre teve, ao menos comigo, uma ejaculação muito violenta. Era como se eu abrisse uma ducha higiênica de esperma dentro da minha vagina. Era um absurdo comparado ao meu marido. Eu chegava a sentir tocar meu útero. Nos abraçamos e nos beijamos novamente. -Marta, que saudade...Que saudade de você...Do seu corpo... -Corpo de velha, né, André. São 52 anos.. -De puro prazer (completou, André). -Seu bobo... Dormimos, assim, sujos, com cheiro de sexo. O corpo fica com cheiro de sexo. É impressionante. Acordei com a ligação do meu marido. Haviam chegado no aeroporto de lá. Disse que havia pegado no sono e que já estava com saudades deles. Desliguei e fui para o banho. Quando voltei, sentei nua na cama e peguei o notebook. Seria assim, agora. Não usaria mais roupa até o meu marido voltar. Para André eu não precisava de roupas. Precisava de gozo, de foda. Não queria ele de roupas, também. Seríamos assim, selvagens. Estávamos novamente entorpecidos de tesão. Aquela semana, eu queria passar 24h transando, com gozo na minha vagina, na minha boca, com o meu corpo melado, colando pelo esperma, pelo prazer. Achei uma pousada ótima. Tinha hidromassagem, era de frente para o mar. Liguei e compramos o pacote “lua-de-mel”, que dava direito a 3 noites, espumante de recepção, early check-in e late check-out, além de massagens especiais e pétalas de rosas na cama. Acordei André e falei que havia feito a reserva. Ele adorou. Preparei a comida para nós e, após o jantar, tivemos mais uma sessão de foda. Peço desculpas pelo palavreado, mas quando falo assim, me sinto livre, me sinto mulher e, sobretudo, sinto muito tesão. Acordamos cedo e pegamos o carro. Coloquei tudo o que ia precisar: Um vestido, um short, uma blusa e um biquíni. Calcinha? Não levei. Fiquei molhada na hora só de pensar nisso. No caminho, me senti uma adolescente. Com uma diferença, tinha 52 anos. Chegamos lá e fomos direto para o quarto. Assim que entrei, tirei o short e a blusa e, com a janela aberta mesmo, caminhei até o banheiro, para tomar um banho. O telefone tocou. André me entregou: Era Paulo. Queria saber onde estava. Disse que estava em casa. Ele falou que o telefone estava ocupado. -Ah, Paulo. Deve estar com problema. Sabe que tentei ligar para uma amiga e não consegui. Vou ligar e pedir o conserto. E aí, está tudo bem? Respondeu afirmativamente. Estavam curtindo, sim. Desliguei o telefone e falei: -Filho, tira a roupa e vem. A água está ótima. Vem tirar o suor do corpo para irmos para a praia. Entrou e tomamos um belo banho juntos. Mas ao sair, fomos fazer um rápido pit-stop na cama. Era tão macia e grande. Ele me deitou naquele lençol de 1000 fios e, tão delicadamente quanto o tecido que me envolvia naquele berço de sexo, passou a massagear meus ombros. Suas mãos desciam e acariciavam meus seios. Olhei fixo em seus olhos e pedi para que me beijasse. Nossas línguas se encontravam e duelavam em nossas bocas. Paramos por um instante e dei uma nova ordem: -Filho, me penetre. Goza dentro de mim, novamente...Tô precisando... Nesse ponto, tenho que admitir. Meu genro era um serviçal do sexo. Ele obedecia tudo que eu pedia. Sem delongas ou preliminares, introduziu seu membro firme e quente na minha vagina, que parecia uma sauna de tão quente e úmida. Entrelacei minhas pernas em suas costas e abrir o máximo que pude meu sexo, para que ele pudesse, até o talo, me foder. Apertava tanto suas costas que ele mal conseguia se movimentar. Ele forçou seu corpo e me fez desentrelaçar as pernas, podendo dar suas estocadas viris sem nenhum controle. Ele era um animal. Pensei que fosse me arrombar. -Aaaiii, André...Calma...Calma, filho...Você vai ter três dias para fazer isso milhares de vezes...É tudo seu...Não vai acabar, não...Pode fazer tranquilo... Não adiantava. Ele parecia um retirante. De repente, ele parou de estocar, se aproximou do meu rosto e falou: -Amanhã faremos um jantar romântico e eu vou querer algo que eu sei que será só meu... Fiquei surpresa e perguntei: - O que? -Eu quero gozar atrás...Quero ser o primeiro...Eu mereço isso...Quero comer seu cu... -Você tá louco, André...Não gosto disso, não...E não para de meter, seu cachorro...Me fode, vai... -Só se você deixar... -Seu louco...Não para...Continua... -Eu vou parar... -Não, André....Aaaaiiii....Não para, por favor...Goza em mim... Ele abaixou a cabeça, mordiscou meu seio e chupo tão forte meu biquinho que toda a aureola foi parar dentro de sua boca. Soltou, olhou para mim e me tascou um beijo de cinema. Parou, novamente, olhou no fundo dos meus olhos e pediu, como uma criança, um cachorro sem dono: -Deixa, Marta...Deixa, por favor...Vai ser nosso elo...Nossa união...Será só meu. -Tá bom...Amanhã, André...Amanhã, você vai tirar minha virgindade...Você merece, filho...Mas agora, goza no meu útero, goza... Pronto...Estava feito. Não dava mais para voltar. Ele acelerou as estocadas, como um mendigo transando com uma madame. Passou a urrar. E eu, gritei loucamente, para todos escutarem na pousada: -ISSO...VAI...GOZA...GOOOOZAAAAA....PORRRAAA.....ME ENCHE DE PORRAAAA...GOOZAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA Foi uma torrente de esperma interminável. Me soltei dele, puxei seu corpo para cima, desci para o fim da cama como uma lagartixa e abocanhei seu pinto. Rápido o suficiente para levar um pequeno jato de esperma na boca. Estava feito... Amanhã, eu perderia a virgindade, pela segunda vez. Nessa ocasião, o premiado (e, posso dizer, com todas as honras e merecimentos) seria meu genro. O troféu? Um ânus... Estou com sono...Agora, vou dormir...Em breve contarei os demais dias de nossa viagem, que já aconteceu há quase 4 anos. Tenho muitas passagens. Espero escrever tão rápido que eu possa chegar nos dias de hoje. Até lá, tenho tantas recordações...Tanto aconteceu...Chegarei lá...



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